segunda-feira, janeiro 15, 2007

Estado de Conservação da sede da Fundação Eugénio de Andrade

Mário Cláudio, no Expresso de 13/1/2007, denuncia o estado de abandono e descuido em que se encontra a casa, sede da Fundação Eugénio de Andrade, em que este viveu nos doze últimos anos da sua vida. A casa situa-se no Passeio Alegre, na Foz do Douro, no Porto. Perante o estado de abandono das instalações, o escritor Mário Cláudio sugere "O bom destino da Casa de Eugénio de Andrade, a não se situar onde se situa, só poderá estabelecer-se em outras bandas. "Em outras bandas" significará "em gente que encare o amor às letras, e o exercício dele, como questão de sobrevivência de um contexto civilizacional"". Excelente sugestão e oportunidade para a Câmara Municipal do Fundão, estudar a situação e propor a Rui Rio que a sede da Fundação, com todos so seus haveres, pertences e recursos, seja transferida para a sua terra natal, onde certamente a memória de Eugénio de Andrade será respeitada e os recursos da Fundação, em vez de estagiarem a apodrecer numa Biblioteca vazia de utilizadores, passarão a ser utilizados pelos visitantes à nova sede da Fundação, a instalar na sua terra natal. Será uma oportunidade para se criar um novo foco de atração para a visita à terra natal de Eugénio de Andrade.

Colóquio sobre História de Artes Visuais no Fundão

PROGRAMA


INFORMAÇÕES:
Tema Geral: Diversidades Contemporâneas
Datas: 15, 16 e 17 de Março de 2007
Local: Escola Secundária com 3º ciclo do Fundão, Edifício da Moagem do Fundão
Nº máximo de alunos participantes: 20 (vinte) por escola
Inscrição: 100.00 Euros por escola
Alojamento: Em unidades hoteleiras da cidade (a reservar por cada escola)
Contactos:
Professor responsável: Nuno Garcia
telf.: 275 750 480
fax: 275 751 040
e-mail: coloquios.hartes@gmail.com

PROGRAMA:

15 Março de 2007

Manha:.............................................................. Recepção das escolas
.................................................................. Montagem de exposição
Almoço
14.30 h ................................................................ Sessão de Abertura
15.00 h ....................................................... Apresentação das Escolas
15.15 h ......................................................... Apresentação do Fundão
16.00 h ..................................................... 1ª Comunicação Convidado
16.15 h ..................................................... 2ª Comunicação Convidado
16.30 h ..................................................... 3ª Comunicação Convidado
16.45 h ............................................................................ Debate
18.00 h .................................................................... Fim da Sessão
20.00 h ............................................................................ Jantar
22.00 h .............. Teatro – Grupo de Teatro Histérico da Esc. Sec. do Fundão
Noite ................................................................. Animação variada


16 Março de 2007

10.00 h / 12.30 h .......................................... Comunicações das Escolas
Almoço
14.30 h / 18.00 h ........................................... Comunicação das Escolas
18.15 h ........................................................ Sessão de Encerramento
Jantar
Noite ................................................................................ Livre

17 Março de 2007

10.00 h ............................................................... Visita de estudo A
.......................................................................... Visita de estudo B

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Novo Museu em Alpedrinha



Fotos do Expresso de 6/1/2007
A CMF, através de financiamento comunitário, vai recuperar o Palácio do Picadeiro e transformá-lo em espaço museológico. A construção do Palácio do Picadeiro foi iniciada nos finais do século XVIII, pelo Dr. Francisco Lopes Sarafana Correia da Silva, mas nunca foi terminado. A CMF é o seu actual proprietário, está a proceder a remodelações e passará a ser o espaço de excelência do concelho para a realização de exposições. A empresa Y Dreams, uma das empresas portuguesas na área das Novas Tecnologias, com maior projecção internacional, concebeu um sistema multimedia para que os visitantes percorram virtualmente o concelho e a rota da transumância. Esperemos para ver o resultado final, que certamente será de enorme qualidade e dotará a Beira Interior de um novo local de atracção turística, agora não só para fotografar. A vista é soberba, o acesso é por uma calçada romana e está enquadrado por um chafariz monumental.

in: http://www.Ydream.com
“You can’t do today’s job with yesterday’s methods and expect to be in business tomorrow.” - Anonymous

YDreams is a Portuguese technology solutions provider founded in June 2000 by internationally renowned specialists in information technology, telecommunications, image processing, geographic information systems and environmental engineering. The company develops pioneering, patent-pending technology in a variety of fields, namely spatial data mining, interactive media, augmented reality and pervasive gaming. YDreams develops products, customised solutions and services for four major markets, through independent divisions: Advertising, Entertainment, Education & Culture and Environment.

Even though we have been helping some of the largest global corporations reshape and even create new markets, we stand by old, time-proven standards in quality, dedication and long term vision. During the last five years, YDreams has built an unsurpassed reputation for creative use of technology, both in Portugal and in all other markets where the company operates, which include the Netherlands, France, Spain, the U.K., Germany, China and Brazil.

In 2005, YDreams was distinguished as one of Europe’s emerging companies in the field of telecommunications and selected to be profiled and broadcast on CNBC Europe. The company business profile was segmented into four blocks and aired from the 23rd to the 28th of February 2006.

