Direcção -Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular
Distrito Data/Decisão N.º Contribuinte Beneficiário Montante (euros)
Lisboa 09 -10 -2005 501065792 Sociedade Portuguesa de Matemática 30 200,00
Lisboa 29 -03 -1994 501094628 Sociedade Portuguesa de Fisica 30 500,00
Lisboa 20 -08 -2007 501139265 Sociedade Portuguesa de Química 17 900,00
Lisboa 07 -03 -2007 502741481 Associação Música Educação e Cultura 425 860,26
Lisboa 20 -09 -2006 504112279 Associação dos Amigos da Fundação Intern. Yehudi Menuhin 49 000,00
Lisboa 01 -08 -2007 504728202 Associação Belgais 132 181,21
Lisboa 04 -07 -2007 503412074 Pro -Dignitate — Fundação de Direitos Humanos 50 100,00
segunda-feira, junho 30, 2008
Financiamento Associação de Belgais, pela DGIDC, em 2007
quinta-feira, junho 19, 2008
Andr'ea, modelo internacional, passeia-se por Castelo Novo
in: Jornal do Fundão
“Vanity Fair” vai mostrar trabalho de Carlos Gil
Conceituada revista de moda americana vai publicar reportagem fotográfica de modelo internacional vestida pelo estilista fundanense na aldeia de Castelo Novo
A ELEGÂNCIA de Andréa, modelo internacional, desfila pelas ruas de Castelo Novo. À excepção da equipa que acompanha a produção, não há vivalma por perto. Apenas os flashes do fotógrafo da Vanity Fair quebram o silêncio no largo desta aldeia histórica do concelho do Fundão.
A equipa de produção chega a ponderar a hipótese de misturar a bela modelo com as idosas da terra que, a esta hora, se preparam para almoçar no Centro de Dia. Desiste-se rapidamente da ideia. A rotina das utentes do Centro de Dia não vai, afinal, ser alterada. Andréa, as propostas de Carlos Gil e Castelo Novo valem por si.
A modelo, vestida por Carlos Gil, enche a objectiva do fotógrafo que não pára de lhe exigir poses. Sobra glamour e sofisticação em cada quadro criado pelo profissional da Vanity Fair. Primeiro na igreja e depois rua abaixo em direcção ao posto de turismo. Antes de a modelo ser estrategicamente posicionada entre a cruz e a imagem do Senhor dos Passos na igreja de Castelo Novo, o estilista aproveita para dar uns retoques, ajeitando o vestido curto de cerimónia, de seda natural e cor de carne e que cai como uma luva no corpo de Andréa.
O esquife com a imagem de Jesus Cristo situa-se do lado oposto do templo e é para lá que se vira agora a objectiva do fotógrafo. A morte e a vida, em evidente contraste, é o cenário que se segue. Mas o melhor ainda estava para vir. Andréa desce dos saltos, com vários centímetros de altura e, de sandálias na mão, percorre, a pé, a rua que vai desde a igreja até ao posto de turismo. O sol está radioso e o azul do céu ajuda à festa. A suave brisa do vento faz esvoaçar o longo vestido que se segue. O resultado desta sofisticada produção poderá ser visto numa das próximas edições da Vanity Fair, que na sua primeira reportagem em Portugal optou por cruzar a modernidade e a história.
Sílvia Aires, da Agência Regional de Promoção Turística (Centro de Portugal), explicou ao JF como surgiu esta oportunidade: “Soubemos através da delegação do AICEP em Milão que a Vanity Fair estava interessada em fazer uma reportagem no Centro de Portugal. Elaborámos dois programas e a Vanity Fair seleccionou este que começou com a história e o romantismo da Quinta das Lágrimas, em Coimbra, seguiu, depois, para as Penhas Douradas e, por fim, aqui estamos na aldeia histórica de Castelo Novo, com as propostas de Carlos Gil”. É esse contraste entre a força do granito e do glamour que a edição italiana da Vanity Fair quer mostrar ao mundo. As marcas do passado e a inovação do estilista fundanense, Carlos Gil, associadas à história da região e ao seu património. A não perder
“Vanity Fair” vai mostrar trabalho de Carlos Gil
Conceituada revista de moda americana vai publicar reportagem fotográfica de modelo internacional vestida pelo estilista fundanense na aldeia de Castelo Novo
A ELEGÂNCIA de Andréa, modelo internacional, desfila pelas ruas de Castelo Novo. À excepção da equipa que acompanha a produção, não há vivalma por perto. Apenas os flashes do fotógrafo da Vanity Fair quebram o silêncio no largo desta aldeia histórica do concelho do Fundão.
