terça-feira, abril 26, 2011
Rota das Aldeias de Xisto
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segunda-feira, abril 25, 2011
Criadilhas
in: Jornal do Fundão
Sociedade (JF Diário)
13 Abr 2011, 15:03h
O jantar? Está ali debaixo da terra!
Um quilo pode chegar aos cem euros. De alimento humilde à presença na alta cozinha. Já se chamam às criadilhas da Beira Baixa, “as trufas de Portugal”
Este homem merece respeito. Por todas as razões e mais algumas, com certeza, mas para os efeitos da presente narrativa podemos começar por aqui: “Já comi mais de 90 tipos de cogumelos da região”. Corem, pois, de vergonha, os pseudo-especialistas. Nós, que nem a isso aspiramos, apontamos no bloco a informação. Sem mais. Sim, convenhamos, é desarmante. Poucas linhas de currículo conseguirão ser tão expressivas. O especialista em cogumelos silvestres, que corre o país de lés a lés em conferências e passeios micológicos a abrir conhecimentos a paladares mais desconhecedores, conservadores ou receosos, aceitou o desafio do JF e levou-nos, numa destas manhãs, até ao campo em busca de criadilhas.
Primeiro, as apresentações: à nossa frente, o engenheiro agrónomo Gravito Henriques, 52 anos. Natural do Paul e residente no Fundão. Os seus estudos sobre os cogumelos silvestres ilustram anos de trabalho e perseverança em dar a conhecer um mundo absolutamente opaco para muitos. Por estes montes e vales da Beira, Gravito Henriques elencou a riqueza micológica da região, que se aguarda que seja melhor explorada. Poucas cozinhas conhecem toda a potencialidade gastronómica deles e poucos bolsos conhecem toda a potencialidade económica deste recurso.
Continuando as apresentações: algures por aqui, debaixo dos nossos pés... as criadilhas, também conhecidas por “Alegria de Santa Luzia”, “batata da terra”, “reigota”, “tubara”... E por aí fora. Surgem na Primavera, principalmente nos solos do Sul da Beira Baixa e, ao contrário dos tradicionais cogumelos, desenvolvem-se debaixo de terra. São invisíveis. É isso mesmo: o objecto da busca está oculto e não temos o mapa do tesouro... Mas temos Gravito Henriques.
A reportagem completa está na edição semanal.
Por: Nuno Francisco
Sociedade (JF Diário)
13 Abr 2011, 15:03h
O jantar? Está ali debaixo da terra!
Um quilo pode chegar aos cem euros. De alimento humilde à presença na alta cozinha. Já se chamam às criadilhas da Beira Baixa, “as trufas de Portugal”
Este homem merece respeito. Por todas as razões e mais algumas, com certeza, mas para os efeitos da presente narrativa podemos começar por aqui: “Já comi mais de 90 tipos de cogumelos da região”. Corem, pois, de vergonha, os pseudo-especialistas. Nós, que nem a isso aspiramos, apontamos no bloco a informação. Sem mais. Sim, convenhamos, é desarmante. Poucas linhas de currículo conseguirão ser tão expressivas. O especialista em cogumelos silvestres, que corre o país de lés a lés em conferências e passeios micológicos a abrir conhecimentos a paladares mais desconhecedores, conservadores ou receosos, aceitou o desafio do JF e levou-nos, numa destas manhãs, até ao campo em busca de criadilhas.
Primeiro, as apresentações: à nossa frente, o engenheiro agrónomo Gravito Henriques, 52 anos. Natural do Paul e residente no Fundão. Os seus estudos sobre os cogumelos silvestres ilustram anos de trabalho e perseverança em dar a conhecer um mundo absolutamente opaco para muitos. Por estes montes e vales da Beira, Gravito Henriques elencou a riqueza micológica da região, que se aguarda que seja melhor explorada. Poucas cozinhas conhecem toda a potencialidade gastronómica deles e poucos bolsos conhecem toda a potencialidade económica deste recurso.
Continuando as apresentações: algures por aqui, debaixo dos nossos pés... as criadilhas, também conhecidas por “Alegria de Santa Luzia”, “batata da terra”, “reigota”, “tubara”... E por aí fora. Surgem na Primavera, principalmente nos solos do Sul da Beira Baixa e, ao contrário dos tradicionais cogumelos, desenvolvem-se debaixo de terra. São invisíveis. É isso mesmo: o objecto da busca está oculto e não temos o mapa do tesouro... Mas temos Gravito Henriques.
