domingo, outubro 08, 2006
Cirilo de Jesus-Centroliva- Vila Velha de Rodão primeiro empresário da Biomassa
A Centroliva, de Vila Velha de Rodão, foi a primeira unidade industrial a produzir energia eléctrica, a partir da Biomassa e a vender a produção à EDP. A Beira Baixa tem licenças para instalar 4 centrais de biomassa de 2, 3, 10 e 10 mw de energia. Mas, está em funcionamento a Centroliva que produz 2mw, suficientes para abastecer uma localidade com 5000 habitantes.
Morreu Joaquim Cardoso-Industrial - MACONDE
Joaquiom Cardoso nasceu no Tortosendo em 1938 e faleceu em Seattle, EUA, em 29 de Setembro. Esteve ligado como, operário, à industria textil da Covilhã. Quando a sua empresa entrou em crise conduziu um processo de aluguer da empresa em trabalhava, ao seu anterior patrão. Posteriormente trocou a Beira pelo Douro Industrial onde conduziu o processo de afirmação e expansão da maior empresa exportadora de têxteis portugueses, A MACONDE. Em 2002 saiu da MACONDE e passou a ser responsável pelas Colecções da cadeia Feira Nova e criou uma rede de lojas de distribuiçÕ PRÓPRIA, Acetato. Foi sócio, até à morte do Unidos FC do Tortosendo, onde se inspirou, até à morte, numa máxima aí colocada " A solidariedade humana não é palavra vã, se queres encontrar uma mão amiga que te proteja e ajude, procura-a na extremidade do teu braço". Grande homem, grande empreendedor, grande empregador, a Beira fica mais pobre, com o seu desaparecimento. Que outros sigam o seu exemplo.
sábado, outubro 07, 2006
Dia Mundial dos Castelos
in: Público
Património
Castelos portugueses se fossem postos à venda tinham dezenas de compradores
07.10.2006 - 17h21 Lusa
Os castelos portugueses se fossem postos à venda teriam dezenas de compradores, incluindo estrangeiros, o que podia ajudar a manter este património, afirmou hoje o presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, Francisco Sousa Lobo.
Estes monumentos "vêem-se de longe, marcam a paisagem e atraem as pessoas", adiantou o responsável que falava aos jornalistas em Évoramonte, concelho de Estremoz, onde decorrem hoje as comemorações do Dia Nacional dos Castelos.
Sousa Lobo lembrou que em Portugal os castelos são quase todos do Estado, contando-se pelos dedos das mãos o número de castelos, fortalezas ou torres que são propriedade privada.
A sua concessão a privados, disse, podia "ajudar a manter esse património".
As comemorações do Dia Nacional dos Castelos têm como palco a histórica vila alentejana de Évoramonte, cujo castelo foi construído há 700 anos.
O vereador da cultura da Câmara Municipal de Estremoz, João Carlos Chouriço, explicou que o município pretendeu integrar as celebrações do Dia Nacional dos Castelos nas actividades comemorativas dos 700 anos do castelo de Évoramonte.
O programa comemorativo incluiu um conjunto de conferências relacionadas com a histórica localidade, a apresentação de um livro sobre o castelo de Évoramonte, com textos de diversos autores, e o percurso do imaginário.
Um jantar medieval hoje na Torre/Paço Ducal do castelo de Évoramonte com animação da época completa o programa da iniciativa cultural.
O evento contou com cerca de 200 participantes, entre os quais o capitão de Abril Otelo Saraiva de Carvalho.
A Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, que visa a defesa e salvaguarda do património histórico militar, segundo o seu presidente, pretende contactar os municípios com castelos e sensibilizá-los para se associarem, em 2007, às comemorações do Dia Nacional dos Castelos com o intuito de este evento cultural decorrer em diversos locais.
As comemorações deste ano do Dia Nacional dos Castelos resultaram de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Estremoz e Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, com o apoio do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e Liga dos Amigos do Castelo de Évoramonte.
O Dia Nacional dos Castelos foi também comemorado em Lisboa, no Castelo de São Jorge.
Património
Castelos portugueses se fossem postos à venda tinham dezenas de compradores
07.10.2006 - 17h21 Lusa
Os castelos portugueses se fossem postos à venda teriam dezenas de compradores, incluindo estrangeiros, o que podia ajudar a manter este património, afirmou hoje o presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, Francisco Sousa Lobo.
Estes monumentos "vêem-se de longe, marcam a paisagem e atraem as pessoas", adiantou o responsável que falava aos jornalistas em Évoramonte, concelho de Estremoz, onde decorrem hoje as comemorações do Dia Nacional dos Castelos.
Sousa Lobo lembrou que em Portugal os castelos são quase todos do Estado, contando-se pelos dedos das mãos o número de castelos, fortalezas ou torres que são propriedade privada.
A sua concessão a privados, disse, podia "ajudar a manter esse património".
As comemorações do Dia Nacional dos Castelos têm como palco a histórica vila alentejana de Évoramonte, cujo castelo foi construído há 700 anos.
O vereador da cultura da Câmara Municipal de Estremoz, João Carlos Chouriço, explicou que o município pretendeu integrar as celebrações do Dia Nacional dos Castelos nas actividades comemorativas dos 700 anos do castelo de Évoramonte.
O programa comemorativo incluiu um conjunto de conferências relacionadas com a histórica localidade, a apresentação de um livro sobre o castelo de Évoramonte, com textos de diversos autores, e o percurso do imaginário.
Um jantar medieval hoje na Torre/Paço Ducal do castelo de Évoramonte com animação da época completa o programa da iniciativa cultural.
O evento contou com cerca de 200 participantes, entre os quais o capitão de Abril Otelo Saraiva de Carvalho.
A Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, que visa a defesa e salvaguarda do património histórico militar, segundo o seu presidente, pretende contactar os municípios com castelos e sensibilizá-los para se associarem, em 2007, às comemorações do Dia Nacional dos Castelos com o intuito de este evento cultural decorrer em diversos locais.
As comemorações deste ano do Dia Nacional dos Castelos resultaram de uma organização conjunta da Câmara Municipal de Estremoz e Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, com o apoio do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e Liga dos Amigos do Castelo de Évoramonte.