A equipa de produção chega a ponderar a hipótese de misturar a bela modelo com as idosas da terra que, a esta hora, se preparam para almoçar no Centro de Dia. Desiste-se rapidamente da ideia. A rotina das utentes do Centro de Dia não vai, afinal, ser alterada. Andréa, as propostas de Carlos Gil e Castelo Novo valem por si.
A modelo, vestida por Carlos Gil, enche a objectiva do fotógrafo que não pára de lhe exigir poses. Sobra glamour e sofisticação em cada quadro criado pelo profissional da Vanity Fair. Primeiro na igreja e depois rua abaixo em direcção ao posto de turismo. Antes de a modelo ser estrategicamente posicionada entre a cruz e a imagem do Senhor dos Passos na igreja de Castelo Novo, o estilista aproveita para dar uns retoques, ajeitando o vestido curto de cerimónia, de seda natural e cor de carne e que cai como uma luva no corpo de Andréa.
O esquife com a imagem de Jesus Cristo situa-se do lado oposto do templo e é para lá que se vira agora a objectiva do fotógrafo. A morte e a vida, em evidente contraste, é o cenário que se segue. Mas o melhor ainda estava para vir. Andréa desce dos saltos, com vários centímetros de altura e, de sandálias na mão, percorre, a pé, a rua que vai desde a igreja até ao posto de turismo. O sol está radioso e o azul do céu ajuda à festa. A suave brisa do vento faz esvoaçar o longo vestido que se segue. O resultado desta sofisticada produção poderá ser visto numa das próximas edições da Vanity Fair, que na sua primeira reportagem em Portugal optou por cruzar a modernidade e a história.
Sílvia Aires, da Agência Regional de Promoção Turística (Centro de Portugal), explicou ao JF como surgiu esta oportunidade: “Soubemos através da delegação do AICEP em Milão que a Vanity Fair estava interessada em fazer uma reportagem no Centro de Portugal. Elaborámos dois programas e a Vanity Fair seleccionou este que começou com a história e o romantismo da Quinta das Lágrimas, em Coimbra, seguiu, depois, para as Penhas Douradas e, por fim, aqui estamos na aldeia histórica de Castelo Novo, com as propostas de Carlos Gil”. É esse contraste entre a força do granito e do glamour que a edição italiana da Vanity Fair quer mostrar ao mundo. As marcas do passado e a inovação do estilista fundanense, Carlos Gil, associadas à história da região e ao seu património. A não perder
segunda-feira, junho 16, 2008
Finalmente, porco preto na economia da Beira Interior
A introdução do porco preto, nas áreas de montado da Beira Interior, pode constituir uma mais valia muito significativa, para a economia local. Apresenta-se um projecto, já com uma certa sofisticação, que vai ser lançado em Penamacor. Mas, a industria de carnes local, já instalada, poderia melhorar significativamente a qualidade dos seus produtos se o porco porco preto fosse incluído como matéria prima base nasa suas unidades transformadoras: Muita da bolota desperdiçada ou que permite um valor menos significativo, por ser utilizada na alimentação de rebanhos, poderis permitir participar na engorda de porco preto, que permite obter um valor acrescentado superior ao que resulta da carne e leite de ovinos,
IN: Jornal do Fundão
"Como colocar uma vila na rota do “pata negra”
O antigo matadouro de Penamacor vai dar, ainda este Verão, lugar a uma unidade de transformação de enchidos e presuntos de porco “pata negra”
HÁ COISAS que acontecem por obra de algum acaso, mas que acabam por condicionar a afirmação de um rumo. Humberto Teixeira é um desses casos e prepara-se para se juntar ao clube dos pioneiros da produção de porco pata negra na região. A quinta, de 23 hectares está localizada no concelho de Penamacor e os primeiros presuntos e enchidos serão produzidos ainda este ano. Na vila, decorrem obras no antigo matadouro para lá se instalar a estrutura de transformação.