A reportagem completa está na edição semanal.
Por: Nuno Francisco
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Xolantha Guttata e criadilhas
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quinta-feira, abril 21, 2011
Candal-Aldeia de Xisto-Serra da Lousã
Loja em Candal, em regime de Franchaising, com exposição de produtos de todas as regiões da rota de aldeias de xisto e alguns produtos de artesãos a viverem na Serra da Lousã.
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sábado, abril 09, 2011
Entrevista com Manuel Bento-responsável pela sobrevivência da viola campaniça
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1826495
Infelizmente a viola beiroa não teve o mesmo destino. Hoje, só na Lousa, anualmente soam os seus acordes. Os executantes actuais, não são capazes de explorar as potencialidades acústicas do instrumento. As cordas toeiras, características do instrumento, foram retiradas ao instrumento. Para quem quiser ver e ouvir, no 3º Domingo de Maio, na Lousa-Castelo Branco, nos festejos da Senhora dos Altos Céus, podem ouvir a viola beiroa. No museu etnográfico, da mesma localidade, podem apreciar o instrumento.
Infelizmente a viola beiroa não teve o mesmo destino. Hoje, só na Lousa, anualmente soam os seus acordes. Os executantes actuais, não são capazes de explorar as potencialidades acústicas do instrumento. As cordas toeiras, características do instrumento, foram retiradas ao instrumento. Para quem quiser ver e ouvir, no 3º Domingo de Maio, na Lousa-Castelo Branco, nos festejos da Senhora dos Altos Céus, podem ouvir a viola beiroa. No museu etnográfico, da mesma localidade, podem apreciar o instrumento.
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Maravilhas da Gastronomia
A Beira Interior para a final do concurso de Gastronomia concorre com os seguintes pratos: Entrada Espargos com ovos; sopa canja de borrego; carne perdiz de escabeche à moda de Alpedrinha
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sábado, março 26, 2011
Castelo Novo e Alpedrinha
http://tv.canalextremadura.es/tv-a-la-carta/videos/de-ruta-por-extremadura-18-de-marzo
http://www.blogger.com/img/blank.gif
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quarta-feira, fevereiro 23, 2011
O papel das redes sociais nos movimentos sociais
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook
JN
Um jovem egípcio resolveu homenagear o papel da rede social de Mark Zuckerberg na revolução que fez tombar Hosni Mubarak e baptizou a sua primeira filha como Facebook Jamal Ibrahim.
De acordo com o jornal Al-Ahram, citado por diversos órgãos de comunicação internacionais, o jovem pai de Facebook quis "expressar a sua gratidão pela conquista da juventude no passado dia 25 de Janeiro", revela o site TechCrunch, que traduziu a notícia original em árabe.
foto Leonardo Negrão/Global Imagens
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook
Facebook Jamal Ibrahim é o nome da menina
Apesar do nome fora do comum, o pai da criança revela que a bebé recém-nascida está a ser acarinhada pela comunidade e que até já recebeu presentes de pessoas que participaram activamente na revolução.
O Facebook, entre outras redes sociais e ferramentas da Internet, foi usado pelos egípcios para reunir esforços e criar um movimento social que só terminou com a saída de Hosni Mubarak do poder. Foi também através destas ferramentas que as informações sobre o desenrolar da revolução chegaram ao exterior, dando um maior impacto mediático ao caso.
Hoje em dia, cerca de cinco milhões de egípcios usam o Facebook.
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook
JN
Um jovem egípcio resolveu homenagear o papel da rede social de Mark Zuckerberg na revolução que fez tombar Hosni Mubarak e baptizou a sua primeira filha como Facebook Jamal Ibrahim.
De acordo com o jornal Al-Ahram, citado por diversos órgãos de comunicação internacionais, o jovem pai de Facebook quis "expressar a sua gratidão pela conquista da juventude no passado dia 25 de Janeiro", revela o site TechCrunch, que traduziu a notícia original em árabe.
foto Leonardo Negrão/Global Imagens
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook
Facebook Jamal Ibrahim é o nome da menina
Apesar do nome fora do comum, o pai da criança revela que a bebé recém-nascida está a ser acarinhada pela comunidade e que até já recebeu presentes de pessoas que participaram activamente na revolução.
