A não desperdiçar:
http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333305
quinta-feira, abril 19, 2007
Naturtejo e Geoparque
quinta-feira, abril 12, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
Manuel Ramos é entrevistado pela revista "Os Meus livros"
O Número de Abril da revista "Os Meus Livros" incluí uma entrevista com o escritor da Beira Interior, natural do Refúgio, fundamentalmente sobre o último livro de contos eróticos que publicou.


segunda-feira, abril 09, 2007
Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, 2007
in: Diário xxi
Sul-coreana arrecada quatro prémios na Covilhã
Segunda-Feira, 09 de Abril de 2007
Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona
Choi Kyung Eun participou pela primeira vez num concurso em Portugal e não esperava arrecadar tantos prémios com o seu violoncelo. Entre os primeiros classificados, também em violoncelo, está um covilhanense: António Novais
Francisco Cardona
“Estou muito feliz. Fiz o meu melhor”, confessou na quinta-feira à noite a violoncelista sul-coreana Choi Kyung Eun, que venceu a sexta edição do Concurso Internacional de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, arrecadando quatro prémios. Venceu a classe A de violoncelo (para concorrentes até aos 30 anos), bem como o prémio de melhor execução da peça obrigatória, o prémio do público e ainda o prémio da Câmara da Covilhã.
“Trabalhei muito para a competição, mas não esperava ganhar todos estes prémios”, declarou a violoncelista formada na Escola Superior de Artes de Seul e na Universidade Nacional de Seul. “Havia muitos músicos bons”, acrescentou a violoncelista que tomou conhecimento do concurso pela Internet e participou, pela primeira, num concurso realizado em Portugal.
Choi Kyung Eun terminou recentemente a pós-graduação com distinção no Royal Northern College of Music, começou a tocar aos 11 anos de idade e, no seu percurso, conta já vários prémios obtidos em concursos internacionais e no seu próprio país.
APLUSOS DE PÉ
Nas provas finais, a jovem violoncelista foi aplaudida de pé pelo próprio júri, devido à sua grande qualidade musical. “Foi a primeira vez que isso aconteceu em todas as edições do concurso”, disse o maestro Campos Costa, delegado na Covilhã da Juventude Musical Portuguesa (JMP), que organiza o concurso. Ainda na classe A de violoncelo, o segundo prémio foi atribuído ao espanhol Josetxu Obregón, enquanto que Nikola Jovanovic (da Sérvia) recebeu uma menção honrosa. Miguel Fernandes, aluno da Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), recebeu o prémio de melhor covilhanense nesta classe.
No concurso, que terminou na quinta-feira, estiveram em competição 60 instrumentistas.
Violino “A” sem primeiro prémio
Na classe A de violino, o júri decidiu não atribuir o primeiro prémio por não haver qualidade para isso. “É preciso um certo nível de exigência”, disse o maestro Campos Costa. No segundo lugar, ficaram ex-aequo a concorrente de dupla nacionalidade Suíça/Russa, Polina Nikiforova, e a austríaca Lisi Kohler. A ucraniana Mariya Nesterovska foi a melhor intérprete da peça obrigatória.
Na classe B, até aos 18 anos, e na modalidade de violino, o primeiro prémio foi para a germânica Anite Stroh, de apenas 11 anos, enquanto que Mathias Inoue (Suíça/Japão) recebeu o segundo prémio e o prémio da peça obrigatória. O júri decidiu ainda distinguir com uma menção honrosa a alemã Susanne Schöffer.
Um único português entre os primeiros
É na modalidade de violoncelo, classe B, que encontramos o único português que recebeu um primeiro prémio: António Novais, aluno da Escola Profissional de Artes da Beira Interior, foi também o melhor executor da peça obrigatória e o melhor covilhanense na classe. O segundo prémio foi para o alemão Jakob Roters, enquanto que o espanhol Javier de la Vega recebeu uma menção honrosa.
Alerta da organização
Próxima edição do concurso está em risco
A projecção internacional conquistada com as seis edições do Concurso de Instrumento de Arco “Júlio Cardona” pode não levar a lado nenhum, caso não surjam novos apoios das entidades locais e nacionais, disse o maestro Campos Costa, na noite de quinta-feira, no espectáculo de encerramento.
O delegado da Juventude Musical Portuguesa e organizador do evento admitiu que a sétima edição, a realizar em 2009, “poderá estar em risco” de ser suspensa, recordando que os apoios têm diminuído de forma acentuada. “Se não houver apoios o concurso não será feito”, referiu Campos Costa recordando, por exemplo, o apoio concedido pelo Ministério da Cultura em 2005 no valor de 20 mil euros e que este ano caiu para quatro mil euros, tendo diminuído também o apoio da Câmara da Covilhã.
Segundo Campos Costa, a sexta edição “esteve por um fio”. No entanto, a organização decidiu assumir o risco e realizar o concurso. “Mas não poderemos fazer o mesmo na próxima”.
Sul-coreana arrecada quatro prémios na Covilhã
Segunda-Feira, 09 de Abril de 2007
Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona
Choi Kyung Eun participou pela primeira vez num concurso em Portugal e não esperava arrecadar tantos prémios com o seu violoncelo. Entre os primeiros classificados, também em violoncelo, está um covilhanense: António Novais
Francisco Cardona
“Estou muito feliz. Fiz o meu melhor”, confessou na quinta-feira à noite a violoncelista sul-coreana Choi Kyung Eun, que venceu a sexta edição do Concurso Internacional de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, arrecadando quatro prémios. Venceu a classe A de violoncelo (para concorrentes até aos 30 anos), bem como o prémio de melhor execução da peça obrigatória, o prémio do público e ainda o prémio da Câmara da Covilhã.
“Trabalhei muito para a competição, mas não esperava ganhar todos estes prémios”, declarou a violoncelista formada na Escola Superior de Artes de Seul e na Universidade Nacional de Seul. “Havia muitos músicos bons”, acrescentou a violoncelista que tomou conhecimento do concurso pela Internet e participou, pela primeira, num concurso realizado em Portugal.
Choi Kyung Eun terminou recentemente a pós-graduação com distinção no Royal Northern College of Music, começou a tocar aos 11 anos de idade e, no seu percurso, conta já vários prémios obtidos em concursos internacionais e no seu próprio país.
APLUSOS DE PÉ
Nas provas finais, a jovem violoncelista foi aplaudida de pé pelo próprio júri, devido à sua grande qualidade musical. “Foi a primeira vez que isso aconteceu em todas as edições do concurso”, disse o maestro Campos Costa, delegado na Covilhã da Juventude Musical Portuguesa (JMP), que organiza o concurso. Ainda na classe A de violoncelo, o segundo prémio foi atribuído ao espanhol Josetxu Obregón, enquanto que Nikola Jovanovic (da Sérvia) recebeu uma menção honrosa. Miguel Fernandes, aluno da Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), recebeu o prémio de melhor covilhanense nesta classe.
No concurso, que terminou na quinta-feira, estiveram em competição 60 instrumentistas.
Violino “A” sem primeiro prémio
Na classe A de violino, o júri decidiu não atribuir o primeiro prémio por não haver qualidade para isso. “É preciso um certo nível de exigência”, disse o maestro Campos Costa. No segundo lugar, ficaram ex-aequo a concorrente de dupla nacionalidade Suíça/Russa, Polina Nikiforova, e a austríaca Lisi Kohler. A ucraniana Mariya Nesterovska foi a melhor intérprete da peça obrigatória.
Na classe B, até aos 18 anos, e na modalidade de violino, o primeiro prémio foi para a germânica Anite Stroh, de apenas 11 anos, enquanto que Mathias Inoue (Suíça/Japão) recebeu o segundo prémio e o prémio da peça obrigatória. O júri decidiu ainda distinguir com uma menção honrosa a alemã Susanne Schöffer.
Um único português entre os primeiros
É na modalidade de violoncelo, classe B, que encontramos o único português que recebeu um primeiro prémio: António Novais, aluno da Escola Profissional de Artes da Beira Interior, foi também o melhor executor da peça obrigatória e o melhor covilhanense na classe. O segundo prémio foi para o alemão Jakob Roters, enquanto que o espanhol Javier de la Vega recebeu uma menção honrosa.