O Dia Nacional dos Castelos foi também comemorado em Lisboa, no Castelo de São Jorge.
sexta-feira, outubro 06, 2006
Portas de Rodão-Património Natural
in: Diário xxi
Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2006
Resultado de candidatura conjunta das câmaras de Vila Velha de Ródão e Nisa
O Instituto da Conservação da Natureza aprovou o projecto reconhecendo a singularidade do espaço e a necessidade de o salvaguardar
O Instituto da Conservação da Natureza (ICN) deu luz verde, há duas semanas, à candidatura das câmaras de Vila Velha de Ródão e Nisa para a classificação das Portas de Ródão como monumento natural. Com esta classificação serão criadas medidas que visam a conservação e protecção do território estudado e proposto.
“Preservar os valores naturais, cénicos e culturais existentes, garantindo o equilíbrio paisagístico e assegurando a articulação entre o natural e o humanizado” são alguns dos objectivos da candidatura agora aprovada, refere ao Diário XXI Maria do Carmo Sequeira, presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão. A autarca diz ainda que a classificação permite qualificar toda a zona deste monumento natural e “definir o que se pode fazer, em vez de assinalar proibições”. Assim, “toma-se o partido das mais valias ambientais e paisagísticas”, tal como “sensibilizar as populações para práticas de florestação correctas”.
A próxima etapa passa pela criação, pelas duas câmaras, de um projecto de decreto regulamentar, a entregar no ICN nos próximos seis meses, “para que fique detalhado o regulamento de todas as actividades permitidas e recomendas para a área abrangida”, descreve Maria do Carmo Sequeira
Juntando a actual classificação com o facto das Portas do Ródão serem um dos 16 monumentos do Geoparque Naturtejo, a autarca conclui “que o concelho vai poder dar um salto no plano turístico e económico”.
ESTUDOS SUPORTARAM CANDIDATURA
Para suportar a candidatura apresentada em 2005, Maria do Carmo Sequeira recorda que foram elaborados estudos aprofundados, realizados por técnicos especializados em matérias como geologia, biologia, história, arqueologia, entre outras, que resultou num documento base, enviado ao ICN.
A área abrangida tem cerca de mil e 300 hectares e está centrada nas escarpas de Portas de Ródão, no fundo das quais passa o Rio Tejo, cujo relevo singular sustentou a candidatura.
Apesar das tentativas, não foi possível ouvir sobre esta matéria Gabriela Tsukamoto, presidente da Câmara de Nisa, até ao fecho desta edição.
O que é um monumento natural?
Segundo o ICN, um monumento natural é “uma ocorrência natural contendo um ou mais aspectos que, pela sua singularidade, raridade ou representatividade em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais, exigem a sua conservação e a manutenção da sua integridade”. Para além das Portas do Ródão, os monumentos naturais actualmente classificados são: Ourém/Torres Novas (integrado no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros), Carenque, Pedreira do Avelino, Pedra da Mua e Lagosteiros (os dois últimos integrados no Parque Natural da Arrábida).
Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2006
Resultado de candidatura conjunta das câmaras de Vila Velha de Ródão e Nisa
O Instituto da Conservação da Natureza aprovou o projecto reconhecendo a singularidade do espaço e a necessidade de o salvaguardar
O Instituto da Conservação da Natureza (ICN) deu luz verde, há duas semanas, à candidatura das câmaras de Vila Velha de Ródão e Nisa para a classificação das Portas de Ródão como monumento natural. Com esta classificação serão criadas medidas que visam a conservação e protecção do território estudado e proposto.
“Preservar os valores naturais, cénicos e culturais existentes, garantindo o equilíbrio paisagístico e assegurando a articulação entre o natural e o humanizado” são alguns dos objectivos da candidatura agora aprovada, refere ao Diário XXI Maria do Carmo Sequeira, presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão. A autarca diz ainda que a classificação permite qualificar toda a zona deste monumento natural e “definir o que se pode fazer, em vez de assinalar proibições”. Assim, “toma-se o partido das mais valias ambientais e paisagísticas”, tal como “sensibilizar as populações para práticas de florestação correctas”.
A próxima etapa passa pela criação, pelas duas câmaras, de um projecto de decreto regulamentar, a entregar no ICN nos próximos seis meses, “para que fique detalhado o regulamento de todas as actividades permitidas e recomendas para a área abrangida”, descreve Maria do Carmo Sequeira
Juntando a actual classificação com o facto das Portas do Ródão serem um dos 16 monumentos do Geoparque Naturtejo, a autarca conclui “que o concelho vai poder dar um salto no plano turístico e económico”.
ESTUDOS SUPORTARAM CANDIDATURA
Para suportar a candidatura apresentada em 2005, Maria do Carmo Sequeira recorda que foram elaborados estudos aprofundados, realizados por técnicos especializados em matérias como geologia, biologia, história, arqueologia, entre outras, que resultou num documento base, enviado ao ICN.
A área abrangida tem cerca de mil e 300 hectares e está centrada nas escarpas de Portas de Ródão, no fundo das quais passa o Rio Tejo, cujo relevo singular sustentou a candidatura.
Apesar das tentativas, não foi possível ouvir sobre esta matéria Gabriela Tsukamoto, presidente da Câmara de Nisa, até ao fecho desta edição.
O que é um monumento natural?
Segundo o ICN, um monumento natural é “uma ocorrência natural contendo um ou mais aspectos que, pela sua singularidade, raridade ou representatividade em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais, exigem a sua conservação e a manutenção da sua integridade”. Para além das Portas do Ródão, os monumentos naturais actualmente classificados são: Ourém/Torres Novas (integrado no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros), Carenque, Pedreira do Avelino, Pedra da Mua e Lagosteiros (os dois últimos integrados no Parque Natural da Arrábida).
segunda-feira, setembro 25, 2006
Integração em rede do património da Beira Interior
in: Diário xxi de 25/9/2006
Redes de património precisam-se
Segunda-Feira, 25 de Setembro de 2006
Seminário realizado no Fundão lança desafio aos municípios
No âmbito das Jornadas Europeias do Património, o vice-presidente do IPPAR apelou à constituição de redes de promoção, porque cada município não possui património suficiente “para ser um pólo de atracção por si só”
Daniel Sousa e Silva
“São os factores culturais que nos distinguem das restantes comunidades” e dizê-lo “não é nacionalismo bacoco”. A ideia foi destacada por Henrique Parente, vice-presidente do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), na sessão de abertura do seminário “Cartas e Recomendações Internacionais de Património” na última sexta-feira, na Biblioteca Eugénio de Andrade, no Fundão. Tratou-se de uma das muitas actividades de entrada gratuita que tiveram lugar até ontem na região – foram 550 em todo o País – no âmbito da 13ª edição das Jornadas Europeias do Património. Esta iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia envolve mais de meia centena de países, com o intuito de sensibilizar os povos europeus para a importância da salvaguarda do património. Em Portugal, a coordenação foi da responsabilidade do IPPAR e subordinada ao tema “Património Somos Nós”.
