in: Diárioxxi
Beiras são “problema” na organização do sector do vinho
Quarta-Feira, 12 de Setembro de 2007
Reformulação das comissões vitivinícolas regionais
Falta consenso para juntar Beira Interior, Bairrada e Dão numa única
comissão vitivinícola regional, tal como pretendido pelo Governo. Prazo para as alterações termina no final do mês
Segundo Jaime Silva, o prazo para a apresentação de candidaturas das comissões vitivinícolas regionais a entidades certificadoras foi prolongado e já existem duas comissões definidas, a de Setúbal e a dos Vinhos Verdes. No entanto, continua a não haver consenso para formar uma única comissão das Beiras, juntando Beira Interior, Bairrada e Dão.
Há cerca de um ano, Jaime Silva avançou a proposta de reforma para o sector e pediu às entidades que se agregassem e se candidatassem a certificadoras, recordando que trabalhar em conjunto permite aumentar o peso, dimensão e prestígio em termos de mercado.
O ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas refere que existem "dois problemas" entre as comissões vitivinícolas regionais (CVR), um referente às Beiras e outro ao sul do País, Alentejo e Algarve.
Fontes ligadas às CVR, que acompanham o processo junto do Ministério da Agricultura, revelaram à Agência Lusa que já foram entregues quatro candidaturas para a criação das comissões do Vinho Verde, de Trás-os-Montes, da Península de Setúbal e do Alentejo.
Os responsáveis da CVR esperam que a tutela aceite as quatro candidaturas apresentadas, embora a proposta da CVR do Alentejo exclua a alternativa de criar apenas uma única entidade certificadora a sul do Tejo, como é objectivo do ministro. Conforme referem tanto o ministro como os responsáveis das CVR, o caso mais complicado é o das Beiras.
FALTA CONSENSO
Jaime Silva disse que existe uma comissão, do Dão, de grande dimensão, e duas, das Beiras e da Bairrada, com menor dimensão e foi proposto que aquelas três entidades se juntem, tendo a tutela pedido que tentassem negociar uma proposta equilibrada.
"Pedimos para [a comissão do] Dão fazer um esforço e apresentar uma proposta equilibrada para os órgãos da direcção" da futura entidade, apesar da sua posição dominante, referiu o ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas.
Mas, entre os responsáveis da CVR não há consenso quanto à nova distribuição: as fontes ligadas às entidades revelaram que, em vez de uma única CVR das Beiras, poderá existir uma outra que inclua as CVR do Dão e da Beira Interior. Caso não haja consenso, o ministro da Agricultura pode definir um modelo a publicar em despacho do Governo, como admitem os responsáveis das CVR.
Comissões vitivinícolas regionais
O que são as CVR?
AS CVR são entidades privadas financiadas integralmente pelos vitivinicultores, mas têm funções públicas delegadas pelo Estado na certificação de vinhos de indicação geográfica e denominação de origem.
Liberalização do vinho em 2014
O objectivo do ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas é concluir a organização das estruturas do sector do vinho o mais rápido possível, para "focar a atenção na reconversão e arranque selectivo da vinha", duas medidas integradas na reforma da Organização Comum do Mercado (OCM), a nível comunitário, que ainda não foi aprovada.
"Queremos preparar o sector nacional até 2014", quando se prevê a total liberalização do mercado do vinho europeu, para que seja competitivo a nível internacional, defendeu o ministro da Agricultura.
Depois, Portugal deverá direccionar todos os esforços na promoção dos vinhos nacionais, segundo os planos do governante.
quarta-feira, setembro 12, 2007
domingo, setembro 09, 2007
benefícios fiscais para empresas do interior
in: TSF
• INCENTIVOS
Governo aumenta benefícios fiscais para empresas do interior
O Governo anunciou este domingo, na Guarda, o aumento de benefícios fiscais para as empresas já instaladas ou que se queiram instalar no interior do país. A medida é uma aposta do Executivo para o desenvolvimento do interior do país e promover uma «discriminação positiva».
( 16:05 / 09 de Setembro 07 )
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou na Guarda o aumento dos benefícios fiscais para as empresas já instaladas ou a criar no interior do país, com o objectivo de promover «uma discriminação positiva» no que diz respeito a benefícios fiscais.
Perante um grupo de empresários, José Sócrates anunciou um aumento dos benefícios fiscais para dez por centos, para as empresas que já estão fixadas no interior do pais, e um aumento para 15 por cento para as novas empresas que se queiram fixar no interior de Portugal.
De acordo com o chefe do Governo, estes aumentos já serão contemplados no próximo Orçamento de Estado e pretendem assegurar uma «discriminação positiva» para que o interior do país possa desenvolver-se em condições de igualdade com o resto do território nacional.
«Para que aqui se localizem actividades económicas, para que atraiam emprego industrial e para que o interior do país possa oferecer aos seus cidadãos as mesmas condições de oportunidade que oferece todo o país. Isto podemos fazê-lo e se o podemos fazer, devemos fazê-lo», acrescentou.
O primeiro-ministro falava na sessão de encerramento da cerimónia de assinatura de 17 contratos com empresas e associações comerciais do distrito da Guarda no âmbito do programa MODCOM - Modernização do Comércio.
• INCENTIVOS
Governo aumenta benefícios fiscais para empresas do interior
O Governo anunciou este domingo, na Guarda, o aumento de benefícios fiscais para as empresas já instaladas ou que se queiram instalar no interior do país. A medida é uma aposta do Executivo para o desenvolvimento do interior do país e promover uma «discriminação positiva».
( 16:05 / 09 de Setembro 07 )
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou na Guarda o aumento dos benefícios fiscais para as empresas já instaladas ou a criar no interior do país, com o objectivo de promover «uma discriminação positiva» no que diz respeito a benefícios fiscais.
Perante um grupo de empresários, José Sócrates anunciou um aumento dos benefícios fiscais para dez por centos, para as empresas que já estão fixadas no interior do pais, e um aumento para 15 por cento para as novas empresas que se queiram fixar no interior de Portugal.
De acordo com o chefe do Governo, estes aumentos já serão contemplados no próximo Orçamento de Estado e pretendem assegurar uma «discriminação positiva» para que o interior do país possa desenvolver-se em condições de igualdade com o resto do território nacional.
«Para que aqui se localizem actividades económicas, para que atraiam emprego industrial e para que o interior do país possa oferecer aos seus cidadãos as mesmas condições de oportunidade que oferece todo o país. Isto podemos fazê-lo e se o podemos fazer, devemos fazê-lo», acrescentou.
O primeiro-ministro falava na sessão de encerramento da cerimónia de assinatura de 17 contratos com empresas e associações comerciais do distrito da Guarda no âmbito do programa MODCOM - Modernização do Comércio.
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beneficios fiscais para empresas do interior
quinta-feira, setembro 06, 2007
Internet WI-FI gratuita em Salvador
Excelente prática e iniciativa que democratiza o acesso livre à Internet, utilizando software livre-LINUX. Estes jovens, em continuidade do seu excelente trabalho, deveriam divulgar em toda a comunidade outros software, de base LINUX, livres de licença, como por exemplo o OFFICE OPEN. Foi este o caminho seguido na Extremadura espanhola, em que o governo local impôs a obrigatoriedade de utilização de software livre em toda a administração, incluindo a educação. Esta é a via da autonomia, relativamente às multinacionais e que leva à utilização da informática na resolução de problemas sentidos pelas comunidades e não pela imposição do software que lhe é imposto. Parabéns pela iniciativa e pelo sucesso, que se apoiou num investimento financeiro mínimo, mas num conhecimento enriquecedor adquirido pelos jovens indicados.
in:Reconquista
Sete antenas asseguram sinal
Salvador quebra barreiras no acesso à internet
A carolice de dois jovens da aldeia de Salvador permite que hoje seja possível aceder gratuitamente à internet nesta freguesia do concelho de Penamacor. O dispositivo foi montado nos tempos livres e contou com o apoio da Junta de Freguesia.
O que começou como uma brincadeira entre dois amigos transformou-se num projecto para toda uma aldeia. Rodrigo Lucas e Hélio Silva são vizinhos e há alguns anos começaram a jogar, cada um na sua casa, através de um sistema sem fios. Na altura o acesso à Internet através do chamado sistema wireless (sem fios) era ainda um conceito estranho para grande parte dos portugueses. A brincadeira tornou-se séria a partir do momento em que decidiram alargar o sistema sem fios a toda uma freguesia, para tornar o acesso à Internet em algo habitual. Hoje esse objectivo está plenamente alcançado.
“O objectivo era que o sinal chegasse a todas as ruas, o que foi conseguido”, diz Rodrigo Lucas. Para tornar isto possível foi necessário instalar várias antenas em pontos estratégicos da aldeia, como a sede da Junta de Freguesia e até a torre da Igreja, onde só os mais atentos conseguem dar pela antena. Mas o projecto encontrou no serviço de Internet, fornecido pela Portugal Telecom, um dos obstáculos ao projecto. Durante meses a aldeia lutou por um serviço de Internet por banda larga condigno, conseguindo levar o caso até à Assembleia da República. Mas mesmo assim “foi pedido um pacote de 4 megas mas actualmente não chega a um mega e meio”, explica Rodrigo Lucas. Na prática, o serviço prestado actualmente é mais lento que o desejável, mas o facto de existir uma internet grátis não é sinónimo de roubo de clientes à PT.
“Apesar de haver uma internet grátis na localidade existem muitos utilizadores com internet ADSL com assinatura, o que demonstra que uma coisa não invalida a outra”, diz Hélio Silva. Isto acontece porque o serviço prestado gratuitamente tem as suas limitações, para permitir um acesso igual a todos os utilizadores.
O sistema instalado faz limitação de banda por utilizador, impedindo que um ou dois utilizadores do serviço açambarquem o sinal. Isso faz com que “todas as pessoas acedam à mesma velocidade”, explica Hélio Silva. Tudo funciona em sistema Linux, o programa operativo gratuito que serve de alternativa ao Windows, e há ainda um dispositivo que armazena a informação a que os utilizadores acedem. A primeira vez que o ficheiro é solicitado demora mais algum tempo, mas depois disso fica armazenado no servidor e o utilizador seguinte abre-o em poucos segundos. A actualização da informação é feita automaticamente.