Alerta da organização
Próxima edição do concurso está em risco
A projecção internacional conquistada com as seis edições do Concurso de Instrumento de Arco “Júlio Cardona” pode não levar a lado nenhum, caso não surjam novos apoios das entidades locais e nacionais, disse o maestro Campos Costa, na noite de quinta-feira, no espectáculo de encerramento.
O delegado da Juventude Musical Portuguesa e organizador do evento admitiu que a sétima edição, a realizar em 2009, “poderá estar em risco” de ser suspensa, recordando que os apoios têm diminuído de forma acentuada. “Se não houver apoios o concurso não será feito”, referiu Campos Costa recordando, por exemplo, o apoio concedido pelo Ministério da Cultura em 2005 no valor de 20 mil euros e que este ano caiu para quatro mil euros, tendo diminuído também o apoio da Câmara da Covilhã.
Segundo Campos Costa, a sexta edição “esteve por um fio”. No entanto, a organização decidiu assumir o risco e realizar o concurso. “Mas não poderemos fazer o mesmo na próxima”.
quinta-feira, abril 05, 2007
Medalha de ouro internacional para Coro Misto da ACBI
in: Diário xxi
Associação Cultural da Beira Interior alcança objectivo
Coro misto conquista medalha de ouro em concurso internacional
O coro que em Junho deixa de ter Covilhã no título para se chamar “da Beira Interior”conquistou ainda outras duas medalhas de prata
Coro misto conquista medalha de ouro em concurso internacional
Sexta-Feira, 06 de Abril de 2007
Associação Cultural da Beira Interior alcança objectivo
O coro que em Junho deixa de ter Covilhã no título para se chamar “da Beira Interior”conquistou ainda outras duas medalhas de prata
Luís Fonseca
O Coro Misto da Covilhã conquistou uma medalha de ouro no Concurso Internacional de Coros de Budapeste que ontem terminou na capital húngara, adiantou ao Diário XXI o maestro Luís Cipriano, que liderou a comitiva. A medalha de ouro foi atribuída na categoria de coros mistos ao coro português e a um outro oriundo da Indonésia.
Os membros do conjunto covilhanense desdobraram-se e participaram ainda nas provas de coro feminino e coro feminino com menos de 16 anos, conquistando o primeiro lugar em ambas, a que correspondeu uma medalha de prata.
“É a primeira medalha de ouro de um coro português em provas internacionais”, realça Luís Cipriano. A distinção surge depois de outras medalhas de prata e bronze conquistadas nos últimos anos em concursos semelhantes na Alemanha e Coreia do Sul. Questionado sobre o segredo para um coro amador conseguir aqueles prémios, Luís Cipriano garante que “não há segredos. Há uma grande dedicação do coro. É isso que o torna especial”.
SETE CÂMARAS APOIAM
A participação no concurso de Budapeste custou 25 mil euros à ACBI. O financiamento foi conseguido através da venda de concertos a sete câmaras da Beira Interior: Vila de Rei, Sertã, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Castelo Branco, Fundão e Pinhel.
A partir de Junho, o coro vai passar a chamar-se Coro Misto da Beira Interior. “Não faz sentido ostentar o nome da Covilhã quando são outras câmaras que nos apoiam. Foi uma decisão de todo o coro, até porque engloba pessoas de toda a região”, conclui Luís Cipriano.
A comitiva covilhanense tinha chegada marcada à Covilhã para as 19h00 de ontem.
As vozes e as obras
O coro misto constituído por 27 pessoas, dos 13 aos 56 anos faz parte da Associação Cultural da Beira Interior (ACBI), sedeada na Covilhã. Em Budapeste, interpretou uma obra de música popular portuguesa, uma peça em latim do compositor Anton Bruckner e um tema humoristico alemão. A 11ª edição do Concurso Internacional de Coros de Budapeste contou com a participação de 48 coros de 20 países de várias partes do mundo, sendo que o Coro Misto da Covilhã foi o único coro português em prova.
Associação Cultural da Beira Interior alcança objectivo
Coro misto conquista medalha de ouro em concurso internacional
O coro que em Junho deixa de ter Covilhã no título para se chamar “da Beira Interior”conquistou ainda outras duas medalhas de prata
Coro misto conquista medalha de ouro em concurso internacional
Sexta-Feira, 06 de Abril de 2007
Associação Cultural da Beira Interior alcança objectivo
O coro que em Junho deixa de ter Covilhã no título para se chamar “da Beira Interior”conquistou ainda outras duas medalhas de prata
Luís Fonseca
O Coro Misto da Covilhã conquistou uma medalha de ouro no Concurso Internacional de Coros de Budapeste que ontem terminou na capital húngara, adiantou ao Diário XXI o maestro Luís Cipriano, que liderou a comitiva. A medalha de ouro foi atribuída na categoria de coros mistos ao coro português e a um outro oriundo da Indonésia.
Os membros do conjunto covilhanense desdobraram-se e participaram ainda nas provas de coro feminino e coro feminino com menos de 16 anos, conquistando o primeiro lugar em ambas, a que correspondeu uma medalha de prata.
“É a primeira medalha de ouro de um coro português em provas internacionais”, realça Luís Cipriano. A distinção surge depois de outras medalhas de prata e bronze conquistadas nos últimos anos em concursos semelhantes na Alemanha e Coreia do Sul. Questionado sobre o segredo para um coro amador conseguir aqueles prémios, Luís Cipriano garante que “não há segredos. Há uma grande dedicação do coro. É isso que o torna especial”.
SETE CÂMARAS APOIAM
A participação no concurso de Budapeste custou 25 mil euros à ACBI. O financiamento foi conseguido através da venda de concertos a sete câmaras da Beira Interior: Vila de Rei, Sertã, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Castelo Branco, Fundão e Pinhel.
A partir de Junho, o coro vai passar a chamar-se Coro Misto da Beira Interior. “Não faz sentido ostentar o nome da Covilhã quando são outras câmaras que nos apoiam. Foi uma decisão de todo o coro, até porque engloba pessoas de toda a região”, conclui Luís Cipriano.
A comitiva covilhanense tinha chegada marcada à Covilhã para as 19h00 de ontem.
As vozes e as obras
O coro misto constituído por 27 pessoas, dos 13 aos 56 anos faz parte da Associação Cultural da Beira Interior (ACBI), sedeada na Covilhã. Em Budapeste, interpretou uma obra de música popular portuguesa, uma peça em latim do compositor Anton Bruckner e um tema humoristico alemão. A 11ª edição do Concurso Internacional de Coros de Budapeste contou com a participação de 48 coros de 20 países de várias partes do mundo, sendo que o Coro Misto da Covilhã foi o único coro português em prova.
quarta-feira, abril 04, 2007
Siza Vieira desenhará mausoléu de Eugénio de Andrade
in: RTP
Literatura: Siza Vieira desenhará mausoléu de Eugénio de Andrade
Porto, 04 Abr (Lusa) - O arquitecto Siza Vieira aceitou o convite da Fundação Eugénio de Andrade para fazer o projecto do mausoléu do poeta, a erigir no cemitério portuense do Prado do Repouso, disse hoje à Lusa fonte da fundação.
O mausoléu será construído em espaço disponibilizado pela Câmara do Porto.
Em 1882, Eugénio de Andrade homenageou Siza Vieira no seu poema "Casa de Álvaro Siza na Boa Nova".
Entretanto, a Árvore - Cooperativa Artística assinala entre os próximos dia 11 e 18 a passagem do 59º aniversário da publicação de "As mãos e os frutos", o mais celebrado livro de Eugénio de Andrade, com um conjunto de eventos culturais.
No programa desta homenagem destaca-se a vinda do filósofo Eduardo Lourenço ao Porto, dia 14, para uma conferência sobre a obra poética de Eugénio de Andrade.
PF.
