10 de Junho (sexta feira) - 1º Encontro de Poesia Popular – Aigra Nova
Com o objectivo de exortar a população local e outros à participação e partilha de saberes, a Lousitânea vai dar inicio aos Encontros de Poesia Popular, a ter lugar nas Aldeias do Xisto do concelho de Góis. O 1º Encontro de Poesia Popular, sob a temática “A Identidade do Povo Serrano”, vai contar com a presença de poetas populares, que vão declamar os seus poemas aos presentes. Este 1º Encontro vai ter a presença de Animação de Rua, com o Grupo Mandacaru.
Aigra Nova às 17h30. Inscrição gratuita para: lousitanea@gmail.com
Clique aqui para ver programa detalhado
--------------------------------------------------------------------------------
Próximas actividades
12 de Junho (Domingo) – Ciclo A Pé Pelos Caminhos do Xisto – Caminhos do Xisto das Aldeias de Góis
Em parceria com a ADXTUR, a Lousitânea vai organizar uma caminhada nos Caminhos do Xisto das Aldeias de Góis. Este é um percurso circular, onde é possível conhecer as quatro Aldeias do Xisto do concelho de Góis, as suas tradições, cultura e natureza envolvente. Inscreva-se! Local de encontro: 8h30 - Bombeiros Voluntários de Góis. Custo por pessoa: 7€, inclui transporte, seguro, guia e reforço alimentar
Clique aqui para ver programa detalhado
17 de Junho (sexta-feira) – Inauguração do Núcleo de Interpretação Ambiental na Aigra Nova
A Lousitânea vai brevemente inaugurar um Núcleo de Interpretação Ambiental, na Aldeia do Xisto Aigra Nova, concelho de Góis.
Este é um espaço de educação ambiental que aborda vários temas ligados à Rede Natura 2000, da Serra da Lousã. É possível conhecer toda a fauna e flora existente na Serra da Lousã, mais especificamente do concelho de Góis. Horário: 17h30 - Aigra Nova (Góis).
Clique aqui para ver programa detalhado
Este calendário de actividades poderá sofrer alterações.
Para inscrição é necessário indicar um telemóvel de contacto e um nome de um organizador para:
Rua dos Bois, Aigra Nova 3330-222 GÓIS
tel / fax 235 778 644, telem 969 847 852
mail lousitanea@gmail.com
www.lousitanea.org
terça-feira, junho 07, 2011
sexta-feira, junho 03, 2011
Receita de Perdiz de escabeche de Alpedrinha
Perdiz de Escabeche de Alpedrinha - Beira Interior
Este prato que reaviva a memória da tradição de caça desta região da Beira Interior, que é extremamente rica em pratos desta especialidade. Coloca-se numa panela a perdiz com azeite, vinagre, dentes de alho, sal e água até a tapar. A perdiz coze lentamente e é conservada neste molho. Deverá servir-se fria.
Fonte: www.7maravilhas.pt
Nota: Cozer preferencialmente em panela de ferro, à lareira
Este prato que reaviva a memória da tradição de caça desta região da Beira Interior, que é extremamente rica em pratos desta especialidade. Coloca-se numa panela a perdiz com azeite, vinagre, dentes de alho, sal e água até a tapar. A perdiz coze lentamente e é conservada neste molho. Deverá servir-se fria.
Fonte: www.7maravilhas.pt
Nota: Cozer preferencialmente em panela de ferro, à lareira
Zêzere
A Visão, em colaboração com a EDP, está a publicar rRios e Barragens. Os números sobre o Zêzere e Tejo, passam a ser bibliografia obrigatória para a Beira Interior
quinta-feira, junho 02, 2011
Sumo de cereja
SUMO DE CEREJAS
« em: Dezembro 12, 2006, 10:29:22 »
Receita retirada do blog "I Love Bimby"
Nome da Receita: SUMO DE CEREJAS
Número de pessoas: várias
Ingredientes:
1 limão cortado em quatro
uma taça de cerejas bem lavadas
50gr de açúcar
500gr de água gelada
Preparação:
Introduza todos os ingredientes no copo da Bimby e programe 1 Min Vel 4 .
Introduza o cesto e coe a semelhança da limonada.
Pode aromatizar este sumo servindo-o com uma pontinha de Hortelã nos copos que fica muito bem!