Os promotores limitaram ainda o acesso a downloads de ficheiros de filmes, música ou sítios para adultos. Hélio Silva diz que “a intenção deste tipo de serviço é fornecer uma internet funcional, de forma a garantir as necessidades básicas dos utilizadores”, como o acesso ao correio electrónico, bancos na Internet (home banking), Finanças ou Segurança Social, evitando que os habitantes ou visitantes da aldeia tenham de se deslocar a Penamacor para beneficiarem deste tipo de serviços. Durante as férias permite ainda o acesso à internet por parte dos emigrantes ou outros naturais da freguesia que visitam a aldeia por estes dias. No resto do ano “as pessoas que têm familiares lá fora podem falar com eles ou ver-se através de webcam”, diz Rodrigo Lucas.
Utilizadores em crescimento O projecto de Internet sem fios encontra-se a funcionar há poucos meses mas os resultados estão à vista. Segundo Rodrigo Lucas “em média temos cerca de seis computadores ligados, mas já estiveram perto de trinta diferentes”. Uma adesão corroborada por Hélio Silva que está convicto que “duplicou ou mesmo triplicou o número de utilizadores na freguesia”.
A Junta de Freguesia de Salvador, que financia o projecto, investiu cerca de 1500 euros na compra de equipamento. O resto do trabalho foi feito pelos dois jovens, que aos fins-de-semana aplicavam o tempo livre na montagem de todo o sistema.
Para Rodrigo Lucas o projecto é também uma oportunidade para mostrar o que vale, já que está a frequentar a Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Para desenvolver o projecto aconselhou-se com alguns professores, mas o espírito de carolice foi decisivo.
Para ter acesso à Internet sem fios em Salvador basta ter um computador com uma placa wireless e configurar o aparelho para “ler” o sinal. As instruções de configuração estão em vários pontos da aldeia. Os computadores portáteis mais recentes já têm este dispositivo mas os mais antigos podem ser equipados com um aparelho que pode ser adquirido a partir de 20 ou 30 euros.
O projecto desencadeou ainda um comportamento curioso. Neste momento “os miúdos de 13 ou 14 anos estão a ensinar os mais novos”, abrindo a Ludoteca da aldeia e tomando conta dessas crianças, explica Hélio Silva. No futuro quase tudo é possível, da disponibilização de serviços da Junta de Freguesia até à transmissão por internet das festas da aldeia.
José Furtado
in:Reconquista
Sete antenas asseguram sinal
Salvador quebra barreiras no acesso à internet
A carolice de dois jovens da aldeia de Salvador permite que hoje seja possível aceder gratuitamente à internet nesta freguesia do concelho de Penamacor. O dispositivo foi montado nos tempos livres e contou com o apoio da Junta de Freguesia.
O que começou como uma brincadeira entre dois amigos transformou-se num projecto para toda uma aldeia. Rodrigo Lucas e Hélio Silva são vizinhos e há alguns anos começaram a jogar, cada um na sua casa, através de um sistema sem fios. Na altura o acesso à Internet através do chamado sistema wireless (sem fios) era ainda um conceito estranho para grande parte dos portugueses. A brincadeira tornou-se séria a partir do momento em que decidiram alargar o sistema sem fios a toda uma freguesia, para tornar o acesso à Internet em algo habitual. Hoje esse objectivo está plenamente alcançado.
“O objectivo era que o sinal chegasse a todas as ruas, o que foi conseguido”, diz Rodrigo Lucas. Para tornar isto possível foi necessário instalar várias antenas em pontos estratégicos da aldeia, como a sede da Junta de Freguesia e até a torre da Igreja, onde só os mais atentos conseguem dar pela antena. Mas o projecto encontrou no serviço de Internet, fornecido pela Portugal Telecom, um dos obstáculos ao projecto. Durante meses a aldeia lutou por um serviço de Internet por banda larga condigno, conseguindo levar o caso até à Assembleia da República. Mas mesmo assim “foi pedido um pacote de 4 megas mas actualmente não chega a um mega e meio”, explica Rodrigo Lucas. Na prática, o serviço prestado actualmente é mais lento que o desejável, mas o facto de existir uma internet grátis não é sinónimo de roubo de clientes à PT.
“Apesar de haver uma internet grátis na localidade existem muitos utilizadores com internet ADSL com assinatura, o que demonstra que uma coisa não invalida a outra”, diz Hélio Silva. Isto acontece porque o serviço prestado gratuitamente tem as suas limitações, para permitir um acesso igual a todos os utilizadores.
O sistema instalado faz limitação de banda por utilizador, impedindo que um ou dois utilizadores do serviço açambarquem o sinal. Isso faz com que “todas as pessoas acedam à mesma velocidade”, explica Hélio Silva. Tudo funciona em sistema Linux, o programa operativo gratuito que serve de alternativa ao Windows, e há ainda um dispositivo que armazena a informação a que os utilizadores acedem. A primeira vez que o ficheiro é solicitado demora mais algum tempo, mas depois disso fica armazenado no servidor e o utilizador seguinte abre-o em poucos segundos. A actualização da informação é feita automaticamente.
Os promotores limitaram ainda o acesso a downloads de ficheiros de filmes, música ou sítios para adultos. Hélio Silva diz que “a intenção deste tipo de serviço é fornecer uma internet funcional, de forma a garantir as necessidades básicas dos utilizadores”, como o acesso ao correio electrónico, bancos na Internet (home banking), Finanças ou Segurança Social, evitando que os habitantes ou visitantes da aldeia tenham de se deslocar a Penamacor para beneficiarem deste tipo de serviços. Durante as férias permite ainda o acesso à internet por parte dos emigrantes ou outros naturais da freguesia que visitam a aldeia por estes dias. No resto do ano “as pessoas que têm familiares lá fora podem falar com eles ou ver-se através de webcam”, diz Rodrigo Lucas.
Utilizadores em crescimento O projecto de Internet sem fios encontra-se a funcionar há poucos meses mas os resultados estão à vista. Segundo Rodrigo Lucas “em média temos cerca de seis computadores ligados, mas já estiveram perto de trinta diferentes”. Uma adesão corroborada por Hélio Silva que está convicto que “duplicou ou mesmo triplicou o número de utilizadores na freguesia”.
A Junta de Freguesia de Salvador, que financia o projecto, investiu cerca de 1500 euros na compra de equipamento. O resto do trabalho foi feito pelos dois jovens, que aos fins-de-semana aplicavam o tempo livre na montagem de todo o sistema.
Para Rodrigo Lucas o projecto é também uma oportunidade para mostrar o que vale, já que está a frequentar a Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Para desenvolver o projecto aconselhou-se com alguns professores, mas o espírito de carolice foi decisivo.
Para ter acesso à Internet sem fios em Salvador basta ter um computador com uma placa wireless e configurar o aparelho para “ler” o sinal. As instruções de configuração estão em vários pontos da aldeia. Os computadores portáteis mais recentes já têm este dispositivo mas os mais antigos podem ser equipados com um aparelho que pode ser adquirido a partir de 20 ou 30 euros.
O projecto desencadeou ainda um comportamento curioso. Neste momento “os miúdos de 13 ou 14 anos estão a ensinar os mais novos”, abrindo a Ludoteca da aldeia e tomando conta dessas crianças, explica Hélio Silva. No futuro quase tudo é possível, da disponibilização de serviços da Junta de Freguesia até à transmissão por internet das festas da aldeia.
José Furtado
sexta-feira, agosto 31, 2007
Eventos de 1 a 15 de Setembro
Unesco European and Global Geopark
1º Geopark Português
Eventos de 1 a 15 de Setembro
Feira da Tigelada
A Câmara Municipal de Proença-a-Nova vai promover a 1.ª Feira da Tigelada, nos dias 31 de Agosto e 01 de Setembro, na Rua de Santa Cruz, uma iniciativa que conta com a presença de várias associações, especialistas neste doce tradicional da nossa região.
+ Informações
“Rali Chopard Automóveis Antigos às Termas de Monfortinho”
A Escudaria de Castelo Branco está a organizar o 15º “Rali Chopard Automóveis Antigos às Termas de Monfortinho”, nos próximos dias 7 e 8 de Setembro.
Esta iniciativa, que conta com o apoio da Naturtejo, empresa intermunicipal de turismo, do Município de Idanha-a-Nova, da Junta de Turismo de Monfortinho, das Juntas de Freguesia de Idanha-a-Nova, Proença-a-Velha, Idanha-a-Velha e Monfortinho, entre outros patrocinadores, vai reunir mais de cento e cinquenta participantes.
+ Informações
EVENTOS
Teatro
Castelo Branco – Espectáculo de teatro
“Barraca” apresenta "O Pranto de Maria Parda"
Idanha-a-Nova – Teatro no Centro Cultural Raiano
“A Herança Maldita”
Música
Idanha-a-Nova – Espectáculo de Música
“Toques do Caramulo”
Vila Velha de Ródão – Espectáculo Musical
“Anita no Brasil” anima a Casa de Artes e Cultura do Tejo
Exposições
Castelo Branco – Escultura, Desenho e Pintura
Museu do Canteiro recebe exposição “(Re)ver
Nisa – De 1 a 21 de Setembro
Exposição de pintura na Biblioteca Municipal
Desporto na Natureza /Formação
Idanha-a-Nova – Dia 9 de Setembro
Passeio de Cicloturismo descobre a “Rota das Vindimas”
Nisa – Rampa da Sr.ª da Graça
2º Grande Prémio de Carros de Rolamentos
Nisa – Acção de Formação
Animadores de Programas de Lazer e Natureza
1º Geopark Português
Eventos de 1 a 15 de Setembro
Feira da Tigelada
A Câmara Municipal de Proença-a-Nova vai promover a 1.ª Feira da Tigelada, nos dias 31 de Agosto e 01 de Setembro, na Rua de Santa Cruz, uma iniciativa que conta com a presença de várias associações, especialistas neste doce tradicional da nossa região.
+ Informações
“Rali Chopard Automóveis Antigos às Termas de Monfortinho”
A Escudaria de Castelo Branco está a organizar o 15º “Rali Chopard Automóveis Antigos às Termas de Monfortinho”, nos próximos dias 7 e 8 de Setembro.
Esta iniciativa, que conta com o apoio da Naturtejo, empresa intermunicipal de turismo, do Município de Idanha-a-Nova, da Junta de Turismo de Monfortinho, das Juntas de Freguesia de Idanha-a-Nova, Proença-a-Velha, Idanha-a-Velha e Monfortinho, entre outros patrocinadores, vai reunir mais de cento e cinquenta participantes.
