sexta-feira, outubro 07, 2005

Núcleos museológicos de Vila de Rei

O nº 67 da Revista Raia publica três excelentes artigos promocionais das belezas naturais da região e também dos esforços feitos para as tornar atractivas turisticamente. Uma das reportagens é sobre os núcleos museológicos de Vila de Rei, aqui fica:


Com Vila de Rei em destaque no mapa, apontamos as coordenadas de três núcleos museológicos: o Museu das Aldeias, na Relva; o da Geodesia, no picoto da Melriça; e o Museu Municipal, na sede de concelho



Texto e fotografias de jorge manuel costa

reportagem integral na raia#67



Ao entrarmos na povoação da Relva, a cinco quilómetros de Vila de Rei, por entre as árvores sobressai uma réplica de dois metros do monumento do Cristo Rei, colocada num pedestal de cimento. Trata-se de uma das primeiras criações com que Aniceto Nunes decorou a quinta do mesmo nome. Nascido há 60 anos naquela aldeia, aos 15 o jovem foi para Lisboa, onde aprendeu a arte de pedreiro, tomou conta de um café, foi taxista e trabalhou numa empresa de móveis, ofícios que mais tarde lhe seriam úteis na realização deste e de outros projectos de uma estética rara. Mas é o coleccionismo de relíquias do mundo rural que mais o tem ocupado. «Sempre tive uma grande paixão pelas coisas antigas. Pedia para me darem ou venderem tudo o que fosse velho.», comenta Aniceto Nunes, lembrando que o vício começou com uma candeia. «Encontrei-a na serra num buraco. Disseram-me que a podia levar, porque era para deitar fora.» Em trinta anos, o entusiasta das velharias reuniu milhares de peças centenárias, por vezes oferecidas pelos visitantes do seu museu ou encontradas na rua. «Às vezes vejo coisas que é um crime estarem no lixo e não me importo de metê-las no carro.»





A braços com a crescente falta de espaço para tantos objectos, o próprio resolveu criar um museu que retratasse os ofícios do mundo agrícola. Hoje, o Museu das Aldeias estende-se pelos três pisos da Casa Grande, solar rústico da primeira metade do século XVII, outrora pertencente aos capitães da Relva, família abastada para quem trabalhava a maior parte da população da localidade. Em 1994 Aniceto Nunes compra com o irmão aos últimos netos da família a propriedade e o solar – desabitado há trinta anos e em ruínas –, regressando em definitivo à aldeia para se dedicar à ampliação da quinta e à recuperação da casa. ...........

Revitalização da Olivicultura em Malpica do Tejo

Revitalização da Olivicultura em Malpica do Tejo

Já tinha, neste Blog, feito referência à excelência do azeite de Malpica do Tejo, que tive oportunidade de encontrar no Gourmet do El corte Inglês. Em complemento transcrevo notas de uma intervenção dos Engos João Miguel Pereira e Rui Alves Cabaço, que historiam a iniciativa e as actividades desenvolvidas na comunidade, pela comunidade e para a comunidade. Que o exemplo frutifice noutras paragens da nossa Beira.

BOAS PRATICAS INSERIDAS NO CONTEXTO LOCAL E REGIONAL
A REESTRUTURAÇÃO DO LUGAR DE AZEITE 'E DA PADARIA DE MALPICA DO TEJO
ENG.° JOÃO MIGUEL PEREIRA/ ENG.° RUI ALVES CABAÇO
MODERNIZAÇÃO DO LAGAR DE AZEITE DA COOPERATIVA DE MALPICA DO TEJO
CONTEXTO DE INTERVENÇÃO
Freguesia de Malpica do Tejo
• Concelho de Castelo Branco
• 20 km da cidade de Castelo Branco
• Aldeia "sem saída"
• 758 habitantes (2001)
• População envelhecida e "deprimida"
OLIVICULTURA EM MALPICA DO TEJO
Conhecer o passado para compreender o presente...
• Estruturação fundiária "tranquila"
• Aquisição colectiva de propriedades de grande dimensão


Plantação de Oliveiras
• Azeite como sinal de "riqueza"
• Colheita de azeitona: entreajuda familiar

Enquadramento histórico do laqar de azeite
1952: Constituição da Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Malpica do Tejo 1954: Inicio da Produção de Azeite no Lagar da Cooperativa

ANOS 90: CENÁRIO NEGRO!!
Laqar de azeite: Situação de partida
• Edifício altamente degradado
• Tecnologia obsoleta (serviço prestado, qualidade do azeite, componente ambiental)
• Condições higio-sanitárias pouco apropriadas
• Azeite "vendido" a granel
• Situação económico-financeira débil
• Qualificação dos recursos humanos

CONDENADO AO
DESAPARECIMENTO I
1. ACREDITAR QUE É POSSÍVEL
1998: lançamento do desafio de reeditar aquilo que os pais e avós tinham feito há 50 anos...
• Envolvimento dos 400 sócios da Cooperativa
• Definição de uma estratégia com objectivos claros, definidos e quantificados