Lusa/Fim
Literatura: Siza Vieira desenhará mausoléu de Eugénio de Andrade
Porto, 04 Abr (Lusa) - O arquitecto Siza Vieira aceitou o convite da Fundação Eugénio de Andrade para fazer o projecto do mausoléu do poeta, a erigir no cemitério portuense do Prado do Repouso, disse hoje à Lusa fonte da fundação.
O mausoléu será construído em espaço disponibilizado pela Câmara do Porto.
Em 1882, Eugénio de Andrade homenageou Siza Vieira no seu poema "Casa de Álvaro Siza na Boa Nova".
Entretanto, a Árvore - Cooperativa Artística assinala entre os próximos dia 11 e 18 a passagem do 59º aniversário da publicação de "As mãos e os frutos", o mais celebrado livro de Eugénio de Andrade, com um conjunto de eventos culturais.
No programa desta homenagem destaca-se a vinda do filósofo Eduardo Lourenço ao Porto, dia 14, para uma conferência sobre a obra poética de Eugénio de Andrade.
PF.
Lusa/Fim
Foi prometido...Julho de 2007
in: Rádio Cova da Beira
16 JULHO 2007
CHEGOU AO FIM O ENCONTRO DO VENTO. O FESTIVAL QUE DECORREU DURANTE UMA SEMANA EM CASTELO NOVO ENCERROU COM A APRESENTAÇÃO DE MAIS DE UMA ANTOLOGIA DE POESIA. DEPOIS DA ANTOLOGIA DE POETAS IBERO-AMERICANOS NO ANO PASSADO, ESTE ANO, A ANTOLOGIA DESIGNADA " PALAVRAS DE VENTO E DE PEDRA" RECOLHEU POEMAS DE POETAS PORTUGUESES E GALEGOS COM O VENTO COMO DENOMINADOR COMUM. ESTE ANO O FESTIVAL DE CASTELO NOVO FOI ANTECIPADO PARA O MÊS DE JULHO. UMA DATA QUE SEGUNDO PAULO FERNANDES, VEREADOR DA CULTURA DA CMF, VEIO PARA FICAR NO CALENDÁRIO DOS EVENTOS CULTURAIS DO CONCELHO DO FUNDÃO. EM JULHO DE 2007 HÁ UM NOVO ENCONTRO MARCADO COM O VENTO EM CASTELO NOVO.
16 JULHO 2007
CHEGOU AO FIM O ENCONTRO DO VENTO. O FESTIVAL QUE DECORREU DURANTE UMA SEMANA EM CASTELO NOVO ENCERROU COM A APRESENTAÇÃO DE MAIS DE UMA ANTOLOGIA DE POESIA. DEPOIS DA ANTOLOGIA DE POETAS IBERO-AMERICANOS NO ANO PASSADO, ESTE ANO, A ANTOLOGIA DESIGNADA " PALAVRAS DE VENTO E DE PEDRA" RECOLHEU POEMAS DE POETAS PORTUGUESES E GALEGOS COM O VENTO COMO DENOMINADOR COMUM. ESTE ANO O FESTIVAL DE CASTELO NOVO FOI ANTECIPADO PARA O MÊS DE JULHO. UMA DATA QUE SEGUNDO PAULO FERNANDES, VEREADOR DA CULTURA DA CMF, VEIO PARA FICAR NO CALENDÁRIO DOS EVENTOS CULTURAIS DO CONCELHO DO FUNDÃO. EM JULHO DE 2007 HÁ UM NOVO ENCONTRO MARCADO COM O VENTO EM CASTELO NOVO.
terça-feira, abril 03, 2007
Azeite da Beira Interior
in: Diário xxi
Restaurantes do Fundão juntos em Festival
Terça-Feira, 03 de Abril de 2007
Durante a Feira Nacional do Azeite
Onze estabelecimentos do concelho vão destacar pratos de azeite a partir de quinta-feira, o dia em que começa a Feira Nacional do Azeite
No âmbito da Feira Nacional do Azeite, no Fundão, e com o objectivo de divulgar o azeite da Cova da Beira e a gastronomia regional, a empresa municipal Fundão Turismo promove entre 12 e 15 de Abril (os mesmo dias do certame), o Festival Gastronómico “Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores do Azeite”, que decorrerá em 11 restaurantes do concelho.
“Para além de promover o azeite e a azeitona de mesa, pretende-se mobilizar e sensibilizar os empresários da restauração do Fundão para a importância e a excelência do azeite na gastronomia”, destaca a empresa. Aos visitantes da Feira Nacional do Azeite, serão sugerida a passagem pelos restaurantes “para degustarem delícias da gastronomia regional enriquecidas com a nobreza do azeite”.
Os restaurantes aderentes ao Festival na cidade são: A Cereja (Hotel Príncipe da Beira), As Tílias, Alambique de Ouro, Bocage, Cantinho dos Grelhados, Eclipse, Hermínia, Mário`s, Alcaria, O Mário. Fora da cidade, participam o restaurante Gardunha (Soalheira) e O Fiado (Janeiro de Cima).
A FEIRA
De 12 a 15 de Abril, a organização da Feira Nacional do Azeite espera ter em exposição no Pavilhão Multiusos do Fundão pelo menos 30 marcas de azeite e de outros produtos ligados ao sector olivícola, alguns deles inovadores.
Um colóquio sobre o sector olivícola, um passeio de automóveis antigos pela Rota dos Lagares e um Concurso Nacional de Azeite, que já conta com mais de três dezenas de marcas inscritas, são outros dos pontos fortes do programa. A primeira Feira Nacional do Azeite é uma organização da Confraria do Azeite da Cova da Beira, Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI) e Associação Comercial e Industrial do Fundão.
Um dos pontos fortes do certame vai ser a entronização do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
Restaurantes do Fundão juntos em Festival
Terça-Feira, 03 de Abril de 2007
Durante a Feira Nacional do Azeite
Onze estabelecimentos do concelho vão destacar pratos de azeite a partir de quinta-feira, o dia em que começa a Feira Nacional do Azeite
No âmbito da Feira Nacional do Azeite, no Fundão, e com o objectivo de divulgar o azeite da Cova da Beira e a gastronomia regional, a empresa municipal Fundão Turismo promove entre 12 e 15 de Abril (os mesmo dias do certame), o Festival Gastronómico “Fundão, Aqui Come-se Bem – Sabores do Azeite”, que decorrerá em 11 restaurantes do concelho.
“Para além de promover o azeite e a azeitona de mesa, pretende-se mobilizar e sensibilizar os empresários da restauração do Fundão para a importância e a excelência do azeite na gastronomia”, destaca a empresa. Aos visitantes da Feira Nacional do Azeite, serão sugerida a passagem pelos restaurantes “para degustarem delícias da gastronomia regional enriquecidas com a nobreza do azeite”.
Os restaurantes aderentes ao Festival na cidade são: A Cereja (Hotel Príncipe da Beira), As Tílias, Alambique de Ouro, Bocage, Cantinho dos Grelhados, Eclipse, Hermínia, Mário`s, Alcaria, O Mário. Fora da cidade, participam o restaurante Gardunha (Soalheira) e O Fiado (Janeiro de Cima).
A FEIRA
De 12 a 15 de Abril, a organização da Feira Nacional do Azeite espera ter em exposição no Pavilhão Multiusos do Fundão pelo menos 30 marcas de azeite e de outros produtos ligados ao sector olivícola, alguns deles inovadores.
Um colóquio sobre o sector olivícola, um passeio de automóveis antigos pela Rota dos Lagares e um Concurso Nacional de Azeite, que já conta com mais de três dezenas de marcas inscritas, são outros dos pontos fortes do programa. A primeira Feira Nacional do Azeite é uma organização da Confraria do Azeite da Cova da Beira, Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI) e Associação Comercial e Industrial do Fundão.
Um dos pontos fortes do certame vai ser a entronização do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
Actividades em MuseusMuseus
NOTA àS REDACÇÖES Gulbenkian: Quatro finalistas do prémio para museus...
A notícia com o título "Gulbenkian: Quatro finalistas do prémio para museus e galerias no Reino Unido" saiu, erradamente, sem indicação de EMBARGO ATÉ àS 00:01 de 04 de Abril 2007.