O Facebook, entre outras redes sociais e ferramentas da Internet, foi usado pelos egípcios para reunir esforços e criar um movimento social que só terminou com a saída de Hosni Mubarak do poder. Foi também através destas ferramentas que as informações sobre o desenrolar da revolução chegaram ao exterior, dando um maior impacto mediático ao caso.
Hoje em dia, cerca de cinco milhões de egípcios usam o Facebook.
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terça-feira, fevereiro 22, 2011
Sementes livres
Em vez de incentivar a criação de banco de sementes e a preservação do património genético, a UE quer transformar-nos em clientes da Monsanto....
Em 2011 a Comissão Europeia vai propor uma nova regulamentação relativa à reprodução e comercialização de sementes, a chamada “Lei das Sementes”. As novas regras, a serem aprovadas, terão força de lei e sobrepor-se-ão às leis nacionais de cada estado-membro, podendo vir a limitar drasticamente a livre circulação de sementes, impedir os agricultores de guardar sementes e ilegalizar todas as variedades de plantas não homologadas, onde se incluem actualmente milhares de variedades tradicionais, a herança genética vegetal da Europa.
Com esta nova lei, a Comissão Europeia pretende satisfazer os pedidos repetidos da indústria de sementes, que nas últimas décadas assumiu os contornos de um oligopólio, com dez empresas – gigantes da agro-química – a controlar actualmente metade do mercado mundial das sementes comerciais e a quase totalidade do mercado das sementes transgénicas. A indústria de sementes considera que a prática de guardar sementes e a produção de variedades não registadas constituem concorrência 'desleal'. Ao eliminar esta concorrência, sob pretexto de criar um mercado 'justo' e da protecção da saúde pública, as grandes empresas de sementes preparam-se para cobrar direitos aos perto de 75% de agricultores no mundo que ainda guardam e utilizam as suas próprias sementes.
A tendência da privatização das sementes, que se inicou com a autorização de patentes sobre formas de vida, e que a prevista Lei das Sementes vem reforçar, constitui uma ameaça ao nosso património genético comum e à segurança alimentar. Os agricultores deixarão de poder guardar sementes e os criadores independentes deixam de poder melhorar variedades. Por consequência, não haverá nenhum incentivo para preservar variedades tradicionais e o mercado restringir-se-á a um espólio infinitamente mais reduzido de variedades comerciais, onde irão dominar, entre outras, as variedades transgénicas.
Junte-se à Campanha pelas Sementes Livres
Dezenas de milhares de pessoas por toda a Europa estão a pedir activamente que o direito de produzir sementes permaneça nas mãos dos agricultores e horticultores. As sementes de cultivo são um bem comum, criado pela acção humana ao longo de milénios, e uma fonte insubstituível de recursos genéticos para assegurar o acesso a alimentos, tecidos e medicamentos. Devem permanecer no foro público e sob condições algumas entregues para a exploração exclusiva da indústria de sementes.
Os pedidos da Campanha europeia pelas Sementes Livres
*
O direito dos agricultores e horticultores à livre reprodução, guarda, troca e venda das suas sementes.
*
A promoção da biodiversidade agrícola através da preservação das sementes de origem regional e biológica.
*
A recuperação dos conhecimentos tradicionais e a cultura gastronómica local agrícolas.
*
O fim às patentes sobre a vida e ao uso de organismos geneticamente modificados na agricultura e na alimentação.
*
Uma nova política agrária que, em vez de apoiar a produção industrial intensiva e as monoculturas, promove a produção ecológica e biodiversa.
Ajude-nos a inverter o rumo da legislação sobre sementes e a apoiar a biodiversidade agrícola e a agricultura tradicional, com informação on e offline, seminários de sensibilização, a dinamização de hortas guardiãs de sementes e feiras de troca de sementes tradicionais, nacionais e internacionais.
Mais informações: http://pan-ecologia.blogspot.com/2011/02/sos-sementes-livres-campanha-europeia.html?spref=fb
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Em 2011 a Comissão Europeia vai propor uma nova regulamentação relativa à reprodução e comercialização de sementes, a chamada “Lei das Sementes”. As novas regras, a serem aprovadas, terão força de lei e sobrepor-se-ão às leis nacionais de cada estado-membro, podendo vir a limitar drasticamente a livre circulação de sementes, impedir os agricultores de guardar sementes e ilegalizar todas as variedades de plantas não homologadas, onde se incluem actualmente milhares de variedades tradicionais, a herança genética vegetal da Europa.
