sábado, agosto 26, 2006
Mosaicos Romanos na colecção dos Museus Portugueses
Até 10 de Setembro, no Museu Nacional de Arqueologia exposição de Mosaicos ramanos da coleccção de Museus Portugueses
sábado, agosto 19, 2006
Mosaicos Romanos-Museu do Bardo(Tunis)
Existirá alguma relação entre os motivos decorativos das colchas de Castelo Branco e os temas reproduzidos em mosaicos romanos?
quinta-feira, agosto 17, 2006
Continuação dos Registos sonoros de Giacometti, recolhidos na Beira Baixa
Nº Rg. Título Interv. Tempo
1964 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1965 Debaixo da Laranjeira 2:02
1966 Debaixo da Laranjeira Adufe 1:05
1967 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1968 Eu venho de marcelada(referência a Salazar) Adufe, foguetes 1:26
1969 Toque de Búzio(azeitona) Búzio 0:28
1970 Os amores da azeitona 1:59
1971 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:16
1972 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:44
1973 Palheta-José dos Reis 1:19
1974 José embala o menino Voz feminina 1:00
1975 José embala o menino Voz feminina 0:51
1976 José embala o menino Voz feminina 2:56
1977 Acordai irmãos meus Coro misto 3:53
1978 Acordai irmãos meus Coro feminino 3:42
1979 Bendito e louvado seja Coro feminino 2:24
1980 A Luz? Coro feminino 0:57
1981 A Luz? Coro feminino 0:56
1982 Canto da lavra Voz de ganhão 3:43
1983 Canto da lavra Voz de ganhão 4:56
1984 Recorde senhor prior Adufe 1:29
1985 Recorde senhor prior Adufe 2:13
1986 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:48
1987 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:49
1988 Senhora do almurtão Adufe, voz feminina 1:32
1989 Ò Divina santa Cruz Adufe, vozes femininas 2:00
1990 Oh que noite tão escura Adufe, vozes femininas 1:44
1991 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:15
1992 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:25
1993 Estas casas são mui altas Adufe, vozes femininas 1:06
1994 Venho de marcelada Adufe, vozes femininas 1:56
1995 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:30
1996 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:29
1997 Ó arvoredo fechado Adufe, vozes femininas 1:29
1998 A margaça é má erva Adufe, vozes femininas 1:48
1999 O Vos Omnes Voz feminina 1:41
2000 José embala o menino Voz feminina 2:53
2001 No cimo daquela serra Voz feminina 4:00
2002 Linda pastorinha Voz feminina 6:50
2003 No cimo daquela serra Voz feminina 3:56
2004 Abram-se essas portas Voz feminina 1:57
2005 Indo D. Silvana Voz feminina 1:34
2006 Vindo o lavrador da arada Voz feminina 1:23
2007 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2008 Palheta-José dos Reis Palheta 0:44
2009 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2010 Palheta-José dos Reis Palheta 0:22
2011 Palheta-José dos Reis Palheta 1:23
2012 Palheta-José dos Reis Palheta 0:35
2013 Palheta-José dos Reis Palheta 4:14
2014 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 7:47
2015 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 5:04
2016 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 0:49
2017 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:47
2018 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:41
2019 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:15
2020 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 0:50
2021 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:14
2022 S. João que estais no Céu(S. João do Rancho) Coro misto 2:40
2023 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 1:58
2024 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 2:00
2025 O Vos Omnes Voz feminina 4:49
2026 Inda agora aqui Cheguei Coro misto 1:59
2027 Do meu milho sachadeiras do meu milho Coro misto 2:10
2028 S. João que estais no Céu Coro misto 3:11
2029 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:12
2030 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:09
2031 O Vos Omnes Voz feminina 4:31
2032 O Vos Omnes Voz feminina 4:26
2033 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:49
2034 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 3:51
2035 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 1:26
2036 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:11
2037 Som de trovoada e chuva 2:40
2038 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e Vozes 4:14
2039 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e vozes 2:12
2040 Em honra e louvor de nosso Padre S. Francisco Coro misto 2:27
2041 Lá em cima ao Altar Mor Coro misto 3:16
1964 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1965 Debaixo da Laranjeira 2:02
1966 Debaixo da Laranjeira Adufe 1:05
1967 Ó Divina Santa Cruz 1:32
1968 Eu venho de marcelada(referência a Salazar) Adufe, foguetes 1:26
1969 Toque de Búzio(azeitona) Búzio 0:28
1970 Os amores da azeitona 1:59
1971 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:16
1972 Palheta-José dos Reis -Senhora da Póvoa Palheta 1:44
1973 Palheta-José dos Reis 1:19
1974 José embala o menino Voz feminina 1:00
1975 José embala o menino Voz feminina 0:51
1976 José embala o menino Voz feminina 2:56
1977 Acordai irmãos meus Coro misto 3:53
1978 Acordai irmãos meus Coro feminino 3:42
1979 Bendito e louvado seja Coro feminino 2:24
1980 A Luz? Coro feminino 0:57
1981 A Luz? Coro feminino 0:56
1982 Canto da lavra Voz de ganhão 3:43
1983 Canto da lavra Voz de ganhão 4:56
1984 Recorde senhor prior Adufe 1:29
1985 Recorde senhor prior Adufe 2:13
1986 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:48
1987 Aí donde vindes S. João Adufe, voz feminina 1:49
1988 Senhora do almurtão Adufe, voz feminina 1:32
1989 Ò Divina santa Cruz Adufe, vozes femininas 2:00
1990 Oh que noite tão escura Adufe, vozes femininas 1:44
1991 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:15
1992 De volta do rio nascem Adufe, vozes femininas 2:25
1993 Estas casas são mui altas Adufe, vozes femininas 1:06
1994 Venho de marcelada Adufe, vozes femininas 1:56
1995 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:30
1996 Lá em cima ao castelo Adufe, vozes femininas 1:29
1997 Ó arvoredo fechado Adufe, vozes femininas 1:29
1998 A margaça é má erva Adufe, vozes femininas 1:48
1999 O Vos Omnes Voz feminina 1:41
2000 José embala o menino Voz feminina 2:53
2001 No cimo daquela serra Voz feminina 4:00