REPETE-SE A NOTÍCIA COM A INDICAÇÄO DE EMBARGO EMBARGO ATÉ àS 00:01 DE 04 ABRIL 2007 Lisboa, 04 Abr (Lusa) - Dois museus vitorianos, a primeira galeria britânica a reduzir para metade as emissões de carbono e o mais pequeno palácio real inglês são os finalistas do Prémio Gulbenkian para museus e galerias 2007, informou hoje a Fundação.
Os finalistas foram escolhidos de uma lista de 10 candidatos, uma operação que, segundo a presidente do júri, Francine Stock, "não foi fácil".
"São dez museus muito diferentes, cada qual com a sua forma muito particular de atrair a comunidade local e novas audiências para colecções e exposições, e é entusiasmante ver o crescimento do número de visitantes", disse.
Os dois museus vitorianos finalistas - West Park Museum e Kelvingrove Art Gallery& Museum for their New Century Project - operam, respectivamente, em Sheffield e em Glasgow.
Os dois outros finalistas são o Kew Palace, que foi retiro de campo do rei George III, em Surrey, e a Pallant House, em Chichester, West Sussex.
Além de Francine Stock, fazem parte da equipa que escolherá o vencedor Tristram Besterman, consultor museológico, Richard Calvocoressi, director da Scottish National Gallery of Modern Art, Jonatham Glancey, editor de arquitectura e design do jornal The Guardian, Mark Miodownik, cientista, Dan Snow, historiador, e Mohini Sule, apresentador de programas culturais.
O nome do vencedor do prémio, no valor de 100 mil libras, cerca de 150 mil euros, será divulgado a 24 de Maio em Londres, no Royal Institute of British Architects.
O Prémio Gulbenkian para museus e galerias, o maior atribuído anualmente no Reino Unido, distingue "um projecto que conjugue qualidade, inovação e capacidade de mobilizar públicos".
O vencedor do ano passado foi o navio Brunel S.S.
Great Britain, o primeiro grande vapor para transporte de pessoas do mundo, actualmente ancorado em Bristol e transformado em museu.
EMBARGO ATÉ àS 00:01 DE 4 ABRIL 2007 RMM.
Lusa/Fim
A notícia com o título "Gulbenkian: Quatro finalistas do prémio para museus e galerias no Reino Unido" saiu, erradamente, sem indicação de EMBARGO ATÉ àS 00:01 de 04 de Abril 2007.
REPETE-SE A NOTÍCIA COM A INDICAÇÄO DE EMBARGO EMBARGO ATÉ àS 00:01 DE 04 ABRIL 2007 Lisboa, 04 Abr (Lusa) - Dois museus vitorianos, a primeira galeria britânica a reduzir para metade as emissões de carbono e o mais pequeno palácio real inglês são os finalistas do Prémio Gulbenkian para museus e galerias 2007, informou hoje a Fundação.
Os finalistas foram escolhidos de uma lista de 10 candidatos, uma operação que, segundo a presidente do júri, Francine Stock, "não foi fácil".
"São dez museus muito diferentes, cada qual com a sua forma muito particular de atrair a comunidade local e novas audiências para colecções e exposições, e é entusiasmante ver o crescimento do número de visitantes", disse.
Os dois museus vitorianos finalistas - West Park Museum e Kelvingrove Art Gallery& Museum for their New Century Project - operam, respectivamente, em Sheffield e em Glasgow.
Os dois outros finalistas são o Kew Palace, que foi retiro de campo do rei George III, em Surrey, e a Pallant House, em Chichester, West Sussex.
Além de Francine Stock, fazem parte da equipa que escolherá o vencedor Tristram Besterman, consultor museológico, Richard Calvocoressi, director da Scottish National Gallery of Modern Art, Jonatham Glancey, editor de arquitectura e design do jornal The Guardian, Mark Miodownik, cientista, Dan Snow, historiador, e Mohini Sule, apresentador de programas culturais.
O nome do vencedor do prémio, no valor de 100 mil libras, cerca de 150 mil euros, será divulgado a 24 de Maio em Londres, no Royal Institute of British Architects.
O Prémio Gulbenkian para museus e galerias, o maior atribuído anualmente no Reino Unido, distingue "um projecto que conjugue qualidade, inovação e capacidade de mobilizar públicos".
O vencedor do ano passado foi o navio Brunel S.S.
Great Britain, o primeiro grande vapor para transporte de pessoas do mundo, actualmente ancorado em Bristol e transformado em museu.
EMBARGO ATÉ àS 00:01 DE 4 ABRIL 2007 RMM.
Lusa/Fim
sexta-feira, março 30, 2007
Biomassa transformada em energia eléctrica, na Beira Interior
http://www.beiratv.pt/ECONOMIA.php?id=1174670603&subaction=showfull&template=default
sexta-feira, março 23, 2007
Criados 110 postos de trabalho, directos e indirectos
Vila Velha de Ródão põe biomassa a dar energia para mais de 70 mil pessoas
2007-03-23
Fonte: Diário XXI
Investimento de 30 milhões de euros cria mais de 110 postos de trabalho
Para além da central inaugurada em Vila Velha de Ródão, o Governo entregou licenças para exploração de novas centrais nos concelhos de Belmonte, Sertã e Oleiros
A central termoeléctrica a biomassa florestal residual inaugurada em Vila Velha do Rodão permite levar electricidade a 70 mil pessoas, o equivalente a uma cidade do tamanho de Leiria. A central da Altri e EDP funciona nas instalações da celulose Celtejo.
Adquirida pelo grupo Altri em 2005, tem uma potência instalada cerca de 13 mhw (megawatts) permitindo entregar à rede de distribuição eléctrica 80 GWh (gigawatts/hora) por ano. Foi projectada para queimar 160 mil toneladas anuais de resíduos florestais, representa um investimento de cerca de 30 milhões de euros e a criação de 110 postos de trabalho, 10 directos e 100 indirectos.
O ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, afirmou ontem, durante a inauguração, que os resultados dos concursos para as restantes centrais de biomassa, promovidos pelo Governo em Fevereiro de 2006, serão conhecidos até meados do ano. Ainda assim, em Vila Velha de Rodão já foram atribuídas mais duas das 15 licenças: uma central de biomassa na Sertã e outra em Belmonte, ambas no distrito de Castelo Branco, num total de 5MW de potência. O concurso prevê uma potência total de 100 MW e recebeu 36 candidaturas.
O ministro reiterou que Portugal possui "um dos mais ambiciosos objectivos europeus" que passa por produzir, em 2010, "45 por cento da sua electricidade a partir de fontes renováveis e cinco por cento ser biomassa a partir de resíduos florestais", acrescentou.
O investimento pode ascender a 500 milhões de euros e criar entre 500 a 1000 postos de trabalho. Espera-se ainda uma redução dos níveis de emissão de dióxido de carbono (C02) de 700 mil toneladas e a redução do risco de incêndio devido a uma articulação entre a localização das centrais de biomassa e as políticas florestais.
INVESTIMENTO DA EDP
Ainda antes deste concurso promovido pelo Governo, já a EDP Bioeléctrica tinha iniciado o investimento na biomassa (que resultou, entre outras, na central ontem inaugurada em Vila Velha de Ródão). No âmbito desses investimentos, a EDP recebeu ontem cinco licenças para exploração de novas centrais, uma das quais em Oleiros com 9,3 MW de potência.
Só da parte da EDP Bioeléctrica, o investimento previsto até 2010 é de 250 milhões de euros, para produção de cerca de 100 MWh de energia. Ao apostar nas energias renováveis, a eléctrica nacional está a apostar num produto "100 por cento nacional", defendeu ontem o presidente-executivo António Mexia
Presidente da EDP aposta nas energias renováveis
“Preço da electricidade pode descer”
António Mexia destacou a aposta "recente" nas áreas da energia hídrica, "abandonada há décadas", eólica e biomassa, para frisar ser esta a maneira de criar condições estruturais para explorar o que é português, podendo vir a ter como consequência a baixa do preço da electricidade.