Henrique Parente sublinhou que o património “é um recurso histórico, mas também económico”, por isso, apelou à cooperação entre municípios. “Não basta haver SCUTs [auto-estradas sem custo para o utilizador], é preciso haver promoção da sustentabilidade do património numa perspectiva regional”. Nesse sentido, defende que cada concelho “deixe de olhar apenas para o seu umbigo, apostando antes na promoção em rede”, já que a maioria dos municípios não possui património suficiente “para ser um pólo de atracção por si só”.
EDUCAR PARA GARANTIR O FUTURO
Henrique Parente é também apologista da “estratégia do IPPAR” que se baseia na sensibilização das crianças para a importância do património. Acções nas escolas de ensino básico são um exemplo, para que “as crianças se tornem no principal pólo de defesa do património”.
Pelo mesmo diapasão afinou José Afonso, director regional de Castelo Branco do IPPAR. “A Beira Interior possui uma identidade cultural comum que deve ser potenciada através da constituição de redes de promoção entre municípios”, frisou.
Reunião de trabalho a 9 de Outubro
Presidente do IPPAR visita Fundão
À margem do seminário, o presidente da Câmara do Fundão, Manuel Frexes, anunciou que Elísio Summavielle, presidente do IPPAR, vai deslocar-se à cidade fundanense para “uma reunião de trabalho” com responsáveis autárquicos. “Vão ser abordados vários assuntos de interesse para o município e para o IPPAR, mas ainda é cedo para os revelar”, disse o autarca. Estava previsto que o presidente do IPPAR estivesse presente no seminário de sexta-feira, mas cancelou a visita “por motivos de força maior”.
Devolver património às populações
Manuel Frexes, presidente da Câmara do Fundão, entende que “é preciso inovar na promoção do património, porque muitos conceitos de divulgação estão obsoletos”. Uma das sugestões do autarca é de que, “para além de se promoverem as ligações às vertentes científica e turística, os espaços patrimoniais sejam devolvidos às populações”.
Por outro lado, Frexes considera que “têm de ser” as entidades públicas a dar o exemplo na preservação do património, pois “só assim serão seguidas pelo cidadão comum”. E dá o exemplo da Câmara do Fundão, como “um município que tem tido a causa do património como um dos seus ex-libris”.
Redes de património precisam-se
Segunda-Feira, 25 de Setembro de 2006
Seminário realizado no Fundão lança desafio aos municípios
No âmbito das Jornadas Europeias do Património, o vice-presidente do IPPAR apelou à constituição de redes de promoção, porque cada município não possui património suficiente “para ser um pólo de atracção por si só”
Daniel Sousa e Silva
“São os factores culturais que nos distinguem das restantes comunidades” e dizê-lo “não é nacionalismo bacoco”. A ideia foi destacada por Henrique Parente, vice-presidente do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), na sessão de abertura do seminário “Cartas e Recomendações Internacionais de Património” na última sexta-feira, na Biblioteca Eugénio de Andrade, no Fundão. Tratou-se de uma das muitas actividades de entrada gratuita que tiveram lugar até ontem na região – foram 550 em todo o País – no âmbito da 13ª edição das Jornadas Europeias do Património. Esta iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia envolve mais de meia centena de países, com o intuito de sensibilizar os povos europeus para a importância da salvaguarda do património. Em Portugal, a coordenação foi da responsabilidade do IPPAR e subordinada ao tema “Património Somos Nós”.
Henrique Parente sublinhou que o património “é um recurso histórico, mas também económico”, por isso, apelou à cooperação entre municípios. “Não basta haver SCUTs [auto-estradas sem custo para o utilizador], é preciso haver promoção da sustentabilidade do património numa perspectiva regional”. Nesse sentido, defende que cada concelho “deixe de olhar apenas para o seu umbigo, apostando antes na promoção em rede”, já que a maioria dos municípios não possui património suficiente “para ser um pólo de atracção por si só”.
EDUCAR PARA GARANTIR O FUTURO
Henrique Parente é também apologista da “estratégia do IPPAR” que se baseia na sensibilização das crianças para a importância do património. Acções nas escolas de ensino básico são um exemplo, para que “as crianças se tornem no principal pólo de defesa do património”.
Pelo mesmo diapasão afinou José Afonso, director regional de Castelo Branco do IPPAR. “A Beira Interior possui uma identidade cultural comum que deve ser potenciada através da constituição de redes de promoção entre municípios”, frisou.
Reunião de trabalho a 9 de Outubro
Presidente do IPPAR visita Fundão
À margem do seminário, o presidente da Câmara do Fundão, Manuel Frexes, anunciou que Elísio Summavielle, presidente do IPPAR, vai deslocar-se à cidade fundanense para “uma reunião de trabalho” com responsáveis autárquicos. “Vão ser abordados vários assuntos de interesse para o município e para o IPPAR, mas ainda é cedo para os revelar”, disse o autarca. Estava previsto que o presidente do IPPAR estivesse presente no seminário de sexta-feira, mas cancelou a visita “por motivos de força maior”.
Devolver património às populações
Manuel Frexes, presidente da Câmara do Fundão, entende que “é preciso inovar na promoção do património, porque muitos conceitos de divulgação estão obsoletos”. Uma das sugestões do autarca é de que, “para além de se promoverem as ligações às vertentes científica e turística, os espaços patrimoniais sejam devolvidos às populações”.
Por outro lado, Frexes considera que “têm de ser” as entidades públicas a dar o exemplo na preservação do património, pois “só assim serão seguidas pelo cidadão comum”. E dá o exemplo da Câmara do Fundão, como “um município que tem tido a causa do património como um dos seus ex-libris”.
terça-feira, setembro 19, 2006
BoomFestival 2006-Ecofestival
Newsletter da organização:
Hello to all visionary beings,
THANK YOU so much for your delicious mood and creative energy that made Boom 06 one of the most special ones so far – once again acting in Unison we enhanced our creativity! WE ARE ONE. So be it!
The August full Moon was memorable for most of us: artists from different areas - be it multimedia, land art, music, decoration or paint – all adding their talent into the melting pot and expanding the network; thinkers from all over the world crossed over their latest reflex-ions and presented pathways on the evident and hidden dimensions of (un)reality through the Liminal Village; a multicultural crowd interconnected and got together sharing experiences and knowledge through words, behaviors, gestures and non verbal communication;
Eco-visions?