2002 Linda pastorinha Voz feminina 6:50
2003 No cimo daquela serra Voz feminina 3:56
2004 Abram-se essas portas Voz feminina 1:57
2005 Indo D. Silvana Voz feminina 1:34
2006 Vindo o lavrador da arada Voz feminina 1:23
2007 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2008 Palheta-José dos Reis Palheta 0:44
2009 Palheta-José dos Reis Palheta 1:04
2010 Palheta-José dos Reis Palheta 0:22
2011 Palheta-José dos Reis Palheta 1:23
2012 Palheta-José dos Reis Palheta 0:35
2013 Palheta-José dos Reis Palheta 4:14
2014 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 7:47
2015 Mais vos peço irmãos Campainha e coro feminino 5:04
2016 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 0:49
2017 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:47
2018 Dai-me as alvíssaras senhora Coro misto 2:41
2019 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:15
2020 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 0:50
2021 Lá em cima ao Altar Mor Voz feminina 3:14
2022 S. João que estais no Céu(S. João do Rancho) Coro misto 2:40
2023 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 1:58
2024 Bombos e flauta de tamborileiro Bombo, flauta 2:00
2025 O Vos Omnes Voz feminina 4:49
2026 Inda agora aqui Cheguei Coro misto 1:59
2027 Do meu milho sachadeiras do meu milho Coro misto 2:10
2028 S. João que estais no Céu Coro misto 3:11
2029 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:12
2030 Eu tenho quatro coletes(Coletinho) Coro misto 1:09
2031 O Vos Omnes Voz feminina 4:31
2032 O Vos Omnes Voz feminina 4:26
2033 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:49
2034 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 3:51
2035 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 1:26
2036 Flauta e tambores e vozes Flauta e tambores e vozes 2:11
2037 Som de trovoada e chuva 2:40
2038 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e Vozes 4:14
2039 Mais vos peço meus irmãos Campaínha e vozes 2:12
2040 Em honra e louvor de nosso Padre S. Francisco Coro misto 2:27
2041 Lá em cima ao Altar Mor Coro misto 3:16
quarta-feira, agosto 02, 2006
Exemplo de boas práticas-Reciclagem e Poupança de recursos
in: DiárioXXI
Festival de música electrónica testa sanitários sem água
Quarta-Feira, 02 de Agosto de 2006
“Boom 2006” a partir de amanhã, em Idanha-a-Nova
O festival que decorre a partir de amanhã e até dia 9 de Agosto pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Sanitários sem descargas e chuveiros que permitem poupar água são dois dos bons exemplos num recinto onde as construções aproveitam madeira ardida nos incêndios dos últimos anos
Texto: José Luís Sousa *
Fotografia: António José *
Sanitários que não precisam de água e chuveiros concebidos para a poupar vão ser testados em Idanha-a-Nova durante o "Boom Festival 2006", festival de música electrónica onde são esperadas cerca de 20 mil pessoas. O "Boom Festival 2006" é uma iniciativa bienal de "arte global", ligada à música electrónica de características alternativas (psy-trance), cuja sexta edição tem como tema a ecologia e decorre nos arredores de Idanha-a-Nova, na Herdade do Torrão, a partir de amanhã, dia 3, e até quarta-feira, 9 de Agosto.
As casas de banho e chuveiros ecológicos chegam a Portugal através de responsáveis brasileiros do IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), entidade com oito anos que promove a existência de comunidades capazes de suprir as suas necessidades básicas de forma ecológica, eficiente e com baixo custo. "As casas de banho ecológicas eliminam o uso da água. Não faz sentido, especialmente nos tempos que correm, misturar água, um bem precioso, com dejectos humanos" afirmou à Agência Lusa, André Soares, investigador do IPEC.
O sistema funciona adicionando uma determinada quantidade de serradura aos dejectos humanos, que, por acção do sol, são por sua vez transformados em fertilizante orgânico. O processo, denominado de compostagem termofílica, é indicado para utilização em locais onde não há disponibilidade de água ou de tratamento de esgotos.
Em vez de água "que vai ser poluída e desperdiçada na descarga", é adicionada matéria orgânica seca (serradura) aos dejectos humanos. Depois (os dejectos) são deixados ao sol a uma temperatura de cerca de 65 graus, resultando na esterilização de todos os agentes patogénicos", explica André Soares. Os dejectos saem dos sanitários directamente para recipientes, onde, "de uma forma natural, o problema é resolvido pela Natureza", afirma. Quatro meses volvidos, o processo de esterilização e aptidão de uso como fertilizante está concluído e o adubo pronto para ser utilizado nas culturas agrícolas.
18 SANITÁRIOS NO BOOM
No recinto do "Boom Festival", situado nas margens da albufeira da barragem Marechal Carmona, estão instalados 18 sanitários que utilizam aquela "tecnologia natural", a qual - garante André Soares - não produz cheiros desagradáveis". "Não tem cheiros ao contrário dos sanitários 'portáteis' tradicionais que têm muitos inconvenientes. Cheiram muito mal e utilizam químicos e água para limpeza", refere. O sistema foi financiado pela Fundação Banco do Brasil e apresentado em 2005 naquele país, estando a ser utilizado em programas sociais no Nordeste "também como alternativa de renda para famílias pobres", afirma André Soares. "É bom para o ambiente e pode ser até um negócio. A utilização como fertilizante é uma solução rural perfeita" defendeu André Soares.
* Agência Lusa
Sistema promete acabar com sobrecarga de ETAR verificada em anos anteriores
Efluentes dos chuveiros reduzidos
Outro projecto com origem no IPEC, também em teste no "Boom Festival", diz respeito a chuveiros que permitem poupar água, acoplados a um sistema que reduz significativamente o débito de efluentes para as estações de tratamento de águas residuais (ETAR).
No total são 56 chuveiros, instalados numa elevação sobranceira ao recinto do festival, onde a quantidade de água disponibilizada a cada utilizador é reduzida a cinco litros por duche. "Uma válvula regula o fluxo para dez por cento de um duche normal, cinco litros de água por usuário. Consegue-se uma poupança muito grande, embora com 20 mil pessoas a utilizar seja necessário ainda um volume de água significativo", frisa André Soares.