"O nosso potencial endógeno, o vento, a água, a biomassa que vem das florestas, pode contribuir para condições estruturais de baixa de preços", disse.
"É bom que as pessoas tenham consciência que a subida dos preços em electricidade nos últimos anos ficou-se a dever a subida do preço do petróleo. Quanto menos dependermos do petróleo e de gás melhor, quanto mais explorarmos o nosso potencial endógeno melhor", sustentou.
Vantagens da biomassa
Balanço de emissões de CO2 nulo
A central inaugurada em Vila Velha de Ródão funciona com resíduos florestais, através da combustão de material orgânico produzido e acumulado num ecossistema (uma floresta, por exemplo). As vantagens são o baixo custo, o facto de ser renovável, permitir o reaproveitamento de resíduos e ser menos poluente que outras formas de energias, como as obtidas a partir da utilização de combustíveis fósseis (petróleo e carvão mineral).
A queima de biomassa provoca a liberação de dióxido de carbono na atmosfera, mas como este composto havia sido previamente absorvido pelas plantas que deram origem à biomassa, o balanço de emissões de CO2 é nulo. O incentivo à limpeza de florestas é outras das vantagens da utilização de biomassa para produção de energia eléctrica.
2007-03-23
Fonte: Diário XXI
Investimento de 30 milhões de euros cria mais de 110 postos de trabalho
Para além da central inaugurada em Vila Velha de Ródão, o Governo entregou licenças para exploração de novas centrais nos concelhos de Belmonte, Sertã e Oleiros
A central termoeléctrica a biomassa florestal residual inaugurada em Vila Velha do Rodão permite levar electricidade a 70 mil pessoas, o equivalente a uma cidade do tamanho de Leiria. A central da Altri e EDP funciona nas instalações da celulose Celtejo.
Adquirida pelo grupo Altri em 2005, tem uma potência instalada cerca de 13 mhw (megawatts) permitindo entregar à rede de distribuição eléctrica 80 GWh (gigawatts/hora) por ano. Foi projectada para queimar 160 mil toneladas anuais de resíduos florestais, representa um investimento de cerca de 30 milhões de euros e a criação de 110 postos de trabalho, 10 directos e 100 indirectos.
O ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, afirmou ontem, durante a inauguração, que os resultados dos concursos para as restantes centrais de biomassa, promovidos pelo Governo em Fevereiro de 2006, serão conhecidos até meados do ano. Ainda assim, em Vila Velha de Rodão já foram atribuídas mais duas das 15 licenças: uma central de biomassa na Sertã e outra em Belmonte, ambas no distrito de Castelo Branco, num total de 5MW de potência. O concurso prevê uma potência total de 100 MW e recebeu 36 candidaturas.
O ministro reiterou que Portugal possui "um dos mais ambiciosos objectivos europeus" que passa por produzir, em 2010, "45 por cento da sua electricidade a partir de fontes renováveis e cinco por cento ser biomassa a partir de resíduos florestais", acrescentou.
O investimento pode ascender a 500 milhões de euros e criar entre 500 a 1000 postos de trabalho. Espera-se ainda uma redução dos níveis de emissão de dióxido de carbono (C02) de 700 mil toneladas e a redução do risco de incêndio devido a uma articulação entre a localização das centrais de biomassa e as políticas florestais.
INVESTIMENTO DA EDP
Ainda antes deste concurso promovido pelo Governo, já a EDP Bioeléctrica tinha iniciado o investimento na biomassa (que resultou, entre outras, na central ontem inaugurada em Vila Velha de Ródão). No âmbito desses investimentos, a EDP recebeu ontem cinco licenças para exploração de novas centrais, uma das quais em Oleiros com 9,3 MW de potência.
Só da parte da EDP Bioeléctrica, o investimento previsto até 2010 é de 250 milhões de euros, para produção de cerca de 100 MWh de energia. Ao apostar nas energias renováveis, a eléctrica nacional está a apostar num produto "100 por cento nacional", defendeu ontem o presidente-executivo António Mexia
Presidente da EDP aposta nas energias renováveis
“Preço da electricidade pode descer”
António Mexia destacou a aposta "recente" nas áreas da energia hídrica, "abandonada há décadas", eólica e biomassa, para frisar ser esta a maneira de criar condições estruturais para explorar o que é português, podendo vir a ter como consequência a baixa do preço da electricidade.
"O nosso potencial endógeno, o vento, a água, a biomassa que vem das florestas, pode contribuir para condições estruturais de baixa de preços", disse.
"É bom que as pessoas tenham consciência que a subida dos preços em electricidade nos últimos anos ficou-se a dever a subida do preço do petróleo. Quanto menos dependermos do petróleo e de gás melhor, quanto mais explorarmos o nosso potencial endógeno melhor", sustentou.
Vantagens da biomassa
Balanço de emissões de CO2 nulo
A central inaugurada em Vila Velha de Ródão funciona com resíduos florestais, através da combustão de material orgânico produzido e acumulado num ecossistema (uma floresta, por exemplo). As vantagens são o baixo custo, o facto de ser renovável, permitir o reaproveitamento de resíduos e ser menos poluente que outras formas de energias, como as obtidas a partir da utilização de combustíveis fósseis (petróleo e carvão mineral).
A queima de biomassa provoca a liberação de dióxido de carbono na atmosfera, mas como este composto havia sido previamente absorvido pelas plantas que deram origem à biomassa, o balanço de emissões de CO2 é nulo. O incentivo à limpeza de florestas é outras das vantagens da utilização de biomassa para produção de energia eléctrica.
quinta-feira, março 22, 2007
Nacen tres linces ibéricos en cautividad en Doñana
E a Malcata quando é que recebe crias de Doñana?
ELPAIS.com / EFE - Madrid / Huelva - 22/03/2007
Nacen tres linces ibéricos en cautividad en Doñana
Para 2007 se esperan más nacimientos y con una mayor riqueza genética que en los dos años pasados
Tres nuevos cachorros de lince ibérico (Lynx pardinus) han nacido en el centro de El Acebuche, en Doñana, dentro del programa de cría en cautividad impulsado por la Consejería de Medio Ambiente y el Ministerio como apoyo a la conservación de esta especie en peligro de extinción.
Los críos, de los que todavía se desconoce su sexo, nacieron de madrugada y son hijos de Aura, una hembra criada en Doñana y de Garfio, un macho nacido en la Sierra Morena. Según han informado los técnicos del programa, los tres cachorros se encuentran bien y ahora sólo hay que esperar una evolución favorable.
De momento la madre ha amamantado a todos los cachorros, según ha confirmado a ELPAIS.com una fuente del parque de Doñana, y se espera que siga haciéndolo. No son muchos los casos de hembras que dejan de dar de mamar a alguno de sus críos. El último se dio en Doñana el año pasado. A los pocos días del alumbramiento una madre de lince dejó de alimentar a uno de sus dos cachorros, según ha explicado la misma fuente.
Los nombres de los tres recién nacidos no se conocerán antes de algunas semanas debido a que los técnicos de Doñana desconocen aún su sexo porque no se quieren acercar y molestar a la nueva familia. Solo dentro de tres o cuatro semanas, cuando los pequeños linces se hayan acostumbrados a la madre, los encargados del centro de El Acebuche podrán aproximarse y examinarlos, ha dicho la misma fuente.
Estos nacimientos se unen a los seis en cautividad y 44 en libertad del año pasado en Andalucía, donde se calcula que existen 200 ejemplares de lince ibérico, medio centenar de ellos en Doñana.
Más cachorros con una mayor riqueza genética
Con estos nacimientos comienzan a cumplirse las previsiones del plan de cría en cautividad del lince ibérico, cuya directora, Astrid Vargas, dijo el pasado 14 de marzo que confiaba en nuevos partos con más cachorros y con una mayor riqueza genética que en los dos años anteriores.
Vargas explicó que los inminentes nacimientos en cautividad de linces en el centro de El Acebuche (Doñana), por tercer año consecutivo, se producirán en mejores condiciones gracias a la aplicación de nuevas técnicas fisiológicas, sanitarias y etológicas.
