O papel das redes sociais nos movimentos sociais
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook
JN
Um jovem egípcio resolveu homenagear o papel da rede social de Mark Zuckerberg na revolução que fez tombar Hosni Mubarak e baptizou a sua primeira filha como Facebook Jamal Ibrahim.
De acordo com o jornal Al-Ahram, citado por diversos órgãos de comunicação internacionais, o jovem pai de Facebook quis "expressar a sua gratidão pela conquista da juventude no passado dia 25 de Janeiro", revela o site TechCrunch, que traduziu a notícia original em árabe.
foto Leonardo Negrão/Global Imagens
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook
Facebook Jamal Ibrahim é o nome da menina
Apesar do nome fora do comum, o pai da criança revela que a bebé recém-nascida está a ser acarinhada pela comunidade e que até já recebeu presentes de pessoas que participaram activamente na revolução.
O Facebook, entre outras redes sociais e ferramentas da Internet, foi usado pelos egípcios para reunir esforços e criar um movimento social que só terminou com a saída de Hosni Mubarak do poder. Foi também através destas ferramentas que as informações sobre o desenrolar da revolução chegaram ao exterior, dando um maior impacto mediático ao caso.
Hoje em dia, cerca de cinco milhões de egípcios usam o Facebook.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
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Juventude,
movimentos sociais
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Sementes livres
Em vez de incentivar a criação de banco de sementes e a preservação do património genético, a UE quer transformar-nos em clientes da Monsanto....
Em 2011 a Comissão Europeia vai propor uma nova regulamentação relativa à reprodução e comercialização de sementes, a chamada “Lei das Sementes”. As novas regras, a serem aprovadas, terão força de lei e sobrepor-se-ão às leis nacionais de cada estado-membro, podendo vir a limitar drasticamente a livre circulação de sementes, impedir os agricultores de guardar sementes e ilegalizar todas as variedades de plantas não homologadas, onde se incluem actualmente milhares de variedades tradicionais, a herança genética vegetal da Europa.
Com esta nova lei, a Comissão Europeia pretende satisfazer os pedidos repetidos da indústria de sementes, que nas últimas décadas assumiu os contornos de um oligopólio, com dez empresas – gigantes da agro-química – a controlar actualmente metade do mercado mundial das sementes comerciais e a quase totalidade do mercado das sementes transgénicas. A indústria de sementes considera que a prática de guardar sementes e a produção de variedades não registadas constituem concorrência 'desleal'. Ao eliminar esta concorrência, sob pretexto de criar um mercado 'justo' e da protecção da saúde pública, as grandes empresas de sementes preparam-se para cobrar direitos aos perto de 75% de agricultores no mundo que ainda guardam e utilizam as suas próprias sementes.
A tendência da privatização das sementes, que se inicou com a autorização de patentes sobre formas de vida, e que a prevista Lei das Sementes vem reforçar, constitui uma ameaça ao nosso património genético comum e à segurança alimentar. Os agricultores deixarão de poder guardar sementes e os criadores independentes deixam de poder melhorar variedades. Por consequência, não haverá nenhum incentivo para preservar variedades tradicionais e o mercado restringir-se-á a um espólio infinitamente mais reduzido de variedades comerciais, onde irão dominar, entre outras, as variedades transgénicas.
Junte-se à Campanha pelas Sementes Livres
Dezenas de milhares de pessoas por toda a Europa estão a pedir activamente que o direito de produzir sementes permaneça nas mãos dos agricultores e horticultores. As sementes de cultivo são um bem comum, criado pela acção humana ao longo de milénios, e uma fonte insubstituível de recursos genéticos para assegurar o acesso a alimentos, tecidos e medicamentos. Devem permanecer no foro público e sob condições algumas entregues para a exploração exclusiva da indústria de sementes.
Os pedidos da Campanha europeia pelas Sementes Livres
*
O direito dos agricultores e horticultores à livre reprodução, guarda, troca e venda das suas sementes.
*
A promoção da biodiversidade agrícola através da preservação das sementes de origem regional e biológica.
*
A recuperação dos conhecimentos tradicionais e a cultura gastronómica local agrícolas.
*
O fim às patentes sobre a vida e ao uso de organismos geneticamente modificados na agricultura e na alimentação.
*
Uma nova política agrária que, em vez de apoiar a produção industrial intensiva e as monoculturas, promove a produção ecológica e biodiversa.
Ajude-nos a inverter o rumo da legislação sobre sementes e a apoiar a biodiversidade agrícola e a agricultura tradicional, com informação on e offline, seminários de sensibilização, a dinamização de hortas guardiãs de sementes e feiras de troca de sementes tradicionais, nacionais e internacionais.
Mais informações: http://pan-ecologia.blogspot.com/2011/02/sos-sementes-livres-campanha-europeia.html?spref=fb
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Em 2011 a Comissão Europeia vai propor uma nova regulamentação relativa à reprodução e comercialização de sementes, a chamada “Lei das Sementes”. As novas regras, a serem aprovadas, terão força de lei e sobrepor-se-ão às leis nacionais de cada estado-membro, podendo vir a limitar drasticamente a livre circulação de sementes, impedir os agricultores de guardar sementes e ilegalizar todas as variedades de plantas não homologadas, onde se incluem actualmente milhares de variedades tradicionais, a herança genética vegetal da Europa.
Com esta nova lei, a Comissão Europeia pretende satisfazer os pedidos repetidos da indústria de sementes, que nas últimas décadas assumiu os contornos de um oligopólio, com dez empresas – gigantes da agro-química – a controlar actualmente metade do mercado mundial das sementes comerciais e a quase totalidade do mercado das sementes transgénicas. A indústria de sementes considera que a prática de guardar sementes e a produção de variedades não registadas constituem concorrência 'desleal'. Ao eliminar esta concorrência, sob pretexto de criar um mercado 'justo' e da protecção da saúde pública, as grandes empresas de sementes preparam-se para cobrar direitos aos perto de 75% de agricultores no mundo que ainda guardam e utilizam as suas próprias sementes.
A tendência da privatização das sementes, que se inicou com a autorização de patentes sobre formas de vida, e que a prevista Lei das Sementes vem reforçar, constitui uma ameaça ao nosso património genético comum e à segurança alimentar. Os agricultores deixarão de poder guardar sementes e os criadores independentes deixam de poder melhorar variedades. Por consequência, não haverá nenhum incentivo para preservar variedades tradicionais e o mercado restringir-se-á a um espólio infinitamente mais reduzido de variedades comerciais, onde irão dominar, entre outras, as variedades transgénicas.
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Uma nova política agrária que, em vez de apoiar a produção industrial intensiva e as monoculturas, promove a produção ecológica e biodiversa.
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terça-feira, fevereiro 15, 2011
501 receitas Conventuais-15 da Beira Interior


Organização de João Serra, Prefácio de Manuela Espírito Santo, Edição de Sete Dias 6 Noites, 2º Edição Novembro de 2009, 501 Receitas Conventuais da Península Ibérica, incorpora 15 Receitas Conventuais da Beira Interior.
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