À saída dos chuveiros, a água passa primeiro por um filtro de sólidos, sendo conduzida, de seguida, por um canal de curvas suaves, com pedras, plantas e raízes diversas, cuja função é ajudar à purificação natural do líquido. Ao longo de cerca de 600 metros, monte abaixo, a água é conduzida até um reservatório, "uma espécie de mini-ETAR", onde o caudal chega diminuto porque se vai evaporando pelo caminho.
TESTE RESULTOU
"Fizemos um teste com um débito de dez mil litros por hora e a água não chega à ETAR de Idanha-a-Nova, evapora-se quase toda" sustenta André Soares.
Por seu turno, Jorge Fialho, coordenador de produção do "Boom Festival", lembra que em edições passadas a ETAR de Idanha não tinha capacidade para receber os efluentes com origem na Herdade do Torrão. "Tiveram de vir camiões para transportar a água para Castelo Branco" recorda.
Jorge Fialho acredita que com o novo sistema é possível que os efluentes não cheguem sequer à ETAR da sede de concelho: "Se chegar ao máximo de uso, então irá para a ETAR, mas acredito que este festival pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Durante o festival vai ser possível tirar essas dúvidas".
Edifícios construídos pelo arquitecto indonésio Amir Rabik
Para além dos sanitários e chuveiros ecológicos, o "Boom Festival" promove a preservação da Natureza através da utilização, nas construções, de madeira recuperada após os incêndios florestais de 2005 no concelho ou materiais utilizados em anteriores edições do evento.
Outra novidade diz respeito à utilização de bambu em edifícios, inspirados nos pagodes do Oriente, obra do arquitecto indonésio Amir Rabik.
Em declarações à Agência Lusa, durante a construção de um pavilhão que vai acolher conferências e outras actividades, Amir Rabik confessou-se "chocado pela positiva" quando conheceu o espaço da herdade, nas margens da albufeira. O arquitecto resolveu aplicar as mesmas técnicas de construção "tradicional e ecológica" proporcionada pelo bambu, que está a desenvolver num 'resort' turístico, localizado numa ilha indonésia.
"O bambu é muito fácil de ser trabalhado, muito forte, flexível e durável. É uma maravilha ecológica como material de construção", garantiu.
Festival de música electrónica testa sanitários sem água
Quarta-Feira, 02 de Agosto de 2006
“Boom 2006” a partir de amanhã, em Idanha-a-Nova
O festival que decorre a partir de amanhã e até dia 9 de Agosto pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Sanitários sem descargas e chuveiros que permitem poupar água são dois dos bons exemplos num recinto onde as construções aproveitam madeira ardida nos incêndios dos últimos anos
Texto: José Luís Sousa *
Fotografia: António José *
Sanitários que não precisam de água e chuveiros concebidos para a poupar vão ser testados em Idanha-a-Nova durante o "Boom Festival 2006", festival de música electrónica onde são esperadas cerca de 20 mil pessoas. O "Boom Festival 2006" é uma iniciativa bienal de "arte global", ligada à música electrónica de características alternativas (psy-trance), cuja sexta edição tem como tema a ecologia e decorre nos arredores de Idanha-a-Nova, na Herdade do Torrão, a partir de amanhã, dia 3, e até quarta-feira, 9 de Agosto.
As casas de banho e chuveiros ecológicos chegam a Portugal através de responsáveis brasileiros do IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado), entidade com oito anos que promove a existência de comunidades capazes de suprir as suas necessidades básicas de forma ecológica, eficiente e com baixo custo. "As casas de banho ecológicas eliminam o uso da água. Não faz sentido, especialmente nos tempos que correm, misturar água, um bem precioso, com dejectos humanos" afirmou à Agência Lusa, André Soares, investigador do IPEC.
O sistema funciona adicionando uma determinada quantidade de serradura aos dejectos humanos, que, por acção do sol, são por sua vez transformados em fertilizante orgânico. O processo, denominado de compostagem termofílica, é indicado para utilização em locais onde não há disponibilidade de água ou de tratamento de esgotos.
Em vez de água "que vai ser poluída e desperdiçada na descarga", é adicionada matéria orgânica seca (serradura) aos dejectos humanos. Depois (os dejectos) são deixados ao sol a uma temperatura de cerca de 65 graus, resultando na esterilização de todos os agentes patogénicos", explica André Soares. Os dejectos saem dos sanitários directamente para recipientes, onde, "de uma forma natural, o problema é resolvido pela Natureza", afirma. Quatro meses volvidos, o processo de esterilização e aptidão de uso como fertilizante está concluído e o adubo pronto para ser utilizado nas culturas agrícolas.
18 SANITÁRIOS NO BOOM
No recinto do "Boom Festival", situado nas margens da albufeira da barragem Marechal Carmona, estão instalados 18 sanitários que utilizam aquela "tecnologia natural", a qual - garante André Soares - não produz cheiros desagradáveis". "Não tem cheiros ao contrário dos sanitários 'portáteis' tradicionais que têm muitos inconvenientes. Cheiram muito mal e utilizam químicos e água para limpeza", refere. O sistema foi financiado pela Fundação Banco do Brasil e apresentado em 2005 naquele país, estando a ser utilizado em programas sociais no Nordeste "também como alternativa de renda para famílias pobres", afirma André Soares. "É bom para o ambiente e pode ser até um negócio. A utilização como fertilizante é uma solução rural perfeita" defendeu André Soares.
* Agência Lusa
Sistema promete acabar com sobrecarga de ETAR verificada em anos anteriores
Efluentes dos chuveiros reduzidos
Outro projecto com origem no IPEC, também em teste no "Boom Festival", diz respeito a chuveiros que permitem poupar água, acoplados a um sistema que reduz significativamente o débito de efluentes para as estações de tratamento de águas residuais (ETAR).
No total são 56 chuveiros, instalados numa elevação sobranceira ao recinto do festival, onde a quantidade de água disponibilizada a cada utilizador é reduzida a cinco litros por duche. "Uma válvula regula o fluxo para dez por cento de um duche normal, cinco litros de água por usuário. Consegue-se uma poupança muito grande, embora com 20 mil pessoas a utilizar seja necessário ainda um volume de água significativo", frisa André Soares.