La cohorte -conjunto de nacimientos- de 2007 se espera que sea más prolífica que las de 2005 y 2006, entonces nacieron tres y seis cachorros en uno y tres partos, respectivamente, de los que finalmente han logrado sobrevivir seis ejemplares.
Este año habrá una mayor diversidad genética, pues cuatro de los apareamientos, en los que han participado seis machos adultos -cinco de El Acebuche y el sexto del zoo de Jerez- lo han sido entre ejemplares nacidos en Doñana y en Sierra Morena.
ELPAIS.com / EFE - Madrid / Huelva - 22/03/2007
Nacen tres linces ibéricos en cautividad en Doñana
Para 2007 se esperan más nacimientos y con una mayor riqueza genética que en los dos años pasados
Tres nuevos cachorros de lince ibérico (Lynx pardinus) han nacido en el centro de El Acebuche, en Doñana, dentro del programa de cría en cautividad impulsado por la Consejería de Medio Ambiente y el Ministerio como apoyo a la conservación de esta especie en peligro de extinción.
Los críos, de los que todavía se desconoce su sexo, nacieron de madrugada y son hijos de Aura, una hembra criada en Doñana y de Garfio, un macho nacido en la Sierra Morena. Según han informado los técnicos del programa, los tres cachorros se encuentran bien y ahora sólo hay que esperar una evolución favorable.
De momento la madre ha amamantado a todos los cachorros, según ha confirmado a ELPAIS.com una fuente del parque de Doñana, y se espera que siga haciéndolo. No son muchos los casos de hembras que dejan de dar de mamar a alguno de sus críos. El último se dio en Doñana el año pasado. A los pocos días del alumbramiento una madre de lince dejó de alimentar a uno de sus dos cachorros, según ha explicado la misma fuente.
Los nombres de los tres recién nacidos no se conocerán antes de algunas semanas debido a que los técnicos de Doñana desconocen aún su sexo porque no se quieren acercar y molestar a la nueva familia. Solo dentro de tres o cuatro semanas, cuando los pequeños linces se hayan acostumbrados a la madre, los encargados del centro de El Acebuche podrán aproximarse y examinarlos, ha dicho la misma fuente.
Estos nacimientos se unen a los seis en cautividad y 44 en libertad del año pasado en Andalucía, donde se calcula que existen 200 ejemplares de lince ibérico, medio centenar de ellos en Doñana.
Más cachorros con una mayor riqueza genética
Con estos nacimientos comienzan a cumplirse las previsiones del plan de cría en cautividad del lince ibérico, cuya directora, Astrid Vargas, dijo el pasado 14 de marzo que confiaba en nuevos partos con más cachorros y con una mayor riqueza genética que en los dos años anteriores.
Vargas explicó que los inminentes nacimientos en cautividad de linces en el centro de El Acebuche (Doñana), por tercer año consecutivo, se producirán en mejores condiciones gracias a la aplicación de nuevas técnicas fisiológicas, sanitarias y etológicas.
La cohorte -conjunto de nacimientos- de 2007 se espera que sea más prolífica que las de 2005 y 2006, entonces nacieron tres y seis cachorros en uno y tres partos, respectivamente, de los que finalmente han logrado sobrevivir seis ejemplares.
Este año habrá una mayor diversidad genética, pues cuatro de los apareamientos, en los que han participado seis machos adultos -cinco de El Acebuche y el sexto del zoo de Jerez- lo han sido entre ejemplares nacidos en Doñana y en Sierra Morena.
sábado, março 17, 2007
Portugal e Espanha pedirão à UNESCO que Raia seja Paisagem Cultural
in: www.rtp.pt
Portugal e Espanha pedirão à UNESCO que Raia seja Paisagem Cultural
Responsáveis portugueses e espanhóis reúnem-se a 23 e 24 de Março, em Badajoz, numas jornadas técnicas de preparação para pedir à UNESCO que declare a zona fronteiriça entre Portugal e Espanha Paisagem Cultural da Humanidade.
O director-geral do Património Cultural de Espanha, Francisco Pérez Urban, disse hoje que o pedido deve ser apresentado em conjunto por Portugal e Espanha, abrangendo as regiões situadas de ambos os lados da Raia.
O responsável espanhol indicou que vários especialistas em património cultural dos dois países se deslocarão a Badajoz para falar sobre a investigação e gestão do património em Évora, a paisagem cultural, o urbanismo e a arquitectura de Olivença e o património cultural de Badajoz e Elvas.
O professor catedrático de Análise Urbana e Regional da Universidade da Estremadura espanhola e director das jornadas, Antonio José Campesino, precisou que os estudos sobre o património da Raia Ibérica remontam a 1982.
Campesino, que também é vice-presidente do Instituto para a Conservação de Monumentos e Sítios Históricos, explicou que a Raia Ibérica tem cerca de 1.234 quilómetros.
"É a raia mais antiga, consolidada na Europa desde o Tratado de Tordesilhas, de 1297" e nela se sobrepõem estratos de civilizações de diferentes épocas, acrescentou.
Na sua opinião, a Raia Central Ibérica é uma "franja elástica", que precisa de ser inventariada, catalogada, conhecida, planificada e gerida.
Agência LUSA
2007-03-16 20:05:02
Portugal e Espanha pedirão à UNESCO que Raia seja Paisagem Cultural
Responsáveis portugueses e espanhóis reúnem-se a 23 e 24 de Março, em Badajoz, numas jornadas técnicas de preparação para pedir à UNESCO que declare a zona fronteiriça entre Portugal e Espanha Paisagem Cultural da Humanidade.
O director-geral do Património Cultural de Espanha, Francisco Pérez Urban, disse hoje que o pedido deve ser apresentado em conjunto por Portugal e Espanha, abrangendo as regiões situadas de ambos os lados da Raia.
O responsável espanhol indicou que vários especialistas em património cultural dos dois países se deslocarão a Badajoz para falar sobre a investigação e gestão do património em Évora, a paisagem cultural, o urbanismo e a arquitectura de Olivença e o património cultural de Badajoz e Elvas.
O professor catedrático de Análise Urbana e Regional da Universidade da Estremadura espanhola e director das jornadas, Antonio José Campesino, precisou que os estudos sobre o património da Raia Ibérica remontam a 1982.
Campesino, que também é vice-presidente do Instituto para a Conservação de Monumentos e Sítios Históricos, explicou que a Raia Ibérica tem cerca de 1.234 quilómetros.
"É a raia mais antiga, consolidada na Europa desde o Tratado de Tordesilhas, de 1297" e nela se sobrepõem estratos de civilizações de diferentes épocas, acrescentou.
Na sua opinião, a Raia Central Ibérica é uma "franja elástica", que precisa de ser inventariada, catalogada, conhecida, planificada e gerida.
Agência LUSA
2007-03-16 20:05:02
segunda-feira, março 12, 2007
O Sol da Meia Noite


Manuel da Silva Ramos editou na Dom Quixote, O sol da Meia Noite, contos eróticos. O escritor beirão estreou-se num novo domínio da literatura, com um texto atraente e empolgante que vem trazer um novo desafio aos escritores da beira, libertarem-se dos tabus e darem margem à sua imaginação e criatividade.
sexta-feira, março 02, 2007
No Museu das artes e Ofícios em Alcains, a partir de Julho
in: Diário XXI
ARCA reabre Museu das Artes e Ofícios em Julho
Sexta-Feira, 02 de Março de 2007
Associação Recreativa e Cultural de Alcains comemora 20 anos de existência
Apesar do programa de celebração do 20º aniversário ainda não estar totalmente alinhavado, uma coisa é certa: o ano vai ficar marcado na história da colectividade com a reabertura do Museu, em Julho, após seis anos sem instalações
Liliana Machadinha
No ano em que a Associação Recreativa e Cultural de Alcains (ARCA) comemora o seu 20º aniversário, a direcção promete melhorar as condições da sede e a organização de várias actividades. A reabertura do Museu das Artes e Ofícios, encerrado há seis anos, é o ponto alto do programa de 2007. "Vamos reabrir portas, em Julho, num espaço que a Junta de Freguesia nos cedeu", anuncia Andreza Teixeira, presidente da ARCA.