« em: Dezembro 12, 2006, 10:29:22 »
Receita retirada do blog "I Love Bimby"
Nome da Receita: SUMO DE CEREJAS
Número de pessoas: várias
Ingredientes:
1 limão cortado em quatro
uma taça de cerejas bem lavadas
50gr de açúcar
500gr de água gelada
Preparação:
Introduza todos os ingredientes no copo da Bimby e programe 1 Min Vel 4 .
Introduza o cesto e coe a semelhança da limonada.
Pode aromatizar este sumo servindo-o com uma pontinha de Hortelã nos copos que fica muito bem!
quarta-feira, maio 25, 2011
Cerejas
Distribuídas em toda a cadeia ARS, preparadas num Centro de Logística de Barcelona, embaladas em caixas de 150 grms
sábado, maio 07, 2011
Perdiz de escabeche de Alpedrinha, continua na corrida para 7 maravilhas gastronómicas de Portugal
Portugueses escolhem as 7 Maravilhas da Gastronomia nacional
7 de Maio, 2011
Os portugueses podem, a partir de hoje, votar nas 7 Maravilhas da Gastronomia, que incluem pratos como coelho à caçador, chanfana, pastel de Belém, alheira de Mirandela, amêijoas à Bulhão Pato, bacalhau à Gomes de Sá ou açorda à alentejana.
Os 21 pratos seleccionados são apresentados por sete categorias – entradas, sopas, marisco, peixe, carne, caça e doces -, cada uma das quais com três iguarias da gastronomia portuguesa, mas os votantes são convidados a escolher, até 07 de Setembro, os sete pratos que mais lhe agradam, independentemente da categoria.
Para a categoria “entradas”, a escolha recaiu na alheira de Mirandela (Trás-os-Montes e Alto Douro), pastel de bacalhau (Lisboa e Setúbal) e queijo da Serra da Estrela (Beira Interior/Beira Litoral).
As “sopas” escolhidas são açorda à alentejana (Alentejo), caldo verde (Entre Douro e Minho) e sopa da pedra (Ribatejo/Estremadura).
Os “mariscos” colocados a votação são amêijoas à Bulhão Pato (Lisboa e Setúbal), arroz de marisco (Estremadura e Ribatejo) e xarém com conquilhas (Algarve).
Já no “peixe”, as opções são bacalhau à Gomes de Sá (Entre Douro e Minho), polvo assado no forno (Açores) ou a popular sardinha assada (Lisboa e Setúbal).
Na categoria “carne”, os pratos colocados a votação são chanfana (Beira Litoral), leitão da Bairrada (Beira Litoral) e tripas à moda do Porto (Entre Douro e Minho).
Para “caça”, os 21 especialistas convidados pela organização do evento, escolheram coelho à caçador (Beira Litoral), coelho à Porto Santo à caçador (Madeira) e perdiz de escabeche de Alpedrinha (Beira Interior).
Os “doces” seleccionados foram pastel de Belém (Lisboa e Setúbal), pastel de Tentúgal (Beira Litoral) e pudim Abade Priscos (Entre Douro e Minho).
A selecção dos 21 finalistas culmina um processo iniciado a 07 de Fevereiro último e que passou pela apresentação de candidaturas (433 ao todo) e um primeiro processo de selecção, por um painel de 70 especialistas, cujo resultado (70 pré finalistas) foi anunciado a 07 de Abril.
Os 21 pratos seleccionados são apresentados hoje em Santarém, cidade escolhida como “anfitriã” da iniciativa.
Os interessados podem votar por telefone, SMS ou via Internet, neste caso no site do evento (www.7maravilhas.pt) ou através do Facebook (www.facebook.com/7MGastronomia), usando os códigos relativos ao prato da sua preferência.
A organização já disse que espera críticas, algo que considera “natural” e que até ajuda ao sucesso da iniciativa.
“Quanto mais tivermos mais sucesso terá, porque mais gente estará interessada em saber do que se trata”, disse Luís Segadães à Lusa na fase de pré-selecção, sublinhando que este concurso avalia os pratos, não pela sua confecção, mas “enquanto representantes culturais das suas regiões”.
7 de Maio, 2011
Os portugueses podem, a partir de hoje, votar nas 7 Maravilhas da Gastronomia, que incluem pratos como coelho à caçador, chanfana, pastel de Belém, alheira de Mirandela, amêijoas à Bulhão Pato, bacalhau à Gomes de Sá ou açorda à alentejana.
Os 21 pratos seleccionados são apresentados por sete categorias – entradas, sopas, marisco, peixe, carne, caça e doces -, cada uma das quais com três iguarias da gastronomia portuguesa, mas os votantes são convidados a escolher, até 07 de Setembro, os sete pratos que mais lhe agradam, independentemente da categoria.