À saída dos chuveiros, a água passa primeiro por um filtro de sólidos, sendo conduzida, de seguida, por um canal de curvas suaves, com pedras, plantas e raízes diversas, cuja função é ajudar à purificação natural do líquido. Ao longo de cerca de 600 metros, monte abaixo, a água é conduzida até um reservatório, "uma espécie de mini-ETAR", onde o caudal chega diminuto porque se vai evaporando pelo caminho.
TESTE RESULTOU
"Fizemos um teste com um débito de dez mil litros por hora e a água não chega à ETAR de Idanha-a-Nova, evapora-se quase toda" sustenta André Soares.
Por seu turno, Jorge Fialho, coordenador de produção do "Boom Festival", lembra que em edições passadas a ETAR de Idanha não tinha capacidade para receber os efluentes com origem na Herdade do Torrão. "Tiveram de vir camiões para transportar a água para Castelo Branco" recorda.
Jorge Fialho acredita que com o novo sistema é possível que os efluentes não cheguem sequer à ETAR da sede de concelho: "Se chegar ao máximo de uso, então irá para a ETAR, mas acredito que este festival pode representar o exemplo de uma cidade de 20 mil habitantes a viverem de forma sustentável. Durante o festival vai ser possível tirar essas dúvidas".
Edifícios construídos pelo arquitecto indonésio Amir Rabik
Para além dos sanitários e chuveiros ecológicos, o "Boom Festival" promove a preservação da Natureza através da utilização, nas construções, de madeira recuperada após os incêndios florestais de 2005 no concelho ou materiais utilizados em anteriores edições do evento.
Outra novidade diz respeito à utilização de bambu em edifícios, inspirados nos pagodes do Oriente, obra do arquitecto indonésio Amir Rabik.
Em declarações à Agência Lusa, durante a construção de um pavilhão que vai acolher conferências e outras actividades, Amir Rabik confessou-se "chocado pela positiva" quando conheceu o espaço da herdade, nas margens da albufeira. O arquitecto resolveu aplicar as mesmas técnicas de construção "tradicional e ecológica" proporcionada pelo bambu, que está a desenvolver num 'resort' turístico, localizado numa ilha indonésia.
"O bambu é muito fácil de ser trabalhado, muito forte, flexível e durável. É uma maravilha ecológica como material de construção", garantiu.
terça-feira, agosto 01, 2006
Museu Francisco Tavares Proença Junior na TSF
domingo, julho 30, 2006
Carta aberta de Maria João Pires, publicada no Público
in: Público de 30/7/2006
Uma carta aberta de Maria João Pires
Senhores jornalistas portugueses, Belgais não fechou nem vai fechar.
O côro de Belgais faz anualmente grandes progressos graças à colaboração preciosa da sua directora Helena Nunes, à equipa de Belgais e a todo o meu apoio. Tem concertos programados para o estrangeiro, como por exemplo um festival em Montreal no Canadá em Junho de 2008 entre outros.
A escola da Mata está em plena expansão e desenvolvimento graças à directora Carma Martins e com todo o meu apoio. Anossa experiência pedagógica continua e o Ministério da Educação tem colaborado de uma forma positiva como sempre o fez. Ainda há poucas semanas atrás a equipa de Belgais juntamente comigo e o Secretário de Estado da Educação teve uma reunião muito construtiva sobre projectos futuros.
Se o Ministério da Cultura ainda não recebeu os justificativos do patrocínio que nos atribui, vai recebê-lo em breve pois queremos como sempre respeitar os nossos compromissos.
Junto comigo, César Viana tem trabalhado incansavelmente para manter uma programação de concertos e cursos com poucos recursos e muita qualidade.
Em Belgais a erva cresceu porque a equipa está de ferias.
Eu trabalho em Belgais regularmente e não tenciono nunca abandonar aquilo que eu própria criei.
Não temos patrocinadores privados, nem provavelmente algum dia teremos, num país como Portugal que se comporta sem algum interesse pelas gerações futuras nem por projectos que incentivem valores morais, solidariedade, educação, respeito pelo ambiente,amizadeecamaradagem.Ao inverso preocupa-se com sensacionalismo mentira, intriga, conflito e consumismo.
Comprei uma casa na Bahia onde tenho "descansado de Portugal" porque aqui ao contrário daí me é permitido descansar.
Gostaria de vos comunicar que posso trabalhar e colaborar no projecto Belgais sem gostar de Portugal.
Obrigada por não omitirem palavras nem manipularem este texto.
MARIA JOÃO PIRES PsAWSTA
Uma carta aberta de Maria João Pires
Senhores jornalistas portugueses, Belgais não fechou nem vai fechar.
O côro de Belgais faz anualmente grandes progressos graças à colaboração preciosa da sua directora Helena Nunes, à equipa de Belgais e a todo o meu apoio. Tem concertos programados para o estrangeiro, como por exemplo um festival em Montreal no Canadá em Junho de 2008 entre outros.
A escola da Mata está em plena expansão e desenvolvimento graças à directora Carma Martins e com todo o meu apoio. Anossa experiência pedagógica continua e o Ministério da Educação tem colaborado de uma forma positiva como sempre o fez. Ainda há poucas semanas atrás a equipa de Belgais juntamente comigo e o Secretário de Estado da Educação teve uma reunião muito construtiva sobre projectos futuros.
Se o Ministério da Cultura ainda não recebeu os justificativos do patrocínio que nos atribui, vai recebê-lo em breve pois queremos como sempre respeitar os nossos compromissos.
Junto comigo, César Viana tem trabalhado incansavelmente para manter uma programação de concertos e cursos com poucos recursos e muita qualidade.
Em Belgais a erva cresceu porque a equipa está de ferias.
Eu trabalho em Belgais regularmente e não tenciono nunca abandonar aquilo que eu própria criei.
Não temos patrocinadores privados, nem provavelmente algum dia teremos, num país como Portugal que se comporta sem algum interesse pelas gerações futuras nem por projectos que incentivem valores morais, solidariedade, educação, respeito pelo ambiente,amizadeecamaradagem.Ao inverso preocupa-se com sensacionalismo mentira, intriga, conflito e consumismo.