Museums & Exhibitions

Attracting visitors of all ages and backgrounds, and convincing them to come back for more, is an ever-increasing challenge for museums and cultural centers. YDreams’ Fluid Museums and Interactive installations may be exactly what these places need to motivate people to visit their collections and exhibitions on a regular basis. Our frontline solutions use advanced technologies that bring exhibits to life, spark visitors’ imagination and open up new cultural possibilities for citizens with special needs. "

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Centro de Recuperação de animais selvagens, de Castelo Branco, vai ser encerrado

in: Público

Instituto de Conservação da Natureza põe fim a protocolos
Três centros de recuperação de animais selvagens fecham por falta de verbas
05.01.2007 - 17h50 Lusa



Três centros de recuperação de animais selvagens vão fechar depois de o Instituto de Conservação da Natureza pôr fim aos protocolos que mantinha com as associações ambientalistas que geriam estes locais.

Em declarações à Lusa, responsáveis da Quercus e da Liga para a Protecção da Natureza (LPN) mostraram-se preocupados com o destino dos animais e surpreendidos com a decisão do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), que dizem não ter justificação.

"É lamentável. A explicação que nos deram foi de ordem financeira, mas, pelos nossos cálculos, o Estado vai gastar muito mais dinheiro com o encerramento dos centros. Basta pensar no que se gasta em combustível para levar uma ave do Alentejo para o Algarve", disse o ambientalista da Quercus Samuel Infante, responsável do Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco.

O ICN despendia anualmente com este centro 13.500 euros. Com o de Santo André, também gerido pela Quercus, gastava 14.250 euros.

Samuel Infante referiu que os três centros (o outro é gerido pela LPN) recebiam metade dos 1200 animais que entram todos os anos na Rede Nacional de Recolha e Recuperação de Animais Selvagens, dos quais 26 por cento pertencem a espécies ameaçadas.

Esta rede visa receber e recolher animais selvagens encontrados feridos, debilitados, abandonados ou apreendidos para os tratar e devolver mais tarde à natureza.

Vinte animais nos centros de Castelo Branco e Santo André

Actualmente, estarão mais de 20 animais nos centros de Castelo Branco e de Santo André.

"Queremos saber que destino lhes será dado", afirmou também Samuel Infante, sublinhando a necessidade de existir "co-financiamento público para estes centros".

Carlos Miguel Cruz, responsável do Centro de Acolhimento e Recuperação de Animais Silvestres, também confirmou que esta unidade vai encerrar por falta de apoios.

"Não temos fundos que garantam a sobrevivência dos animais em cativeiro. Não estávamos preparados para um corte total da verba", disse Carlos Miguel Cruz.

Desde 2001 que aquele centro recebia anualmente 7981 euros para manter os animais, mas no ano passado o pagamento não chegou a ser feito.

O mesmo aconteceu com a Quercus, que ainda não recebeu a verba que lhe devia ter sido atribuída no ano passado.

"Má estratégia" do ICN

Para o mesmo responsável da LPN, trata-se de uma "má estratégia" do ICN.

O ambientalista ficou surpreendido com a decisão e disse que os centros que foram alvo do corte de verbas se situam nas zonas onde há mais espécies protegidas.

Actualmente, o Centro de Acolhimento e Recuperação de Animais Silvestres tem entre 30 a 40 aves protegidas, entre grifos, águias ou corujas, mas recebia também mamíferos, embora poucos (dez por ano).

"As pessoas continuam a entregar animais, mas vamos deixar de aceitar", disse ainda Carlos Miguel Cruz.

Questionado sobre o destino a dar aos animais que actualmente o Centro de Acolhimento e Recuperação de Animais Silvestres mantém, Carlos Miguel Cruz referiu que vão ser encaminhados para o ICN, "pois é esta entidade que tutela as espécies protegidas".

ICN vai poupar 45 mil euros

No total, o ICN vai poupar 45 mil euros com o fim dos protocolos que mantinha para recuperar animais selvagens.

Além dos três centros de recuperação, o instituto atribuía 10 mil euros à Rede Abrigos, constituída pelo Zoomarine, Projecto Delfim e Jardim Zoológico de Lisboa.

Em declarações anteriores à Lusa, o gabinete de relações públicas do ICN esclareceu que, "face a restrições orçamentais", apenas serão mantidas três destas unidades em 2007 (no Norte, Centro e Sul do país).