Azeites de elevada qualidade
Nichos de mercado
Denominação de Origem Protegida (DOP)
Azeite' da Beira Baixa

AFINAL É POSSÍVEL!
2001: "novo" lagar de azeite
• Investimento: 600 mil euros
• Capacidade de laboração: 600 - 800 toneladas azeitona
• Tecnologias modernas: inovação
• Ganhos de produtividade e eficiência
A garrafa n°1...
2002: "novo"azeite Malpica do Tejo
Atingir os objectivos
• 1° Azeite qualificado com denominação de origem protegida azeite da beira baixa
• Reconhecimento da qualidade
• Notoriedade do produto
• Nichos de mercado
• Valorização comercial

Uma "verdadeira" cooperativa
• Funcionamento todo ano
• Loja rural
• Posto de abastecimento de combustíveis agrícolas
• Prestação de serviços agro-rurais
• Loja do cidadão da aldeia
• 3 postos de trabalho permanentes e 4 sazonais
E O FUTURO ?...
Em primeiro luqar:

terça-feira, outubro 04, 2005

DIELMAR-Exemplo de Boas Práticas

O Engº Luís Filipe Rafael apresentou na reunião do OEFP, realizada em Castelo Branco, em Julho, a caracterização da Dielmar, uma grande exportadora e inovadora da região.
Aqui fica o registo, para quem se interessa pelo estudo da Beira Interior.

CONTINUAR A ACREDITAR
BOAS PRÁTICAS INSERIDAS NO CONTEXTO LOCAL E REGIONAL
A DIELMAR E SUA IMPORTÂNCIA NO EMPREGO E NA ECONOMIA
ENG.° Luís FILIPE RAFAEL
A Dielmar é uma empresa familiar, fundada há 40 anos, por quatro alfaiates, embora actualmente seja uma sociedade anónima. Situada a 10 km de Castelo Branco, esta empresa iniciou a sua actividade com 30 trabalhadores e conta actualmente com 428. Com um impacto social muito forte na região, a sua filosofia assenta numa clara aposta nas novas tecnologias e numa gestão eficaz dos seus recursos humanos. É empresa líder de mercado na confecção de fatos de homem e é composta exclusivamente por capitais nacionais.
Para além da aposta contínua e continuada nos seus recursos humanos, a Dielmar tem igualmente apostado em regalias, prémios de assiduidade e de produtividade que representam cerca de 10% da massa salarial. Relativamente a regalias concedidas aos seus trabalhadores, esta empresa dispõe de um autocarro que transporta cerca de 30 pessoas das aldeias limítrofes para a sua fábrica e disponibiliza, gratuitamente, passes sociais a outros trabalhadores. A Dielmar dispõe igualmente de um médico, que se desloca às suas instalações duas tardes por semana a fim de atender os trabalhadores, e de seguros de saúde que incluem internamento hospitalar e exames complementares. Finalmente, existe uma cantina, onde uma empresa de catering assegura a confecção de refeições a preços bastante acessíveis.
Na actual conjuntura, a empresa deseja continuar a prosseguir esta política e preocupa-se com o bem-estar dos seus trabalhadores, não obstante se confrontar com algumas dificuldades, nomeadamente a que se prende com o aumento da concorrência.
Da sua força laboral, 83% são mulheres, o absentismo representa 6%, muito abaixo da média do sector, e os contratos sem termo 73%. A mais recente aposta na abertura de postos de venda próprios (8 lojas) coincidiu com a contratação a prazo de alguma mão de obra.
Todavia, a Dielmar tem tido algumas dificuldades em encontrar mão de obra qualificada, mais concretamente costureiras altamente qualificadas e dispostas a trabalhar, dado que, neste domínio, a empresa já tem sido confrontada com o facto de o subsídio de desemprego não encorajar o regresso ao trabalho.
Por outro lado, a Dielmar assinou um protocolo com o Instituto Politécnico e com a Escola Profissional de Idanha, é uma empresa certificada que tem a preocupação de assegurar formação contínua aos seus trabalhadores e recorre à NERCAB quando pretende recrutar estagiários em áreas muito específicas.
Existe uma responsabilidade acrescida em termos sociais pelo facto de trabalharem na Dielmar famílias inteiras, preocupando-se a empresa em garantir um emprego estável aos seus trabalhadores.

segunda-feira, outubro 03, 2005

A criação do Parque Industrial de Castelo Branco

O PCMCB, Joaquim Morão, numa sessão do Observatório do Emprego e Formação Profissional, realizada em Castelo Branco, em 18 de Julho de 2005, fez uma breve descrição da história da criação do Parque Industrial de Castelo Branco.

