segunda-feira, abril 28, 2008

Queijos do Céu


Em resultado de mais um engarrafamento na A1, antes do acesso para a A23, visitei novamente Constância. Aí, no Café da Praça, deparei-me com uma publicidade a Queijo do Céu, mais um cálice de Vinho do Porto, tudo por 1 € e 85 cêntimos, tomados numa esplanada, com Sol, muita luz e instalada na Praça. O queijo vem embrulhado em papel vegetal, com recortes decorativos e fechado com uma linha branca. Em Constância, à semelhança de Campo Maior,mas anualmente, pela Páscoa as ruas e casas são decoradas com flores e arranjos de papel, que dão cor e alegria e merecem ser apreciados. Talvez em resultado dessa actividade, pensei eu, viesse a justificação para o enfeite dos queijinhos. Mesmo assim, curioso, procurei saber quem confeccionava os queijos e tinha tido a feliz ideia de os decorar de uma forma tão criativa, original, vistosa e apelativa. A justificação veio célere, os pastéis conventuais, não o são só de nome ou criação, continuam a ser confeccionados pelas madres clarissas de Montalvo. O empresário, proprietário do Café e explorador da Residencial João Chagas, propriedade da Câmara, que a arrendou para exploração, natural de Amarante, terra de excelente doçaria, procurou saber se existia algum doce típico de Constância. Constatou que entre outros figurava o queijo do céu. Procurou alguém que abastecesse o seu estabelecimento, mas o máximo que conseguia era entre 50 e 60 queijos do céu, que rapidamente se esgotavam. Ao ter conhecimento da existência do Convento das Clarissas, em Montalvo, apresentou-lhes a proposta de o abastecerem dessa e de outras doçarias conventuais, que ele se encarregaria de comercializar. A proposta foi aceite e num dia da semana, todas as madres se mobilizam para produzir a doçaria. Abençoada actividade, que permite ao proprietário do Café da Praça fazer algum lucro, bem como às Madres e os turistas têm oportunidade de provar produtos de excelente qualidade. O produto, Queijo do Céu, passou a constar em alguns roteiros turísticos internacionais, que recomendam uma passagem por Constância e pelo Café da Praça, para não perderem a oportunidade de provar uma excelência gastronómica. Faça o mesmo, se a Brisa o obrigar a paragens demoradas, antes de entrar ou sair da A23, não se esqueça, Constância fica no caminho......

Granja de S. Pedro - Alcafozes - Tejo Internacional


in: http://www.visitcentro.com/pt/18-56-61-3193/destinos-centro/tejo-internacional/o-que-fazer.html

o que fazer
Birdwatching na Granja de São Pedro

10.01.2008

Birdwatching na Granja de São Pedro

A Granja de São Pedro, em Alcafozes, concelho de Idanha-a-Nova, foi distinguida pela Birdlife International, por ser um local rico em avifauna, constituindo uma mais valia para o território do Geoparque Naturtejo.



A bio-diversidade faunística existente naquela quinta biológica, onde foram identificados mais de cinquenta espécies de aves, das quais cinco se encontram em vias de extinção, vai ao encontro da política de valorização e de promoção do património natural levada a cabo pela Naturtejo.
Esta avaliação da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves está integrada na campanha “Conheça as Aves da sua Propriedade”, que envolveu a participação de 29 concorrentes, dos quais 16 foram visitados.
Nesta propriedade, com cerca de 2400 hectares de área, habitam a cegonha negra, o chasco preto, o grifo, a águia cobreira, o picanço barreteiro, entre outras.

segunda-feira, abril 21, 2008

Vinhos da Adega Cooperativa do Fundão premiados.


in: Diario xxi

Vinhos premiados

2008-04-21
Fonte: Rádio Cova da Beira
Ouro, prata e bronze. A adega cooperativa do Fundão acaba de ver premiados três vinhos em concursos de carácter internacional.