O ICN adiantou ainda que "não abandonou o apoio a centros de recuperação de animais selvagens" e garantiu que o montante em dívida vai ser pago.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Provável Nova Região de Turismo da Serra da Estrela e Beira Interior

Uma única região de turismo proposta para toda a Beira Interior
Quarta-Feira, 03 de Janeiro de 2007
Serra da Estrela e Beira é a designação prevista num processo ainda em discussão

Faltam limar arestas na proposta de reorganização apresentada pela tutela, mas o futuro mapa parece estar decidido. A Região de Turismo da Serra da Estrela e Beira deverá abranger 18 municípios da Beira Interior
Luís Fonseca

A Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE) vai dar lugar num novo organismo, que vai abranger quase toda a Beira Interior. O mapa da Região de Turismo da Serra da Estrela e Beira faz parte da proposta do Governo (em negociação com diferentes parceiros) para reorganização do sector do turismo no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE).
A proposta define 10 entidades, que deverão continuar a chamar-se regiões de turismo, que vão abranger todo o território nacional, sob orientação de um organismo central (o ITP - Turismo de Portugal).
Segundo o Governo, a estratégia para o sector não se compadece “com diferentes formas de funcionamento dos organismos de turismo, nem tão pouco com a descontinuidade territorial que hoje se verifica na sua acção”, referia um primeiro esboço da proposta governamental, datado de Novembro de 2006, a que o Diário XXI teve acesso. Eram apontados como problemas, a falta de “critérios objectivos” para a definição dos actuais limites das regiões de turismo, o facto de não coincidirem com as regiões de Nomenclatura das Unidade Territorial (NUT), nem com os distritos administrativos e haver um número “notoriamente excessivo” de órgãos de turismo.

MUDANÇAS TALVEZ SÓ EM 2008
Ao que o Diário XXI apurou, a reorganização e escolha dos respectivos órgãos dificilmente estará concluída em 2007. No final, visa “assegurar a cobertura de todo o território nacional” e garantir que cada área turística identificada no PENT - Plano Estratégico Nacional do Turismo (caso da Serra da Estrela) tenha “uma entidade dinamizadora e interlocutora junto do órgão central de turismo”.
A nova fórmula deverá também apontar para um modelo de gestão com capacidade de auto-financiamento, que estimule o envolvimento dos agentes privados na actividade das regiões de turismo. No entanto, a lei que vai definir as regras ainda está em discussão e tem sofrido alterações nos últimos meses. Entre os pontos ainda sujeitos a discussão está a forma de participação dos municípios abrangidos, consoante pretendam estar mais ou menos ligados ao organismo.

Jorge Patrão apoia estrutura mais alargada
Um organismo para conviver com empresas municipais
“Não vejo problema nenhum em haver uma grande região de turismo”, com a Serra da Estrela e outros territórios, em que todos se complementam, comentou ao Diário XXI, Jorge Patrão, presidente da actual Região de Turismo da Serra da Estrela. Aquele responsável considera a diversidade sob o mesmo chapéu como um trunfo na promoção externa do futuro organismo.
“Sempre defendi que a redefinição dos territórios regionais de turismo, com base em marcas reconhecidas, era vantajoso. Este projecto de lei está a incidir mais sobre isso”, realça. Jorge Patrão considera assim que “não há nada de desvantajoso” na proposta.
A redefinição das regiões de turismo com base nas NUT III, pode obrigar à saída de apenas um dos actuais municípios da RTSE: Oliveira do Hospital. Uma situação que Jorge Patrão lamenta, mas que considera não ser ainda um assunto encerrado. Seja como for, defende o modelo assente nas NUT III “para haver estabilidade” no mapa das regiões de turismo. “É o Estado que deve definir o seu território turístico, senão não vai resolver o problema de promoção do sector”.

ESCALA DIFERENTE DAS EMPRESAS MUNICIPAIS
Questionado sobre o facto de o mapa proposto abranger territórios onde já existem outras empresas de promoção turística - como a Fundão Turismo e a Naturtejo -, Jorge Patrão refere que se tratam de “escalas diferentes”. “Há a escala municipal e a nova estrutura pertencerá a uma outra escala” e ambas com “funções distribuídas”, acredita aquele responsável.
Ao abraçarem todo o País, o presidente da RTSE classifica as novas regiões de turismo como extensões da tutela “para a qualificação do turismo em todo o País” e para apoiar investimentos. “Deve haver o objectivo claro de facilitar a mediação de projectos. Fazemo-lo na RTSE e por isso conseguimos pôr vários projectos no terreno, desde os mais pequenos, aos maiores.


O Governo justifica a proposta em discussão com a necessidade de todo o território ficar “abrangido pela capacidade de actuação de um organismo regional de turismo e assegurar que estas estruturas regionais detêm competências e capacidades que lhe permitem encontrar soluções de gestão autónoma”. A documento ainda não está concluído, mas admite-se que venha a potenciar as parcerias público-privadas.

As NUT e os concelhos
Para a Beira Interior está prevista a criação de uma Região de Turismo da Serra da Estrela e Beira, a integrar os municípios das NUT (regiões de Nomenclatura das Unidade Territorial) da Beira Interior Norte (Guarda, Celorico da Beira, Pinhel, Almeida, Sabugal, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda e Trancoso), Beira Interior Sul (Castelo Branco, Vila Velha de Ródão, Penamacor e Idanha-a-Nova), Cova da Beira (Covilhã, Fundão e Belmonte) e Serra da Estrela (Seia, Gouveia e Fornos de Algodres), num total de 18 municípios.

domingo, dezembro 24, 2006

Birdlife International distingue Granja de S. Pedro, em Alcafozes

Naturtejo valoriza o Turismo ornitológico, sendo a Granja de S. Pedro distinguida por constituir uma mais valia para a avifauna no território do Geoparque Naturtejo. A associação entre esta forma de turismo e o turismo arqueológico deveria ser explorada, aproveitando o património arqueológico já identificada na mesma Granja. Certamente, que o território e a família Marrocos seriam beneficiados se esta integração incluísse o património de Idanha-a-Velha. Também, a colónia de corujas, que ocupa um pombal, da mesma família, em Idanha-a-Velha, poderia ser integrada no turismo ornitológico.