Aqui fica essa intervenção:
"O PARQUE INDUSTRIAL DE CASTELO BRANCO - EVOLUCÃO E PERSPECTIVA
JOAQUIM MORÃO
CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

Castelo Branco tem-se demonstrado um exemplo positivo. Para criar emprego é preciso tomar decisões a tempo que permitam mais tarde aproveitar as oportunidades que venham a surgir. Foi o que aconteceu em 1973, quando a Câmara de Castelo Branco comprou cerca de 250 hectares, facto que permitiu que em 1980 se começassem a instalar as primeiras empresas, não sendo necessário, então, procurar terrenos. Actualmente, existem 145 empresas no Parque Industrial de Castelo Branco nos mais variados sectores: agro-alimentar, indústria do frio, componentes de automóvel, metalomecânica, têxtil e vestuário, mobiliário e madeiras, distribuição e logística e serviços. A primeira empresa a instalar-se foi a Danone, com pessoas regressadas de Moçambique.
O conjunto das empresas que se criaram e/ou instalaram em 1980 permitiu desenvolver um conjunto de serviços não só à sua volta, mas igualmente em torno do Instituto Politécnico de Castelo Branco e do Hospital, que também surgiram nos anos 80, em Castelo Branco. O conjunto destas infraestruturas potenciou o desenvolvimento desta região que passou de 15 mil habitantes para 40 mil.
Actualmente, entre as empresas instaladas, as mais fortes aumentaram não só as suas instalações, mas também o respectivo número de postos de trabalho. O parque industrial, já consolidado, tem resistido à crise que entretanto se instalou, e em 1998, criaram-se condições para se proporcionar um novo salto, tendo a Câmara, nesse ano, comprado cerca de 120 hectares de terreno.
Nos últimos meses, tem-se assistido a uma procura crescente por parte de empresas que se desejam instalar nesta região. Neste momento, existem 50 empresas em processo de instalação que irão criar cerca de 500 postos de trabalho. O sector dos serviços é o que denota uma maior tendência para a deslocalização para dentro desta região e na área do comércio também se tem verificado uma procura bastante acentuada.
Para além do acréscimo de procura por parte de empresas que se desejam instalar, verifica-se também um aumento da procura por parte de empresas já instaladas, mas que desejam alargar a sua produção ou instalações.
Esta crescente procura por parte das empresas é também fruto de algum investimento, designadamente ao nível das acessibilidades, com a criação de infraestruturas viárias, e do sistema de gás natural que permitiu aumentar a competitividade da região. Para além destes aspectos, existe todo um conjunto de factores que possibilitou a alavancagem de todo este processo, nomeadamente a própria instalação do Centro de Formação no Parque Industrial. O mundo rural tem também um importante papel a desempenhar não só nesta alavancagem, mas também na criação de mais emprego, nomeadamente através do desenvolvimento de actividades que permitam o aproveitamento e divulgação dos produtos típicos desta região. Castelo Branco tem conseguido dar resposta ao emprego, na medida em que tem segurado alguns postos de trabalho.
Por outro lado, a Câmara irá criar uma incubadora de empresas, através da construção de um pavilhão com cerca de 9 mil m2 destinado às empresas que, desejando instalar-se na região, ainda não possuem instalações próprias. Posteriormente será também criado um centro tecnológico agro-alimentar com a cooperação do Instituto Politécnico de Castelo Branco e com a Escola Superior Agrária, à semelhança do criado em Badajoz.
Apesar de, ao nível do desemprego, Castelo Branco não ter registado o mesmo ritmo de crescimento do resto do país, convém ter presente que sem medidas e apoios atempados, será impossível salvar algumas das empresas da região que têm sentido algumas dificuldades."

domingo, outubro 02, 2005

UBI ajuda alunos a criarem empresas

Empresa de Capitais de Risco

A UBI, conjuntamente com outras seis Universidades ou escolas participa na criação de uma empresa de capitais de risco, para permitir que os seus alunos com proectos para criação de empresas contem com apoio financeiro. Excelente iniciatiiva que pode dar origem à criação de Start up's a partir do conhecimento

quinta-feira, setembro 29, 2005

Vinhos da Beira Interior

Finalmente, consegui encontrar no mercado o Quinta dos Currais 2002 Tinto, produzido com base nas castas Touriga-Nacional, Aragonez, Castelão e Rufete, sem indicação da distribuição de cada casta. O vinho é produzido pelo cirurgião José Diogo Tomás, numa quinta da Capinha. Posteriormente, apresentarei mais detalhes e a minha opinião sobre o Vinho. Consegui também comprar, do mesmo produtor, um Vinho Branco de casta Síria, muito bem cotado nas revistas da especialidade. Comprei os referidos vinhos no Jumbo de Castelo Branco.