Comprei uma casa na Bahia onde tenho "descansado de Portugal" porque aqui ao contrário daí me é permitido descansar.
Gostaria de vos comunicar que posso trabalhar e colaborar no projecto Belgais sem gostar de Portugal.
Obrigada por não omitirem palavras nem manipularem este texto.
MARIA JOÃO PIRES PsAWSTA
sexta-feira, julho 28, 2006
Lince Ibérico próximo de Madrid - pode impedir duplicação de via
in: El Pais
El CSIC confirma que los excrementos hallados junto a una carretera de Madrid son de lince Añadir a Mi carpeta
Los ecologistas han pedido al Gobierno regional que no desdoble la vía para proteger al felino, pero Aguirre ha hecho oídos sordos
ELPAIS.es - Madrid
ELPAIS.es - España - 28-07-2006
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CSIC (Consejo Superior de Investigaciones Científicas)
Sede: Madrid
Directivo: Carlos Martínez Alonso (Director)
El Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) ha determinado que los excrementos hallados en las proximidades de M-501, la conocida como carretera de los pantanos, son efectivamente de linces. El organismo ha realizado un tercer examen a los excrementos encontrados en esa zona de la Comunidad de Madrid, toda vez que el primero identificó las muestras como de lince y el segundo como de gato.
En realidad, este último análisis ha confirmado los dos anteriores; es decir, había excrementos de gato, sí, pero también de lince ibérico. El Gobierno regional presidido por Esperanza Aguirre anunció en julio del año pasado que iba a desdoblar la carretera. Eso provocó fortísimas protestas de las asociaciones ecologistas, que alegaban que la vía atraviesa una Zona de Especial Protección para las Aves y además es un hábitat donde sobrevive el lince ibérico (el felino más amenazado del mundo).
Los pueblos de la zona están a favor del desdoblamiento porque en principio reduciría el número de accidentes de tráfico y favorecería el desarrollo urbanístico. El Gobierno regional lo autorizó en enero.
Nadie ha visto un lince en la zona en las últimas cuatro décadas. Pero el profesor de Ecología de la Universidad Rey Juan Carlos, Emilio Virgós, encontró hace unos mese unos supuestos excrementos de lince cerca de la carretera. Un análisis de ADN realizado por el CSIC confirmó en un 98% que efectivamente eran restos del felino.
Aguirre respondió sembrando dudas: “Los excrementos se pueden traer de un sitio de lince en cautividad y ponerlos ahí”. Cristina Narbona, ministra de Medio Ambiente y opuesta al desdoblamiento, consideró “plausible que aún haya linces” en esa zona de Madrid. Pero otro análisis posterior del CSIC concluyó que los excrementos eran de gato. l responsable del primer análisis, Ignacio Doadrio, profesor de investigación del CSIC, apuntó entonces la posible solución al enigma: “Son muestras diferentes”. Queda por comprobar ahora si las dos se recogieron efectivamente en esa zona (Virgós asegura que sí, Aguirre lo duda), y si el resultado de la última prueba variará los planes del Gobierno regional.
El CSIC confirma que los excrementos hallados junto a una carretera de Madrid son de lince Añadir a Mi carpeta
Los ecologistas han pedido al Gobierno regional que no desdoble la vía para proteger al felino, pero Aguirre ha hecho oídos sordos
ELPAIS.es - Madrid
ELPAIS.es - España - 28-07-2006
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CSIC (Consejo Superior de Investigaciones Científicas)
Sede: Madrid
Directivo: Carlos Martínez Alonso (Director)
El Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) ha determinado que los excrementos hallados en las proximidades de M-501, la conocida como carretera de los pantanos, son efectivamente de linces. El organismo ha realizado un tercer examen a los excrementos encontrados en esa zona de la Comunidad de Madrid, toda vez que el primero identificó las muestras como de lince y el segundo como de gato.
En realidad, este último análisis ha confirmado los dos anteriores; es decir, había excrementos de gato, sí, pero también de lince ibérico. El Gobierno regional presidido por Esperanza Aguirre anunció en julio del año pasado que iba a desdoblar la carretera. Eso provocó fortísimas protestas de las asociaciones ecologistas, que alegaban que la vía atraviesa una Zona de Especial Protección para las Aves y además es un hábitat donde sobrevive el lince ibérico (el felino más amenazado del mundo).
Los pueblos de la zona están a favor del desdoblamiento porque en principio reduciría el número de accidentes de tráfico y favorecería el desarrollo urbanístico. El Gobierno regional lo autorizó en enero.
Nadie ha visto un lince en la zona en las últimas cuatro décadas. Pero el profesor de Ecología de la Universidad Rey Juan Carlos, Emilio Virgós, encontró hace unos mese unos supuestos excrementos de lince cerca de la carretera. Un análisis de ADN realizado por el CSIC confirmó en un 98% que efectivamente eran restos del felino.
Aguirre respondió sembrando dudas: “Los excrementos se pueden traer de un sitio de lince en cautividad y ponerlos ahí”. Cristina Narbona, ministra de Medio Ambiente y opuesta al desdoblamiento, consideró “plausible que aún haya linces” en esa zona de Madrid. Pero otro análisis posterior del CSIC concluyó que los excrementos eran de gato. l responsable del primer análisis, Ignacio Doadrio, profesor de investigación del CSIC, apuntó entonces la posible solución al enigma: “Son muestras diferentes”. Queda por comprobar ahora si las dos se recogieron efectivamente en esa zona (Virgós asegura que sí, Aguirre lo duda), y si el resultado de la última prueba variará los planes del Gobierno regional.
Centro de Artes de Belgais, continua
Uf.... que alívio, afinal o Centro de Artes de Belgais, segundo o maestro César Viana, vai continuar, mesmo com o apoio de Maria João Pires. Obrigado........
in: Publico on-line 28/7/2006
Pianista ficará responsável pelas “questões artísticas e pedagógicas"
Maria João Pires não abandonou projecto de Belgais
28.07.2006 - 19h10 Lusa
O presidente do Centro Educativo para o Estudo das Artes de Belgais, fundado nos arredores de Castelo Branco por Maria João Pires, afirmou hoje que a "tortura" evocada pela pianista decorreu das funções administrativas a seu cargo e não representa um abandono do projecto.