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Viola beiroa-O Menino está dormindo-Luis Baptis

Inédito

Recital de Natal por Violas Portuguesas com a participação de Denitza Panayotova ao violino


20 de Dezembro de 2006, pelas 21h30 na Capela de Sta Iria- Murches - Cascais


Pela primeira vez as Músicas de Natal interpretadas por diferentes

Violas Portuguesas (bandolim, guitarra portuguesa, braguesa, cavaquinho, viola da terra, viola beiroa, viola toeira, viola campaniça, viola amarantina, rajão e viola de arame).




1info@musiclbm.com

www.musiclbm.com




Programa de Concerto de Natal



Feliz Natal (viola toeira)

Um pastor vindo de longe (rajão)

Noite feliz (rajão)

Adeste fidelis (viola campaniça)

Linda noite (viola campaniça)

Canção de Natal (viola braguesa)

E Natal (bandolim)

Bem pudera (viola amarantina)

Dorme dorme (viola da terra)

O menino está dormindo (viola beiroa)

Lá na noite de Natal (viola de arame)

Natal da Beira (cavaquinho)

Natal de Elvas (guitarra portuguesa)

Eu sonho com um Bom Natal (guitarra portuguesa)



NB. Cd promocional das peças Natal disponível nos Concertos de Natal.





Discografia:



2001 2003 2005


Projectos/Lançamentos:

2007 (Janeiro) - Publicação do Manual de Improvisação para todos os Instrumentos

2007 – DVD didáctico viola portuguesas

2007 – DVD – Temas Escolhidos (peças do repertório de Luís Baptis em imagem)

2007 – DVD – Peças de Natal para Violas Portuguesas e trio de Cordas



Informações / Encomendas / Concertos:

info@musiclbm.com www.musiclbm.com

Tel.: 96 353 23 37








Contacto: info@musiclbm.com Tlm.: 96 353 23 37 Paula Moreira



www.musiclbm.com



LBM EDIÇÕES, LDA

Rua das Avencas Lt.. 19 r/c 2765-062 Estoril Portugal Tel./Fax: + 351 21 467 59 79 e-mail: info@musiclbm.com

domingo, dezembro 10, 2006

"Terras da Idanha uma paisagem sonora"

Foi apresentada uma colectânea de 6 CD´s intitulada "Terras de Idanha-Uma paisagem sonora". Trata-se de um projecto coordenado por César Viana e Pedro Rego, ao que presumo em sequência de uma actividade há muito enquadrada nas actividades de Belgais "Paisagem sonora da Beira Baixa". Ainda não tive oportunidade de aceder a esta edição, não a tenho encontrado no circuito comercial, mas será interessante fazer o confronto com os registos sonoros efectuados na década de 60, do século XX, por Veiga de Oliveira, Giacommetti e Fernando Lopes Graça. Vou contactar directamente o maestro César Viana para obter mais informações sobre esta edição.

in: http://www.belgais.org
ESTÚDIO DE GRAVAÇÃO



O estúdio de gravação tem uma unidade fixa e uma móvel. A unidade fixa é um veículo poderoso para por em prática os projectos discográficos de Belgais com autonomia e sem pressões económicas ou temporais.

A unidade móvel permite pôr em prática o projecto «Paisagem sonora da Beira Baixa», bem como realizar o registo de concertos e outras actividades, criando assim uma importante base documental das actividades desenvolvidas pelo centro.

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Relíquia arqueológica descoberta no Sabugal

in:Diário xxi
Sexta-Feira, 08 de Dezembro de 2006
Relíquia arqueológica descoberta no Sabugal

É a segunda estela (pedra vertical monolítica) do género descoberta na freguesia do Baraçal. A coluna pertence à Idade do Bronze Final e aguarda estudo pelo arqueólogo da Câmara do Sabugal
Uma pedra vertical monolítica (estela), em que os antigos faziam inscrições e esculturas, foi encontrada na freguesia do Baraçal, Sabugal, durante os trabalhos de construção de um muro. A estela em granito da Idade do Bronze Final foi utilizada como banco durante muitos anos. O achado já foi comunicado ao Gabinete de Arqueologia da Câmara do Sabugal.
O valor da peça foi desvendado por Luís Lages, presidente da Junta de Freguesia local, na altura em que procedia à construção de um muro junto da sua casa de habitação. "A pedra estava virada ao contrário, com a parte gravada para baixo", contou o autarca à Agência Lusa. "Estava a servir de banco e era onde antigamente amassava o linho". A peça com cerca de 1,90 metros de comprimento tem um campo onde estão gravados um escudo, uma lança e uma espada, ostentando ainda na parte inferior, o desenho de um espelho.