Depois desta informação, uma má notícia para os vinhos da Beira Interior. Consultei os catálogos da Feira de Vinhos do El Corte Inglês e do Pingo Doce. O El Corte Inglês refere um único produtor a Casa Garrett do Tortozendo, com os vinhos Encosta da Serra e
Almeida Garrett. O Pigo Doce nem sequer refere a região demarcada da Beira Interior, quanto mais apresentar algum dos seus vinhos. Relativamente ao Corte Inglês há uma diferença entre o Supermercado e o Gourmet. O Gourmet não participa na Feira dos Vinhos do El Corte Inglês e têm à venda pelo menos o Quinta dos Termos da Beira Interior.

terça-feira, setembro 20, 2005

Chocalhos 2005

Um dos grupos musicais que se exibiu em Alpedrinha, composto por três músicos, incluia no seu reportório a utilização de uma palheta. Foi feita a apresentação deste instrumento, de uma forma muito imperfeita e com erros. Disseram que aquele instrumento tinha sido construído em Penha Garcia. No final falei com o músico em causa, procurando saber quem tinha construído aquele instrumento. Disse tratar-se de José Reis, expliquei-lhe que José Reis era de Monsanto e não de Penha Garcia e que certamente aquela não era uma das suas palhetas. Acabou por dizer que tinha sido ele próprio a construir a palheta, com base no instrumento de José Reis. Relativamente à localização referida foi-me dito que tinham obtido a informação no site da Attambur. Lá lhes disse que conhecia muito bem o site da Attambur e que a informação aí apresentada era correcta, citando Ernesto Veiga de Oliveira, que desconheciam. Para finalizar, interpretaram um tema de Trás-os-Montes, para utilizarem a palheta, quando há inúmeros registos sonoros de José Reis utilizando a Palheta, de temas da Beira Interior, como sejam a Senhora da Póvoa, Senhora do Almortão e outras. Tudo isto a acrescentar à apresentação da palheta como o oboé da Beira Interior, feita pelo Jornal do Fundão.
É desta forma que a cultura da Beira Interior é tratada, perdeu-se uma excelente oportunidade de informar o Público sobre a riqueza dos instrumentos Tradicionais da Beira Interior e também para enquadrar a música no tema da Festa. A Festa era sobre a Transumância e José Reis era Pastor.

Foi também uma tristeza constatar o atraso relativamente à apresentação dos produtos regionais, Licores com uma etiqueta referenciando somente a produtora, esquecendo a composição, grau alcoólico, contactos e outras informações relevantes exigidas pela lei e pelos consumidores. Felizmente que ao nível dos petiscos estavam disponiveís alguns produtos da região, ovos verdes (com pouca salsa e vinagre), botelha frita, xerovias, peixinhos da horta, entre outros. Nas bebidas, na região da cereja e da ginja, não encontrei produtos com o mínimo de qualidade. A ginja, que tive oportunidade de provar era de fraca qualidade, muito temos que aprender com Óbidos. Estamos na pré-história do aproveitamento dos produtos regionais, para fins turísticos. Houve animação, muita música, movimento, mas é preciso muito mais. Os artesãos e camponeses precisam de se organizar e serem ajudados para valorizarem os seus produtos. As associações de desenvolvimento regional precisam de aprender com as congéneres de outras regiões, que conseguiram uma valorização muito mais forte e eficiente dos produtos da sua região. Improviso, boa vontade, não são suficientes. Numa economia global é preciso muito mais, conhecimento, estudo, investigação é o que faz falta....


sexta-feira, setembro 16, 2005



Chocalhos 2005 - A Festa da Transumância

Um dos percursos da Transumância era a campina da Idanha, porquê a ausência da participação da Idanha nestas actividades? Sem a campina, como muito bem descreveu Orlando Ribeiro, a transumância ficaria muito mais limitada. O grande trajecto pastoril era entre a serra da Estrela e a campina da Idanha. Limitar a transumância ao concelho do Fundão é muito limitativo e mistificador relativamente à realidade sócio-económica associada ao pastoreio na beira Interior.

Mesmo assim comemore-se....

A ideia de pintar as ovelhas é muito colorida, mas é mera cópia do que os nossos vizinhos espanhóis fizeram na região de Salamanca, colocaram ao lado das estradas esculturas de Touros pintadas com cores idênticas às adoptadas para as nossas ovelhas....



2005 SETEMBRO
SEXTA-FEIRA
18.30H Acampamento
Recepção aos participantes



19.00H Abertura da Feira dos Chocalhos 2005
Grupo de Bombos de Alpedrinha
Acordeonistas


20.00H Rancho Folclórico e Etnográfico de Cernache do Bonjardim


21.00H Cantares ao Desafio


22.00H





Canto do Sr. Maia
CONCERTO
MÚSICA BARROCA


Jazz e Fados




SÁBADO
09.00H “O Solitário Caminho dos Pastores”
Passeio pedestre com visita a queijaria e Prova Gastronómica.