Na sua quinta dispõe de 120 porcos pata negra, adquiridos em Barrancos, no local que considera virem os melhores exemplares do mundo. “Se forem tratados como deve ser dão a melhor carne do mundo”, considera. A excelência da carne é reconhecida por apreciadores em todo o mundo, e é uma oportunidade de negócio que considera bastante viável. Mas no início não era bem esta a ideia. As árvores, a sua paixão de sempre, foram a causa que despoletou tudo o resto, porcos incluídos.
“Quis fazer o melhoramento do montado e introduzi algumas plantas que serviam de pasto, que fazem simultaneamente dois efeitos: para alimentação dos animais e para melhoramento do montado de sobro. O pata negra veio complementar o cenário, porque me fazem a estrumação e ajudam-me ao desenvolvimento do sobreiro”, diz este agente técnico agrícola, de 52 anos. E como “a Beira Baixa está dentro da região demarcada do pata negra, sendo uma raça autóctone nossa, pensei... porque não?”
Para além da cortiça, a quinta irá também dotar o mercado de carne deste tipo de porco, não em grandes quantidades “mas sobretudo em qualidade. Quero pouco, mas bom”, diz.
Humberto Teixeira está a certificar toda a fileira, desde a produção até ao produto final. Este ano, o mercado deverá conhecer esta marca de Penamacor, havendo já contactos com pontos de venda em Barcelona e Londres para venda do produto. O mercado regional e nacional tratará do resto."
IN: Jornal do Fundão
"Como colocar uma vila na rota do “pata negra”
O antigo matadouro de Penamacor vai dar, ainda este Verão, lugar a uma unidade de transformação de enchidos e presuntos de porco “pata negra”
HÁ COISAS que acontecem por obra de algum acaso, mas que acabam por condicionar a afirmação de um rumo. Humberto Teixeira é um desses casos e prepara-se para se juntar ao clube dos pioneiros da produção de porco pata negra na região. A quinta, de 23 hectares está localizada no concelho de Penamacor e os primeiros presuntos e enchidos serão produzidos ainda este ano. Na vila, decorrem obras no antigo matadouro para lá se instalar a estrutura de transformação.
Na sua quinta dispõe de 120 porcos pata negra, adquiridos em Barrancos, no local que considera virem os melhores exemplares do mundo. “Se forem tratados como deve ser dão a melhor carne do mundo”, considera. A excelência da carne é reconhecida por apreciadores em todo o mundo, e é uma oportunidade de negócio que considera bastante viável. Mas no início não era bem esta a ideia. As árvores, a sua paixão de sempre, foram a causa que despoletou tudo o resto, porcos incluídos.
“Quis fazer o melhoramento do montado e introduzi algumas plantas que serviam de pasto, que fazem simultaneamente dois efeitos: para alimentação dos animais e para melhoramento do montado de sobro. O pata negra veio complementar o cenário, porque me fazem a estrumação e ajudam-me ao desenvolvimento do sobreiro”, diz este agente técnico agrícola, de 52 anos. E como “a Beira Baixa está dentro da região demarcada do pata negra, sendo uma raça autóctone nossa, pensei... porque não?”
Para além da cortiça, a quinta irá também dotar o mercado de carne deste tipo de porco, não em grandes quantidades “mas sobretudo em qualidade. Quero pouco, mas bom”, diz.
Humberto Teixeira está a certificar toda a fileira, desde a produção até ao produto final. Este ano, o mercado deverá conhecer esta marca de Penamacor, havendo já contactos com pontos de venda em Barcelona e Londres para venda do produto. O mercado regional e nacional tratará do resto."
Permacultura, o que é?
"Permacultura
Histórico:
A permacultura, também chamada de "agricultura permanente", começou por volta de 1975, 1976, com as idéias de Bill Mollison na Austrália sobre um modo diferente de se pensar a disposição das espécies vegetais, mais próximo dos ecossistemas naturais. Viajando para os Estados Unidos, Bill e outros pioneiros difundiram suas teorias até conseguirem a construção de um Centro Rural de Educação, primeira instituição oficial da permacultura neste país.