SEMELHANTE À DESCOBERTA DE 1978
Marcos Osório, arqueólogo da autarquia, refere que o serviço está a tratar do assunto para que a peça seja estudada “rapidamente". A estela agora encontrada é parecida com outra que está exposta no Museu do Sabugal e foi descoberta, também no Baraçal, no ano de 1978, adianta o arqueólogo. "Esta estela é da mesma tipologia da que foi encontrada no local, há décadas, diferenciando-se apenas no facto de esta ser gravada enquanto a anterior era esculpida e por ostentar também, além das armas, o desenho de um espelho", disse. Destacou a coincidência de terem sido encontradas as duas na mesma povoação, admitindo que "não é frequente aparecerem duas estelas no mesmo sítio".

“Devem ser devidamente estudadas e preservadas"
Peças com função ainda desconhecida
Segundo o arqueólogo da Câmara do Sabugal, Marcos Osório, a natureza destes monumentos é desconhecida, não se sabendo ao certo se tinham carácter funerário - assinalavam as tumbas de pessoas importantes nas sociedades proto-históricas - ou se demarcavam territórios - faziam a divisão territorial de uma comunidade.
Em relação às armas representadas, "tudo indica que sejam as armas principais de um guerreiro com prestígio social ou até de um príncipe, do período entre 1200 a 1000 a.C., possibilidade que é comprovada pela existência do 'espelho` à semelhança de outras estelas encontradas na Província de Cáceres [Espanha]", admitiu.
O arqueólogo considera que são peças "raras e muito valiosas que devem ser devidamente estudadas e preservadas".


Antiguidades encontradas fazem parte de exposição permanente
Museu conta a história do concelho
O espólio arqueológico encontrado nos últimos anos no concelho do Sabugal - incluindo a estela descoberta em 1978 no Baraçal - está exposto desde Junho no Museu local, criado por iniciativa da Câmara Municipal. A exposição permanente de arqueologia dá a conhecer aos visitantes os principais objectos arqueológicos - moedas, ferramentas, adornos, armas, loiças objectos sagrados, etc. - que testemunham a evolução histórica das comunidades da região que corresponde hoje ao concelho do Sabugal, desde o período da Pré-História até ao século XX.
Com a mostra permanente, segundo Marcos Osório, pretende-se "contar a história da presença humana nesta região, de forma contínua e homogénea, sem dar mais ênfase a determinados períodos cronológicos em detrimento de outros".

TAL COMO NUM FILME
Devido ao mobiliário e à cenografia da exposição, o visitante é convidado a percorrer as várias etapas cronológicas de forma gradual e sincopada, "tal como se se tratasse da película de um filme". "Os objectos do passado passam ao olhar do visitante de forma evolutiva e irreversível", contou o arqueólogo.
Para além do espólio pertencente à autarquia, proveniente de escavações e prospecções realizadas no concelho nos últimos dez anos, o museu - instalado no mesmo edifício do auditório municipal - exibe muito património que estava na posse de particulares, concluiu a fonte.

domingo, novembro 26, 2006

quinta-feira, novembro 23, 2006

A Beira Interior na vanguarda para cumprimento do Protocolo de Quioto

in: Diario xxi, de 23/11/2006

EDP investe na Covilhã para baixar emissão de gases Quinta-Feira, 23 de Novembro de 2006 Projecto inovador vai reduzir dióxido de carbono lançado para a atmosfera

Com um tipo especial de cultivo e florestação é possível certificar que determinada quantidade de carbono fica no solo em vez de ir para a atmosfera. O primeiro deste tipo de projectos inovadores para cumprir o Protocolo de Quioto arranca na freguesia de Peraboa A EDP-Energias de Portugal vai investir meio milhão de euros num projecto agro-florestal, na Quinta da França, na Covilhã, que permitirá reduzir anualmente em sete mil toneladas as emissões portuguesas de dióxido de carbono (CO2) até 2012. "É o primeiro projecto desta natureza em Portugal, que cria sumidouros agrícolas para a absorção de CO2 [retenção no solo], isto é, um tipo especial de cultivo que no fundo garante um efeito positivo no ambiente", explicou ontem o presidente da EDP, na cerimónia de assinatura do contrato de investimento com a sociedade agrícola Terraprima.
António Mexia afirmou que o projecto "abre caminho, com componente técnica portuguesa, para outros projectos do género que podem reduzir as emissões de CO2 em 4,5 milhões de toneladas até 2012". "É uma responsabilidade importante nas empresas e que contribui para o Fundo de Carbono [no valor de 354 milhões de euros], criado pelo governo, e ajuda assim a cumprir o Protocolo de Quioto", adiantou António Mexia. O Fundo Português de Carbono tem como objectivo financiar medidas que facilitem o cumprimento dos compromissos assumidos no âmbito do Protocolo de Quioto sobre alterações climáticas.

“FOSSEM 500 MIL”
O secretário de Estado do Ambiente, presente na assinatura do contrato, enalteceu a iniciativa da EDP, afirmando que se "em vez de 500 hectares [na Quinta da França, freguesia de Peraboa] fossem 500 mil, permitiria acabar com o défice de carbono português". Humberto Rosa explicou também que para o período pós-Quioto, em 2012, está a ser estudada a ideia de "beneficiar as empresas com mais créditos para a sua actividade quando estas fazem investimentos fora da sua área, contribuindo para a redução de CO2".