15.00H "Conversas Transumantes"
moderado por Maria João Centeno com a participaçáo de Francisco Duarte Mangas (escritor), Marcos Cavaleiro (músico), Manuel Poças das Neves “Mapone” (gastrónomo)

Lançamento do Livro
"Fundão -Terra de Bom Queijo"
de Mapone


17.00H Arruada com:
Adufeiras da Casa do Povo do Paul
Associação de Acordeonistas da Beira Baixa
Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho
GigaBombos
Grupo de Bombos de Alcaide, Alcongosta, Alpedrinha, Amigos do Fundão, Casa do Povo do Paul, Donas e Junta de Freguesia doFundão.
Rancho Folclórico dos Pastores do Açor

21.00H CONCERTOS
Gaita Folia
Adufeiras da Casa do Povo do Paul
Associação de Acordeonistas da Beira Baixa
Associação Ocaia
Casa do Povo do Paul
Rancho Folclórico dos Pastores do Açor
Campânula Herminii
GigaBombos


21.00H
Campânula Herminii
GigaBombos
Gaita Folia
Adufeiras da Casa do Povo do Paul
Associação de Acordeonistas da Beira Baixa
Associação Ocaia
Casa do Povo do Paul
Rancho Folclórico dos Pastores do Açor


Associação Ocaia
Casa do Povo do Paul
Rancho Folclórico dos Pastores do Açor
Campânula Herminii
GigaBombos
Gaita Folia
Adufeiras da Casa do Povo do Paul
Associação de Acordeonistas da Beira Baixa


22.00H CONCERTO
ACORDEONISTA SERTÓRIO



DOMINGO
09.00H Percurso pedestre “Rota da Transumância”
Fundão > Alcongosta > Alpedrinha,
pela antiga via romana e rota da transumância, esta acção terá a participação de um rebanho, pastores e músicos.
Partida: Praça do Município do Fundão


16.00H DESFILE
Rancho Folclórico de Alpedrinha
Grupo de Bombos de Alpedrinha
Acordeonistas


19.00H Grupo de Bombos do Sagrado Coração de Maria do Ferro

21.00H Actuação do Rancho Folclórico de Alpedrinha

22.00H Encerramento da Feira dos Chocalhos 2005

Concerto
Acordeão e Violino



Informações: www.transumancia.com.chocalhos@transumancia.com

Organização:
Câmara Municipal do Fundão
em parceria com
Junta de Freguesia de Alpedrinha . Gardunha Viva – Associação de Montanhismo do Fundão . Ocaia – Associação de Artes e Saberes Tradicionais

O presente e-mail destina-se única e exclusivamente a informar potenciais visitantes e não pode ser considerado SPAM.
De acordo com a legislação internacional que regulamenta o correio electrónico, "o e-mail não poderá ser considerado SPAM. quando incluir uma forma do receptor ser removido da lista".
* Para proceder à anulação clique aqui.

sábado, setembro 10, 2005

Produtos nacionais no mercado Irlandes

Em visita de trabalho a Irlanda constatei a inexistencia de produtos portugueses neste mercado. Nos restaurantes, em geral com uma lista muito variada de vinhos dominam os vinhos do Chile, Australia, Africa do Sul, raros espanhois e franceses e ZERO de portugueses. No dominio dos azeites so um ou outro italianos. O que e que o adido economico da Embaixada tem andado a fazer? Porque gastar dinheiro com um servico completamente irrelevante para o Pais? Nao sera de fazer uma avaliacao destas representacoes e fazer regressar todos os funcionarios que nao apresentam trabalho? Como se sabe a passagem por embaixadas e um dos estratagemas adoptados para elevar a reforma dos funcionarios publicos, com possibilidade de acesso a estas funcoes, porque o calculo da reforma inclui as remuneracoes auferidas no exercicio dessas funcoes. Este e outros absurdos tem conduzido ao esvaziar dos fundos da Caixa Geral de Aposentacoes, podem em risco o futuro das reformas e obrigando o governo a intervir e a alterar as condicoes de atribuicao de reformas. Mas, diplomatas, funcionarios de notarios, funcionarios judiciais, entre outros, continuam a reformar-se com reformas muito superiores aos restantes funcionarios, pondo em causa a continuidade do sistema. Porque nao actuar aqui primeiro, tanto mais que o trabalho efectuado em muitas embaixadas e nulo, em termos de resultados economicos para o pais e empresas portuguesas.

domingo, setembro 04, 2005

Entrevista com a Arqueóloga que coordenou as escavações no Castelo de Castelo Novo.
Obrigado e parabéns pela qualidade e excelência do trabalho desenvolvido, que permitiu aprofundar o conhecimento histórico da região e conduziu à criação de um núcleo museológico de raíz. Aguardo com ansiedade a oportunidade de poder estudar o livro resultante do trabalho de arqueologia.


in:Jornal do Fundão
SECÇÃO: Grande Tema

SILVINA SILVÉRIO
«Fizemos uma selecção do espólio»
Quanto tempo demorou a campanha de escavação?