O Museu de Artes e dos Ofícios "continua a ser o grande projecto da associação". Funcionava no antigo Solar do Goulões, espaço que actualmente alberga o Museu do Canteiro, e teve de encerrar quando o espaço entrou em obras. Curiosamente, a ARCA vai agora ocupar o edifício onde funcionava o Museu dedicado ao trabalho da pedra, na Rua das Fontaínhas.
Até à reabertura, a Associação vai dedicar-se a “restaurar todo o espólio, que entretanto se foi degradando", lamenta a dirigente, que explica: "O material esteve empacotado durante seis anos, em condições que não eram as melhores, e perdemos algumas peças. Ainda assim, temos as suficientes para reabrir e mostrar condignamente as artes e ofícios da vila".
O sapateiro, o carpinteiro, o latoeiro, o marceneiro e o pedreiro são algumas das profissões que poderão ser revisitadas no Museu, refere Andreza Teixeira. Todo o material de exposição foi doado à ARCA tanto pelos próprios artífices como por familiares. Da extinta banda filarmónica local, receberam instrumentos e fardas.
ANO DE COMEMORAÇÃO DO ANIVERSÁRIO
Para comemorar o 20º aniversário, Andreza Teixeira adianta que serão organizadas diversas actividades. "Ainda não temos tudo decidido, porque trabalhamos um pouco em cima do joelho. Isto é, não realizamos um plano de actividades fixas. Falamos, decidimos e fazemos de imediato, porque muitos dos membros estão fora, em trabalho ou a estudar, e estamos sempre limitados no que toca à disponibilidade. Executamos sobre pressão, mas corre sempre tudo muito bem e melhor do que se fosse programado seis meses antes, por exemplo", graceja a presidente.
Sem adiantar pormenores sobre o programa, revela que estão a organizar um ciclo de teatro para os meses de Abril e Maio. "Será um intercâmbio, porque vamos convidar companhias com quem já trabalhámos no passado", refere.
Também em Abril, a colectividade organiza uma feira do livro. "O ano passado não foi possível por falta de instalações. Este ano já podemos, porque irá ser feita exactamente na actual sala da direcção da ARCA, uma vez que vai ficar livre", explica. Para esta iniciativa, a Associação Recreativa e Cultural de Alcains pretende convidar um escritor da região que tenha lançado um livro nessa altura ou com publicação agendada para breve. "Queremos dinamizar a feira, para que seja diferente dos restantes anos", esclarece.
Já no último fim-de-semana de Agosto, a ARCA realiza, como é hábito, a Festa das Papas. A iniciativa vai contar com a actuação de um rancho folclórico e, nessa mesma data, a colectividade promove também uma mostra de ofícios. "Pretendemos com esta iniciativa divulgar o nosso Museu, até porque vamos ter vários artesãos a trabalhar ao vivo, dando mais vida à Feira".
Para além das actividades do 20º aniversário, o ano fica também marcado pela requalificação da sede. Conforme explica Andreza Teixeira, ficará no mesmo edifício, mas noutra divisão com mais condições. "O final das obras está previsto para Março e contamos mudar logo para lá". Também o pátio, junto às salas da escola de música e d’A Carroça irá ser requalificado, pois "pretendemos fazer aqui cafés concerto e outras actividades de ar livre", adianta a presidente da ARCA.
ASSOCIAÇÃO "RESSENTIDA" COM CÂMARA DE CASTELO BRANCO
Apesar do dinamismo que a ARCA apresenta, a responsável refere que muitos outros projectos não passaram do papel por falta de dinheiro. "Houve muita coisa que poderíamos ter feito, mas que não foi possível porque não tivemos apoios", refere, queixando-se da autarquia albicastrense. "À Junta de Freguesia de Alcains não podemos apontar nada, porque tem sido incansável e financia-nos em tudo o que pode. Mas a Câmara de Castelo Branco já é outra história", critica Andreza Teixeira. Segundo conta, o subsídio da edilidade deixou de chegar há dois anos e "sem qualquer espécie de justificação", queixa-se. "A ARCA está muito ressentida com esta situação, porque mostramos trabalho, e bom trabalho, e mesmo assim não nos apoiam. Não nos reconhecem o mérito e o que temos feito para levar o nome da vila e mesmo de Castelo Branco a todo o País".
Apesar das dificuldades financeiras, Andreza Teixeira promete que as actividades da ARCA não vão parar. "Vamos continuar a trabalhar e a fazer o que podemos, com o dinheiro das quotas e apoio da Junta, mas há projectos muito interessantes que temos em papel que não são exequíveis com o orçamento limitado que dispomos", lamenta a dirigente.
ARCA foi criada para dinamizar vila
20 anos em retrospectiva
Criada em 1987, o objectivo foi, desde o primeiro momento, dinamizar a vila de Alcains, conta Andreza Teixeira. Pouco tempo depois, "A Carroça", fundada cinco anos antes, filiou-se à colectividade porque "não fazia sentido haver uma associação sem grupo de teatro e um grupo de teatro sem uma associação", explica, acrescentando que alguns do membros fundadores da ARCA já pertenciam à Carroça. Com o passar do tempo, a colectividade criou ainda a rádio "Um" e o "Jornal de Alcains", do qual ainda detêm a patente, mas que terminou por falta de condições e recursos humanos especializados na área, esclarece. No seio da ARCA foi ainda criada a Orquestra Típica de Alcains, "mas que se autonomizou e deixou de ser uma secção da associação", conta.
Actualmente, têm uma escola de música e "A Carroça", para além de terem desenvolvido todo o projecto do Museu de Artes e Ofícios.
A ESCOLA DE MÚSICA
Viola, flauta, órgão e bateria são os instrumentos que os cerca de 120 alunos aprendem a tocar na escola de música da ARCA, criada há 13 anos. Estão agora a formar um grupo de bombos destinado aos aprendizes mais novos, entre os seis e os 12 anos, e que estarão prontos para dar um concerto no final deste ano, "de forma a mostrar aos pais o investimento feito".
Para a presidente da associação, a escola de música "é de uma importância extrema", porque "desenvolve o interesse pelas artes". Para além desta justificação, apresenta uma segunda: "Tem ajudado muitas pessoas a decidir que rumo escolar tomar, pois daqui já saíram muitos alunos que seguiram o conservatório e que acabam por trabalhar ou ficar sempre ligados a esta área".
A CARROÇA
Com 25 anos de existência, "A Carroça" vem reforçar o espírito de dinamismo da ARCA. "Não param, estão constantemente a estudar e produzir projectos tanto para adultos como para crianças. Aqui não fazemos discriminação de idades", graceja a presidente. Actualmente, têm em cena a peça "Guarda Vento", estreada em Dezembro último, e produzida a partir de um texto de António Torrado. "Nunca reproduzimos os originais. Apenas nos servem de base para os transformarmos", descreve a dirigente. Para o futuro, adianta que até ao final do ano esperam conseguir apresentar um novo trabalho, "mas ainda não é certo, porque depende da disponibilidade dos membros e do orçamento disponível".
Actualmente o grupo de teatro conta com 15 pessoas responsáveis pela criação dos espectáculos. Mas "há sempre sócios e amigos que nos ajudam a pôr tudo de pé, porque uma peça precisa mais ou menos de 30 pessoas a trabalhar nos cenários e vestuário, nomeadamente".