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EVENTOS
Teatro
Castelo Branco – Espectáculo de teatro
“Barraca” apresenta "O Pranto de Maria Parda"
Idanha-a-Nova – Teatro no Centro Cultural Raiano
“A Herança Maldita”
Música
Idanha-a-Nova – Espectáculo de Música
“Toques do Caramulo”
Vila Velha de Ródão – Espectáculo Musical
“Anita no Brasil” anima a Casa de Artes e Cultura do Tejo
Exposições
Castelo Branco – Escultura, Desenho e Pintura
Museu do Canteiro recebe exposição “(Re)ver
Nisa – De 1 a 21 de Setembro
Exposição de pintura na Biblioteca Municipal
Desporto na Natureza /Formação
Idanha-a-Nova – Dia 9 de Setembro
Passeio de Cicloturismo descobre a “Rota das Vindimas”
Nisa – Rampa da Sr.ª da Graça
2º Grande Prémio de Carros de Rolamentos
Nisa – Acção de Formação
Animadores de Programas de Lazer e Natureza
quinta-feira, agosto 30, 2007
violoncelista Catarina Rafael, novo valor como instrumentista
in: Diário xxi
Natural da Covilhã, foi convidada para estudar numa das melhores escolas da Europa
Sonho de vingar na música da violoncelista Catarina Rafael continua em Manchester
Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2007
Os próximos quatro anos de Catarina Rafael vão ser passados na Royal Northern College of Music. Ao Diário XXI, conta as expectativas e as ambições para uma carreira que pode ser de grande sucesso
Texto e fotos Francisco Cardona
Há pouco mais de oito anos, altura em que iniciou os estudos musicais, nada fazia prever o futuro auspicioso de que hoje Catarina Rafael se pode orgulhar. Não lhe corre sangue de músicos nas veias, já que é filha de pai agricultor e mãe comerciante. Curiosamente, o amor pelo violoncelo também não foi à primeira vista, nesta covilhanense natural do Sarzedo, a mais pequena aldeia do concelho serrano.
Aos sete anos teve o seu primeiro instrumento musical: um órgão oferecido pelos avós. No ensino preparatório aprendeu flauta, mas o seu coração há muito que batia acelerado ao ouvir, lá em casa, o irmão tocar violoncelo. “Sentia o fascínio de uma sonoridade vibrante e, aos 12 anos, decidi que queria estudar violoncelo”, conta Catarina, que iniciou a aprendizagem na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), passou por Lisboa, pela Holanda e, nos próximos quatro anos, vai estudar na Royal Northern College of Music, em Manchester, Inglaterra.
“É um verdadeiro sonho tornado realidade”, confessa a jovem violoncelista convidada para estudar em Inglaterra pela professora Karine Georgian. Um nome prestigiado do violoncelo a nível mundial, que tem no currículo o triunfo na terceira edição do "International Tchaikovsky Competition", um dos mais célebres eventos de música clássica no mundo, que se realiza em Moscovo, de quatro em quatro anos.
CONVITE FEITO EM ITÁLIA
O convite surgiu este Verão, em Itália, durante a realização de uma Masterclass de Violoncelo que reuniu dois instrumentistas italianos, dois portugueses, uma inglesa, uma coreana e uma indonésia. “Tive de conter a satisfação e o entusiasmo quando a professora me chamou à parte e me propôs estudar em Manchester”, refere a jovem seleccionada entre os sete instrumentistas. Apesar do convite, teve de prestar provas de ingresso e foi aprovada obtendo uma bolsa oferecida pela cooperativa GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas Intérpretes ou Executantes (ver caixa).
A jovem violoncelista detém uma vontade férrea de “fazer música”, de “viajar”, de “conhecer outras gentes e línguas”, que lhe aguçou o engenho e o talento. “Aos 12 anos estava farta do ensino normal, sentia que estava a perder tempo numa escola preparatória e disse aos meus pais que queria estudar violoncelo. Não me disseram que não, mas questionaram se teria talento”, conta Catarina Rafael, visivelmente satisfeita por ter demonstrado as suas capacidades.
Nos anos que se seguiram, a vida de Catarina passou por muitas horas de trabalho intenso, que a levaram a abdicar de “muitas coisas próprias da adolescência”. “A formação implica mais de quatro horas de estudo diário com o instrumento, portanto, não me sobrava muito tempo para ir ao café ou à praia. Mas valeu a pena”, garante.
LISBOA E HOLANDA, DEPOIS DA COVILHÃ
Concluído o 12.º ano no ensino integrado, Catarina frequentou o Conservatório Nacional de Lisboa, em 2005/2006, seguindo para a Faculty of Music da School of the Arts em Utrecht (Holanda). “Vim das provas em Amesterdão, cheguei a Lisboa e deparei-me com uma folha que indicava o último dia para candidaturas a bolsa de estudo de Masterclass”, oferecida pelo Rotary Clube de Lisboa. “Gostaram de mim e ganhei a bolsa”. Foi aqui que a vida de Catarina Rafael deu uma reviravolta “fantástica” após o convite de Karine Georgian. Nada poderia ter deixado a jovem instrumentista mais feliz. “É bom ir lá fora para abrir os horizontes e aprender.
Aos 20 anos restam-lhe ainda “muitos sonhos” por concretizar: “Ser feliz a fazer música”, “tocar com Yo-yo-ma e Karine Georgian” são alguns dos sonhos de Catarina Rafael. Com especial apetência para a interpretação de peças clássicas a solo, Catarina considera-se instrumentista “versátil” que não enjeita o improviso. “Durante três meses toquei com o Quinto Império no Hot Clube de Portugal e a experiência agradou-me bastante”, confessa.
Por agora, é entre russos, ingleses, americanos, chineses e franceses que Catarina tentará adaptar-se à “vida atribulada” de Manchester a partir do próximo dia 7 de Setembro. O regresso a Portugal após a conclusão da licenciatura ainda é uma incógnita. “Se daqui a quatro anos tiver ruma grande oportunidade de tocar, por exemplo, na Orquestra Filarmónica de Berlim é óbvio que não regresso a Portugal”, afirma entre sorrisos. “Já estou a sonhar um bocado”, mas não é o sonho que comanda a vida?”, conclui.
A Royal Northern College of Music tem mais de 700 alunos provenientes de 50 países, estando entre as mais conceituadas escolas de música a nível europeu, assumindo principal destaque no ensino de violoncelo.
“Estreia” na EPABI em 1999
Aprendizagem começou há oito anos
Catarina Rafael iniciou os seus estudos musicais em 1999, na classe de Violoncelo sob orientação do professor Rogério Peixinho, na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), na Covilhã. No ano lectivo 2005/2006, foi aluna da Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, na classe de Violoncelo do professor Luís Sá Pessoa. Em 2006/2007, estudou na Faculty of Music da School of the Arts em Utrecht (Holanda), na classe de Violoncelo do professor Ran Varon.
Integrou diversas orquestras sob a direcção dos maestros Luís Cipriano, António Oliveira e Silva, Nuno Dario Sá, Christopher Bochman, Jean Sébastien Béreau e Martin André e participou como violoncelista o bailado "Rotterdam Dans", sob orientação da coreógrafa italiana Maria Eugenia Demeglio, que efectuou apresentações em Haia e Roterdão, em Junho de 2007.
Rogério Peixinho elogia antiga aluna
“Talento e personalidade forte”
Rogério Peixinho iniciou os seus estudos de violoncelo na classe de Luísa de Vasconcelos no Conservatório Regional de Música de Castelo Branco, tendo sido esta a sua grande mentora musical e com a qual terminou o curso superior. Enquanto estudante, integrou a Orquestra das Escolas de Musica Particulares, sendo 1º violoncelo em 1989, 1990 e 1992 onde estudou com Paulo Gaio Lima e Irene Lima. Actualmente é membro da “Orquestra Barroca de Lisboa” e dirige a classe de Orquestra da Escola Profissional de Artes da Beira Interior, onde lecciona violoncelo e assume a direcção pedagógica do Conservatório Regional de Música da Covilhã.
Sobre Catarina Rafael não tem dúvidas quanto à sua qualidade: “A Catarina é uma grande violoncelista e entrou numa das melhores escolas do mundo. Há muitos que queriam fazer o percurso que ela está a fazer, mas ela além de talento tem garra e uma personalidade muito forte e vai conseguir vingar no mundo da música. A Catarina tem tudo para vir a ser uma das melhores violoncelistas de geração dela.”
Só o talento não chega, diz Filipe Quaresma
“Vai ter de trabalhar”
Filipe Quaresma, nasceu em 1980 na Covilhã. Iniciou os seus estudos musicais em violoncelo aos 12 anos com o professor Rogério Peixinho na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Entre 1998 e 2003 estudou com David Strange e Mats Lidstrom na Royal Academy of Music. Integrou a Orquestra de Jovens da União Europeia e Orquestra Sinfónica da BBC.
“É uma grande motivação para qualquer pessoa entrar numa instituição. Representa uma motivação extra. Só o facto de ter entrada vai permitir progressos imediatos, mas nem tudo é um mar de rosas”, refere. Para o músico, Catarina terá de trabalhar imenso porque vai encontrar um nível elevadíssimo e muito competitivo. Não tem nada a ver com o que se passa em Portugal”.
A covilhanense terá uma grande progressão, segundo prognostica. “Conheço bem a violoncelista que a vai orientar e estou certo que a progressão vai ser grande, mas depende sobretudo do trabalho da Catarina. Estar lá já é uma grande ajuda, mas o talento não chega, é preciso muito trabalho, muita dedicação e disciplina. O talento é uma parte importante mas só com talento é impossível atingir voos mais altos”
Instituição vai pagar estudos de Catarina Rafael
Cooperativa gere direitos de mais de mil 300 artistas
A Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas intérpretes ou Executantes (www.gdaie.pt) é uma entidade de interesse público, sem fins lucrativos, estando legalmente autorizada a efectuar a gestão colectiva dos direitos dos artistas (actores, bailarinos e músicos).
Fundada em 1995, conta hoje com mais de mil e 300 cooperantes e administra direitos de mais de 200 mil artistas de todo o mundo, na medida em que as suas prestações artísticas tenham sido criadas, comercializadas ou utilizadas em Portugal.
A actividade principal da instituição é a cobrança colectiva dos direitos de Propriedade Intelectual, aqueles que não podem ser geridos individualmente, assim como a sua distribuição pelos artistas titulares.