Permeating all the above experiences the Boom enhanced itself on the way to be self-sustainable and eco-friendly in the near future.
In this point we must say that, despite HUGE efforts, the Boom venue was left filled with trash when the festival ended. Too much garbage was left behind. Sad!!
More then 250,000 € have been spent on several ecological projects (from cleaning to rubbish and sewer bio-treatments) during the Boom, but the individual behaviors must play an increasing part on this adventure. There is a huge amount of people that was helpful on feeding the eco-networks within Boom but some other people just didn't care about the negative effects one has on Nature if acting without respect.
So we must stress: Use celebration not for alienation but for improvement - be it either thru arts perception or acquiring new values. Celebrate!
Present visions:
For most of you Boom is a memory but here at the Boom HQ we are still on the move with it. The field teams are finalizing the deconstruction of all structures (yes, it has been difficult to take apart all elements of those majestic bamboo structures made by a Balinese team).
This year we have been able to recover and preserve around 90% of all the material used. So the Boom is nearly becoming a self sufficient event on the building scale. Most of the materials will be reused and none will have created trash in its way.
Visionary Elucidations:
Boom will now transfer its vision to cyberspace alongside all your individual memories.
Soon the official website will be updated and we'll give you contents and important features on the visionary culture. Be Tuned into Cyberspace and check soon the new Boom cyber house!
Boom is a cooperative event that wants to be a part of you! Please if you want to share with us your reviews, photos, videos, etc send it to: info.boomfestival.org
Soon more news!...
Boom Team
For more info: www.boomfestival.org
Hello to all visionary beings,
THANK YOU so much for your delicious mood and creative energy that made Boom 06 one of the most special ones so far – once again acting in Unison we enhanced our creativity! WE ARE ONE. So be it!
The August full Moon was memorable for most of us: artists from different areas - be it multimedia, land art, music, decoration or paint – all adding their talent into the melting pot and expanding the network; thinkers from all over the world crossed over their latest reflex-ions and presented pathways on the evident and hidden dimensions of (un)reality through the Liminal Village; a multicultural crowd interconnected and got together sharing experiences and knowledge through words, behaviors, gestures and non verbal communication;
Eco-visions?
Permeating all the above experiences the Boom enhanced itself on the way to be self-sustainable and eco-friendly in the near future.
In this point we must say that, despite HUGE efforts, the Boom venue was left filled with trash when the festival ended. Too much garbage was left behind. Sad!!
More then 250,000 € have been spent on several ecological projects (from cleaning to rubbish and sewer bio-treatments) during the Boom, but the individual behaviors must play an increasing part on this adventure. There is a huge amount of people that was helpful on feeding the eco-networks within Boom but some other people just didn't care about the negative effects one has on Nature if acting without respect.
So we must stress: Use celebration not for alienation but for improvement - be it either thru arts perception or acquiring new values. Celebrate!
Present visions:
For most of you Boom is a memory but here at the Boom HQ we are still on the move with it. The field teams are finalizing the deconstruction of all structures (yes, it has been difficult to take apart all elements of those majestic bamboo structures made by a Balinese team).
This year we have been able to recover and preserve around 90% of all the material used. So the Boom is nearly becoming a self sufficient event on the building scale. Most of the materials will be reused and none will have created trash in its way.
Visionary Elucidations:
Boom will now transfer its vision to cyberspace alongside all your individual memories.
Soon the official website will be updated and we'll give you contents and important features on the visionary culture. Be Tuned into Cyberspace and check soon the new Boom cyber house!
Boom is a cooperative event that wants to be a part of you! Please if you want to share with us your reviews, photos, videos, etc send it to: info.boomfestival.org
Soon more news!...
Boom Team
For more info: www.boomfestival.org
quarta-feira, setembro 13, 2006
As SCUT em debate
No próximo dia 18 de Setembro, pelas 21h, na sede da Ordem dos Economistas, realiza-se uma conferência/debate sobre o tema SCUTS - Uma análise económica.
Nesta conferência/debate participarão os Professores Marvão Pereira do College William and Mary, EUA e Miguel Andraz da Universidade do Algarve, co-autores de um estudo sobre as SCUTS promovido pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento (IED), bem como outros Economistas com posições publicamente conhecidas sobre este tema, o que garante um debate vivo, mas essencialmente técnico, sobre este polémico assunto. O debate será moderado pelo Dr. João Vieira Pereira, editor de economia do Semanário Expresso.
Nesta conferência/debate participarão os Professores Marvão Pereira do College William and Mary, EUA e Miguel Andraz da Universidade do Algarve, co-autores de um estudo sobre as SCUTS promovido pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento (IED), bem como outros Economistas com posições publicamente conhecidas sobre este tema, o que garante um debate vivo, mas essencialmente técnico, sobre este polémico assunto. O debate será moderado pelo Dr. João Vieira Pereira, editor de economia do Semanário Expresso.
quinta-feira, setembro 07, 2006
Casa João Franco
Depois da casa Cunha Leal, novas notícias do Alcaide, agora relativamente à casa João Franco. Para colocar a cereja no bolo falta mesmo é o aproveitamento cultural da casa de D. Fernando de Almeida. Esperemos que não tarde....
in: Jornal do Fundão
SECÇÃO: Regional
Para dar a conhecer a aldeia
Centro interpretativo na Casa João Franco
A CONSTRUÇÃO de um Centro Interpretativo está englobada na segunda fase do projecto de aldeia, da Rota das Aldeias Tradicionais.
Está previsto que este espaço vá para os baixos da Casa João Franco, “uma das casas mais significativas do Alcaide, que a par com a Casa Cunha Leal” conferem um valor muito especial a esta aldeia.
No Alcaide está presente uma relação muito interessante entre Monarquia (por João Franco) e República (por Cunha Leal), “característica que queremos trabalhar”, conta o vereador Paulo Fernandes. O responsável pela cultura adianta ainda que “se está a fazer um levantamento do arquivo histórico do Alcaide com a Universidade Católica de Lisboa” que tem um acervo documental muito bom sobre a aldeia e João Franco. Além disso, neste Centro prevê-se também documentar a actividade agrícola de Alcaide, muito ligada à cereja e ao azeite.
in: Jornal do Fundão
SECÇÃO: Regional
Para dar a conhecer a aldeia
Centro interpretativo na Casa João Franco
A CONSTRUÇÃO de um Centro Interpretativo está englobada na segunda fase do projecto de aldeia, da Rota das Aldeias Tradicionais.