Para a categoria “entradas”, a escolha recaiu na alheira de Mirandela (Trás-os-Montes e Alto Douro), pastel de bacalhau (Lisboa e Setúbal) e queijo da Serra da Estrela (Beira Interior/Beira Litoral).
As “sopas” escolhidas são açorda à alentejana (Alentejo), caldo verde (Entre Douro e Minho) e sopa da pedra (Ribatejo/Estremadura).
Os “mariscos” colocados a votação são amêijoas à Bulhão Pato (Lisboa e Setúbal), arroz de marisco (Estremadura e Ribatejo) e xarém com conquilhas (Algarve).
Já no “peixe”, as opções são bacalhau à Gomes de Sá (Entre Douro e Minho), polvo assado no forno (Açores) ou a popular sardinha assada (Lisboa e Setúbal).
Na categoria “carne”, os pratos colocados a votação são chanfana (Beira Litoral), leitão da Bairrada (Beira Litoral) e tripas à moda do Porto (Entre Douro e Minho).
Para “caça”, os 21 especialistas convidados pela organização do evento, escolheram coelho à caçador (Beira Litoral), coelho à Porto Santo à caçador (Madeira) e perdiz de escabeche de Alpedrinha (Beira Interior).
Os “doces” seleccionados foram pastel de Belém (Lisboa e Setúbal), pastel de Tentúgal (Beira Litoral) e pudim Abade Priscos (Entre Douro e Minho).
A selecção dos 21 finalistas culmina um processo iniciado a 07 de Fevereiro último e que passou pela apresentação de candidaturas (433 ao todo) e um primeiro processo de selecção, por um painel de 70 especialistas, cujo resultado (70 pré finalistas) foi anunciado a 07 de Abril.
Os 21 pratos seleccionados são apresentados hoje em Santarém, cidade escolhida como “anfitriã” da iniciativa.
Os interessados podem votar por telefone, SMS ou via Internet, neste caso no site do evento (www.7maravilhas.pt) ou através do Facebook (www.facebook.com/7MGastronomia), usando os códigos relativos ao prato da sua preferência.
A organização já disse que espera críticas, algo que considera “natural” e que até ajuda ao sucesso da iniciativa.
“Quanto mais tivermos mais sucesso terá, porque mais gente estará interessada em saber do que se trata”, disse Luís Segadães à Lusa na fase de pré-selecção, sublinhando que este concurso avalia os pratos, não pela sua confecção, mas “enquanto representantes culturais das suas regiões”.
terça-feira, abril 26, 2011
segunda-feira, abril 25, 2011
Criadilhas
in: Jornal do Fundão
Sociedade (JF Diário)
13 Abr 2011, 15:03h
O jantar? Está ali debaixo da terra!
Um quilo pode chegar aos cem euros. De alimento humilde à presença na alta cozinha. Já se chamam às criadilhas da Beira Baixa, “as trufas de Portugal”
Este homem merece respeito. Por todas as razões e mais algumas, com certeza, mas para os efeitos da presente narrativa podemos começar por aqui: “Já comi mais de 90 tipos de cogumelos da região”. Corem, pois, de vergonha, os pseudo-especialistas. Nós, que nem a isso aspiramos, apontamos no bloco a informação. Sem mais. Sim, convenhamos, é desarmante. Poucas linhas de currículo conseguirão ser tão expressivas. O especialista em cogumelos silvestres, que corre o país de lés a lés em conferências e passeios micológicos a abrir conhecimentos a paladares mais desconhecedores, conservadores ou receosos, aceitou o desafio do JF e levou-nos, numa destas manhãs, até ao campo em busca de criadilhas.
Primeiro, as apresentações: à nossa frente, o engenheiro agrónomo Gravito Henriques, 52 anos. Natural do Paul e residente no Fundão. Os seus estudos sobre os cogumelos silvestres ilustram anos de trabalho e perseverança em dar a conhecer um mundo absolutamente opaco para muitos. Por estes montes e vales da Beira, Gravito Henriques elencou a riqueza micológica da região, que se aguarda que seja melhor explorada. Poucas cozinhas conhecem toda a potencialidade gastronómica deles e poucos bolsos conhecem toda a potencialidade económica deste recurso.