Amanhã, junto ao Jardim Público
Violoncelista despede-se com concerto
A violoncelista Catarina Rafael apresenta-se, amanhã, num espectáculo intimista, antes de partir para Manchester. A partir das 21h30, a jovem estará no recém inaugurado Bar Covilhã Jardim, junto ao Jardim Público. Catarina Rafael irá interpretar peças clássicas num ambiente informal e descontraído que pretende ser uma festa de despedida da jovem, natural do Sarzedo, antes da sua partida para Inglaterra.
Natural da Covilhã, foi convidada para estudar numa das melhores escolas da Europa
Sonho de vingar na música da violoncelista Catarina Rafael continua em Manchester
Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2007
Os próximos quatro anos de Catarina Rafael vão ser passados na Royal Northern College of Music. Ao Diário XXI, conta as expectativas e as ambições para uma carreira que pode ser de grande sucesso
Texto e fotos Francisco Cardona
Há pouco mais de oito anos, altura em que iniciou os estudos musicais, nada fazia prever o futuro auspicioso de que hoje Catarina Rafael se pode orgulhar. Não lhe corre sangue de músicos nas veias, já que é filha de pai agricultor e mãe comerciante. Curiosamente, o amor pelo violoncelo também não foi à primeira vista, nesta covilhanense natural do Sarzedo, a mais pequena aldeia do concelho serrano.
Aos sete anos teve o seu primeiro instrumento musical: um órgão oferecido pelos avós. No ensino preparatório aprendeu flauta, mas o seu coração há muito que batia acelerado ao ouvir, lá em casa, o irmão tocar violoncelo. “Sentia o fascínio de uma sonoridade vibrante e, aos 12 anos, decidi que queria estudar violoncelo”, conta Catarina, que iniciou a aprendizagem na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), passou por Lisboa, pela Holanda e, nos próximos quatro anos, vai estudar na Royal Northern College of Music, em Manchester, Inglaterra.
“É um verdadeiro sonho tornado realidade”, confessa a jovem violoncelista convidada para estudar em Inglaterra pela professora Karine Georgian. Um nome prestigiado do violoncelo a nível mundial, que tem no currículo o triunfo na terceira edição do "International Tchaikovsky Competition", um dos mais célebres eventos de música clássica no mundo, que se realiza em Moscovo, de quatro em quatro anos.
CONVITE FEITO EM ITÁLIA
O convite surgiu este Verão, em Itália, durante a realização de uma Masterclass de Violoncelo que reuniu dois instrumentistas italianos, dois portugueses, uma inglesa, uma coreana e uma indonésia. “Tive de conter a satisfação e o entusiasmo quando a professora me chamou à parte e me propôs estudar em Manchester”, refere a jovem seleccionada entre os sete instrumentistas. Apesar do convite, teve de prestar provas de ingresso e foi aprovada obtendo uma bolsa oferecida pela cooperativa GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas Intérpretes ou Executantes (ver caixa).
A jovem violoncelista detém uma vontade férrea de “fazer música”, de “viajar”, de “conhecer outras gentes e línguas”, que lhe aguçou o engenho e o talento. “Aos 12 anos estava farta do ensino normal, sentia que estava a perder tempo numa escola preparatória e disse aos meus pais que queria estudar violoncelo. Não me disseram que não, mas questionaram se teria talento”, conta Catarina Rafael, visivelmente satisfeita por ter demonstrado as suas capacidades.
Nos anos que se seguiram, a vida de Catarina passou por muitas horas de trabalho intenso, que a levaram a abdicar de “muitas coisas próprias da adolescência”. “A formação implica mais de quatro horas de estudo diário com o instrumento, portanto, não me sobrava muito tempo para ir ao café ou à praia. Mas valeu a pena”, garante.
LISBOA E HOLANDA, DEPOIS DA COVILHÃ
Concluído o 12.º ano no ensino integrado, Catarina frequentou o Conservatório Nacional de Lisboa, em 2005/2006, seguindo para a Faculty of Music da School of the Arts em Utrecht (Holanda). “Vim das provas em Amesterdão, cheguei a Lisboa e deparei-me com uma folha que indicava o último dia para candidaturas a bolsa de estudo de Masterclass”, oferecida pelo Rotary Clube de Lisboa. “Gostaram de mim e ganhei a bolsa”. Foi aqui que a vida de Catarina Rafael deu uma reviravolta “fantástica” após o convite de Karine Georgian. Nada poderia ter deixado a jovem instrumentista mais feliz. “É bom ir lá fora para abrir os horizontes e aprender.
Aos 20 anos restam-lhe ainda “muitos sonhos” por concretizar: “Ser feliz a fazer música”, “tocar com Yo-yo-ma e Karine Georgian” são alguns dos sonhos de Catarina Rafael. Com especial apetência para a interpretação de peças clássicas a solo, Catarina considera-se instrumentista “versátil” que não enjeita o improviso. “Durante três meses toquei com o Quinto Império no Hot Clube de Portugal e a experiência agradou-me bastante”, confessa.
Por agora, é entre russos, ingleses, americanos, chineses e franceses que Catarina tentará adaptar-se à “vida atribulada” de Manchester a partir do próximo dia 7 de Setembro. O regresso a Portugal após a conclusão da licenciatura ainda é uma incógnita. “Se daqui a quatro anos tiver ruma grande oportunidade de tocar, por exemplo, na Orquestra Filarmónica de Berlim é óbvio que não regresso a Portugal”, afirma entre sorrisos. “Já estou a sonhar um bocado”, mas não é o sonho que comanda a vida?”, conclui.
A Royal Northern College of Music tem mais de 700 alunos provenientes de 50 países, estando entre as mais conceituadas escolas de música a nível europeu, assumindo principal destaque no ensino de violoncelo.
“Estreia” na EPABI em 1999
Aprendizagem começou há oito anos
Catarina Rafael iniciou os seus estudos musicais em 1999, na classe de Violoncelo sob orientação do professor Rogério Peixinho, na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), na Covilhã. No ano lectivo 2005/2006, foi aluna da Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, na classe de Violoncelo do professor Luís Sá Pessoa. Em 2006/2007, estudou na Faculty of Music da School of the Arts em Utrecht (Holanda), na classe de Violoncelo do professor Ran Varon.
Integrou diversas orquestras sob a direcção dos maestros Luís Cipriano, António Oliveira e Silva, Nuno Dario Sá, Christopher Bochman, Jean Sébastien Béreau e Martin André e participou como violoncelista o bailado "Rotterdam Dans", sob orientação da coreógrafa italiana Maria Eugenia Demeglio, que efectuou apresentações em Haia e Roterdão, em Junho de 2007.
Rogério Peixinho elogia antiga aluna
“Talento e personalidade forte”
Rogério Peixinho iniciou os seus estudos de violoncelo na classe de Luísa de Vasconcelos no Conservatório Regional de Música de Castelo Branco, tendo sido esta a sua grande mentora musical e com a qual terminou o curso superior. Enquanto estudante, integrou a Orquestra das Escolas de Musica Particulares, sendo 1º violoncelo em 1989, 1990 e 1992 onde estudou com Paulo Gaio Lima e Irene Lima. Actualmente é membro da “Orquestra Barroca de Lisboa” e dirige a classe de Orquestra da Escola Profissional de Artes da Beira Interior, onde lecciona violoncelo e assume a direcção pedagógica do Conservatório Regional de Música da Covilhã.
Sobre Catarina Rafael não tem dúvidas quanto à sua qualidade: “A Catarina é uma grande violoncelista e entrou numa das melhores escolas do mundo. Há muitos que queriam fazer o percurso que ela está a fazer, mas ela além de talento tem garra e uma personalidade muito forte e vai conseguir vingar no mundo da música. A Catarina tem tudo para vir a ser uma das melhores violoncelistas de geração dela.”
Só o talento não chega, diz Filipe Quaresma
“Vai ter de trabalhar”
Filipe Quaresma, nasceu em 1980 na Covilhã. Iniciou os seus estudos musicais em violoncelo aos 12 anos com o professor Rogério Peixinho na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Entre 1998 e 2003 estudou com David Strange e Mats Lidstrom na Royal Academy of Music. Integrou a Orquestra de Jovens da União Europeia e Orquestra Sinfónica da BBC.
“É uma grande motivação para qualquer pessoa entrar numa instituição. Representa uma motivação extra. Só o facto de ter entrada vai permitir progressos imediatos, mas nem tudo é um mar de rosas”, refere. Para o músico, Catarina terá de trabalhar imenso porque vai encontrar um nível elevadíssimo e muito competitivo. Não tem nada a ver com o que se passa em Portugal”.
A covilhanense terá uma grande progressão, segundo prognostica. “Conheço bem a violoncelista que a vai orientar e estou certo que a progressão vai ser grande, mas depende sobretudo do trabalho da Catarina. Estar lá já é uma grande ajuda, mas o talento não chega, é preciso muito trabalho, muita dedicação e disciplina. O talento é uma parte importante mas só com talento é impossível atingir voos mais altos”
Instituição vai pagar estudos de Catarina Rafael
Cooperativa gere direitos de mais de mil 300 artistas
A Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas intérpretes ou Executantes (www.gdaie.pt) é uma entidade de interesse público, sem fins lucrativos, estando legalmente autorizada a efectuar a gestão colectiva dos direitos dos artistas (actores, bailarinos e músicos).
Fundada em 1995, conta hoje com mais de mil e 300 cooperantes e administra direitos de mais de 200 mil artistas de todo o mundo, na medida em que as suas prestações artísticas tenham sido criadas, comercializadas ou utilizadas em Portugal.
A actividade principal da instituição é a cobrança colectiva dos direitos de Propriedade Intelectual, aqueles que não podem ser geridos individualmente, assim como a sua distribuição pelos artistas titulares.
Amanhã, junto ao Jardim Público
Violoncelista despede-se com concerto
A violoncelista Catarina Rafael apresenta-se, amanhã, num espectáculo intimista, antes de partir para Manchester. A partir das 21h30, a jovem estará no recém inaugurado Bar Covilhã Jardim, junto ao Jardim Público. Catarina Rafael irá interpretar peças clássicas num ambiente informal e descontraído que pretende ser uma festa de despedida da jovem, natural do Sarzedo, antes da sua partida para Inglaterra.