Está previsto que este espaço vá para os baixos da Casa João Franco, “uma das casas mais significativas do Alcaide, que a par com a Casa Cunha Leal” conferem um valor muito especial a esta aldeia.
No Alcaide está presente uma relação muito interessante entre Monarquia (por João Franco) e República (por Cunha Leal), “característica que queremos trabalhar”, conta o vereador Paulo Fernandes. O responsável pela cultura adianta ainda que “se está a fazer um levantamento do arquivo histórico do Alcaide com a Universidade Católica de Lisboa” que tem um acervo documental muito bom sobre a aldeia e João Franco. Além disso, neste Centro prevê-se também documentar a actividade agrícola de Alcaide, muito ligada à cereja e ao azeite.
Casa de Cunha Leal reconvertida para o Turismo
Cunha Leal, que desenvolveu intensa actividade política na I República, foi um feroz opositor da ditadura Salazarista, conhecendo o exílio, em resultado da sua actividade. Sob o ponto de vista do pensamento, era muito próximo de Norton de Matos e Henrique Galvão, principalmente ao nível da oposição à emancipação das colónias. A sua casa no Alcaide, fronteira à Igreja Matriz, estava em recuperação, na última vez que visitei o Alcaide.
in: Jornal do Fundão
SECÇÃO: Regional
Na casa Cunha Leal, nome da I República
Alcaide vai ter museu da terra e restaurante típico
Inserida na Rota das Aldeias Tradicionais, a Casa Cunha Leal, que está a
ser alvo de obras de recuperação vai albergar um restaurante típico e um museu
A CASA Cunha Leal, situada em frente à Igreja Matriz da aldeia, “é o projecto mais emblemático” que está em desenvolvimento, neste momento, no Alcaide. Quem o diz é José da Cruz, presidente da Junta de Freguesia.
Apesar da recuperação estar a ser feita há algum tempo, as obras estiveram paradas durante vários meses, por razões que o autarca local garante serem completamente alheias à Junta, estando relacionadas com o empreiteiro encarregue da obra.
Naquele edifício, “uma das casas mais significativas de Alcaide”, segundo Paulo Fernandes, vereador da Câmara Municipal do Fundão, irá nascer um museu alusivo às actividades e tradições da terra e um restaurante típico. Depois de a obra estar acabada, será aberto um concurso para decidir quem irá explorar o espaço hoteleiro, sendo objectivo do executivo ”construir ali um dos melhores restaurantes do concelho, com pratos regionais de qualidade”.
A conclusão da obra está prevista para o final deste ano, apesar de estar um pouco atrasada. A casa pertencia à família Cunha Leal, tendo uma parte sido oferecida pelos herdeiros e a outra adquirida pela Junta.
Este projecto está integrado num programa que vem sendo desenvolvido pela autarquia fundanense e que nasceu há cerca de dois anos.
É a Rota das Aldeias Tradicionais, que se divide, sumariamente, em três fases: a primeira é a recuperação, a segunda a valorização e a terceira apresenta uma componente de ordenamento do património da aldeia.
O espaço que ali vai nascer terá certamente uma temática e ambiente relacionados com a I República – dado que o proprietário da casa foi um nome de vulto da altura – e a própria carta gastronómica estará também, de alguma forma, ligada a esta época da História de Portugal, como explicou o responsável pelo pelouro da cultura da Câmara do Fundão.
Inserido neste programa esteve também a recuperação da Praça Comendador Joaquim Gil Pinheiro, que José da Cruz garante “não estar ainda ao nosso gosto”, pelo que a Junta prevê reajustar alguns pormenores.
Nelly Caetano
in: Jornal do Fundão
SECÇÃO: Regional
Na casa Cunha Leal, nome da I República
Alcaide vai ter museu da terra e restaurante típico
Inserida na Rota das Aldeias Tradicionais, a Casa Cunha Leal, que está a
ser alvo de obras de recuperação vai albergar um restaurante típico e um museu
A CASA Cunha Leal, situada em frente à Igreja Matriz da aldeia, “é o projecto mais emblemático” que está em desenvolvimento, neste momento, no Alcaide. Quem o diz é José da Cruz, presidente da Junta de Freguesia.
Apesar da recuperação estar a ser feita há algum tempo, as obras estiveram paradas durante vários meses, por razões que o autarca local garante serem completamente alheias à Junta, estando relacionadas com o empreiteiro encarregue da obra.
Naquele edifício, “uma das casas mais significativas de Alcaide”, segundo Paulo Fernandes, vereador da Câmara Municipal do Fundão, irá nascer um museu alusivo às actividades e tradições da terra e um restaurante típico. Depois de a obra estar acabada, será aberto um concurso para decidir quem irá explorar o espaço hoteleiro, sendo objectivo do executivo ”construir ali um dos melhores restaurantes do concelho, com pratos regionais de qualidade”.
A conclusão da obra está prevista para o final deste ano, apesar de estar um pouco atrasada. A casa pertencia à família Cunha Leal, tendo uma parte sido oferecida pelos herdeiros e a outra adquirida pela Junta.
Este projecto está integrado num programa que vem sendo desenvolvido pela autarquia fundanense e que nasceu há cerca de dois anos.
É a Rota das Aldeias Tradicionais, que se divide, sumariamente, em três fases: a primeira é a recuperação, a segunda a valorização e a terceira apresenta uma componente de ordenamento do património da aldeia.
O espaço que ali vai nascer terá certamente uma temática e ambiente relacionados com a I República – dado que o proprietário da casa foi um nome de vulto da altura – e a própria carta gastronómica estará também, de alguma forma, ligada a esta época da História de Portugal, como explicou o responsável pelo pelouro da cultura da Câmara do Fundão.
Inserido neste programa esteve também a recuperação da Praça Comendador Joaquim Gil Pinheiro, que José da Cruz garante “não estar ainda ao nosso gosto”, pelo que a Junta prevê reajustar alguns pormenores.