Com esta nova lei, a Comissão Europeia pretende satisfazer os pedidos repetidos da indústria de sementes, que nas últimas décadas assumiu os contornos de um oligopólio, com dez empresas – gigantes da agro-química – a controlar actualmente metade do mercado mundial das sementes comerciais e a quase totalidade do mercado das sementes transgénicas. A indústria de sementes considera que a prática de guardar sementes e a produção de variedades não registadas constituem concorrência 'desleal'. Ao eliminar esta concorrência, sob pretexto de criar um mercado 'justo' e da protecção da saúde pública, as grandes empresas de sementes preparam-se para cobrar direitos aos perto de 75% de agricultores no mundo que ainda guardam e utilizam as suas próprias sementes.
A tendência da privatização das sementes, que se inicou com a autorização de patentes sobre formas de vida, e que a prevista Lei das Sementes vem reforçar, constitui uma ameaça ao nosso património genético comum e à segurança alimentar. Os agricultores deixarão de poder guardar sementes e os criadores independentes deixam de poder melhorar variedades. Por consequência, não haverá nenhum incentivo para preservar variedades tradicionais e o mercado restringir-se-á a um espólio infinitamente mais reduzido de variedades comerciais, onde irão dominar, entre outras, as variedades transgénicas.
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Dezenas de milhares de pessoas por toda a Europa estão a pedir activamente que o direito de produzir sementes permaneça nas mãos dos agricultores e horticultores. As sementes de cultivo são um bem comum, criado pela acção humana ao longo de milénios, e uma fonte insubstituível de recursos genéticos para assegurar o acesso a alimentos, tecidos e medicamentos. Devem permanecer no foro público e sob condições algumas entregues para a exploração exclusiva da indústria de sementes.
Os pedidos da Campanha europeia pelas Sementes Livres
*
O direito dos agricultores e horticultores à livre reprodução, guarda, troca e venda das suas sementes.
*
A promoção da biodiversidade agrícola através da preservação das sementes de origem regional e biológica.
*
A recuperação dos conhecimentos tradicionais e a cultura gastronómica local agrícolas.
*
O fim às patentes sobre a vida e ao uso de organismos geneticamente modificados na agricultura e na alimentação.
*
Uma nova política agrária que, em vez de apoiar a produção industrial intensiva e as monoculturas, promove a produção ecológica e biodiversa.
Ajude-nos a inverter o rumo da legislação sobre sementes e a apoiar a biodiversidade agrícola e a agricultura tradicional, com informação on e offline, seminários de sensibilização, a dinamização de hortas guardiãs de sementes e feiras de troca de sementes tradicionais, nacionais e internacionais.
Mais informações: http://pan-ecologia.blogspot.com/2011/02/sos-sementes-livres-campanha-europeia.html?spref=fb
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terça-feira, fevereiro 15, 2011
501 receitas Conventuais-15 da Beira Interior


Organização de João Serra, Prefácio de Manuela Espírito Santo, Edição de Sete Dias 6 Noites, 2º Edição Novembro de 2009, 501 Receitas Conventuais da Península Ibérica, incorpora 15 Receitas Conventuais da Beira Interior.
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domingo, janeiro 09, 2011
Permacultura
in: Publica de 9/1/2011
A aldeia ecológica que revitaliza o Alentejo
Por Cláudia Sobral
Em Tamera acredita-se na permacultura como solução para o problema da desertificação. Ao fim de três anos, dizem os responsáveis, nota-se que o solo recupera e aparecem mais animais selvagens. Até já há vizinhos interessados em saber como se faz.
Neste quintal de Lisboa, as plantas nem notam que vivem na cidade
A aldeia ecológica que revitaliza o Alentejo
Por Cláudia Sobral
Em Tamera acredita-se na permacultura como solução para o problema da desertificação. Ao fim de três anos, dizem os responsáveis, nota-se que o solo recupera e aparecem mais animais selvagens. Até já há vizinhos interessados em saber como se faz.
Neste quintal de Lisboa, as plantas nem notam que vivem na cidade
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Michel Giacommeti-7º Volume-Filmografia completa
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Souto da Casa
terça-feira, janeiro 04, 2011
Por onde anda Abril?
As cunhas impoem-se, o mérito, a competência, as capacidades, são mandadads para as hortigas... Depois desta carta, o JF divulgou uma resposta da CMF, que não responde às questões levantadas na carta, na minha opinião....
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