O que vai ser feito
O projecto consiste em gestão de pastagens, sementeira directa e florestação do local, explica a EDP em comunicado. Acima de tudo “trata-se de implementar novos métodos de plantação e gestão das áreas cultivadas, de modo a certificar o carbono fixado e a fornecer um estímulo remuneratório aos agricultores por esta mais-valia adicional da sua actividade”, sublinha a empresa. Para além deste objectivo, permite ainda a florestação com espécies autóctones e uma melhoria das áreas agrícolas e pastorícias, uma vez que aumenta a matéria orgânica no solo.

Primeiro local
A Quinta da França é a primeira em Portugal onde vai ser implementado o projecto, de um conjunto de cinco – Herdades dos Esquerdos, Monte dos Mestres, Fonte do Corcho e da Rebouça. Segundo o contrato, a Quinta da França está sujeita a obrigatoriedade de ter a sua área florestal em regime certificado de gestão florestal sustentável, durante três anos.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Estatísticas de visualização do Blog, até 19 de Novembro de 2006

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domingo, novembro 19, 2006

Tessaleno Devezas-professor da UBI-ciclos de Kondratieff aplicados à utilização da energia

Será o Nuclear a solução para o crescimento do consumo da energia?

Ao contrário da Tese defendida nesta publicação, apresentada Sexta-Feira, penso que o nuclear não é solução para nada, nem a curto, médio ou longo prazo. Para além das formas de energia renováveis apresentadas é preciso contar com outras, como seja a biomassa e os biocombustiveís. Ainda não se investiu e investigou o suficiente nestas formas de energias renováveis, nem se fez uma avaliação suficiente da redução de consumos resultantes do acréscimo da eficiência energética e na substituição de consumos energéticos, pela utilização de tecnologias amigas do ambiente, como sejam a construção de casas elas próprias produtoras da energia que utilizam e com a incorporação de sistemas inteligentes.

in: Diário XXI

Investimento em energia nuclear é urgente em Portugal
Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2006
Trabalho de professor da UBI faz parte de livro a lançar sexta-feira

Tessaleno Devezas é um dos investigadores versados na obra “Nuclear – O debate sobre o novo modelo energético em Portugal”, pela sua introdução do conceito de eficiência na análise dos comportamentos de consumo de energia
Daniel Sousa e Silva

“Como vão evoluir as necessidades de energia nas próximas décadas?”, interroga-se Tessaleno Devezas. Foi a partir desta dúvida que o professor do Departamento de Electromecânica da Universidade da Beira Interior (UBI) se lançou numa investigação, que suscitou o interesse de Jorge Nascimento Rodrigues (escritor e jornalista do “Expresso”) e Virgílio de Azevedo.
O trabalho de Tessaleno Devezas sobre a previsão de cenários futuros e, neste caso, sobre comportamento do consumo mundial de energia, em que introduz a variável eficiência, foi aproveitado pelos dois autores e faz parte do segundo capítulo do livro “Nuclear – O debate sobre o novo modelo energético em Portugal”. A obra editada pelo Centro Atlântico é lançada hoje, na Livraria Bertrand do Picoas Plaza, em Lisboa.
Sob o tema “O Século de transição para um mundo sem petróleo: A Voz dos Futuristas”, o capítulo dedica-se a “Tessaleno Devezas: o discípulo de Kondratieff que descobriu uma nova ‘espécie’ de energia”.
Em declarações ao Diário XXI, o docente da UBI explica que o convite para participar na obra “surge na sequência de um contacto, ao longo dos anos, com Jorge Nascimento Rodrigues”, enquanto jornalista do “Expresso”. “Entrevistou-me várias vezes”, recorda.
De acordo com o investigador, os consumos dos vários tipos de energia – petróleo, gás natural, carvão, entre outros – tiveram um grande aumento até meados da década de 80, seguindo-se um crescimento menos acentuado. “Isto era incompreensível, porque as necessidades de energia aumentaram. Comecei a analisar os dados, aplicando-lhes o princípio dos ciclos de Kondratieff e cheguei a uma conclusão”, refere.
Tessaleno Devezas conseguiu descobrir um novo padrão nos comportamentos de consumo mundial de energia, ao introduzir uma nova variável na análise: a eficiência. O que significa essa variável? “Com o desenvolvimento tecnológico das últimas décadas, tanto as empresas como os consumidores domésticos começaram a utilizar equipamentos que utilizam menos quantidade de energia para conseguir os mesmos resultados que no passado, ou seja, um uso mais eficaz da energia”, explica.

ENERGIA NUCLEAR É INCONTORNÁVEL
No entanto, refere, o aumento do consumo energético continua “e vai aumentar consideravelmente até 2030”. A solução “mais imediata e com melhores resultados” é o investimento na energia nuclear, defende. Tessaleno Devezas reconhece o “papel benéfico” do desenvolvimento das chamadas energias renováveis, tais como a solar ou a eólica, mas “as quantidades de energia que produzem e irão produzir no futuro nunca serão suficientes para as necessidades”.
Daí que o investigador considere que a aplicação da energia nuclear em Portugal seja “incontornável”, mesmo que actualmente “o interesse do poder político nesse sentido seja praticamente nulo”. “Espero que o livro lance um debate nacional em torno desta matéria, para que todos se apercebam da urgência do investimento no nuclear, de forma a garantir um futuro com desenvolvimento sustentado”, acredita Tessaleno Devezas, apelando a que “a razão se sobreponha ao medo do desconhecido”. É que, defende, “a energia nuclear é a mais segura do mundo, desde que seja correctamente desenvolvida”.