Vinhos do Fundão premiados. Num concurso em Bruxelas, ao “Fundanus 2002” foi atribuída a medalha de prata, ao “Fundanus 2005”, que ainda não está à venda, no concurso internacional de vinhos do Estoril, é conferida a medalha de ouro e ao Alpedrinha branco a medalha de prata. Este último foi ainda seleccionado num grupo de cem vinhos em Inglaterra cujos resultados ainda não são conhecidos. De acordo com o presidente da direcção da adega cooperativa do Fundão, estes prémios vêm confirmar a aposta que a reeleita direcção pretende fazer na exportação que actualmente representa apenas 10% da produção “ estamos a dar passos concretos ao nível da Europa e dos países de língua oficial portuguesa (Palop´s ), vamos a todo o lado para conseguir alguns contactos com esse objectivo” refere aquele responsável. Albertino Nunes, presidente da direcção, reeleito no cargo, para mais um mandato, nas eleições que decorreram no último dia do passado mês de Março. Apenas uma lista se apresentou a sufrágio presidida por Joaquim Neves, assembleia-geral, Adelino Salvado, conselho fiscal, e Albertino Nunes para a direcção.

Alcains ganha distrital de Castelo Branco

in: Diario xxi
Atalaia do Campo conquista título histórico no distrital de Castelo Branco

2008-04-21
Fonte: Diário XXI
Não tinha o orçamento mais elevado da prova, não era um dos grandes favoritos, mas venceu. O Atalaia do Campo é o rei do futebol distrital de Castelo Branco, depois de uma prova com emoção até ao fim.

O Atalaia do Campo é o novo campeão distrital de futebol de Castelo Branco, depois de uma tarde de futebol cheia de emoções, que acabou por ser o corolário de uma época marcada pelo equilíbrio e incerteza quanto ao vencedor da principal prova de futebol sénior da região. A equipa fundanense, treinada por Paulo Serra, só nos últimos 45 minutos da competição conseguiu subir à liderança, para nunca mais a abandonar, contribuindo, para isso, o empate da Desportiva do Fundão (0-0), no terreno do Vilarregense.

Não se pode dizer que os adeptos do Atalaia tenham tido uma tarde descansada. Para serem campeões precisavam de vencer o Vitória de Sernache e esperar que o grande rival não ganhasse. Havia ainda o Alcains a correr por fora, com um jogo fácil, na Lardosa. Se um golo do Fundão deitava quase tudo a perder, começar em desvantagem não seria um bom tónico. Mas foi o que aconteceu. Diogo marca para os forasteiros, à passagem do minuto 10 e coloca os fundanenses em má posição.

A apreensão durou cerca de três minutos. Hugo Brito faz o empate, resultado com que se chegaria ao intervalo. Caberia a Filipe Mouro ser responsável pela primeira explosão de entusiasmo. Numa jogada bem delineada, o jogador isola-se e oferece à equipa da casa a liderança no marcador. Na altura, com cerca de 15 minutos jogados na etapa complementar, a turma do Fundão colocava-se na frente do campeonato. Ednilson e Carvalheira (este a fazer a assistência para o golo do primeiro), ao minuto 27, constróem o terceiro para a equipa da casa.

A alegria era óbvia e, nas bancadas, o público já gritava “campeão”. Mas o Sernache ainda tinha outra palavra a dizer e reduz para 3-2, por Tomás. No lance seguinte, a equipa do Pinhal remata à barra. Um susto que não passou disso mesmo. Até final, foi esperar por novidades de Vila de Rei, onde tudo correu de feição às pretensões do Atalaia do Campo.