O trabalho de escavação demorou três anos. Foram várias campanhas ao longo dos Verões de três anos, com uma equipa bastante alargada. Estamos agora a traba-lhar algum espólio proveniente do castelo.

Das peças que foram retiradas do castelo, há alguma que destaque?

São peças características dos sítios medievais e modernos de outros contextos arqueológicos em Portugal. No entanto foi possível identificar peças de importação, que só poderiam ter chegado aqui por via do comércio, que chegavam aos portos de Lisboa ou do Porto e que depois entrariam no Interior do país pelas vias comerciais. Por outro lado temos um grande acervo de cerâmica comum medieval, mas sobretudo já da época moderna – meados do século XV aos finais do século XVI – , que foi basicamente a altura em que o castelo foi abandonado, onde deixou de ter utilidade do ponto de vista de fortificação. Temos também muitas moedas e uma grande quantidade de peças metálicas, em ferro e em cobre.

Os achados estão compreendidos entre que período temporal?

Desde o século XIII até finais do século XVI. Uma ou outra peça poderá ir até aos inícios do século XVII, mas não passa disso.

O que está exposto é uma ínfima parte do que foi encontrado...

É. Não expusemos tudo o que tínhamos porque, para já, o espaço não dava para mais e preferimos fazer uma selecção do espólio. Mas à medida que vamos trabalhar mais o material, irão aparecer, de certeza, mais peças boas para restauro.

Um trabalho que ainda vai demorar mais algum tempo...

Vai demorar anos. Vou- -lhe dar uma ideia por alto: cada mês de trabalho de campo corresponde a quatro/cinco meses de trabalho de gabinete. Nós escavámos cerca de dez meses. Normalmente quando acaba o trabalho de campo nestes projectos do Programa Nacional de Trabalho Arqueológicos, os anos seguintes são dedicados aos estudos dos materiais. Mas penso que dentro de, no máximo, dois anos já teremos o espólio todo estudado.
Aqui está a prova da excelência de trabalhos de arqueologia na Beira Interior

In: Jornal do Fundão
SECÇÃO: Grande Tema

NÚCLEO MUSEOLÓGICO DE CASTELO NOVO
Uma história de séculos contada a partir do castelo

Parte do trabalho de três anos de escavações arqueológicas no castelo desta aldeia histórica já pode ser visto pelo público. Moedas e peças de cerâmica são alguns dos objectos presentes no núcleo museológico de Castelo Novo

A ALDEIA histórica de Castelo Novo já exibe o seu rico passado no recém-inaugurado núcleo museológico, onde está patente parte do espólio que foi recolhido nas três campanhas de escavações arqueológicas que decorreram entre 2002 e 2004, no castelo da aldeia. O novo espaço – a funcionar na antiga Casa da Câmara – foi inaugurado no âmbito das Jornadas de Arqueologia Medieval e Moderna de Castelo Novo, que decorreram na semana passada e pode ser visitado todos os dias das 9 e 30 às 13 e das 14 e 30 às 18 horas. Nos dias úteis, a visita é realizada mediante solicitação no posto de turismo.

Cerâmicas e moedas são alguns dos objectos que se podem encontrar no novo espaço museológico. Ao todo recuperaram-se 247 moedas em razoável estado de conservação, que remontam a vários reinados compreendidos entre o de D. Sancho I (1169-1210) até ao de D. João III (1521-1557). Contudo, deste último reinado, foi apenas encontrado um exemplar numismático, facto a que se deverá, segundo Silvina Silvério e Luís Barros, os arqueólogos autores do livro “Arqueologia no Castelo da Aldeia Histórica de Castelo Novo (2002-2004). Resultados Preliminares”, a esta ser uma fase em que “a fortificação deveria estar já em processo de ruína”. Algumas moedas mais recentes foram recolhidas em níveis que correspondem a “entulhos sub-actuais”, não correspondendo à fase de uso do castelo. Das escavações resultaram também extracções de fragmentos de louça de cozinha, jarros, potes e exemplares de uso pessoal e doméstico. Neste campo, o grupo mais escasso remete para jóias e peças de adorno pessoal e “nele só podemos incluir duas, ambas em cobre, um alfinete medieval (...) e um anel com a insígnia da Ordem de Cristo, cuja cronologia se situa entre os séculos XV e XVI”, revela ainda o documento.