Princípios:
Nesta corrente se procura praticar uma agricultura da forma mais integrada possível com o ambiente natural, imitando a composição espacial das plantas encontradas nas matas e florestas naturais. Envolve plantas semi-permanentes (mandioca, bananeira) e permanentes (árvores frutíferas, madereiras, etc), incluindo a atividade produtiva de animais. Trata-se, pois, de um sistema "Agrosilvopastoril", ou seja, que busca integrar lavouras, com espécies florestais e pastagens e outros espaços para os animais, considerando os aspectos paisagísticos e energéticos, na elaboração e manutenção destes policultivos (diversas culturas convivendo no mesmo espaço)"
"Permacultura
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
Foi criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 1970. O termo, cunhado na Austrália, veio de permanent agriculture, e mais tarde se estendeu para significar permanent culture. A sustentabilidade ecológica, idéia inicial, estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.
A ênfase está na aplicação criativa dos princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia.
Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.
A permacultura, além de ser um método para planejar sistemas de escala humana, proporciona uma forma sistêmica de se visualizar o mundo e as correlações entre todos os seus componentes. Serve, portanto, como meta-modelo para a prática da visão sistêmica, podendo ser aplicada em todas as situações necessárias, desde como estruturar o habitat humano até como resolver questões complexas do mundo empresarial.
Permacultura é a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável.
A Permacultura origina-se de uma cultura permanente do ambiente. Estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de auto-produção dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energias sustentáveis. (RICIARDI, Ju. 2008)- [1]- www.permacoletivo.wordpress.com
[editar] Utilização:
Água: captação, armazenamento, filtragem/purificação e utilização
Bioarquitetura e bioconstruções
Energias renováveis
Ecovilas. "
Histórico:
A permacultura, também chamada de "agricultura permanente", começou por volta de 1975, 1976, com as idéias de Bill Mollison na Austrália sobre um modo diferente de se pensar a disposição das espécies vegetais, mais próximo dos ecossistemas naturais. Viajando para os Estados Unidos, Bill e outros pioneiros difundiram suas teorias até conseguirem a construção de um Centro Rural de Educação, primeira instituição oficial da permacultura neste país.
Princípios:
Nesta corrente se procura praticar uma agricultura da forma mais integrada possível com o ambiente natural, imitando a composição espacial das plantas encontradas nas matas e florestas naturais. Envolve plantas semi-permanentes (mandioca, bananeira) e permanentes (árvores frutíferas, madereiras, etc), incluindo a atividade produtiva de animais. Trata-se, pois, de um sistema "Agrosilvopastoril", ou seja, que busca integrar lavouras, com espécies florestais e pastagens e outros espaços para os animais, considerando os aspectos paisagísticos e energéticos, na elaboração e manutenção destes policultivos (diversas culturas convivendo no mesmo espaço)"
"Permacultura
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
Foi criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 1970. O termo, cunhado na Austrália, veio de permanent agriculture, e mais tarde se estendeu para significar permanent culture. A sustentabilidade ecológica, idéia inicial, estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.
A ênfase está na aplicação criativa dos princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia.
Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.
A permacultura, além de ser um método para planejar sistemas de escala humana, proporciona uma forma sistêmica de se visualizar o mundo e as correlações entre todos os seus componentes. Serve, portanto, como meta-modelo para a prática da visão sistêmica, podendo ser aplicada em todas as situações necessárias, desde como estruturar o habitat humano até como resolver questões complexas do mundo empresarial.
Permacultura é a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável.
A Permacultura origina-se de uma cultura permanente do ambiente. Estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de auto-produção dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energias sustentáveis. (RICIARDI, Ju. 2008)- [1]- www.permacoletivo.wordpress.com
[editar] Utilização:
Água: captação, armazenamento, filtragem/purificação e utilização
Bioarquitetura e bioconstruções
Energias renováveis
Ecovilas. "
sexta-feira, junho 13, 2008
Discotoni, de Pombal, edita música da Beira Interior










A Discotoni de Pombal tem editado vários discos de grupos da Beira Interior, que podem ser pedidos à editora.