Nelly Caetano
sábado, agosto 26, 2006
Mosaicos Romanos na colecção dos Museus Portugueses
Até 10 de Setembro, no Museu Nacional de Arqueologia exposição de Mosaicos ramanos da coleccção de Museus Portugueses
sábado, agosto 19, 2006
Mosaicos Romanos-Museu do Bardo(Tunis)
Existirá alguma relação entre os motivos decorativos das colchas de Castelo Branco e os temas reproduzidos em mosaicos romanos?
quinta-feira, agosto 17, 2006
Continuação dos Registos sonoros de Giacometti, recolhidos na Beira Baixa
Nº Rg. Título Interv. Tempo
1964 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1965 Debaixo da Laranjeira 2:02
1966 Debaixo da Laranjeira Adufe 1:05
1967 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1968 Eu venho de marcelada(referência a Salazar) Adufe, foguetes 1:26
1969 Toque de Búzio(azeitona) Búzio 0:28
1970 Os amores da azeitona 1:59
1971 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:16
1972 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:44
1973 Palheta-José dos Reis 1:19
1974 José embala o menino Voz feminina 1:00
1975 José embala o menino Voz feminina 0:51
1976 José embala o menino Voz feminina 2:56
1977 Acordai irmãos meus Coro misto 3:53
1978 Acordai irmãos meus Coro feminino 3:42
1979 Bendito e louvado seja Coro feminino 2:24
1980 A Luz? Coro feminino 0:57
1981 A Luz? Coro feminino 0:56
1982 Canto da lavra Voz de ganhão 3:43
1983 Canto da lavra Voz de ganhão 4:56
1984 Recorde senhor prior Adufe 1:29
1985 Recorde senhor prior Adufe 2:13
1986 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:48
1987 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:49
1988 Senhora do almurtão Adufe, voz feminina 1:32
1989 Ò Divina santa Cruz Adufe, vozes femininas 2:00
1990 Oh que noite tão escura Adufe, vozes femininas 1:44
1991 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:15
1992 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:25
1993 Estas casas são mui altas Adufe, vozes femininas 1:06
1994 Venho de marcelada Adufe, vozes femininas 1:56
1995 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:30
1996 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:29
1997 Ó arvoredo fechado Adufe, vozes femininas 1:29
1998 A margaça é má erva Adufe, vozes femininas 1:48
1999 O Vos Omnes Voz feminina 1:41
2000 José embala o menino Voz feminina 2:53
2001 No cimo daquela serra Voz feminina 4:00
2002 Linda pastorinha Voz feminina 6:50
2003 No cimo daquela serra Voz feminina 3:56
2004 Abram-se essas portas Voz feminina 1:57
2005 Indo D. Silvana Voz feminina 1:34
2006 Vindo o lavrador da arada Voz feminina 1:23
2007 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2008 Palheta-José dos Reis Palheta 0:44
2009 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2010 Palheta-José dos Reis Palheta 0:22
2011 Palheta-José dos Reis Palheta 1:23
2012 Palheta-José dos Reis Palheta 0:35
2013 Palheta-José dos Reis Palheta 4:14
2014 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 7:47
2015 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 5:04
2016 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 0:49
2017 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:47
2018 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:41
2019 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:15
2020 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 0:50
2021 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:14
2022 S. João que estais no Céu(S. João do Rancho) Coro misto 2:40
2023 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 1:58
2024 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 2:00
2025 O Vos Omnes Voz feminina 4:49
2026 Inda agora aqui Cheguei Coro misto 1:59
2027 Do meu milho sachadeiras do meu milho Coro misto 2:10
2028 S. João que estais no Céu Coro misto 3:11
2029 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:12
2030 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:09
2031 O Vos Omnes Voz feminina 4:31
2032 O Vos Omnes Voz feminina 4:26
2033 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:49
2034 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 3:51
2035 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 1:26
2036 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:11
2037 Som de trovoada e chuva 2:40
2038 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e Vozes 4:14
2039 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e vozes 2:12
2040 Em honra e louvor de nosso Padre S. Francisco Coro misto 2:27
2041 Lá em cima ao Altar Mor Coro misto 3:16
1964 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1965 Debaixo da Laranjeira 2:02
1966 Debaixo da Laranjeira Adufe 1:05
1967 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1968 Eu venho de marcelada(referência a Salazar) Adufe, foguetes 1:26
1969 Toque de Búzio(azeitona) Búzio 0:28
1970 Os amores da azeitona 1:59
1971 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:16
1972 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:44
1973 Palheta-José dos Reis 1:19
1974 José embala o menino Voz feminina 1:00
1975 José embala o menino Voz feminina 0:51
1976 José embala o menino Voz feminina 2:56
1977 Acordai irmãos meus Coro misto 3:53
1978 Acordai irmãos meus Coro feminino 3:42
1979 Bendito e louvado seja Coro feminino 2:24
1980 A Luz? Coro feminino 0:57
1981 A Luz? Coro feminino 0:56
1982 Canto da lavra Voz de ganhão 3:43
1983 Canto da lavra Voz de ganhão 4:56
1984 Recorde senhor prior Adufe 1:29
1985 Recorde senhor prior Adufe 2:13
1986 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:48
1987 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:49
1988 Senhora do almurtão Adufe, voz feminina 1:32
1989 Ò Divina santa Cruz Adufe, vozes femininas 2:00
1990 Oh que noite tão escura Adufe, vozes femininas 1:44
1991 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:15
1992 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:25
1993 Estas casas são mui altas Adufe, vozes femininas 1:06
1994 Venho de marcelada Adufe, vozes femininas 1:56
1995 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:30
1996 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:29
1997 Ó arvoredo fechado Adufe, vozes femininas 1:29
1998 A margaça é má erva Adufe, vozes femininas 1:48
1999 O Vos Omnes Voz feminina 1:41
2000 José embala o menino Voz feminina 2:53
2001 No cimo daquela serra Voz feminina 4:00
2002 Linda pastorinha Voz feminina 6:50
2003 No cimo daquela serra Voz feminina 3:56
2004 Abram-se essas portas Voz feminina 1:57
2005 Indo D. Silvana Voz feminina 1:34
2006 Vindo o lavrador da arada Voz feminina 1:23
2007 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2008 Palheta-José dos Reis Palheta 0:44
2009 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2010 Palheta-José dos Reis Palheta 0:22
2011 Palheta-José dos Reis Palheta 1:23
2012 Palheta-José dos Reis Palheta 0:35
2013 Palheta-José dos Reis Palheta 4:14
2014 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 7:47
2015 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 5:04
2016 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 0:49
2017 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:47
2018 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:41
2019 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:15
2020 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 0:50
2021 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:14
2022 S. João que estais no Céu(S. João do Rancho) Coro misto 2:40
2023 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 1:58
2024 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 2:00
2025 O Vos Omnes Voz feminina 4:49
2026 Inda agora aqui Cheguei Coro misto 1:59
2027 Do meu milho sachadeiras do meu milho Coro misto 2:10
2028 S. João que estais no Céu Coro misto 3:11
2029 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:12
2030 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:09
2031 O Vos Omnes Voz feminina 4:31
2032 O Vos Omnes Voz feminina 4:26
2033 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:49
2034 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 3:51
2035 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 1:26
2036 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:11
2037 Som de trovoada e chuva 2:40
2038 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e Vozes 4:14
2039 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e vozes 2:12
2040 Em honra e louvor de nosso Padre S. Francisco Coro misto 2:27
2041 Lá em cima ao Altar Mor Coro misto 3:16
quarta-feira, agosto 02, 2006
Exemplo de boas práticas-Reciclagem e Poupança de recursos
in: DiárioXXI
Festival de música electrónica testa sanitários sem água
Quarta-Feira, 02 de Agosto de 2006
“Boom 2006” a partir de amanhã, em Idanha-a-Nova
O festival que decorre a partir de amanhã e até dia 9 de Agosto pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Sanitários sem descargas e chuveiros que permitem poupar água são dois dos bons exemplos num recinto onde as construções aproveitam madeira ardida nos incêndios dos últimos anos
Texto: José Luís Sousa *
Fotografia: António José *
Sanitários que não precisam de água e chuveiros concebidos para a poupar vão ser testados em Idanha-a-Nova durante o "Boom Festival 2006", festival de música electrónica onde são esperadas cerca de 20 mil pessoas. O "Boom Festival 2006" é uma iniciativa bienal de "arte global", ligada à música electrónica de características alternativas (psy-trance), cuja sexta edição tem como tema a ecologia e decorre nos arredores de Idanha-a-Nova, na Herdade do Torrão, a partir de amanhã, dia 3, e até quarta-feira, 9 de Agosto.