Continuando as apresentações: algures por aqui, debaixo dos nossos pés... as criadilhas, também conhecidas por “Alegria de Santa Luzia”, “batata da terra”, “reigota”, “tubara”... E por aí fora. Surgem na Primavera, principalmente nos solos do Sul da Beira Baixa e, ao contrário dos tradicionais cogumelos, desenvolvem-se debaixo de terra. São invisíveis. É isso mesmo: o objecto da busca está oculto e não temos o mapa do tesouro... Mas temos Gravito Henriques.
A reportagem completa está na edição semanal.
Por: Nuno Francisco
Sociedade (JF Diário)
13 Abr 2011, 15:03h
O jantar? Está ali debaixo da terra!
Um quilo pode chegar aos cem euros. De alimento humilde à presença na alta cozinha. Já se chamam às criadilhas da Beira Baixa, “as trufas de Portugal”
Este homem merece respeito. Por todas as razões e mais algumas, com certeza, mas para os efeitos da presente narrativa podemos começar por aqui: “Já comi mais de 90 tipos de cogumelos da região”. Corem, pois, de vergonha, os pseudo-especialistas. Nós, que nem a isso aspiramos, apontamos no bloco a informação. Sem mais. Sim, convenhamos, é desarmante. Poucas linhas de currículo conseguirão ser tão expressivas. O especialista em cogumelos silvestres, que corre o país de lés a lés em conferências e passeios micológicos a abrir conhecimentos a paladares mais desconhecedores, conservadores ou receosos, aceitou o desafio do JF e levou-nos, numa destas manhãs, até ao campo em busca de criadilhas.
Primeiro, as apresentações: à nossa frente, o engenheiro agrónomo Gravito Henriques, 52 anos. Natural do Paul e residente no Fundão. Os seus estudos sobre os cogumelos silvestres ilustram anos de trabalho e perseverança em dar a conhecer um mundo absolutamente opaco para muitos. Por estes montes e vales da Beira, Gravito Henriques elencou a riqueza micológica da região, que se aguarda que seja melhor explorada. Poucas cozinhas conhecem toda a potencialidade gastronómica deles e poucos bolsos conhecem toda a potencialidade económica deste recurso.
Continuando as apresentações: algures por aqui, debaixo dos nossos pés... as criadilhas, também conhecidas por “Alegria de Santa Luzia”, “batata da terra”, “reigota”, “tubara”... E por aí fora. Surgem na Primavera, principalmente nos solos do Sul da Beira Baixa e, ao contrário dos tradicionais cogumelos, desenvolvem-se debaixo de terra. São invisíveis. É isso mesmo: o objecto da busca está oculto e não temos o mapa do tesouro... Mas temos Gravito Henriques.
A reportagem completa está na edição semanal.
Por: Nuno Francisco
quinta-feira, abril 21, 2011
Candal-Aldeia de Xisto-Serra da Lousã
sábado, abril 09, 2011
Entrevista com Manuel Bento-responsável pela sobrevivência da viola campaniça
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1826495
Infelizmente a viola beiroa não teve o mesmo destino. Hoje, só na Lousa, anualmente soam os seus acordes. Os executantes actuais, não são capazes de explorar as potencialidades acústicas do instrumento. As cordas toeiras, características do instrumento, foram retiradas ao instrumento. Para quem quiser ver e ouvir, no 3º Domingo de Maio, na Lousa-Castelo Branco, nos festejos da Senhora dos Altos Céus, podem ouvir a viola beiroa. No museu etnográfico, da mesma localidade, podem apreciar o instrumento.
Infelizmente a viola beiroa não teve o mesmo destino. Hoje, só na Lousa, anualmente soam os seus acordes. Os executantes actuais, não são capazes de explorar as potencialidades acústicas do instrumento. As cordas toeiras, características do instrumento, foram retiradas ao instrumento. Para quem quiser ver e ouvir, no 3º Domingo de Maio, na Lousa-Castelo Branco, nos festejos da Senhora dos Altos Céus, podem ouvir a viola beiroa. No museu etnográfico, da mesma localidade, podem apreciar o instrumento.
Maravilhas da Gastronomia
A Beira Interior para a final do concurso de Gastronomia concorre com os seguintes pratos: Entrada Espargos com ovos; sopa canja de borrego; carne perdiz de escabeche à moda de Alpedrinha
sábado, março 26, 2011
Castelo Novo e Alpedrinha
http://tv.canalextremadura.es/tv-a-la-carta/videos/de-ruta-por-extremadura-18-de-marzo
http://www.blogger.com/img/blank.gif
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Subscrever:
Mensagens (Atom)