No que diz respeito ao armamento, foi encontrado um conjunto significativo de artefactos “sobretudo representado por várias pontas de seta e virotes de besta”. Também foi descoberta uma espora de cavaleiro e “o remate de bainha de punhal, em cobre, com decoração fitomórfica ladeando a cruz da Ordem de Cristo que constitui o motivo central. Este objecto, fragmentado, mas quase completo, destaca-se pela simplicidade das incisões que definem o desenho, as quais são algo irregulares”, diz ainda o livro. Também foram recuperadas durante as escavações argolas em cobre e ferro “que presumimos terem pertencido ao arnês ou cabeçada das montadas. As primeiras apresentam desgaste em parte da face interna o que indica uma tracção constante num dos segmentos, enquanto a segunda, constituída por uma cadeia dupla articulada poderá ter correspondido a um elemento de ligação entre o freio e a rédea”. No que diz respeito ao mobiliário “foram identificados vários elementos em cobre, aos quais não podemos atribuir outra função que não seja a decorativa”, e “entre eles, destacamos apenas três em forma de estrela ou fitomórfica, com três pontas, a título de exemplo, compatíveis com a decoração patente numa banqueta representada no Tumbo A da catedral de Santiago de Compostela, códice datado do século XII, uma vez que a cronologia destes artefactos, face ao restante espólio, aponta para os séculos XV a XVI”. No domínio das actividades artesanais foi encontrado “um apoio de cabo de broca, obtido a partir de um fragmento de tijoleira rudemente afeiçoada”, que datará dos séculos XV-XVI, bem como uma serra praticamente completa em ferro, que datará do mesmo período. Foram ainda encontradas duas cunhas em ferro.

Grande parte do espólio encontrado no castelo encontra-se ainda em trabalho de gabinete, podendo muito dele ter ainda como destino este espaço, que irá ser ampliado às salas contíguas para receber não só mais peças provenientes do castelo, mas toda a colecção medieval do novo Museu Municipal do Fundão, ficando aqui instalado o núcleo medieval deste.
In: Jornal do Fundão
Em Castelo Branco no dia 23
Exposição itinerante divulga arqueologia da BI

Divulgar a arqueologia da Beira Interior é a missão a que se propôs a ARA
ao conceber a exposição itinerante sobre 25 estações arqueológicas desta região
AS RUÍNAS da Torre de Centum Cellas, em Belmonte, o templo romano de Nossa Senhora das Cabeças em Orjais, Covilhã, e a estação arqueológica da Torre dos Namorados em Vale de Prazeres (Fundão) são alguns dos sítios de interesse arqueológico do distrito que integram a exposição itinerante intitulada “25 Sítios Arqueológicos da Beira Interior”. Depois de viajar por Trancoso, Proença, Gouveia, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo e tantos outros concelhos de ambos os distritos da Guarda e Castelo Branco desde Maio, a mostra chega a Castelo Branco a 23 de Setembro onde poderá ser visitada até 7 de Outubro, prevendo-se que esteja patente ao público na cidade do Fundão de 23 de Outubro a 5 de Novembro. Concebida pela ARA - Associação de Desenvolvimento, Estudo e Defesa do Património da Beira Interior, com o apoio dos 20 municípios de ambos os distritos da Guarda e Castelo Branco e de vários investigadores, a mostra reúne um conjunto de 25 estações arqueológicas mais relevantes, constituindo uma forma invulgar e despretensiosa de divulgar a Arqueologia da região. Mais de 30 investigadores trabalharam na concepção e organização desta exposição que é acompanhada de um catálogo, um inventário único desta viagem que constitui “o primeiro esboço de uma possível rota turístico-arqueológica”. Em Castelo Branco, o sítio arqueológico seleccionado foi o Triângulo Arqueológi- co do Monte de São Martinho.

Por: Leonor Velo

quinta-feira, setembro 01, 2005

Viola Campaniça

Assisti em Vila Nova de Milfontes à exibição de um grupo popular de executantes de viola campaniça e de cantadores. A viola campaniça, à semelhança da viola beiroa, estava em extinção, mas graças aos trabalhos de Alberto Sardinha, de várias Câmaras alentejanas e de grupos de populares, foi possível retomar a prática popular da utilização desse instrumento popular, no acompanhamento de descantes. Constatei que todas as violas campaniças e outros instrumentos, eram de construção recente e fabricados por um violeiro de S. Martinho das Amoreiras. A sua identificação é Amilcar Martins Silva, S. Martinho da Amoreira, Odemira. Graças à actividade deste e doutros violeiros os grupos populares têm oportunidade de adquirir o instrumento, a preços populares, criando-se assim condições para a revitalização da cultura musical popular.

O que é que nós beirões temos feito, relativamente à viola beiroa? Nada, contribuindo para a entinção da nossa cultura musical, tão rica e variada. Quando é que uma Câmara, Castelo branco, Penamacor ou Idanha, pegam no projecto de revitalizar a arte popular dos violeiros, retornando à produção deste instrumento, a preços populares?