Instrumentos musicais
O Ti Zé dos Bombos, no Salgueiro-Três Povos-Fundão, prossegue no seu trabalho de fabricante de flautas pastoris e Bombos. Seria interessante que o seu instrumento servisse para aprendizagem nas escolas do 2º Ciclo, na disciplina de Educação Musical, cujo programa inclui a aprendizagem de flauta. É curioso que, actualmente, sejam os espanhóis os únicos clientes na aquisição de Bombos.
in: www.jornaldofundao.pt
SECÇÃO: Regional
Antigo pastor é agora fabricante de pífaros
É carinhosamente apelidado por Ti Zé dos Bombos. Uma alcunha que lhe vem do facto de desde há muitos anos fabricar bombos e pífaros. Clientes não faltam
A RECEPÇÃO foi ao som do pífaro e do bombo. Um mini-concerto promovido por Ti Zé dos Bombos e Celeste Carrola que serviu também para apresentar os objectos que o tornaram conhecido nos Três Povos. Depois de tão animado concerto, este artesão contou as estórias e histórias de uma vida. José dos Santos (Ti Zé dos Bombos como é conhecido) é uma figura respeitada. Com onze anos, José dos Santos “foi obrigado’’ a ir servir para a Quinta da Caneca, lá para os lados da Capinha. A tarefa que lhe foi incumbida de fazer foi guardar ovelhas. “Na quinta onde trabalhava havia no total 1500 cabeças! Eu também fazia os queijos. Mais tarde, passei a chefe dos pastores”, recorda. “Nos tempos livres tocava pífaro”, disse ainda. “Naquela altura o pífaro custou-me cinco escudos. Uma fortuna!”, conta. Aprendeu sozinho a tocar. “Quando o comprei olhava para ele para lhe tirar o molde. Um dia, andava na quinta com o rebanho de ovelhas e cortei um salgueiro. Com a ajuda do canivete fiz um. Foi assim que comecei. Sabe que a vida de pastor é de solidão. Então, aproveitava para fazer pífaros”, diz. Depois desta tentativa bem sucedida, começou por experimentar a construir outro tipo de objectos em madeira: bonecos, talheres, rocas, entre outros. O talento e a imaginação são qualidades que são apreciadas por quem o vista para ver e comprar. “Aparece-me aqui gente de todo o país que gosta de apreciar o meu trabalho”. Muito mais tarde Ti Zé dos Bombos resolveu experimentar construir um bombo. Esteve um dia inteiro para o construir, mas o resultado foi um êxito.
“Comprei umas peles, uns arcos, entre outros materiais e fiz um bombo. O primeiro que fiz foi com uma botelha”, recorda. Foi desta forma e até hoje que José dos Sartos nunca mais parou de fazer bombos que são muito procurados por espanhóis. Actualmente, com as pernas cansadas, Ti Zé dos Bombos continua a construí-los mas só por encomenda. Quando interrogado acerca do tempo que demora a construir um bombo, diz que depende do tamanho. Normalmente demora um dia.
No Salgueiro já ensinou algumas pessoas na tentativa de que esta arte não morra. “Gostaria que alguém da minha família continuasse com esta arte. Mas ninguém quer saber disso. Já ensinei a uma rapaziada cá do Salgueiro e um deles acabou por aprender e até os faz”, diz satisfeito.
domingo, agosto 12, 2007
Sumário de Adufe nº 11
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O Nº 11 da Revista Adufe, Revista Cultural de Idanha-a-Nova, para além da agenda de actividades que irão decorrer no Concelho, incluí imensa informação sobre o GEO PARK, nomeadamente no referente à flora e fauna e recursos geológicos. Reproduz-se uma imagem do sumário e de informação sobre a Herdade da Poupa. Sugiro a leitura da revista, tanto mais que é de distribuição gratuita e dou os meus parabéns à equipa redatorial e a todos os financiadores. É pena que a mesma não esteja disponível on-line, por exemplo no site da Câmara Municipal. Uma versão simplificada, na forma de Newletter permitiria também uma divulgação mais ampla. Parabéns, de novo.
sábado, agosto 11, 2007
Lince na Malcata-situação em 2007
in: http://lynxpardinus.naturlink.pt/
Há ou não linces na Serra da Malcata?
Possibilidade de reprodução em cativeiro
A presidente da Comissão Directiva da Reserva Natural da Serra da Malcata, Sofia Silveira, considera que a controvérsia, suscitada nos últimos meses, sobre a existência de linces naquela área protegida não faz qualquer sentido. Mesmo sem querer avançar números e de sublinhar que se trata de uma espécie «em situação crítica», Sofia Silveira garante que há linces na Malcata. A presidente da Comissão Directiva garantiu ainda que a Reserva vai continuar a desenvolver acções no âmbito da preservação do lince, nomeadamente no que diz respeito à conservação de habitats e construção de abrigos artificiais.
Entretanto, existe no Instituto de Conservação da Natureza (ICN) um plano de acção que prevê a possibilidade de reprodução do lince em cativeiro, para posterior reintrodução no habitat natural. Mas enquanto que em Portugal, nomeadamente na Serra da Malcata ainda não existem essas estruturas, há um acordo com os espanhóis que já possuem áreas vedadas e adaptadas para o efeito. No âmbito desse acordo, foi convidado um especialista americano em captura de linces para que possam ser enviados para a Espanha. O especialista deverá começar a trabalhar em Portugal já no mês de Março.
A controvérsia sobre a existência de linces na Serra da Malcata surgiu a meados do mês de Janeiro, quando um dos biólogos que trabalham na Reserva da Malcata, Pedro Sarmento, disse, em declarações ao jornal «Público» que o lince na Malcata estaria à beira do fim. É que desde Janeiro de 99 que os biólogos procuram em vão qualquer sinal do felino, nem mesmo pegadas ou dejectos.
É então que a Liga para a Protecção da Natureza exige ao Ministério do Ambiente a divulgação do relatório final de um estudo sobre a conservação do lince na Serra da Malcata, realizado no âmbito do Programa Liberne. De acordo com a Liga, o documento estaria a circular restritamente, por ordem da presidência do Instituto da Conservação da Natureza (ICN).
Foi precisamente com base neste estudo que, o presidente do ICN, Carlos Guerra viria a afirmar em finais de Janeiro que «há linces na Serra da Malcata». O presidente do ICN garantiu que o estudo «O Lince Ibérico em Portugal», realizado num perímetro que envolve a Reserva Natural da Serra da Malcata e alguns núcleos da zona de Monfortinho e de Proença-a-Velha, numa área de 450 quilómetros, foram confirmados sete a nove exemplares."
O que é que na Beira Interior fizemos para pressionar o Presidente do ICN, a divulgar o Relatório sobre o Lince na Serra da Malcata? Lanço um apelo, ao Presidente da Câmara de Penamacor e também ao de Idanha-a-Nova, no sentido de exigirem a divulgação do referido Relatório e a promoverem a sua divulgação, a nível nacional. Se compararem este texto, que tem a mesma origem do do Post anterior, com o do Post anterior, encontrarão inúmeras contradições. No primeiro afirma-se a provável inexistência do Lince Ibérico, actualmente, na Serra da Malcata, no segundo assegura-se a sua existência, em resultado de investigações do ICN. Perante a confirmação da localização recente de exemplares em Monfortinho e Proença-a-Velha, ganha outro sentido a contestação à não criação do Centro de Reprodução na Malcata. A teoria de que as questões ambientais, para a preservação do lince ibérico, na Malcata, se têm degradado, caí por terra. Nos últimos anos, com a actividade de implementação do Turismo cinegético, promovidos pelo Grupo Espirito Santo e também pelo Hotel de caça do Ladoeiro, a população de coelho bravo tem aumentado, na região, de forma muito significativa e visível. De cada vez que tenho atravessado os campos de Idanha, em pleno dia, nos últimos anos, tenho encontrado coelhos na proximidade das estradas, coisa que era mais difícil de encontrar nos anos 80 e 90. Este, como se tem descrito, é um factor indispensável para a sobrevivência do Lince. A linha de continuidade com as Serras da Gata e Béjar, onde existem populações observadas de lince Ibérico, seria um outro factor a favor da criação do Centro de Reprodução na Serra da Malcata.
Há ou não linces na Serra da Malcata?
Possibilidade de reprodução em cativeiro
A presidente da Comissão Directiva da Reserva Natural da Serra da Malcata, Sofia Silveira, considera que a controvérsia, suscitada nos últimos meses, sobre a existência de linces naquela área protegida não faz qualquer sentido. Mesmo sem querer avançar números e de sublinhar que se trata de uma espécie «em situação crítica», Sofia Silveira garante que há linces na Malcata. A presidente da Comissão Directiva garantiu ainda que a Reserva vai continuar a desenvolver acções no âmbito da preservação do lince, nomeadamente no que diz respeito à conservação de habitats e construção de abrigos artificiais.
Entretanto, existe no Instituto de Conservação da Natureza (ICN) um plano de acção que prevê a possibilidade de reprodução do lince em cativeiro, para posterior reintrodução no habitat natural. Mas enquanto que em Portugal, nomeadamente na Serra da Malcata ainda não existem essas estruturas, há um acordo com os espanhóis que já possuem áreas vedadas e adaptadas para o efeito. No âmbito desse acordo, foi convidado um especialista americano em captura de linces para que possam ser enviados para a Espanha. O especialista deverá começar a trabalhar em Portugal já no mês de Março.
A controvérsia sobre a existência de linces na Serra da Malcata surgiu a meados do mês de Janeiro, quando um dos biólogos que trabalham na Reserva da Malcata, Pedro Sarmento, disse, em declarações ao jornal «Público» que o lince na Malcata estaria à beira do fim. É que desde Janeiro de 99 que os biólogos procuram em vão qualquer sinal do felino, nem mesmo pegadas ou dejectos.
É então que a Liga para a Protecção da Natureza exige ao Ministério do Ambiente a divulgação do relatório final de um estudo sobre a conservação do lince na Serra da Malcata, realizado no âmbito do Programa Liberne. De acordo com a Liga, o documento estaria a circular restritamente, por ordem da presidência do Instituto da Conservação da Natureza (ICN).
Foi precisamente com base neste estudo que, o presidente do ICN, Carlos Guerra viria a afirmar em finais de Janeiro que «há linces na Serra da Malcata». O presidente do ICN garantiu que o estudo «O Lince Ibérico em Portugal», realizado num perímetro que envolve a Reserva Natural da Serra da Malcata e alguns núcleos da zona de Monfortinho e de Proença-a-Velha, numa área de 450 quilómetros, foram confirmados sete a nove exemplares."