Púbico e plantel no centro dos elogios

Elogios ao plantel e ao apoio do público marcaram os primeiros discursos dos responsáveis do Atalaia do Campo. “Quando se tem uma equipa destas, uma direcção que nos apoia em todo o lado e um público maravilhoso, só temos de agradecer”, disse o treinador campeão, Paulo Serra, à reportagem da “Rádio Cova da Beira” (RCB).
João Torres lembrou que foi preciso “lutar contra tudo e contra todos” e confessou dificuldade em descrever o que sentia. “Sofremos até ao último minuto e são estas vitórias que sabem bem”, acrescentou o presidente da colectividade, à RCB, lembrando que “todo os clubes estão de parabéns porque dignificaram um grande campeonato Distrital”.


Era líder à entrada da jornada, mas não passou do 0-0

Fundão falha na concretização e acaba para segundo

Nem os exagerados seis minutos de compensação dados pelo árbitro Ricardo Alexandre foram suficientes para a Desportiva do Fundão fazer um golo e alcançar a subida à III Divisão Nacional. A equipa de João Laia morreu na praia diante de um Vilaregense que, sem nada a ganhar ou a perder, complicou e muito a vida do opositor.

Defensivamente bem organizada e com um meio campo muito trabalhador, a turma da casa apostou tudo na intranquilidade do adversário e acabou por alcançar o seu objectivo. Nos primeiros 45 minutos, a partida foi bastante dividida pelos dois conjuntos, mas sem grandes oportunidades de golo para ambos os lados. A Desportiva comandou como era sua obrigação, mas nunca criou lances e verdadeiro perigo para a baliza de Bruno.

Na segunda parte, a Desportiva apostou tudo no ataque, mas foram os donos casa a criar as melhores oportunidades, logo nos primeiros minutos. No primeiro canto conseguido pela equipa do Vilarregense, Miguel Marques chegou atrasado quando estava em boa posição para marcar. Logo depois, Alexandrov surge isolado na área, como um defesa e guarda-redes pela frente, rematou e o defesa Luciano ofereceu o corpo à bola. Nas bancadas reclamou-se pénalti, mas o arbitro não assinalou.

A jogar mais com o coração do que com a cabeça, a Desportiva do Fundão tomou definitivamente conta do jogo, sucedendo-se inúmeras oportunidades não concretizadas: primeiro, por André cunha, depois por Óscar Menino. A seis minutos dos 90, o avançado da Desportiva tinha tudo para fazer o golo, mas em vez de rematar a baliza preferiu atrasar perdendo-se o lance mais perigoso de todo o jogo. Um minutos depois, à entrada da área, André cunha aproveitou um ressalto para desferir um pontapé que levava o selo de golo, mas a bola foi devolvida pela barra.

"Paciência, não subimos por culpa nossa. Dentro de campo, não tivemos a calma suficiente para fazer um «golito». Foi claramente falta de calma. Também faltou sorte, porque não há campeões sem sorte e nós não a tivemos. Dou os parabéns ao professor João Laia que realizou um grande trabalho na Desportiva. Esperava ganhar e por isso estou triste".
António Angeja, presidente da ADF

"Nos últimos nove jogos, marcámos sempre e hoje não conseguimos, apesar de termos tido oportunidades para isso. Foi pena mais pelos meus jogadores. É uma equipa forte que merecia o título, mas há que dar os parabéns aos vencedores. A equipa jogou bem, podia ter sido mais incisiva na finalização, criámos oportunidades mais do que suficientes para marcar mais do que um golo. Custa perder o campeonato no último jogo."
João Laia
Treinador da Desportiva do Fundão


Goleada ao Lardosa não foi suficiente

Alcains cumpre obrigação

Na Lardosa, o Alcains quase corria por fora, tendo em conta os resultados dos adversários directos. Ainda assim, venceu o último classificado, como era sua obrigação, e esperava que a sorte dos campeões o acompanhasse. À passagem da meia hora de jogo, já vencia por 2-0 e fechou as contas da primeira parte vencendo por 3-0. Com cerca de 5 minutos jogados na etapa complementar, o Lardosa reduz para 2-3, fazendo dois golos num curto espaço de tempo. A história da partida não estava ainda escrita, no entanto. Ao minuto 60, o Alcains fazia 4-2, sabendo que as hipóteses de chagar ao título só se abriam caso chegasse ao fim do jogo com muitos golos marcados. 10 minutos depois, a turma do concelho de Castelo Branco chega ao quinto golo e, no final da partida, ainda fez o sexto.