Ficha Técnica:
Fundação: 24 de Abril de 1987
Sócios: 100
Quota anual: 12 euros
Morada: Largo de Santo António, apartado 35, 6005 Alcains
ARCA reabre Museu das Artes e Ofícios em Julho
Sexta-Feira, 02 de Março de 2007
Associação Recreativa e Cultural de Alcains comemora 20 anos de existência
Apesar do programa de celebração do 20º aniversário ainda não estar totalmente alinhavado, uma coisa é certa: o ano vai ficar marcado na história da colectividade com a reabertura do Museu, em Julho, após seis anos sem instalações
Liliana Machadinha
No ano em que a Associação Recreativa e Cultural de Alcains (ARCA) comemora o seu 20º aniversário, a direcção promete melhorar as condições da sede e a organização de várias actividades. A reabertura do Museu das Artes e Ofícios, encerrado há seis anos, é o ponto alto do programa de 2007. "Vamos reabrir portas, em Julho, num espaço que a Junta de Freguesia nos cedeu", anuncia Andreza Teixeira, presidente da ARCA.
O Museu de Artes e dos Ofícios "continua a ser o grande projecto da associação". Funcionava no antigo Solar do Goulões, espaço que actualmente alberga o Museu do Canteiro, e teve de encerrar quando o espaço entrou em obras. Curiosamente, a ARCA vai agora ocupar o edifício onde funcionava o Museu dedicado ao trabalho da pedra, na Rua das Fontaínhas.
Até à reabertura, a Associação vai dedicar-se a “restaurar todo o espólio, que entretanto se foi degradando", lamenta a dirigente, que explica: "O material esteve empacotado durante seis anos, em condições que não eram as melhores, e perdemos algumas peças. Ainda assim, temos as suficientes para reabrir e mostrar condignamente as artes e ofícios da vila".
O sapateiro, o carpinteiro, o latoeiro, o marceneiro e o pedreiro são algumas das profissões que poderão ser revisitadas no Museu, refere Andreza Teixeira. Todo o material de exposição foi doado à ARCA tanto pelos próprios artífices como por familiares. Da extinta banda filarmónica local, receberam instrumentos e fardas.
ANO DE COMEMORAÇÃO DO ANIVERSÁRIO
Para comemorar o 20º aniversário, Andreza Teixeira adianta que serão organizadas diversas actividades. "Ainda não temos tudo decidido, porque trabalhamos um pouco em cima do joelho. Isto é, não realizamos um plano de actividades fixas. Falamos, decidimos e fazemos de imediato, porque muitos dos membros estão fora, em trabalho ou a estudar, e estamos sempre limitados no que toca à disponibilidade. Executamos sobre pressão, mas corre sempre tudo muito bem e melhor do que se fosse programado seis meses antes, por exemplo", graceja a presidente.
Sem adiantar pormenores sobre o programa, revela que estão a organizar um ciclo de teatro para os meses de Abril e Maio. "Será um intercâmbio, porque vamos convidar companhias com quem já trabalhámos no passado", refere.
Também em Abril, a colectividade organiza uma feira do livro. "O ano passado não foi possível por falta de instalações. Este ano já podemos, porque irá ser feita exactamente na actual sala da direcção da ARCA, uma vez que vai ficar livre", explica. Para esta iniciativa, a Associação Recreativa e Cultural de Alcains pretende convidar um escritor da região que tenha lançado um livro nessa altura ou com publicação agendada para breve. "Queremos dinamizar a feira, para que seja diferente dos restantes anos", esclarece.
Já no último fim-de-semana de Agosto, a ARCA realiza, como é hábito, a Festa das Papas. A iniciativa vai contar com a actuação de um rancho folclórico e, nessa mesma data, a colectividade promove também uma mostra de ofícios. "Pretendemos com esta iniciativa divulgar o nosso Museu, até porque vamos ter vários artesãos a trabalhar ao vivo, dando mais vida à Feira".
Para além das actividades do 20º aniversário, o ano fica também marcado pela requalificação da sede. Conforme explica Andreza Teixeira, ficará no mesmo edifício, mas noutra divisão com mais condições. "O final das obras está previsto para Março e contamos mudar logo para lá". Também o pátio, junto às salas da escola de música e d’A Carroça irá ser requalificado, pois "pretendemos fazer aqui cafés concerto e outras actividades de ar livre", adianta a presidente da ARCA.
ASSOCIAÇÃO "RESSENTIDA" COM CÂMARA DE CASTELO BRANCO
Apesar do dinamismo que a ARCA apresenta, a responsável refere que muitos outros projectos não passaram do papel por falta de dinheiro. "Houve muita coisa que poderíamos ter feito, mas que não foi possível porque não tivemos apoios", refere, queixando-se da autarquia albicastrense. "À Junta de Freguesia de Alcains não podemos apontar nada, porque tem sido incansável e financia-nos em tudo o que pode. Mas a Câmara de Castelo Branco já é outra história", critica Andreza Teixeira. Segundo conta, o subsídio da edilidade deixou de chegar há dois anos e "sem qualquer espécie de justificação", queixa-se. "A ARCA está muito ressentida com esta situação, porque mostramos trabalho, e bom trabalho, e mesmo assim não nos apoiam. Não nos reconhecem o mérito e o que temos feito para levar o nome da vila e mesmo de Castelo Branco a todo o País".
Apesar das dificuldades financeiras, Andreza Teixeira promete que as actividades da ARCA não vão parar. "Vamos continuar a trabalhar e a fazer o que podemos, com o dinheiro das quotas e apoio da Junta, mas há projectos muito interessantes que temos em papel que não são exequíveis com o orçamento limitado que dispomos", lamenta a dirigente.
ARCA foi criada para dinamizar vila
20 anos em retrospectiva
Criada em 1987, o objectivo foi, desde o primeiro momento, dinamizar a vila de Alcains, conta Andreza Teixeira. Pouco tempo depois, "A Carroça", fundada cinco anos antes, filiou-se à colectividade porque "não fazia sentido haver uma associação sem grupo de teatro e um grupo de teatro sem uma associação", explica, acrescentando que alguns do membros fundadores da ARCA já pertenciam à Carroça. Com o passar do tempo, a colectividade criou ainda a rádio "Um" e o "Jornal de Alcains", do qual ainda detêm a patente, mas que terminou por falta de condições e recursos humanos especializados na área, esclarece. No seio da ARCA foi ainda criada a Orquestra Típica de Alcains, "mas que se autonomizou e deixou de ser uma secção da associação", conta.
Actualmente, têm uma escola de música e "A Carroça", para além de terem desenvolvido todo o projecto do Museu de Artes e Ofícios.
A ESCOLA DE MÚSICA
Viola, flauta, órgão e bateria são os instrumentos que os cerca de 120 alunos aprendem a tocar na escola de música da ARCA, criada há 13 anos. Estão agora a formar um grupo de bombos destinado aos aprendizes mais novos, entre os seis e os 12 anos, e que estarão prontos para dar um concerto no final deste ano, "de forma a mostrar aos pais o investimento feito".
Para a presidente da associação, a escola de música "é de uma importância extrema", porque "desenvolve o interesse pelas artes". Para além desta justificação, apresenta uma segunda: "Tem ajudado muitas pessoas a decidir que rumo escolar tomar, pois daqui já saíram muitos alunos que seguiram o conservatório e que acabam por trabalhar ou ficar sempre ligados a esta área".
A CARROÇA
Com 25 anos de existência, "A Carroça" vem reforçar o espírito de dinamismo da ARCA. "Não param, estão constantemente a estudar e produzir projectos tanto para adultos como para crianças. Aqui não fazemos discriminação de idades", graceja a presidente. Actualmente, têm em cena a peça "Guarda Vento", estreada em Dezembro último, e produzida a partir de um texto de António Torrado. "Nunca reproduzimos os originais. Apenas nos servem de base para os transformarmos", descreve a dirigente. Para o futuro, adianta que até ao final do ano esperam conseguir apresentar um novo trabalho, "mas ainda não é certo, porque depende da disponibilidade dos membros e do orçamento disponível".
Actualmente o grupo de teatro conta com 15 pessoas responsáveis pela criação dos espectáculos. Mas "há sempre sócios e amigos que nos ajudam a pôr tudo de pé, porque uma peça precisa mais ou menos de 30 pessoas a trabalhar nos cenários e vestuário, nomeadamente".
Ficha Técnica:
Fundação: 24 de Abril de 1987
Sócios: 100
Quota anual: 12 euros
Morada: Largo de Santo António, apartado 35, 6005 Alcains
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