DISCOTONI
* CONTACTOS *
Morada : Rua Principal - Vila Cã
3100 - 814 Pombal - Portugal
Telefone : + 351 236 921 612 Fax: + 351 236 922 928
Telemóvel : 917 528 680
E-mail : info@discotoni.com
quarta-feira, junho 11, 2008
Ar Serrano, de Luís Maçarico - Poesia da Beira Interior
domingo, junho 08, 2008
Ovnis na Gardunha-programa RTP2
1º Episódio
http://www.youtube.com/watch?v=ItfBp53WSFA&feature=related
2º Episódio
http://www.youtube.com/watch?v=6zly1nrOK0k&feature=related
3º Episódio
http://www.youtube.com/watch?v=_KEwV-BBThY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=ItfBp53WSFA&feature=related
2º Episódio
http://www.youtube.com/watch?v=6zly1nrOK0k&feature=related
3º Episódio
http://www.youtube.com/watch?v=_KEwV-BBThY&feature=related
segunda-feira, junho 02, 2008
Eco-Parlamento Jovem
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Quatro alunas da Escola Secundária do Fundão estiveram no Eco-Parlamento Jovem, em Praga, a representar Portugal. O Projecto que apresentaram e as levou até ao Eco-Parlamento, constava da reciclagem de rolhas de cortiça. Mas, as alunas não se limitaram a elaborar um projecto, foram para o terreno e recolheram nos Restaurantes da região 200 quilos de rolhas, que pretendem vender à Corticeira Amorim. É por esta via e pela aprendizagem do empreendedorismo que os jovens se podem preparar para enfrentar as dificuldades que o mercado de trabalho, actualmente, proporciona.
segunda-feira, maio 26, 2008
Mais um produto que utiliza a Ginja da Beira Interior
sábado, maio 24, 2008
IMAGO 2008 - Festival Internacional de Cinema Jovem

Cinema
IMAGO 2008 - Festival Internacional de Cinema Jovem
O IMAGO 2008 tem data marcada - de 4 a 12 de Outubro - e este ano é dedicado ao tema "Documentário e Música - de D. A. Pennebaker a Julian Temple".
A nova imagem do Festival é, como habitualmente, da autoria do designer britânico Azar Kazimir, e tem por base o tema geral do IMAGO 2008: documentário musical. Como tal foi criada uma banda musical virtual, "Imago 08", que, precisamente a 1 de Fevereiro, lança no mercado um DVD (também ele virtual, claro está) chamado "Films and Music: The Complete Story". Ao longo do ano, e à medida que formos comunicando a programação do Festival, iremos revelando novidades sobre a "banda".
Regulamento e fichas de inscrição em www.imagofilmfest.com e em www.reelport.com
Deadline para inscrições online: 23 de Junho de 2008.
2008-10-04 a 2008-10-12
sexta-feira, maio 23, 2008
Cultura Popular na Beira Interior
segunda-feira, maio 19, 2008
segunda-feira, maio 12, 2008
Na Rota do Cardeal de Alpedrinha
Desporto
Na Rota do Cardeal de Alpedrinha
Os Caminheiros da Gardunha e o Teatro Clube de Alpedrinha, integrado na Festa da Cereja – 08, organizam no dia 18 de Maio de 2008 a caminhada “Na Rota do Cardeal de Alpedrinha”, com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, Santa Casa da Misericórdia de Alpedrinha e a Junta de Freguesia de Alpedrinha.
Esta iniciativa junta o património natural, do “lado de cá” da Serra da Gardunha, a beleza da cereja, com o património histórico e cultural, do “lado de lá” da Serra, a grande figura de “D. Jorge da Costa – Cardeal de Alpedrinha” (natural de Alpedrinha, 1406 e faleceu em Roma, no ano de 1508).
Na manhã de domingo (18 de Maio), pelas 9.00 Horas, no Largo dos Caminheiros da Gardunha dar-se-á início à caminhada pela serra do Cavalinho, Quinta da Pedra d´Hera, Quinta da Oura e, após desfrutar-se da beleza do vale do Alcambar (local privilegiado para se observar e contactar com a beleza das cerejeiras), seguir-se-á pelo Casal da Ribeira em direcção a Alcongosta onde, no Largo da Capela de S. Sebastião, após uma ligeira pausa para o reforço alimentar, seguir-se-á pela Estrada Romana, com chegada à Capela de S. Sebastião (Alpedrinha).