"Belgais continua e continua com a Maria João Pires. Não há de todo um abandono, pelo contrário, só uma alteração de funções" disse o maestro César Viana, responsável do Centro Educativo para o Estudo das Artes de Belgais.
Ontem, em declarações à rádio Antena 2, Maria João Pires confessou que o seu projecto musical em Belgais lhe causou enorme sofrimento, assumindo-se, sem especificar, como "vítima de uma verdadeira tortura".
O director de Belgais explica que a "tortura" diz respeito às funções administrativas que a pianista desempenhava no centro educativo, alteradas há cerca de um mês quando deixou, em Assembleia-Geral, a direcção da associação, para ser substituída pelo próprio César Viana. "Era um absurdo que a consumia e torturava, dedicar 90 por cento do tempo a funções administrativas. É uma luta imensa procurar apoios financeiros que não aparecem", esclareceu o maestro.
Segundo este, Maria João Pires, tendo embora deixado de ser presidente da direcção, "continua na associação e passa a concentrar-se mais nas questões artísticas e pedagógicas". "Foi esse o objectivo da alteração. Aliás, se a decisão não tivesse sido tomada em perfeita consonância com ela nunca aceitaria esta posição", acrescentou o responsável.
Quanto à ausência da pianista no Brasil, onde tem casa e pretende dar corpo a um projecto similar ao de Belgais, em São Salvador da Bahia, o maestro considera "absolutamente natural" a pretensão de Maria João Pires. "É absolutamente natural que o queira fazer. Passa parte do tempo no Brasil, o ano passado esteve lá cinco meses e é uma pessoa muito generosa", afirmou.
Em relação a Belgais, César Viana reiterou que o projecto vai continuar, "e, se possível, ser melhorado", incluindo todas as vertentes actuais que passam pelo coro infantil, as residências artísticas, concertos e o projecto educativo da escola da Mata, entre outras actividades.
Nascida em 23 de Julho de 1944, em Lisboa, Maria João Pires deu o seu primeiro recital aos 5 anos mas, só em 1970, o seu talento foi reconhecido internacionalmente, quando venceu, em Bruxelas, o Concurso Internacional do Bicentenário de Beethoven.
Interpretando obras de Bach, Beethoven, Schumann, Schubert, Mozart, Brahms, Chopin viajou por todo o mundo, tornando-se uma presença regular em salas de concerto da Europa, Canadá, Japão, Israel e nos Estados Unidos.
Recebeu, em 1989, o Prémio Pessoa e em 1999 fundou o Centro para o Estudo das Artes, em Belgais.
in: Publico on-line 28/7/2006
Pianista ficará responsável pelas “questões artísticas e pedagógicas"
Maria João Pires não abandonou projecto de Belgais
28.07.2006 - 19h10 Lusa
O presidente do Centro Educativo para o Estudo das Artes de Belgais, fundado nos arredores de Castelo Branco por Maria João Pires, afirmou hoje que a "tortura" evocada pela pianista decorreu das funções administrativas a seu cargo e não representa um abandono do projecto.
"Belgais continua e continua com a Maria João Pires. Não há de todo um abandono, pelo contrário, só uma alteração de funções" disse o maestro César Viana, responsável do Centro Educativo para o Estudo das Artes de Belgais.
Ontem, em declarações à rádio Antena 2, Maria João Pires confessou que o seu projecto musical em Belgais lhe causou enorme sofrimento, assumindo-se, sem especificar, como "vítima de uma verdadeira tortura".
O director de Belgais explica que a "tortura" diz respeito às funções administrativas que a pianista desempenhava no centro educativo, alteradas há cerca de um mês quando deixou, em Assembleia-Geral, a direcção da associação, para ser substituída pelo próprio César Viana. "Era um absurdo que a consumia e torturava, dedicar 90 por cento do tempo a funções administrativas. É uma luta imensa procurar apoios financeiros que não aparecem", esclareceu o maestro.
Segundo este, Maria João Pires, tendo embora deixado de ser presidente da direcção, "continua na associação e passa a concentrar-se mais nas questões artísticas e pedagógicas". "Foi esse o objectivo da alteração. Aliás, se a decisão não tivesse sido tomada em perfeita consonância com ela nunca aceitaria esta posição", acrescentou o responsável.
Quanto à ausência da pianista no Brasil, onde tem casa e pretende dar corpo a um projecto similar ao de Belgais, em São Salvador da Bahia, o maestro considera "absolutamente natural" a pretensão de Maria João Pires. "É absolutamente natural que o queira fazer. Passa parte do tempo no Brasil, o ano passado esteve lá cinco meses e é uma pessoa muito generosa", afirmou.
Em relação a Belgais, César Viana reiterou que o projecto vai continuar, "e, se possível, ser melhorado", incluindo todas as vertentes actuais que passam pelo coro infantil, as residências artísticas, concertos e o projecto educativo da escola da Mata, entre outras actividades.
Nascida em 23 de Julho de 1944, em Lisboa, Maria João Pires deu o seu primeiro recital aos 5 anos mas, só em 1970, o seu talento foi reconhecido internacionalmente, quando venceu, em Bruxelas, o Concurso Internacional do Bicentenário de Beethoven.
Interpretando obras de Bach, Beethoven, Schumann, Schubert, Mozart, Brahms, Chopin viajou por todo o mundo, tornando-se uma presença regular em salas de concerto da Europa, Canadá, Japão, Israel e nos Estados Unidos.
Recebeu, em 1989, o Prémio Pessoa e em 1999 fundou o Centro para o Estudo das Artes, em Belgais.
A UNESCO aprovou a criação do geoparque da Naturteo
in: Pblico de 28/2006
Turismo de natureza
Unesco aprova primeiro geoparque português na Beira Baixa e norte do Alentejo
28.07.2006 - 18h31 Lusa
A Unesco aprovou a criação do primeiro geoparque português num território que abrange o sul da Beira Baixa e norte do Alentejo, disse hoje à agência Lusa fonte da candidatura.