sábado, abril 12, 2008

Blog de Alcongosta



http://pedacosdealcongosta.blogspot.com

Cerejeiras em flor-2008



Depois do espectáculo de pessegueiros em flor, na região de Castelo Novo, temos agora as cerejeiras em flor. Gozemos e divulguemos este espectáculo natural.... da Gardunha vestida de branco, a que se seguirá o verde e depois, mais para a frente o contraste entre o verde e o vermelho....

quarta-feira, março 05, 2008

Ginjinha

Porquê não tirar rentabilidade de um excelente produto da região? Enquanto na região de Óbidos se estimula e incentva a produção de ginja, nós nem cuidamos da preservação das nossas ginjeiras.


terça-feira, fevereiro 19, 2008

Arquivo Distrital da Guarda

Ao procurar informação sobre uma aldeia do concelho de Mêda fui conduzido para o site do Arquivo Distrital da Guarda, cuja consulta recomendo. Trata-se de um site a partir do qual é possível planificar investigação sobre os arquivos à guarda do Arquivo Distrital. Este tipo de informação é muito relevante, porque pode poupar muitas horas aos investigadores, que ao chegarem ao local podem ter planificado todo o trabalho, que podem iniciar de imediato, solicitando os documentos seleccionados. Quando é que em Castelo Branco será possível ter um serviço equivalente?

domingo, fevereiro 17, 2008

Azeite biológico

in: Público de 17/2/2008

Beira Interior aposta no valor acrescentado do azeite biológico

17.02.2008, Abel Coentrão

Associação de produtores quer investir 126 milhões de euros para pôr dez mil hectares a produzir
a tradicional variedade Galega

16,6
por cento da área agrícola dos 24 concelhos da Beira Interior é dedicada ao olival, que ocupa 64 mil hectares.

1,9
hectares é a superfície média das 27.679 explorações contabilizadas na região, valor que está abaixo dos 2,05 hectares por exploração da média nacional.