Pelas 11. 30 Horas realiza-se uma visita orientada pela parte histórica da Vila, seguindo-se o almoço/convívio. Às 14.30 Horas, realiza-se o colóquio sobre a “Figura de D. Jorge da Costa – Cardeal de Alpedrinha”, orientado por Manuel Brás Venâncio. Pelas 16.00 Horas, regresso ao Fundão (em autocarro).
O percurso, com 8.200km, de média intensidade, será feito, sensivelmente, à altitude dos 620/650 metros. Na base da Estrada Romana, estaremos nos 760 metros e no topo da Estrada, chegaremos aos 820 metros, para voltar aos 620 metros no final da caminhada.
Inscrições para a caminhada:
5,00 Euros, com direito ao reforço alimentar, almoço e regresso ao Fundão, em autocarro.
As inscrições e o respectivo pagamento deverão ser feitas até ao dia 14 de Maio para:
Caminheiros da Gardunha
Telefone/FAX – 275 087 881 (21.00 às 23.00 Horas)
Telemóveis – 961 764 063 - 968 338 496
E-mail – caminheirosdagardunha@hotmail.com
Teatro Clube de Alpedrinha
Telefone – 275 567 150 (20.30 às 23.00 Horas)
Telemóvel – 966 554 415
E-mail – teatroclubealpedrinha@gmail.com
2008-05-18
Na Rota do Cardeal de Alpedrinha
Os Caminheiros da Gardunha e o Teatro Clube de Alpedrinha, integrado na Festa da Cereja – 08, organizam no dia 18 de Maio de 2008 a caminhada “Na Rota do Cardeal de Alpedrinha”, com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, Santa Casa da Misericórdia de Alpedrinha e a Junta de Freguesia de Alpedrinha.
Esta iniciativa junta o património natural, do “lado de cá” da Serra da Gardunha, a beleza da cereja, com o património histórico e cultural, do “lado de lá” da Serra, a grande figura de “D. Jorge da Costa – Cardeal de Alpedrinha” (natural de Alpedrinha, 1406 e faleceu em Roma, no ano de 1508).
Na manhã de domingo (18 de Maio), pelas 9.00 Horas, no Largo dos Caminheiros da Gardunha dar-se-á início à caminhada pela serra do Cavalinho, Quinta da Pedra d´Hera, Quinta da Oura e, após desfrutar-se da beleza do vale do Alcambar (local privilegiado para se observar e contactar com a beleza das cerejeiras), seguir-se-á pelo Casal da Ribeira em direcção a Alcongosta onde, no Largo da Capela de S. Sebastião, após uma ligeira pausa para o reforço alimentar, seguir-se-á pela Estrada Romana, com chegada à Capela de S. Sebastião (Alpedrinha).
Pelas 11. 30 Horas realiza-se uma visita orientada pela parte histórica da Vila, seguindo-se o almoço/convívio. Às 14.30 Horas, realiza-se o colóquio sobre a “Figura de D. Jorge da Costa – Cardeal de Alpedrinha”, orientado por Manuel Brás Venâncio. Pelas 16.00 Horas, regresso ao Fundão (em autocarro).
O percurso, com 8.200km, de média intensidade, será feito, sensivelmente, à altitude dos 620/650 metros. Na base da Estrada Romana, estaremos nos 760 metros e no topo da Estrada, chegaremos aos 820 metros, para voltar aos 620 metros no final da caminhada.
Inscrições para a caminhada:
5,00 Euros, com direito ao reforço alimentar, almoço e regresso ao Fundão, em autocarro.
As inscrições e o respectivo pagamento deverão ser feitas até ao dia 14 de Maio para:
Caminheiros da Gardunha
Telefone/FAX – 275 087 881 (21.00 às 23.00 Horas)
Telemóveis – 961 764 063 - 968 338 496
E-mail – caminheirosdagardunha@hotmail.com
Teatro Clube de Alpedrinha
Telefone – 275 567 150 (20.30 às 23.00 Horas)
Telemóvel – 966 554 415
E-mail – teatroclubealpedrinha@gmail.com
2008-05-18
terça-feira, maio 06, 2008
Flores da minha varanda
segunda-feira, maio 05, 2008
Cantar em Sol Maior - Grupo coral
http://www.youtube.com/watch?v=Vc7LgkVsBag&feature=related

in: http://www.cantaremsolmaior.pt.la
HISTORIAL
O grupo coral “Cantar em Sol Maior” iniciou a sua actividade a 21 de Setembro de 1999. Nunca tivemos propriamente um maestro, mas fomos evoluindo sob a orientação de alguns dos seus elementos que receberam formação musical em diversas áreas. Actualmente o grupo constitui-se por mais de trinta paroquianos de diversas idades. Maioritariamente somos jovens, essencialmente no que concerne ao espírito do que cantamos: música religiosa juvenil.