A candidatura do “Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional” foi apresentada no ano passado, com vista ao aproveitamento turístico e científico do património geológico que se encontra no seu território.
Segundo Armindo Jacinto, presidente da Naturtejo – empresa intermunicipal de promoção turística – a candidatura foi aprovada por unanimidade numa reunião da Comissão de Coordenação da Rede Global de Geoparques da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) realizada na última quarta-feira, em Inglaterra.
O território proposto passa a fazer parte da Rede Global de Turismo de Natureza, sob os auspícios da Unesco. A Unesco é a entidade responsável pela classificação de geoparques e define-os como um território com sítios geológicos de relevo pela importância científica, raridade e beleza.
Para além da mais-valia nas acções de promoção turística da região Centro e de Portugal, o Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional passa a ser divulgado junto dos visitantes de toda a rede internacional de geoparques da Unesco. Em todo o mundo, existem 37 territórios com esta classificação, 25 dos quais na Europa.
A Naturtejo é constituída pelos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão e Nisa
Turismo de natureza
Unesco aprova primeiro geoparque português na Beira Baixa e norte do Alentejo
28.07.2006 - 18h31 Lusa
A Unesco aprovou a criação do primeiro geoparque português num território que abrange o sul da Beira Baixa e norte do Alentejo, disse hoje à agência Lusa fonte da candidatura.
A candidatura do “Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional” foi apresentada no ano passado, com vista ao aproveitamento turístico e científico do património geológico que se encontra no seu território.
Segundo Armindo Jacinto, presidente da Naturtejo – empresa intermunicipal de promoção turística – a candidatura foi aprovada por unanimidade numa reunião da Comissão de Coordenação da Rede Global de Geoparques da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) realizada na última quarta-feira, em Inglaterra.
O território proposto passa a fazer parte da Rede Global de Turismo de Natureza, sob os auspícios da Unesco. A Unesco é a entidade responsável pela classificação de geoparques e define-os como um território com sítios geológicos de relevo pela importância científica, raridade e beleza.
Para além da mais-valia nas acções de promoção turística da região Centro e de Portugal, o Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional passa a ser divulgado junto dos visitantes de toda a rede internacional de geoparques da Unesco. Em todo o mundo, existem 37 territórios com esta classificação, 25 dos quais na Europa.
A Naturtejo é constituída pelos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão e Nisa
Maria João Pires desiste do Centro de Artes de Belgais e transfere-o para S. Salvador da Baia
A Cultura da Beira Interior mais empobrecida, mas S. Salvador da Baía merece o acolhimento de um projecto como foi o do Centro de Artes de Belgais. Espero, sinceramente, que aí, finalmente, Maria João Pires consiga desenvolver na integra o que acalentou criar em Belgais. A escola da Mata, as crianças da região, os músicos em Portugal, perdem com o encerramento do Centro de Artes de Belgais, mas as crianças de S. Salvador, os músicos brasileiros, talvez venham a tirar benefícios da actividae cultural criativa de Maria João Pires. De qualquer forma, um muito obrigado por tudo o que Maria João Pires fez pelo desenvolvimento cultural da Beira Interior.
in: DN de 28/7/2006
Maria João Pires abandona Belgais e vai para o Brasil
Paula Lobo
A pianista Maria João Pires anunciou ontem, em entrevista à RDP/Antena2, que vai instalar-se definitivamente no Brasil e desistir do Centro para o Estudo das Artes de Belgais, próximo de Castelo Branco, numa quinta que comprou há sete anos.
Em Portugal, afirmou, "estava a ser vítima de uma verdadeira tortura". "Parto para me salvar um pouco dos malefícios que Portugal me estava a fazer", explicou Maria João Pires, considerando que comprar casa no Brasil - país onde ia "respirar" - é um "momento de coragem". Sem adiantar pormenores do que motivou a decisão.
Há muito que a mais internacional - e premiada - dos pianistas portugueses se queixa dos problemas de financiamento de Belgais, e há muito que viaja com regularidade para o Brasil. Mas não se esperava que seguisse o exemplo de José Saramago, o escritor que preferiu o "exílio" na ilha de Lanzarote.
Apoiado, entre outras entidades, pela autarquia e pelos ministérios da Educação e da Cultura, Belgais fundou também uma escola básica na Mata, uma aldeia vizinha. Tendo já dado início ao processo de autorização de residência, a pianista pretende mudar-se para Salvador da Baía e fazer ali arrancar um novo projecto semelhante a Belgais - que está vocacionado para a apresenta- ção de concertos de música clássica, workshops, residências e formação de crianças das escolas da região.
"Sofri fisicamente todos aqueles anos em que me dediquei ao projecto e tentei fazer tudo, e não consegui... no fundo, não consegui mais do que um começo", lamentou. Recorde-se que, em Março, Maria João Pires, de 62 anos, sofreu em enfarte do miocárdio quando se encontrava a descansar em Salamanca. Operada em Espanha, teve de adiar por dois meses a sua digressão europeia.
in: DN de 28/7/2006
Maria João Pires abandona Belgais e vai para o Brasil
Paula Lobo
A pianista Maria João Pires anunciou ontem, em entrevista à RDP/Antena2, que vai instalar-se definitivamente no Brasil e desistir do Centro para o Estudo das Artes de Belgais, próximo de Castelo Branco, numa quinta que comprou há sete anos.
Em Portugal, afirmou, "estava a ser vítima de uma verdadeira tortura". "Parto para me salvar um pouco dos malefícios que Portugal me estava a fazer", explicou Maria João Pires, considerando que comprar casa no Brasil - país onde ia "respirar" - é um "momento de coragem". Sem adiantar pormenores do que motivou a decisão.
Há muito que a mais internacional - e premiada - dos pianistas portugueses se queixa dos problemas de financiamento de Belgais, e há muito que viaja com regularidade para o Brasil. Mas não se esperava que seguisse o exemplo de José Saramago, o escritor que preferiu o "exílio" na ilha de Lanzarote.
Apoiado, entre outras entidades, pela autarquia e pelos ministérios da Educação e da Cultura, Belgais fundou também uma escola básica na Mata, uma aldeia vizinha. Tendo já dado início ao processo de autorização de residência, a pianista pretende mudar-se para Salvador da Baía e fazer ali arrancar um novo projecto semelhante a Belgais - que está vocacionado para a apresenta- ção de concertos de música clássica, workshops, residências e formação de crianças das escolas da região.
