in:www.reconquista.pt
Xukanoscas apresenta produtos locais
12 de Agosto de 2010 às 15:33h
A aldeia de Idanha-a-Velha vai estar representada no Boom Festival com o restaurante Xukanoskas, uma nova referência de produtos tradicionais da localidade.
A ideia partiu de Gonçalo e Joana Vieira, jovens agricultores e que agora se apresentam no Boom, que tem início dia 18 de Agosto.
Tudo começou com a mudança, do Festival, para a nova localização na Herdade da Granja, agora mais próxima de Idanha-a-Velha.
Segundo refere nota enviada à redacção, Gonçalo e Joana, tendo a actividade agrícola em modo de produção biológico, em Idanha-a-Velha, rapidamente foram atraídos pelo Boom Festival e se sentiram estimulados a participar.
A melhor forma que encontraram foi precisamente a de um restaurante de comida simples, de grande qualidade e com origem na região. A ideia era boa e por isso puseram mãos à obra. Como associados do agrupamento de produtores ‘Montes da Raia’, desafiaram esta organização a desenvolver e produzir um hambúrguer especialmente concebido para a ocasião.
Ainda segundo a mesma nota, no segundo trimestre do corrente ano, realizaram-se os primeiros testes do produto. Depois, efectuaram-se as últimas provas, tendo sido alcançada a fórmula final dos hambúrgueres que poderão ser encontrados no Boom Festival.
O Restaurante Xukanoskas, instalado no interior do recinto do Boom Festival, oferece um produto único e inédito, nascido do empenho de dois jovens que gostam de arriscar e de fazer as coisas acontecer.
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quarta-feira, agosto 18, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
Boom Festival e protecção do ambiente.
in: http://www.reconquista.pt
Boom envia esclarecimentos
15 de Abril de 2010 às 10:53h
Exmo. Sr. Director do Jornal Reconquista
Com referência à notícia que foi publicada na edição do jornal “Reconquista” do dia 8 de Abril de 2010, na página com o título “Boom e arrendatário trocam acusações”, assim como na página 3 “Estruturas e dejectos permanecem no Torrão” vimos solicitar, ao abrigo do art.º 24.º da Lei de Imprensa, a publicação do seguinte texto:
“Contrariamente ao que foi noticiado, o Boom Festival, organizado pela empresa Good Mood, vem informar que o que é referido como dejectos é na realidade composto orgânico de elevado valor nutricional e económico alcançado a partir do processo de vermicompostagem – processo de transformação de matéria orgânica em húmus que é usado como adubo. Os bidões onde decorre esse processo estão na Herdade do Torrão com autorização do proprietário, não obstante, o Boom Festival sempre tentou retirar os bidões para fertilizar terra para a edição de 2010 e pelo seu alto valor, tal como as estruturas de bioconstrução, não tendo sido autorizado pelo arrendatário da Herdade do Torrão.
O Boom Festival venceu em 2008 o mais alto prémio de projectos ambientais em eventos do mundo, o Greener Festival Award com a distinção de mérito “Outstanding” que apenas 6 festivais alcançaram. Recentemente, o Boom foi convidado pela Organização Nações Unidas (ONU) para liderar um projecto de sustentabilidade em eventos, a United Nations Music & Environment Initiative. O Boom Festival é o único festival em Portugal a alcançar tais feitos e tem primado a sua actuação com excelentes relações com o proprietário da Herdade do Torrão, tal como com todas as instituições políticas, sociais e de segurança.
Informamos também que o Boom Festival enviou no dia 30 de Outubro de 2008 uma carta ao SEPNA (Serviço de Protecção Natureza e Ambiente), à Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e à Associação de Regantes e Beneficiários de Idanha-a-Nova solicitando autorização para o armazenamento dos bidões com composto, assim como denunciando a forma como o gado bovino e suínos defecavam na água da barragem – tal documento é enviado juntamente com este direito de resposta.
Mais adianta o Boom Festival que irá estudar a possibilidade de accionar um processo judicial quer ao arrendatário da Herdade do Torrão quer ao jornal “Reconquista”
Dr. Artur Mendes, Fernando Pinheiro, Dr. Alfredo de Vasconcelos (Sócios Gerentes da Good Mood Lda.)
Nota de Redacção – O Direito de Resposta aqui fica publicado, embora, ao que nos parece, nada venha adiantar à notícia publicada na edição anterior e que pode ser consultada em http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=226&id=20260&idSeccao=2444&Action=noticia
Tudo o que é referido está explícito na peça jornalística, até porque Reconquista tem por hábito ouvir todas as partes envolvidas nas questões que trata, o que também aconteceu aqui. Caso contrário, não se citariam na peça declarações de Artur Mendes.