Na UBI desde 1992
Tessaleno Devezas está na UBI desde 1992. Começou por trabalhar no Departamento de Ciências Aeroespeciais, transferindo-se, passados alguns anos, para o Departamento de Electromecânica, onde lecciona várias disciplinas e é o responsável pelos laboratórios de Materiais.
Em 2005, foi distinguido pela Academia Russa de Ciências Naturais e pela Fundação Internacional Kondratieff. A distinção existe desde 1992, é entregue a cada 3 anos por ocasião do congresso Kondratieff e destina-se a galardoar obras que representem um importante contributo para o desenvolvimento das ciências económico-sociais.
Os ciclos de Kondratieff são movimentos de longa duração (25 a 45 anos) estudados pelo economista russo. Abrangem uma fase de alta e outra de baixa, correspondendo a fases de prosperidade e de regressão económica. Estes ciclos são característicos da economia dos finais do déculo XVIII e meados do século XX.

Publicações em livro
O anterior…
Publicado pela editora holandesa IOS Press no último dia 9 de Março, “Kondratieff Waves, Warfare and World Security”, foi o mais recente livro publicado por Tessaleno Devezas, tratando-se do quinto volume da colecção “The NATO Programme for Security through Science”.
O livro é o resultado dos trabalhos apresentados em Fevereiro de 2005, durante o ciclo de conferências Advanced Research Workshop (ARW), no âmbito do programa da NATO “Security Related Civil Science and Tecnology”, onde estiveram presentes mais de 40 cientistas das áreas de economia, ciências políticas e sociais, física, teoria de sistemas e simulação computacional.
Ao longo da obra é apresentado um conjunto de contribuições com novas perspectivas sobre os longos ciclos económicos, relacionados com conflitos armados e aspectos modernos de instabilidade geopolítica ligados ao terrorismo e globalização, permitindo assim antever cenários futuros, agindo por antecipação e garantir a estabilidade mundial.

…e o próximo
Jorge Nascimento Rodrigues é também colaborador no próximo livro de Tessaleno Devezas, que será publicado em 2007. Ainda sem título, a obra baseia-se no artigo “The Portuguese as System-builders in the Fifteenth and Sixteenth Centuries: A Case Study on the Role of Technology in the Evolution of the World System”.
Este artigo vai ser publicado na edição de Dezembro num revista britânica, tendo sido desenvolvido em parceria com George Modelski, professor na universidade norte-americana de Washington.
Tessaleno Devezas explica que o livro se relaciona com “o papel dos portugueses na evolução do conceito de globalização nos séculos XV e XVI”. Segundo o investigador, os Descobrimentos Portugueses “foram o primeiro empreendimento que criou ligações comerciais e culturais entre quatro continentes – Europa, África, Ásia e América – o que pode ser visto como o início real da globalização”.

Capítulo a capítulo
Como se organiza a obra
O livro “Nuclear – O debate sobre o novo modelo energético em Portugal” está estruturado em dez capítulos, antecedidos por um prefácio de António Costa Silva e pela introdução “A Grande Corrida do Século XXI”.
O primeiro capítulo versa sobre “A Europa à procura de alternativas”, seguindo-se o capítulo em que participa Tessaleno Devezas e ainda “Cesare Marchetti: o mais velho futurista europeu da energia nuclear” e “Dennis Meadows: o profeta dos 'limites ao crescimento”.
O terceiro capítulo da obra analisa “Um derradeiro fôlego dos combustíveis fósseis””, sendo o quarto dedicado a “Eficiência Energética: o desastre nacional”. “O novo modelo de desenvolvimento” é o tema do capítulo cinco, seguindo-se “Opiniões que contam”, onde são ouvidos testemunhos de uma dezena de especialistas nacionais na área da energia, entre os quais Joaquim Pina Moura, presidente da Iberdrola Portugal e deputado na Assembleia da República eleito pelo círculo eleitoral da Guarda.
“As 13 questões-chave” sobre o nuclear são apresentadas no sétimo capítulo, enquanto que o oitavo fala sobre “ITER: O sonho da fusão nuclear”. Sob o tema “Geografia do Nuclear”, o nono capítulo do livro aborda a implantação de centrais nucleares, origens da matéria-prima, produção de electricidade e arsenais militares.
A concluir a obra, apresenta-se “Para saber mais”, onde se traça uma “Pequena História do Nuclear” e se referem “Livros de leitura obrigatória”.