As casas de banho e chuveiros ecológicos chegam a Portugal através de responsáveis brasileiros do IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), entidade com oito anos que promove a existência de comunidades capazes de suprir as suas necessidades básicas de forma ecológica, eficiente e com baixo custo. "As casas de banho ecológicas eliminam o uso da água. Não faz sentido, especialmente nos tempos que correm, misturar água, um bem precioso, com dejectos humanos" afirmou à Agência Lusa, André Soares, investigador do IPEC.
O sistema funciona adicionando uma determinada quantidade de serradura aos dejectos humanos, que, por acção do sol, são por sua vez transformados em fertilizante orgânico. O processo, denominado de compostagem termofílica, é indicado para utilização em locais onde não há disponibilidade de água ou de tratamento de esgotos.
Em vez de água "que vai ser poluída e desperdiçada na descarga", é adicionada matéria orgânica seca (serradura) aos dejectos humanos. Depois (os dejectos) são deixados ao sol a uma temperatura de cerca de 65 graus, resultando na esterilização de todos os agentes patogénicos", explica André Soares. Os dejectos saem dos sanitários directamente para recipientes, onde, "de uma forma natural, o problema é resolvido pela Natureza", afirma. Quatro meses volvidos, o processo de esterilização e aptidão de uso como fertilizante está concluído e o adubo pronto para ser utilizado nas culturas agrícolas.
18 SANITÁRIOS NO BOOM
No recinto do "Boom Festival", situado nas margens da albufeira da barragem Marechal Carmona, estão instalados 18 sanitários que utilizam aquela "tecnologia natural", a qual - garante André Soares - não produz cheiros desagradáveis". "Não tem cheiros ao contrário dos sanitários 'portáteis' tradicionais que têm muitos inconvenientes. Cheiram muito mal e utilizam químicos e água para limpeza", refere. O sistema foi financiado pela Fundação Banco do Brasil e apresentado em 2005 naquele país, estando a ser utilizado em programas sociais no Nordeste "também como alternativa de renda para famílias pobres", afirma André Soares. "É bom para o ambiente e pode ser até um negócio. A utilização como fertilizante é uma solução rural perfeita" defendeu André Soares.
* Agência Lusa
Sistema promete acabar com sobrecarga de ETAR verificada em anos anteriores
Efluentes dos chuveiros reduzidos
Outro projecto com origem no IPEC, também em teste no "Boom Festival", diz respeito a chuveiros que permitem poupar água, acoplados a um sistema que reduz significativamente o débito de efluentes para as estações de tratamento de águas residuais (ETAR).
No total são 56 chuveiros, instalados numa elevação sobranceira ao recinto do festival, onde a quantidade de água disponibilizada a cada utilizador é reduzida a cinco litros por duche. "Uma válvula regula o fluxo para dez por cento de um duche normal, cinco litros de água por usuário. Consegue-se uma poupança muito grande, embora com 20 mil pessoas a utilizar seja necessário ainda um volume de água significativo", frisa André Soares.
À saída dos chuveiros, a água passa primeiro por um filtro de sólidos, sendo conduzida, de seguida, por um canal de curvas suaves, com pedras, plantas e raízes diversas, cuja função é ajudar à purificação natural do líquido. Ao longo de cerca de 600 metros, monte abaixo, a água é conduzida até um reservatório, "uma espécie de mini-ETAR", onde o caudal chega diminuto porque se vai evaporando pelo caminho.
TESTE RESULTOU
"Fizemos um teste com um débito de dez mil litros por hora e a água não chega à ETAR de Idanha-a-Nova, evapora-se quase toda" sustenta André Soares.
Por seu turno, Jorge Fialho, coordenador de produção do "Boom Festival", lembra que em edições passadas a ETAR de Idanha não tinha capacidade para receber os efluentes com origem na Herdade do Torrão. "Tiveram de vir camiões para transportar a água para Castelo Branco" recorda.
Jorge Fialho acredita que com o novo sistema é possível que os efluentes não cheguem sequer à ETAR da sede de concelho: "Se chegar ao máximo de uso, então irá para a ETAR, mas acredito que este festival pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Durante o festival vai ser possível tirar essas dúvidas".
Edifícios construídos pelo arquitecto indonésio Amir Rabik
Para além dos sanitários e chuveiros ecológicos, o "Boom Festival" promove a preservação da Natureza através da utilização, nas construções, de madeira recuperada após os incêndios florestais de 2005 no concelho ou materiais utilizados em anteriores edições do evento.
Outra novidade diz respeito à utilização de bambu em edifícios, inspirados nos pagodes do Oriente, obra do arquitecto indonésio Amir Rabik.
Em declarações à Agência Lusa, durante a construção de um pavilhão que vai acolher conferências e outras actividades, Amir Rabik confessou-se "chocado pela positiva" quando conheceu o espaço da herdade, nas margens da albufeira. O arquitecto resolveu aplicar as mesmas técnicas de construção "tradicional e ecológica" proporcionada pelo bambu, que está a desenvolver num 'resort' turístico, localizado numa ilha indonésia.