O que é que na Beira Interior fizemos para pressionar o Presidente do ICN, a divulgar o Relatório sobre o Lince na Serra da Malcata? Lanço um apelo, ao Presidente da Câmara de Penamacor e também ao de Idanha-a-Nova, no sentido de exigirem a divulgação do referido Relatório e a promoverem a sua divulgação, a nível nacional. Se compararem este texto, que tem a mesma origem do do Post anterior, com o do Post anterior, encontrarão inúmeras contradições. No primeiro afirma-se a provável inexistência do Lince Ibérico, actualmente, na Serra da Malcata, no segundo assegura-se a sua existência, em resultado de investigações do ICN. Perante a confirmação da localização recente de exemplares em Monfortinho e Proença-a-Velha, ganha outro sentido a contestação à não criação do Centro de Reprodução na Malcata. A teoria de que as questões ambientais, para a preservação do lince ibérico, na Malcata, se têm degradado, caí por terra. Nos últimos anos, com a actividade de implementação do Turismo cinegético, promovidos pelo Grupo Espirito Santo e também pelo Hotel de caça do Ladoeiro, a população de coelho bravo tem aumentado, na região, de forma muito significativa e visível. De cada vez que tenho atravessado os campos de Idanha, em pleno dia, nos últimos anos, tenho encontrado coelhos na proximidade das estradas, coisa que era mais difícil de encontrar nos anos 80 e 90. Este, como se tem descrito, é um factor indispensável para a sobrevivência do Lince. A linha de continuidade com as Serras da Gata e Béjar, onde existem populações observadas de lince Ibérico, seria um outro factor a favor da criação do Centro de Reprodução na Serra da Malcata.
Reserva da Malcata
Afinal o Centro de Reprodução do Lince Ibérico vai para o Algarve. A reserva da Serra da Malcata, criada expressamente para proteger o Lince Ibérico foi preterida, a favor do Algarve. Bem sei que no Algarve trabalha um biólogo inglês, que tem procurado divulgar a nível mundial, o perigo de extinção do lince ibérico e que sem ajudas do OGE, tem procurado provar que há uma forte probabilidade de encontrar e preservar o lince ibérico, nas serras algarvias.
in: http://lynxpardinus.naturlink.pt/
"Regiões Mata Mediterrânica Mapas
As principais populações portuguesas de Lince-Ibérico associam-se a quatro regiões nas quais a presença da espécie assenta sobre raízes antigas e é consolidada com dados recentes.
ALGARVE (incluindo as serras do Cercal e da bacia do rio Mira tal como a vertente norte das serras de Monchique e Caldeirão)
A ocorrência do felídeo nesta região está ligada às áres montanhosas de Espinhaço de Cão, Monchique e Caldeirão, estando a população isolada provavelmente desde os anos 40.
O Lince ocupa uma área de cerca 650 km², sendo a maior área de ocorrência em Portugal apesar do elevado grau de fragmentação que apresenta. Verifica-se a existência de cinco núcleos principais de ocorrência, ainda conectados por "corredores" de habitat favorável.
Estima-se que a população seja constituída por cerca de 18-24 (1995), decrescendo a densidade e os indícios de reprodução de Oeste para Este. As ameaças actuais mais importantes são a escassez de coelho-bravo, as florestações e os incêndios de Verão.
Em Portugal são dados ao Lince vários nomes vernáculos, consoante a região. No Algarve, a espécie era originalmente denominada "gato-cravo", "gato-lince" e "liberne".
CONTENDA-BARRANCOS
A reduzida informação recente acerca desta população aponta para uma possível regressão. Parte dos Linces estarão associados à existência do Perímetro Florestal da Contenda, devendo a área ocupada ser pouco extensa.
Este núcleo parece estar isolado de outros em Portugal, mas é contíguo com a população Espanhola da Serra Morena occidental, constituída por cerca de 53 indivíduos.
Chama-se popularmente "gato-cravo" nesta área.
SERRA DA MALCATA Actualização
A população associada a esta área montanhosa da Beira interior, foi a melhor estudada em Portugal nos últimos 20 anos, sendo evidente a sua regressão. Em 1990-92 já era composta apenas por 5-8 Linces que ocupavam cerca de 127 km², em reduzida densidade.
Nos últimos três anos o declínio acentuou-se como resultado da continuada regressão do coelho-bravo (intensificada pela actuação da DHV), e da destruição e degradação do habitat, tendo as zonas de reprodução sido as mais afectadas.
É difícil avançar com uma estimativa actual da população da Malcata, mas a situação deverá ser crítica. Malcata aparenta estar isolada de outros núcleos portugueses (como os números 2 e 5 da figura anexa?), mas ainda se deve manter o contacto com os cerca de 58 indivíduos que ocupam uma vasta área das serras espanholas de Gata e Béjar.
Na Beira interior, tal como no Nordeste Alentejano, o felídeo é conhecido por "lobo-cerval".
VALE DO SADO Actualização
Esta região alberga uma população pequena e dispersa, a qual é o "resíduo" de uma população maior e conectada com o Algarve, até meados deste século, através das bacias do Tejo e do Sado.
O actual isolamento e situação precária são o resultado de profundas alterações do habitat que decorreram nos últimos 50 anos e da mortalidade por causas humanas - esta com grande incidência nas décadas de 50, 60 e 70.
Todavia, o Lince ainda ocorre de forma fragmentada e em pequeno número nas áreas que mantêm habitat favorável.
"Liberne" é o nome vernáculo atribuído nesta região, ainda na memória dos mais idosos."
Pois é, na Beira, contámos em exclusivo com a intervenção de projectos financiados pelo governo e acabámos por ser ultrapassados pelo dinamismo demonstrado no Algarve, por um biólogo que vestiu a camisola da protecção do lince ibérico e que demonstrou que no Algarve haveria melhores condições, do que na Serra da Malcata, para reintroduzir o lince ibérico. Agora, na imprensa regional, protesta-se contra a instalação do Centro de Reprodução no Algarve, quando se ficou à espera de subsídios governamentais para a criação do Centro. A proximidade de D'onana, relativamente ao Algarve, é provável que também tenha pesado na tomada de decisão. Mas, se houvesse trabalho local, desde o momento da retirada das equipas de investigação do ICN, da Serra da Malcata, a decisão poderia ter pendido para a Beira Interior.
in: http://lynxpardinus.naturlink.pt/
"Regiões Mata Mediterrânica Mapas
As principais populações portuguesas de Lince-Ibérico associam-se a quatro regiões nas quais a presença da espécie assenta sobre raízes antigas e é consolidada com dados recentes.
ALGARVE (incluindo as serras do Cercal e da bacia do rio Mira tal como a vertente norte das serras de Monchique e Caldeirão)
A ocorrência do felídeo nesta região está ligada às áres montanhosas de Espinhaço de Cão, Monchique e Caldeirão, estando a população isolada provavelmente desde os anos 40.
O Lince ocupa uma área de cerca 650 km², sendo a maior área de ocorrência em Portugal apesar do elevado grau de fragmentação que apresenta. Verifica-se a existência de cinco núcleos principais de ocorrência, ainda conectados por "corredores" de habitat favorável.
Estima-se que a população seja constituída por cerca de 18-24 (1995), decrescendo a densidade e os indícios de reprodução de Oeste para Este. As ameaças actuais mais importantes são a escassez de coelho-bravo, as florestações e os incêndios de Verão.
Em Portugal são dados ao Lince vários nomes vernáculos, consoante a região. No Algarve, a espécie era originalmente denominada "gato-cravo", "gato-lince" e "liberne".
CONTENDA-BARRANCOS
A reduzida informação recente acerca desta população aponta para uma possível regressão. Parte dos Linces estarão associados à existência do Perímetro Florestal da Contenda, devendo a área ocupada ser pouco extensa.
Este núcleo parece estar isolado de outros em Portugal, mas é contíguo com a população Espanhola da Serra Morena occidental, constituída por cerca de 53 indivíduos.
Chama-se popularmente "gato-cravo" nesta área.
SERRA DA MALCATA Actualização
A população associada a esta área montanhosa da Beira interior, foi a melhor estudada em Portugal nos últimos 20 anos, sendo evidente a sua regressão. Em 1990-92 já era composta apenas por 5-8 Linces que ocupavam cerca de 127 km², em reduzida densidade.
Nos últimos três anos o declínio acentuou-se como resultado da continuada regressão do coelho-bravo (intensificada pela actuação da DHV), e da destruição e degradação do habitat, tendo as zonas de reprodução sido as mais afectadas.
É difícil avançar com uma estimativa actual da população da Malcata, mas a situação deverá ser crítica. Malcata aparenta estar isolada de outros núcleos portugueses (como os números 2 e 5 da figura anexa?), mas ainda se deve manter o contacto com os cerca de 58 indivíduos que ocupam uma vasta área das serras espanholas de Gata e Béjar.
Na Beira interior, tal como no Nordeste Alentejano, o felídeo é conhecido por "lobo-cerval".
VALE DO SADO Actualização
Esta região alberga uma população pequena e dispersa, a qual é o "resíduo" de uma população maior e conectada com o Algarve, até meados deste século, através das bacias do Tejo e do Sado.
O actual isolamento e situação precária são o resultado de profundas alterações do habitat que decorreram nos últimos 50 anos e da mortalidade por causas humanas - esta com grande incidência nas décadas de 50, 60 e 70.
Todavia, o Lince ainda ocorre de forma fragmentada e em pequeno número nas áreas que mantêm habitat favorável.
"Liberne" é o nome vernáculo atribuído nesta região, ainda na memória dos mais idosos."
Pois é, na Beira, contámos em exclusivo com a intervenção de projectos financiados pelo governo e acabámos por ser ultrapassados pelo dinamismo demonstrado no Algarve, por um biólogo que vestiu a camisola da protecção do lince ibérico e que demonstrou que no Algarve haveria melhores condições, do que na Serra da Malcata, para reintroduzir o lince ibérico. Agora, na imprensa regional, protesta-se contra a instalação do Centro de Reprodução no Algarve, quando se ficou à espera de subsídios governamentais para a criação do Centro. A proximidade de D'onana, relativamente ao Algarve, é provável que também tenha pesado na tomada de decisão. Mas, se houvesse trabalho local, desde o momento da retirada das equipas de investigação do ICN, da Serra da Malcata, a decisão poderia ter pendido para a Beira Interior.