ENSAIOS
Os ensaios realizam-se nas sextas-feiras às 21 horas no salão da antiga casa paroquial, sendo abertos a toda a comunidade.
INSTRUMENTOS
O instrumento base que acompanha o nosso canto é a guitarra. Sempre que possível o órgão acompanha os cânticos, e por vezes adicionam-se outros instrumentos, como flauta e jambé.
ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS
Dedicamo-nos essencialmente a actividades de canto religioso na paróquia, dinamizando uma Eucaristia semanal, participando em festas da Catequese e outras celebrações familiares ou comunitárias. Contámos já com a participação em alguns festivais locais e até mesmo fora da região. No fundo, colocamos o dom da voz ao serviço recreativo, cultural e social.
FUNDO MONETÁRIO
Sobrevivemos economicamente independentes da paróquia, através do contributo recebido por serviços particulares prestados, nomeadamente dinamização de casamentos, baptizados e outras festividades, não esquecendo os donativos gentilmente ofertados por alguns membros ou paroquianos.
PARÓQUIA DO FERRO
A Paróquia do Ferro pertence ao arciprestado da Covilhã, diocese da Guarda. Insere-se numa freguesia com o mesmo nome, que tem cerca de 2000 habitantes. Tem como pároco desde há mais de 40 anos o Sr. Padre Dr. Manuel Francisco Domingos. A maior festa religiosa ocorre no último domingo de Agosto: a Festa do Sagrado Coração de Maria. O padroeiro do Ferro é S. Sebastião.

in: http://www.cantaremsolmaior.pt.la
HISTORIAL
O grupo coral “Cantar em Sol Maior” iniciou a sua actividade a 21 de Setembro de 1999. Nunca tivemos propriamente um maestro, mas fomos evoluindo sob a orientação de alguns dos seus elementos que receberam formação musical em diversas áreas. Actualmente o grupo constitui-se por mais de trinta paroquianos de diversas idades. Maioritariamente somos jovens, essencialmente no que concerne ao espírito do que cantamos: música religiosa juvenil.
ENSAIOS
Os ensaios realizam-se nas sextas-feiras às 21 horas no salão da antiga casa paroquial, sendo abertos a toda a comunidade.
INSTRUMENTOS
O instrumento base que acompanha o nosso canto é a guitarra. Sempre que possível o órgão acompanha os cânticos, e por vezes adicionam-se outros instrumentos, como flauta e jambé.
ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS
Dedicamo-nos essencialmente a actividades de canto religioso na paróquia, dinamizando uma Eucaristia semanal, participando em festas da Catequese e outras celebrações familiares ou comunitárias. Contámos já com a participação em alguns festivais locais e até mesmo fora da região. No fundo, colocamos o dom da voz ao serviço recreativo, cultural e social.
FUNDO MONETÁRIO
Sobrevivemos economicamente independentes da paróquia, através do contributo recebido por serviços particulares prestados, nomeadamente dinamização de casamentos, baptizados e outras festividades, não esquecendo os donativos gentilmente ofertados por alguns membros ou paroquianos.
PARÓQUIA DO FERRO
A Paróquia do Ferro pertence ao arciprestado da Covilhã, diocese da Guarda. Insere-se numa freguesia com o mesmo nome, que tem cerca de 2000 habitantes. Tem como pároco desde há mais de 40 anos o Sr. Padre Dr. Manuel Francisco Domingos. A maior festa religiosa ocorre no último domingo de Agosto: a Festa do Sagrado Coração de Maria. O padroeiro do Ferro é S. Sebastião.
Etiquetas:
Grupo Coral - Canto gregoriano
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