"O bambu é muito fácil de ser trabalhado, muito forte, flexível e durável. É uma maravilha ecológica como material de construção", garantiu.
Festival de música electrónica testa sanitários sem água
Quarta-Feira, 02 de Agosto de 2006
“Boom 2006” a partir de amanhã, em Idanha-a-Nova
O festival que decorre a partir de amanhã e até dia 9 de Agosto pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Sanitários sem descargas e chuveiros que permitem poupar água são dois dos bons exemplos num recinto onde as construções aproveitam madeira ardida nos incêndios dos últimos anos
Texto: José Luís Sousa *
Fotografia: António José *
Sanitários que não precisam de água e chuveiros concebidos para a poupar vão ser testados em Idanha-a-Nova durante o "Boom Festival 2006", festival de música electrónica onde são esperadas cerca de 20 mil pessoas. O "Boom Festival 2006" é uma iniciativa bienal de "arte global", ligada à música electrónica de características alternativas (psy-trance), cuja sexta edição tem como tema a ecologia e decorre nos arredores de Idanha-a-Nova, na Herdade do Torrão, a partir de amanhã, dia 3, e até quarta-feira, 9 de Agosto.
As casas de banho e chuveiros ecológicos chegam a Portugal através de responsáveis brasileiros do IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), entidade com oito anos que promove a existência de comunidades capazes de suprir as suas necessidades básicas de forma ecológica, eficiente e com baixo custo. "As casas de banho ecológicas eliminam o uso da água. Não faz sentido, especialmente nos tempos que correm, misturar água, um bem precioso, com dejectos humanos" afirmou à Agência Lusa, André Soares, investigador do IPEC.
O sistema funciona adicionando uma determinada quantidade de serradura aos dejectos humanos, que, por acção do sol, são por sua vez transformados em fertilizante orgânico. O processo, denominado de compostagem termofílica, é indicado para utilização em locais onde não há disponibilidade de água ou de tratamento de esgotos.
Em vez de água "que vai ser poluída e desperdiçada na descarga", é adicionada matéria orgânica seca (serradura) aos dejectos humanos. Depois (os dejectos) são deixados ao sol a uma temperatura de cerca de 65 graus, resultando na esterilização de todos os agentes patogénicos", explica André Soares. Os dejectos saem dos sanitários directamente para recipientes, onde, "de uma forma natural, o problema é resolvido pela Natureza", afirma. Quatro meses volvidos, o processo de esterilização e aptidão de uso como fertilizante está concluído e o adubo pronto para ser utilizado nas culturas agrícolas.
18 SANITÁRIOS NO BOOM
No recinto do "Boom Festival", situado nas margens da albufeira da barragem Marechal Carmona, estão instalados 18 sanitários que utilizam aquela "tecnologia natural", a qual - garante André Soares - não produz cheiros desagradáveis". "Não tem cheiros ao contrário dos sanitários 'portáteis' tradicionais que têm muitos inconvenientes. Cheiram muito mal e utilizam químicos e água para limpeza", refere. O sistema foi financiado pela Fundação Banco do Brasil e apresentado em 2005 naquele país, estando a ser utilizado em programas sociais no Nordeste "também como alternativa de renda para famílias pobres", afirma André Soares. "É bom para o ambiente e pode ser até um negócio. A utilização como fertilizante é uma solução rural perfeita" defendeu André Soares.
* Agência Lusa
Sistema promete acabar com sobrecarga de ETAR verificada em anos anteriores
Efluentes dos chuveiros reduzidos
Outro projecto com origem no IPEC, também em teste no "Boom Festival", diz respeito a chuveiros que permitem poupar água, acoplados a um sistema que reduz significativamente o débito de efluentes para as estações de tratamento de águas residuais (ETAR).
No total são 56 chuveiros, instalados numa elevação sobranceira ao recinto do festival, onde a quantidade de água disponibilizada a cada utilizador é reduzida a cinco litros por duche. "Uma válvula regula o fluxo para dez por cento de um duche normal, cinco litros de água por usuário. Consegue-se uma poupança muito grande, embora com 20 mil pessoas a utilizar seja necessário ainda um volume de água significativo", frisa André Soares.
À saída dos chuveiros, a água passa primeiro por um filtro de sólidos, sendo conduzida, de seguida, por um canal de curvas suaves, com pedras, plantas e raízes diversas, cuja função é ajudar à purificação natural do líquido. Ao longo de cerca de 600 metros, monte abaixo, a água é conduzida até um reservatório, "uma espécie de mini-ETAR", onde o caudal chega diminuto porque se vai evaporando pelo caminho.
TESTE RESULTOU
"Fizemos um teste com um débito de dez mil litros por hora e a água não chega à ETAR de Idanha-a-Nova, evapora-se quase toda" sustenta André Soares.
Por seu turno, Jorge Fialho, coordenador de produção do "Boom Festival", lembra que em edições passadas a ETAR de Idanha não tinha capacidade para receber os efluentes com origem na Herdade do Torrão. "Tiveram de vir camiões para transportar a água para Castelo Branco" recorda.
Jorge Fialho acredita que com o novo sistema é possível que os efluentes não cheguem sequer à ETAR da sede de concelho: "Se chegar ao máximo de uso, então irá para a ETAR, mas acredito que este festival pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Durante o festival vai ser possível tirar essas dúvidas".
Edifícios construídos pelo arquitecto indonésio Amir Rabik
Para além dos sanitários e chuveiros ecológicos, o "Boom Festival" promove a preservação da Natureza através da utilização, nas construções, de madeira recuperada após os incêndios florestais de 2005 no concelho ou materiais utilizados em anteriores edições do evento.
Outra novidade diz respeito à utilização de bambu em edifícios, inspirados nos pagodes do Oriente, obra do arquitecto indonésio Amir Rabik.
Em declarações à Agência Lusa, durante a construção de um pavilhão que vai acolher conferências e outras actividades, Amir Rabik confessou-se "chocado pela positiva" quando conheceu o espaço da herdade, nas margens da albufeira. O arquitecto resolveu aplicar as mesmas técnicas de construção "tradicional e ecológica" proporcionada pelo bambu, que está a desenvolver num 'resort' turístico, localizado numa ilha indonésia.
"O bambu é muito fácil de ser trabalhado, muito forte, flexível e durável. É uma maravilha ecológica como material de construção", garantiu.
terça-feira, agosto 01, 2006
Museu Francisco Tavares Proença Junior na TSF
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