Naturtejo
O último número do JF incluí um excelente suplemento sobre naturtejo, cuja leitura se recomenda. No dia 12 de Agosto o DN incluiráo mesmo suplemento. Nesse suplemento é anunciada a reedição do livro "600 milhões de anos em imagens", que será comercializado a nível nacional. Está a ser produzido um documentário, a editar em várias línguas com o título "Geopark Naturtejo: Um oásis na Europa". É revelada uma preocupação ambiental muito forte que se traduz em títulos como "Um Planeta Terra Melhor" e no anúncio da colaboração com o Boom Festival 2008. Este, que decorrerá na semana de lua cheia do mês de Agosto de 2008, vai procurar avançar mais do que já ocorreu em 2006, relativamente às questões ambientais e à protecção da natureza. O Boom Festival engloba, música, artes plásticas, multimedia, instalações, land art, vídeo art, escultura e intermedia. Uma das suas particularidades ´e fomentar a reflexão e pedagogia num ambiente de festival: dispõe de uma área de conferências e worhshops e Master Classes onde se debatem temas como sustentabilidade, ecologia, desenvolvimento pessoal, expressão artística, antigas civilizações, entre outros temas. Em 2006 estiveram no Boom Festival 20 000 pessoas de 70 nacionalidades, sendo, inquestionavelmente a maior realização internacional da Beira Interior e um momento ímpar para divulgar junto da juventude mundial o património da nossa Beira.
quarta-feira, agosto 08, 2007
Adufeiras de Monsanto
Empreendedorismo na UBI
in: Diário xxi
UBI é parceira em concurso televisivo para empreendedores
Quarta-Feira, 08 de Agosto de 2007
Audax vai premiar com 50 mil euros melhor ideia para lançar negócio
A Universidade da Beira Interior (UBI) é um dos oito parceiros universitários do programa “Audax – Negócios à Prova”, lançado pela RTP2 e Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. “A UBI está na linha da frente nacional no ensino e promoção do empreendedorismo”, garante Mário Raposo, vice-reitor da instituição
Daniel Sousa e Silva
As iniciativas que abrem portas para negócios a empreendedores com boas ideias são cada vez mais frequentes. Agora surge um programa televisivo intitulado “Audax – Negócios à Prova” que se dispõe a entregar 50 mil euros para o arranque de uma empresa. A Universidade da Beira Interior (UBI) que, nas palavras de Mário Raposo, “se tem empenhado e apostado no empreendedorismo”, é uma das instituições parceiras do concurso.
O vice-reitor e coordenador do Gabinete de Apoio a Projecto e Investigação (GAAPI) entende como “natural” a participação da UBI no concurso, uma vez que “a Universidade está na linha da frente nacional no ensino e promoção do empreendedorismo”, defende.
Para justificar a ideia, Mário Raposo recorda o Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica (em conjunto com as universidades de Coimbra e Aveiro) e a colaboração estreita com o Parkurbis (ver caixa), bem como a existência de disciplinas intrinsecamente ligadas ao empreendedorismo em cursos da UBI, nomeadamente em Gestão, Marketing e Economia. “Da UBI têm aparecido várias ideias interessantes e algumas já começam a servir de base para o lançamento de negócios”, refere.
O objectivo é que, “a partir da sua formação, na UBI, os actuais ou antigos alunos possam desenvolver bons produtos ou serviços inovadores”, para que “o ensino universitário possa criar emprego e riqueza nacional”, sustenta Mário Raposo.
CONCURSO QUER INCENTIVAR E TORNAR-SE REFERÊNCIA
Organizado pela RTP2 e Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), o Audax é um concurso orientado para empreendedores, onde os candidatos devem apresentar e defender em televisão a sua ideia de negócio, perante um júri de reconhecida competência no mundo económico e financeiro.
O papel da UBI passa pelo “apoio à promoção do Audax e selecção dos melhores projectos”, sendo que “os detalhes da parceria ainda não estão ultimados”, explica o vice-reitor. Apesar do concurso ser aberto a toda a população, Mário Raposo acredita que “há grandes probabilidades de aparecerem concorrentes da UBI para lutar pela vitória”.
Os promotores do Audax pretendem que o concurso incentive empreendedores
“a elaborar planos de negócios para a criação de novas empresas de cariz inovador e produtivo”, com o intuito de “contribuir de forma clara para a criação de riqueza e para o crescimento da economia portuguesa”, pode ler-se no seu regulamento. Por outro lado, é também seu objectivo que o Audax se assuma como “uma iniciativa de referência na área do empreendedorismo nacional”.
Para além da UBI, o Audax tem parcerias estabelecidas no ensino superior com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Instituto Superior Técnico, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Universidade do Algarve, Universidade de Aveiro, Instituto Politécnico de Leiria, bem como a Inovisa – Associação para a Inovação e Desenvolvimento Empresarial.
Projectos têm de ser originais
Fases e regras do concurso
O concurso vai ter duas fases. A primeira é de pré-análise de viabilidade das candidaturas, realizada por uma equipa técnica que escolherá 30 candidatos e três suplentes. Nesta fase, os projectos candidatos serão seleccionados com base numa análise documental da candidatura, que terá também em conta o perfil de comunicação dos líderes dos projectos.
A segunda fase de selecção será a televisiva. Os candidatos vão ser divididos em grupos de três projectos, distribuídos por 10 programas televisivos. Após os programas, cuja data de gravação ainda não está definida, o júri escolhe entre todos os vencedores de cada um dos programas os três empreendedores que vão participar num último programa televisivo: a finalíssima.
Os interessados em participar no Audax devem apresentar projectos empresariais originais e que não tenham beneficiado de apoios ou prémios noutras iniciativas semelhantes, estando o concurso aberto a todos os residentes no País, independentemente da sua nacionalidade ou situação profissional.
Cada projecto “deve corresponder a uma ideia de negócio suficientemente amadurecida para expressar com precisão os seus aspectos tecnológicos, financeiros e de gestão, de modo a sustentar uma decisão na fase de pré-análise do concurso”, referem os promotores.
A entrega de um plano de negócios é obrigatória e “deve prever a intenção de constituir uma sociedade com sede social em território português”, sendo que não são colocadas quaisquer restrições sectoriais ou à dimensão do investimento envolvido nos projectos candidatos. O prazo para a entrega das candidaturas termina no dia 5 de Outubro.
Os prémios
50 mil euros para melhor projecto
O projecto vencedor da finalíssima vai receber um prémio de 50 mil euros destinado à criação de uma sociedade comercial e à sua transformação numa iniciativa empresarial. No entanto, todos os dez finalistas do concurso vão ter acesso facilitado aos instrumentos de financiamento previstos nos três eixos do Programa Finicia do IAPMEI.
Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica e “Bolsa de Ideias”
Conceitos de sucesso fomentados na Covilhã
A UBI tem sido o berço de ideias empreendedoras com vista a criação de negócios. Exemplo disso mesmo é a participação de actuais e antigos alunos no Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica (CEBT), promovido em conjunto com as universidades de Aveiro, Coimbra e o CEC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro.
Dos 20 projectos que resultaram do curso que este ano terminou em Maio, seis foram de equipas da UBI. As ideias desenvolvidas atravessaram diversas áreas, desde a comercialização de um kit de purificação de plasmídeos na área da saúde, até um sistema de informação e software de geomarketing, passando por um novo conceito de negócio para certificar a qualidade de uma habitação. Foram também desenvolvidos um aparelho voador não-tripulado para observação, software para o comércio electrónico, bem como um método mais ecológico, eficiente e com reduzidos custos de manutenção para produção de energia. Em 2006, a UBI tinha participado no CEBT com três projectos.
UM ANO NO PARKURBIS
Em Junho, três ideias de negócio que nasceram na Universidade da Beira Interior foram premiadas com um ano de incubação no Parkurbis - Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã. Os projectos Vipaccess, Virtual ADN (desenvolvido no CEBT) e Easy Parking foram distinguidos entre 12 apresentados ao concurso “Bolsa de Ideias” promovido pelo Centro de Apoio à Inovação e ao Empreendedorismo (CAIE) da Covilhã, constituído pelo Parkurbis e UBI.
O Vipaccess (já distinguido pela Microsoft) consiste numa aplicação informática para facilitar o acesso aos resultados de pesquisas em motores de busca de informação na Internet, enquanto o Virtual ADN se baseia para tornar mais eficiente a aquisição de pronto-a-vestir através da Internet. Quanto ao Easy Parking, trata-se de um sistema integrado de gestão de parques de estacionamento com recurso a novas tecnologias de informação.
UBI é parceira em concurso televisivo para empreendedores
Quarta-Feira, 08 de Agosto de 2007
Audax vai premiar com 50 mil euros melhor ideia para lançar negócio
A Universidade da Beira Interior (UBI) é um dos oito parceiros universitários do programa “Audax – Negócios à Prova”, lançado pela RTP2 e Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. “A UBI está na linha da frente nacional no ensino e promoção do empreendedorismo”, garante Mário Raposo, vice-reitor da instituição
Daniel Sousa e Silva
As iniciativas que abrem portas para negócios a empreendedores com boas ideias são cada vez mais frequentes. Agora surge um programa televisivo intitulado “Audax – Negócios à Prova” que se dispõe a entregar 50 mil euros para o arranque de uma empresa. A Universidade da Beira Interior (UBI) que, nas palavras de Mário Raposo, “se tem empenhado e apostado no empreendedorismo”, é uma das instituições parceiras do concurso.
O vice-reitor e coordenador do Gabinete de Apoio a Projecto e Investigação (GAAPI) entende como “natural” a participação da UBI no concurso, uma vez que “a Universidade está na linha da frente nacional no ensino e promoção do empreendedorismo”, defende.
Para justificar a ideia, Mário Raposo recorda o Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica (em conjunto com as universidades de Coimbra e Aveiro) e a colaboração estreita com o Parkurbis (ver caixa), bem como a existência de disciplinas intrinsecamente ligadas ao empreendedorismo em cursos da UBI, nomeadamente em Gestão, Marketing e Economia. “Da UBI têm aparecido várias ideias interessantes e algumas já começam a servir de base para o lançamento de negócios”, refere.
O objectivo é que, “a partir da sua formação, na UBI, os actuais ou antigos alunos possam desenvolver bons produtos ou serviços inovadores”, para que “o ensino universitário possa criar emprego e riqueza nacional”, sustenta Mário Raposo.
CONCURSO QUER INCENTIVAR E TORNAR-SE REFERÊNCIA
Organizado pela RTP2 e Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), o Audax é um concurso orientado para empreendedores, onde os candidatos devem apresentar e defender em televisão a sua ideia de negócio, perante um júri de reconhecida competência no mundo económico e financeiro.