0,59
toneladas de azeite por hectare é a produtividade média na Beira Interior, abaixo da média, também ela baixa, de 0,83 ton/ha registada em Portugal. Ainda assim, a região é a terceira maior produtora, numa lista liderada pelo Alentejo e na qual Trás-os-Montes ocupa o segundo lugar.
a Já se sabe que agricultura biológica gera produtos mais saudáveis. Há quem esteja disposto a pagar para poder consumir bens conseguidos através de métodos ecologicamente sustentáveis e a Associação de Agricultores para a Produção Integrada de Frutos de Montanha (AAPIM) já percebeu essa tendência do mercado, propondo-se levar a cabo na Beira Interior um projecto de olivicultura em modo de produção biológica (MPB). Até 2013 será preciso investir 126 milhões de euros para conseguir ter dez mil hectares de olival em MPB, a partir dos quais será possível gerar um volume de negócios de 46,8 milhões de euros.
Quase não levam produtos químicos e, à falta de gente, a natureza é, por ali, quem mais ordena. Mas os mais de 50 mil hectares de olival da Beira Interior não cumprem as regras da agricultura biológica. É agricultura "abandonológica", cataloga o presidente da AAPIM, José Assunção, empenhado em mudar o retrato regional de uma fileira considerada prioritária no Quadro de Referência Estratégico Nacional. Assunção já mostrou ao ministro Jaime Silva as linhas mestras de um projecto que, espera, deverá ter o apoio do Programa de Desenvolvimento Rural, sem o qual, aliás, dificilmente será concretizável, já que implica investimentos avultados e um período inicial, que pode ir dos três aos cinco anos, sem que a produção compense.
"Se houvesse classificações PIN [os famosos Projectos de Interesse Nacional do actual Governo] para a agricultura, este projecto merecia ser um deles", atira o presidente da AAPIM, sem arrogância, antes ambição, na voz. É que o plano desenhado pela Espaço Visual, uma empresa de consultoria agronómica, prevê nos 24 concelhos da Beira Interior a instalação de 10 mil hectares de olival em modo de produção biológica, cinco mil dos quais de novas plantações. A outra metade provirá da reconversão de olivais existentes, nos quais dominará a Galega, a variedade de oliveiras na qual todo o projecto se apoia.
A Espaço Visual assinala que, no mercado, o azeite de denominação de origem protegida (DOP) da Beira Interior pode ser vendido a um preço 150 por cento superior ao de um azeite extra virgem corrente e, consciente desse valor acrescentado, admite ser possível ir mais longe, apostando num DOP monovarietal, apenas recorrendo à azeitona galega. Azeite cujo destino principal será a exportação (60 por cento).
O projecto assume-se também como uma tábua de salvação para o mundo rural na Beira Interior, uma vez que a produção de olival em MBP de dez mil hectares implica toda uma série de passos que poderão, prevê-se, criar 2500 postos de trabalho: para apoio às candidaturas a fundos, o plantio ou a reconversão de olivais - que implicarão investimentos em regadio e a densificação das culturas, para 300 plantas por hectare - para o controlo fitossanitário preventivo e curativo, para as visitas técnicas - que a AAPIM garantirá a todos os produtores envolvidos. E também para as podas e colheitas, já que o plano prevê que a produtividade média passe das actuais 1,5 toneladas por hectare verificado entre os sócios da AAPIM para cinco toneladas por hectare.
Para fases como as da poda e da colheita, a AAPIM pretende criar empresas prestadoras de serviços que possam trabalhar com os proprietários, garantindo uma homogeneidade nos métodos e na qualidade da azeitona recolhida. E o projecto prevê ainda um investimento adicional na construção, faseada, de três lagares certificados para MPB, que em 2013 possam transformar 600 toneladas de azeitona por dia.
Resta convencer os proprietários da região - muitos deles idosos, outros já afastados das suas terras e outros ainda descapitalizados pelas sucessivas quebras de rendimento - a aderir a um projecto que lhes promete sucesso, mas exige comprometimento e dedicação. José Assunção não está, contudo, muito receoso. "Os nossos agricultores estão motivados. Eles já perceberam que, na actual situação, é que não vão lá", garante.

sábado, fevereiro 16, 2008

Monografia sobre Cafede

Cafede-Uma aldeia da Beira Baixa é uma monografia sobre Cafede, editada pela Platano Editora e de autoria de António do Nascimento Castela. apresenta-se parte do Índice para se ter uma ideia do seu conteúdo, Esta publicação foi editada na primeira metade da década de noventa, do século XX. Na edição são prestados agradecimentos ao então proprietário da Platano, como natural de Cafede.


sábado, fevereiro 09, 2008

Naturtejo-Tejo Internacional

Em http://static.publico.clix.pt/grifosnaweb/ é possível acompanhar na Internet as actividades num ninho de grifos, no Tejo Internacional. Esta iniciativa, facultada pelo Público, é extraordinária e vai permitir, certamente, criar um maior interesse pela protecção dos Grifos e também é uma excelente iniciativa para o incremento do ecoturismo na região.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Cuidado com a Cicuta---

Todos aqueles que fizeram estudos mínimos de Filosofia, provavelmente, aprenderam que Sócrates foi condenado à morte, por envenenamento através da Cicuta, com a acusação de os seus escritos corromperem a Juventude. O que pouca gente sabe é que a Cicuta, com o abandono progressivo dos campos, foi-se tornando relativamente frequente em terras húmidas da Beira Interior. Numa comunidade cristã fixada na Beira Interior aconteceu o seguinte: " GoD mAdE a MiRacLe...