Viola Campaniça

domingo, agosto 28, 2005

Rei Wamba - Idanha-a-Velha e Wamba-Valhadolid

A caminho do Museu de Etnologia da Fundação Joachim Diaz de Uruena, na região de Valladolid, rico em instrumentos musicais tradicionais de Castela e Leon passei pela localidade de Wamba, cujo nome me levou a procurar informações, tendo obtido os dados seguintes:

"La historiografía hispanovigótica nos asegura que en Wamba falleció el monarca Recesvinto y que, de acuerdo con la costumbre de la época, en este mismo sitio hubo que elegir a su sucesor, recayendo la elección en el noble y ya casi anciano Wamba, que en este lugar sería coronado como tal, prestando su nombre al lugar. La iglesia parroquial de Santa María conserva vestigios de esa época y de las que la siguieron, por lo que en ella hoy veremos restos mozárabes, románicos y góticos, incluido un ara romana dedicada a Júpiter. Ayudó mucho el hecho de que allí se instalase un importante monasterio en tiempos de la hegemonía de los monarcas leoneses, llegando a ser, en el siglo XII, bailía de la Orden de los Caballeros de San Juan de Jerusalén. Dentro de la iglesia se conserva un curioso y sugestivo osario, uno de los más grandes y llamativos de esta parte de la península. También han aparecido restos arqueológicos en su término municipal, como piezas de sílex talladas de tono opaco amarillento, posiblemente eneolíticas.

Habitantes: 375
Superficie del término : 38,2 Km2.
Altitud: 788 m.
Distancia de la capital: 17 Km.
Comarca a la que pertenece: Montes Torozos.
Iglesia de Santa María

La iglesia de Santa María, tal y como está estructurada hoy día, cuenta con tres naves, un crucero no señalado en planta y tres capillas rectangulares en la cabecera. El crucero y la cabecera son de época mozárabe, del siglo X. Se trata de un espacio muy compartimentado, separado con pilares sencillos que soportan arcos de herradura. Uno de los pilares del lado de la Epístola conserva un capitel tallado a bisel con formas vegetales estilizadas. Algunas bóvedas son de cañón, con generatriz de herradura y otras han sido rehechas. El cuerpo de la iglesia es románico de finales del siglo XII; consta de tres naves separadas por pilares compuestos de núcleo rectangular y columnas adosadas, con capiteles de tres tipos: con motivos vegetales, con figuraciones animalísticas y monstruosas, y con representaciones historiadas, como el Pecado Original, la Gula, el Peso de las Almas y otras. Los arcos son apuntados y de rosca doblada y la cubrición es de madera. Entre las portadas destaca la de los pies, que tiene un tímpano y va protegida por un tejaroz con canecillos decorados con figuras de animales y cabezas humanas. Las tres columnas de las jambas llevan capiteles con decoración animal y vegetal y las arquivoltas se decoran con lóbulos y gruesos boceles.

En el muro del testero de la capilla mayor se conservan restos de pintura al fresco que parecen imitar la decoración de una tela oriental. Entre la imaginería que conserva la iglesia hay que destacar un Cristo en madera policromada del tercer cuarto del siglo XVI, de clara influencia berruguetesca,que se acerca a los tipos de Francisco Giralte. Entre los retablos hay que fijarse en un retablo de pintura de principios del siglo XVI, de dos cuerpos y tres calles, con una arquitectura de estilo plateresco. La tabla central representa la Epifanía, flanqueada por Santa Catalina con un donante y San Pedro y San Pablo. En el espacio homónimo se encuentra la escena del Llanto por Cristo Muerto, flanqueada por San Juan Bautista, con donantes femeninos y San Miguel, con donantes masculinos.


Pero además Wamba cuenta con dos ermitas, la del Humilladero y la de la Virgen de la Encina.
Nuestra Señora y San Roque (agosto)
San Isidro (15 de mayo).
Ayuntamiento de Wamba
Plaza Mayor, s/n · Tel.: 983 563 317
– www.nortecastilla.es (canal pueblos de Valladolid)
– www.diputaciondevalladolid.es
Laguna de Duero, Valladolid.
pueblosvalladolid@nortecastilla.es"


Mais tarde, em Bilbau, encontrei um estabelecimento que vende artigos artesanais e religiosos com a designação de Rui-Wamba, sendo o apelido Wamba relativamente frequente no País Basco.

segunda-feira, agosto 01, 2005

Beira Interior despreza Ciência Viva

Saiu o Catálogo das visitas organizadas Ciência Viva-Agosto/Setembro 2005 e é com tristeza que se verifica a penúria de actividades na Beira Interior. No Distrito de Castelo Branco estão previstas quatro actividades ao nível da Astronomia, todas no eixo Covilhã-Belmonte, 0 actividades em Geologia, 0 actividades em Biologia e 0 actividades em Engenharia. Desta forma o Turismo e a divulgação da Ciência são marginalizados e não se compreende a actividade para a criação de Parques Naturais, se depois nem actividades há que promovam a sua divulgação. Este é um mau caminho que deveria ser rectificado, Universidade da Beira Interior, Politécnico de Castelo Branco, Escolas, Centros de Ciência, Empresas, Câmaras Municipais, perdem oportunidades para promover a região.