O papel da UBI passa pelo “apoio à promoção do Audax e selecção dos melhores projectos”, sendo que “os detalhes da parceria ainda não estão ultimados”, explica o vice-reitor. Apesar do concurso ser aberto a toda a população, Mário Raposo acredita que “há grandes probabilidades de aparecerem concorrentes da UBI para lutar pela vitória”.
Os promotores do Audax pretendem que o concurso incentive empreendedores
“a elaborar planos de negócios para a criação de novas empresas de cariz inovador e produtivo”, com o intuito de “contribuir de forma clara para a criação de riqueza e para o crescimento da economia portuguesa”, pode ler-se no seu regulamento. Por outro lado, é também seu objectivo que o Audax se assuma como “uma iniciativa de referência na área do empreendedorismo nacional”.
Para além da UBI, o Audax tem parcerias estabelecidas no ensino superior com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Instituto Superior Técnico, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Universidade do Algarve, Universidade de Aveiro, Instituto Politécnico de Leiria, bem como a Inovisa – Associação para a Inovação e Desenvolvimento Empresarial.
Projectos têm de ser originais
Fases e regras do concurso
O concurso vai ter duas fases. A primeira é de pré-análise de viabilidade das candidaturas, realizada por uma equipa técnica que escolherá 30 candidatos e três suplentes. Nesta fase, os projectos candidatos serão seleccionados com base numa análise documental da candidatura, que terá também em conta o perfil de comunicação dos líderes dos projectos.
A segunda fase de selecção será a televisiva. Os candidatos vão ser divididos em grupos de três projectos, distribuídos por 10 programas televisivos. Após os programas, cuja data de gravação ainda não está definida, o júri escolhe entre todos os vencedores de cada um dos programas os três empreendedores que vão participar num último programa televisivo: a finalíssima.
Os interessados em participar no Audax devem apresentar projectos empresariais originais e que não tenham beneficiado de apoios ou prémios noutras iniciativas semelhantes, estando o concurso aberto a todos os residentes no País, independentemente da sua nacionalidade ou situação profissional.
Cada projecto “deve corresponder a uma ideia de negócio suficientemente amadurecida para expressar com precisão os seus aspectos tecnológicos, financeiros e de gestão, de modo a sustentar uma decisão na fase de pré-análise do concurso”, referem os promotores.
A entrega de um plano de negócios é obrigatória e “deve prever a intenção de constituir uma sociedade com sede social em território português”, sendo que não são colocadas quaisquer restrições sectoriais ou à dimensão do investimento envolvido nos projectos candidatos. O prazo para a entrega das candidaturas termina no dia 5 de Outubro.
Os prémios
50 mil euros para melhor projecto
O projecto vencedor da finalíssima vai receber um prémio de 50 mil euros destinado à criação de uma sociedade comercial e à sua transformação numa iniciativa empresarial. No entanto, todos os dez finalistas do concurso vão ter acesso facilitado aos instrumentos de financiamento previstos nos três eixos do Programa Finicia do IAPMEI.
Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica e “Bolsa de Ideias”
Conceitos de sucesso fomentados na Covilhã
A UBI tem sido o berço de ideias empreendedoras com vista a criação de negócios. Exemplo disso mesmo é a participação de actuais e antigos alunos no Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica (CEBT), promovido em conjunto com as universidades de Aveiro, Coimbra e o CEC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro.
Dos 20 projectos que resultaram do curso que este ano terminou em Maio, seis foram de equipas da UBI. As ideias desenvolvidas atravessaram diversas áreas, desde a comercialização de um kit de purificação de plasmídeos na área da saúde, até um sistema de informação e software de geomarketing, passando por um novo conceito de negócio para certificar a qualidade de uma habitação. Foram também desenvolvidos um aparelho voador não-tripulado para observação, software para o comércio electrónico, bem como um método mais ecológico, eficiente e com reduzidos custos de manutenção para produção de energia. Em 2006, a UBI tinha participado no CEBT com três projectos.
UM ANO NO PARKURBIS
Em Junho, três ideias de negócio que nasceram na Universidade da Beira Interior foram premiadas com um ano de incubação no Parkurbis - Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã. Os projectos Vipaccess, Virtual ADN (desenvolvido no CEBT) e Easy Parking foram distinguidos entre 12 apresentados ao concurso “Bolsa de Ideias” promovido pelo Centro de Apoio à Inovação e ao Empreendedorismo (CAIE) da Covilhã, constituído pelo Parkurbis e UBI.
O Vipaccess (já distinguido pela Microsoft) consiste numa aplicação informática para facilitar o acesso aos resultados de pesquisas em motores de busca de informação na Internet, enquanto o Virtual ADN se baseia para tornar mais eficiente a aquisição de pronto-a-vestir através da Internet. Quanto ao Easy Parking, trata-se de um sistema integrado de gestão de parques de estacionamento com recurso a novas tecnologias de informação.
terça-feira, agosto 07, 2007
Penha Garcia-Naturtejo
O regresso da Época Medieval | 3 dias/ 2 noites | 13 a 15 de Agosto DESDE € 110,00
A festa espairar-se-á num ambiente medieval, contando-lhe histórias ao vivo…Imagine uma viagem ao passado…
A vila típica de Penha Garcia, assinala 750 anos desde a atribuição do 1ºForal e tem um programa especial para festejar essas comemorações. Participe na surpreendente Feira Medieval, que promete muita animação. Durante três dias envolva-se no espírito medieval. Toda a vila estará vestida de festa. Desde a arruada de Gaitas de Foles, tambores e timbalões, jogos populares, saltimbancos e tufões, cortejos nobres e pregões, tabernas com deliciosos petiscos e um excelente mercado com produtos tradicionais, num ambiente tipicamente medieval, para relembrar os nossos antepassados. História, diversão e cultura, para toda a família. Um programa diferente e muito divertido. Reserve já!
INCLUI 2 Noites de alojamento com pequeno almoço Jantar de boas-vindas Almoço em restaurante regional Livre trânsito para as Jornadas Etnográficas em Penha Garcia, durante os três dias Visita ao Complexo de Lagares de Proença-a-Velha Oferta de um produto tradicional
A festa espairar-se-á num ambiente medieval, contando-lhe histórias ao vivo…Imagine uma viagem ao passado…
A vila típica de Penha Garcia, assinala 750 anos desde a atribuição do 1ºForal e tem um programa especial para festejar essas comemorações. Participe na surpreendente Feira Medieval, que promete muita animação. Durante três dias envolva-se no espírito medieval. Toda a vila estará vestida de festa. Desde a arruada de Gaitas de Foles, tambores e timbalões, jogos populares, saltimbancos e tufões, cortejos nobres e pregões, tabernas com deliciosos petiscos e um excelente mercado com produtos tradicionais, num ambiente tipicamente medieval, para relembrar os nossos antepassados. História, diversão e cultura, para toda a família. Um programa diferente e muito divertido. Reserve já!
INCLUI 2 Noites de alojamento com pequeno almoço Jantar de boas-vindas Almoço em restaurante regional Livre trânsito para as Jornadas Etnográficas em Penha Garcia, durante os três dias Visita ao Complexo de Lagares de Proença-a-Velha Oferta de um produto tradicional
quinta-feira, agosto 02, 2007
Naturtejo-Actividades em Agosto
Unesco European and Global Geopark
1º Geopark Português
Eventos de 1 a 15 de Agosto
VII Feira do Pinhal
A contagem é já decrescente para a VII Feira do Pinhal, que vai decorrer em Oleiros, entre os próximos dias 8 a 12 de Agosto, coincidindo também as Festas em honra da padroeira Santa Margarida, que se realizam nos dias 11 e 12, sucedendo-se o Dia do Concelho, a 13 de Agosto.
+ Informações
Jornadas Etnográficas Criam Cenário Medieval
A vila templária de Penha Garcia vai estar especialmente animada durante os próximos dias 13 a 15 de Agosto, com as Jornadas Etnográficas e a Feira Medieval.
+ informações
Geopark Naturtejo na National Geografic
O Geopark Naturtejo recebeu recentemente a visita de um jornalista da revista National Geografic para a elaboração de uma grande reportagem, publicada na edição do mês de Agosto da respectiva revista.
+ informações
Espectáculos
Proença-a-Nova – II Festival de Teatro Amador
“ A Festa do Chícharo” em palco
Castelo Branco – De 9 a 11 de Agosto
Grupos de Folclore animam festival
Actividades na Natureza
Idanha-a-Nova – Cerca de dez mil jovens
Escuteiros festejam centenário
Proença-a-Nova – Projecto “Praia Doce”
Praias fluviais frescas e animadas
Exposições/Atelier
Vila Velha de Ródão – Exposição de pintura
Rosário Bello expõe na Casa de Artes
Idanha-a-Nova – Dia 13 de Agosto
Piscinas Municipais recebem atelier
Festivais
Idanha-a-Nova – Dias 11 e 12 de Agosto
Festival da Melancia
1º Geopark Português
Eventos de 1 a 15 de Agosto
VII Feira do Pinhal
A contagem é já decrescente para a VII Feira do Pinhal, que vai decorrer em Oleiros, entre os próximos dias 8 a 12 de Agosto, coincidindo também as Festas em honra da padroeira Santa Margarida, que se realizam nos dias 11 e 12, sucedendo-se o Dia do Concelho, a 13 de Agosto.
+ Informações
Jornadas Etnográficas Criam Cenário Medieval
A vila templária de Penha Garcia vai estar especialmente animada durante os próximos dias 13 a 15 de Agosto, com as Jornadas Etnográficas e a Feira Medieval.
+ informações
Geopark Naturtejo na National Geografic
O Geopark Naturtejo recebeu recentemente a visita de um jornalista da revista National Geografic para a elaboração de uma grande reportagem, publicada na edição do mês de Agosto da respectiva revista.
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Espectáculos
Proença-a-Nova – II Festival de Teatro Amador
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Castelo Branco – De 9 a 11 de Agosto
Grupos de Folclore animam festival
Actividades na Natureza
Idanha-a-Nova – Cerca de dez mil jovens
Escuteiros festejam centenário
Proença-a-Nova – Projecto “Praia Doce”
Praias fluviais frescas e animadas
Exposições/Atelier
Vila Velha de Ródão – Exposição de pintura
Rosário Bello expõe na Casa de Artes
Idanha-a-Nova – Dia 13 de Agosto
Piscinas Municipais recebem atelier
Festivais
Idanha-a-Nova – Dias 11 e 12 de Agosto
Festival da Melancia
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