sábado, novembro 04, 2006

Cogumelos-riqueza da Beira Interior a explorar

Na Beira Interior, especialmente em anos com significativa queda pluvial, abundam várias variedades, cujo aproveitamento económico, de forma racioanal está por fazer. Em tempos, no site do Restaurante Helana, de Idanha-a-Nova (www.helana.com) havia uma informação relevante sobre este domínio. Na reformulação do site desapareceu essa informação e pelo que me foi possível constatar a utilização de cogumelos foi retirada da lista. Aqui fica informação relevante publicada no Jornal de Notícias de 3/11, mas também o Expresso reproduz informação sobre este domínio. Um dos produtos que os fabricantes de pizzas, mais conceituados, utilizam são os cogumelos em pó. Em Itália este produto encontra-se com facilidade, em Portugal só em casas muito especilizadas é possível encontrá-los. Os cogumelos são reduzidos a pó depois de secos. Em períodos de maior abundância, poderão ser transformados, por esta via, reduzindo a oferta e estabelizando os preços.


in: Jornal de Notícias
NÚMEROS
Desperdiçados benefícios dos cogumelos


Eduardo Pinto

Mais um Outono repleto de cogumelos silvestres, mais um ano sem legislação para o sector, mais uma corrida desenfreada a um recurso precioso, em que os intermediários são quem mais ganha com a venda. Portugal começa agora a despertar para esta potencialidade, mas Espanha, Itália, França e Suíça há muito a valorizam, comprando-a cá para consumir lá, em fresco, congelada ou em conserva de azeite.

Não que por cá não lucre quem o apanha e vende a intermediários. Cinco a 20 euros por quilo, limpos, não é propriamente valor desprezível para quem vive do magro sustento que a terra assegura. O problema é que o grosso da mais-valia não fica para eles.

Este o principal problema identificado pelo investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Artur Cristovão. As populações não negligenciam o produto, uma vez que sempre lhe reconheceram valor alimentar, tantas vezes para substituir carne e peixe, bem mais caros. "A negligência está na gestão do recurso e aproveitamento económico que traga mais benefícios para as populações".

Falta de legislação

Num estudo desenvolvido há cerca de um ano, Cristóvão constatou que os intermediários portugueses ou comerciantes espanhóis situam-se, geralmente, logo à saída do bosque onde as famílias apanham os cogumelos. "Têm carrinhas e balanças, fazem uma triagem rápida e pagam o que entendem". O produto é a seguir vendido a diversas unidades, que se encarregam do seu processamento e o transportam para mercados onde são altamente valorizados.

A culpa é da "situação de alegalidade (inexistência de lei) no sector", aduz o presidente da Associação Micológica Pantorra, com sede em Mogadouro, Francisco Xavier Martins. "Temos alertado as entidades competentes, mas devem ter tido outras coisas em que pensar", atira. O tema voltará a estar em debate nas jornadas europeias sobre micologia que amanhã começam, em Bragança, e decorrem até dia 12.

Guilhermina Marques, docente da UTAD, adianta que já houve uma primeira tentativa de criar legislação, através de um conjunto de entidades que fizeram o ponto da situação do sector. "Em 2001, apresentámos os relatório com as linhas orientadoras ao Ministério do Ambiente, mas, com a alternância de governos, o processo ficou parado", denuncia.

Os investigadores defendiam que as pessoas que apanham cogumelos devem aprender algumas regras, pois há processos mais destrutivos do que outros. As quantidades colhidas também deveriam ser regulamentadas, bem como os tamanhos autorizados e os objectos permitidos para auxiliar a recolecção. A comercialização e transformação são outros pontos que deverão merecer a atenção do legislador.

Restaurantes aproveitam

O potencial gastronómico dos cogumelos começa já a ser aproveitado por restaurantes na região. É o caso do "Flor de Sal", em Mirandela. O gerente, João Paulo Carlão, orgulha-se de servir sempre cogumelos nas refeições. Apostado numa cozinha de qualidade, diz que procurou sempre informar-se dos melhores produtos regionais para os poder confeccionar no restaurante. "Os cogumelos são um deles".

O responsável abastece-se numa unidade de produção de diversos tipos de cogumelos, em Benlhevai (Vila Flor). A repolga, os boletus, as trufas, entre outros, acompanham qualquer refeição, seja como entrada, utilizados na confecção de um prato ou como sobremesa. Um jantar eno-gastronómico recente, com cerca de 80 pessoas, na maioria do litoral do país, teve como exigência repolga grelhada e arroz de boletus para acompanhar a carne. E, por vezes, revela João Paulo Carlão, "até servimos gelado de cogumelo".

Os cogumelos silvestres podem ainda desempenhar um importante papel de defesa dos castanheiros contra doenças como o cancro e a tinta. Guillhermina Marques adianta que os fungos micorrízicos provocam o envolvimento da raiz dos castanheiros com mecélio, o que provoca uma barreira física que impede o acesso a outros fungos. Daí que a mobilização dos solos esteja totalmente desaconselhada nos soutos.


50

mil variedades

de cogumelos estão identificadas em todo o Mundo. Em Portugal, estão identificadas cerca de 300 espécies. Pouco mais de uma dezena terá interesse gastronómico.

90%

de água na composição

da maioria dos cogumelos. Daí a sua fragiliade. Nascem, crescem,vivem e morrem no espaço de uma semana.


5

euros

é o preço médio pago por intermediários aos colectores pela maioria das espécies de cogumelos apreciadas no estrangeiro. No caso dos boletus, chegam a pagar 20 euros por quilo.

200

participantes

esperados nas jornadas micológicas que começam amanhã em Bragança, oriundos de Portugal, Espanha, França e Itália.