We are still in awe and thankful to God for the amazing miracle He made few days ago...Marie-Luise, the one (on the right) who is travelling with her cousin Gloria (on the left), who are staying with us since Christmas, got her life spared on wednesday by A MIRACLE...

How often we don't perceive God's miracles?!!
How often we are spared without noticng, or simply say "Wow, that was lucky !!!"
How often "luck" take the honour which belongs to God?!!
I cannot stop thanking God after seeing His deliverance and healing right in front of my eyes...
Marie-Luise took a reasonable amount of "Water Hemlock" (or "Cicuta") nicely grated into some rice in the morning...
she found the roots the day before and she thought they looked nice to eat, it looked like a carrot (it's actually from the same family) and smelled nice... a lot of us told her not to try anything without knowing what it was, but still she decided to try it next morning...
you can have a slight idea of this plant effects here and many other sites you can find on the internet, but I'll try to describe what happened...
After less than one hour after she ate the roots, she started to feel bad and went to rest in the van she was staying... After a while Gloria came to pick some milk and said Marie-Luise was not feeling good... she didn't sound so alarming, so I just told her if she would get worst we should go to the hospital...
After a while I heard Miri screaming for help...I ran down the hill as fast as I could I knew we needed to go to the hospital...
When I got to the van, our car was there already and the girls couldn't take her out of the van... she was vomiting everything, even blood, they said... her body was not functioning and her muscles would get paralized and her eyes were like she was having hallucinations ... she was also having violent reactions and one time in the car while I was driving like crazy to the hospital, Miri and Gloria told me they couldn't sense her pulse...
We ran to the emergencies of the nearest hospital as fast as possible...
After more than one hour waiting for news while Miri would go in and out to translate to Marie what was going on... Miri said she was hallucinating and it needed at least 3 or 4 people to hold her in the bed...she was really violent and thought people wanted to hurt her... she was afraid and kept bleeding everywhere... They couldn't do much more there, so she was taken by an ambulance to a bigger hospital...

So far we didn't know what plant it was, and how bad it was, and how much she really needed a miracle...
Of course we didn't stop praying since the moment we stepped in the car...
while the Ambulance took her to another hospital we went back to the land to get a sample of the plant so that could help the doctors... when we got there with the plant, they immediately identified it ... it was "Cicuta" ("Water Hemlock) ... when I heard it I could only think that Socrates died with it...
After checking more informations on the internet at night, I found out how bad it was... one of the most deadly plants in Europe and Usa...
3.3mg of it can kill a cow in less than 2 hours..."

A jovem neozelandesa, de 22 anos, na presunção de estar a utilizar um produto comestível, acabou intoxicada pela Cicuta. Felizmente, para ela e todos nós, foi possível salvá-la e livrá-la da morte. Esta planta tóxica era conhecida dos camponeses, como tal e durante a lavra dos prados havia o cuidado de retirá-la e queimá-la. Este conhecimento não é transmitido aos jovens, podendo, inadvertidamente, transformarem-se em seus utilizadores e estarem sujeitos a um envenenamento fatal. Vamos ter cuidado e incluir a formação botânica, especialmente as plantas do meio, nos estudos escolares obrigatórios

Turismo Religioso em Belmonte

in: Courrier Internacional, Fevereiro de 2008




Xerovia-Chirivia-Pastinaca-O Regresso do Tubérculo esquecido


in; Courrier Internacional, Fevereiro de 2008

Nos USA a nossa Xerovia foi redescoberta como tubérculo, sendo muito apreciada na gastronomia. E nós o que fazemos? Desperdiçamos os nossos produtos, em vez de os valorizar. Salvo raras excepções, se nos restaurantes pedirmos Xerovía,obtemos a resposta não temos ou mesmo desconhecemos......