Reconquista pauta-se pela seriedade na abordagem a todos os seus temas. Nada move o jornal contra ninguém, mas o dever de informar obriga a que não se escondam evidências, nem se calem vozes, como aconteceu com este tema. Alertado para determinada situação, ao jornalista compete confirmar a mesma no terreno e junto das fontes próprias, o que aconteceu ao falar, neste caso concreto, com o arrendatário, o proprietário, a GNR e, obviamente, a organização do evento. A peça é ainda documentada com algumas das imagens recolhidas no local.
Conscientes de que o processo de elaboração desta reportagem cumpriu as regras exigidas e instituídas para um jornalismo rigoroso, claro e isento, nada temos a temer.
Boom envia esclarecimentos
15 de Abril de 2010 às 10:53h
Exmo. Sr. Director do Jornal Reconquista
Com referência à notícia que foi publicada na edição do jornal “Reconquista” do dia 8 de Abril de 2010, na página com o título “Boom e arrendatário trocam acusações”, assim como na página 3 “Estruturas e dejectos permanecem no Torrão” vimos solicitar, ao abrigo do art.º 24.º da Lei de Imprensa, a publicação do seguinte texto:
“Contrariamente ao que foi noticiado, o Boom Festival, organizado pela empresa Good Mood, vem informar que o que é referido como dejectos é na realidade composto orgânico de elevado valor nutricional e económico alcançado a partir do processo de vermicompostagem – processo de transformação de matéria orgânica em húmus que é usado como adubo. Os bidões onde decorre esse processo estão na Herdade do Torrão com autorização do proprietário, não obstante, o Boom Festival sempre tentou retirar os bidões para fertilizar terra para a edição de 2010 e pelo seu alto valor, tal como as estruturas de bioconstrução, não tendo sido autorizado pelo arrendatário da Herdade do Torrão.
O Boom Festival venceu em 2008 o mais alto prémio de projectos ambientais em eventos do mundo, o Greener Festival Award com a distinção de mérito “Outstanding” que apenas 6 festivais alcançaram. Recentemente, o Boom foi convidado pela Organização Nações Unidas (ONU) para liderar um projecto de sustentabilidade em eventos, a United Nations Music & Environment Initiative. O Boom Festival é o único festival em Portugal a alcançar tais feitos e tem primado a sua actuação com excelentes relações com o proprietário da Herdade do Torrão, tal como com todas as instituições políticas, sociais e de segurança.
Informamos também que o Boom Festival enviou no dia 30 de Outubro de 2008 uma carta ao SEPNA (Serviço de Protecção Natureza e Ambiente), à Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e à Associação de Regantes e Beneficiários de Idanha-a-Nova solicitando autorização para o armazenamento dos bidões com composto, assim como denunciando a forma como o gado bovino e suínos defecavam na água da barragem – tal documento é enviado juntamente com este direito de resposta.
Mais adianta o Boom Festival que irá estudar a possibilidade de accionar um processo judicial quer ao arrendatário da Herdade do Torrão quer ao jornal “Reconquista”
Dr. Artur Mendes, Fernando Pinheiro, Dr. Alfredo de Vasconcelos (Sócios Gerentes da Good Mood Lda.)
Nota de Redacção – O Direito de Resposta aqui fica publicado, embora, ao que nos parece, nada venha adiantar à notícia publicada na edição anterior e que pode ser consultada em http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=226&id=20260&idSeccao=2444&Action=noticia
Tudo o que é referido está explícito na peça jornalística, até porque Reconquista tem por hábito ouvir todas as partes envolvidas nas questões que trata, o que também aconteceu aqui. Caso contrário, não se citariam na peça declarações de Artur Mendes.
Reconquista pauta-se pela seriedade na abordagem a todos os seus temas. Nada move o jornal contra ninguém, mas o dever de informar obriga a que não se escondam evidências, nem se calem vozes, como aconteceu com este tema. Alertado para determinada situação, ao jornalista compete confirmar a mesma no terreno e junto das fontes próprias, o que aconteceu ao falar, neste caso concreto, com o arrendatário, o proprietário, a GNR e, obviamente, a organização do evento. A peça é ainda documentada com algumas das imagens recolhidas no local.
Conscientes de que o processo de elaboração desta reportagem cumpriu as regras exigidas e instituídas para um jornalismo rigoroso, claro e isento, nada temos a temer.
segunda-feira, setembro 01, 2008
domingo, julho 20, 2008
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