"Sofri fisicamente todos aqueles anos em que me dediquei ao projecto e tentei fazer tudo, e não consegui... no fundo, não consegui mais do que um começo", lamentou. Recorde-se que, em Março, Maria João Pires, de 62 anos, sofreu em enfarte do miocárdio quando se encontrava a descansar em Salamanca. Operada em Espanha, teve de adiar por dois meses a sua digressão europeia.
terça-feira, julho 25, 2006
Cirineu
Cirineu
Foste tu, contando
histórias de embalar
que me deste a conhecer
Cirineu
Apontando para o alto da Gardunha.
Mostraste-me os trilhos
percorridos por este justiceiro,
No Monte identificaste o seu abrigo.
Agora, essas histórias
findaram-se, como tu.
Pervalece o espírito,
e reforça-se o desejo de igualdade.
Partiste, sem lamúrias,
nem queixumes.
Muito ficou por contar,
muito mais por descobrir
Foste tu, contando
histórias de embalar
que me deste a conhecer
Cirineu
Apontando para o alto da Gardunha.
Mostraste-me os trilhos
percorridos por este justiceiro,
No Monte identificaste o seu abrigo.
Agora, essas histórias
findaram-se, como tu.
Pervalece o espírito,
e reforça-se o desejo de igualdade.
Partiste, sem lamúrias,
nem queixumes.
Muito ficou por contar,
muito mais por descobrir
sexta-feira, julho 21, 2006
Portugal Vinhos Cultura e Tradição ..... Beira Interior
O Circulo de Leitores acaba de editar o 2º Volume da obra "Portugal Vinhos Cultura e Tradição, da autoria de José A. Salvador, que incluí informação sobre a Beira Interior. Dessa, transcrevo a referente à origem histórica da produção de vinhos na região e à origem, também histórica, de um produtor, engarrafador da região, que foi a primeiro a concorrer com as Adegas Cooperativas da Covilhã e Fundão. Trata-se de uma publicação de grande qualidade, que deve ser consultada e servir mesmo como Bíblia, por quem se interessa pela cultura da Beira Interior.

“De Pinhel a Idanha-a-Velha –onde os romanos fizeram vinhos
Neste território raiano temos uma série de aldeias históricas como Sortelha, Penamacor, Monsanto e Idanha-a Velha do concelho de Idanha-a-Nova. Idanha-a Velha foi a antiga cidade romana Civitas Igaeditanorumn, onde arqueológos, como Francisco Tavares Proença júnior, José Leite de Vasconcelos, Félix Alves Pereira e Fernando Almeida, desenvolveram largas investigações, este último até 1974, que comprovam que a romanização se deu desde o ano 16 a. C., conforme inscrição datada daquele ano a propósito da oferta de um relógio. A ocupação romana foi determinante para o desenvolvimento da cidade da Egitânea, situada na grande via romana entre Mérida e Braga. As escavações arqueológicas desenvolvidas neste local permitiram encontrar «grainhas de uva [...] num poço de Idanha-a-Velha», circunstância que aponta para a produção de vinho na região'. No mesmo poço, escreve o historiador Carlos Fabião:
«foram recolhidos 46 caroços de rato pertencentes seguramente a "olea". No [tanto, pelas características e dimensões, parecem corresponder mais ao fruto do zambujeiro do que azeitonas, o que não deixou de causar perplexidade entre os investigadores»'. A importância histórica desta povoação é tamas testemunhada pela ponte de origem romana sobre o rio Ponsul e pela colecção epigráfica luso-romana aí existente.
Para a nossa rota dos vinhos importa reter, afinal, que em Idanha-a-Velha se encontraram indícios arqueológicos comprovativos de que desde a presença romana se produziu vinho e azeite nas Beiras, tal como hoje continua a suceder. Em toda a região beirã encontramos outros vestígios da influência da civilização romana, tais como lagares talhados nas rochas graníticas (lagares antropomórficos), que tanto poderão ter servido para a produção de vinho como para a produção de azeite, além de diversas vias romanas e outros monumentos da época.
Os Vinhos Regional Beiras Almeida Garrett
Nos finais de 1974 fundava-se a Sabe, Sociedade Agrícola da Beira, com sede em Tortosendo, muito próximo da Covilhã no sopé da serra da Estrela. As origens históricas desta empresa de familiares descendentes de Almeida Garrett, remontam ao século xix, quando um primo do escritor, Gonçalo de Almeida Garrett, também natural da cidade do Porto, casou com uma albicastrense e se instalou em Castelo Branco. O casal dedicou-se à agricultura na cidade da Beira Baixa, na Covilhã e no Fundão. Os seus vinhos e azeites foram distinguidos na Exposição Internacional de Paris em 1889. Com o advento da República emigraram para a França, de onde regressaram mais tarde com varas da casta Chardonnay. Plantaram-nas nos seus vinhedos da Covilhã e ainda, actualmente, é o único encepamento branco dos 46 hectares de vinha em produção.
Nos anos 60 do século xx, os descendentes investiram na fruticultura, viticultura, flores e pecuária até constituírem a actual Sabe em 1974.
Esta sociedade agrícola dispõe de 46 hectares de vinhedos em plena produção, sendo 14 com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos 16 com quatro anos; e mais 16 hectares com três anos. Quanto aos encepamentos tintos, vinhas mais velhas foram enxertadas com Tinta Roriz, Tinta Barroca e Trincadeira, e as m novas com Touriga Nacional, Touriga Franc Trincadeira, Tinta Roriz, Merlot, Cabernet Sauvignon e Syrah. A Chardonnay tem quatro hectares nos vinhedos mais antigos e dois n osmais recentes. A Touriga Nacional é a casta mais encepada, com 12 hectares, seguida pe la Trincadeira e Tinta Roriz, cada uma delas com sete hectares.
Em 2004 funcionava ainda a velha adega tradicional com paredes de granito e depósito em betão revestidos com ipoxi.. As fermentação desenrolavam-se em cubas inox de várias capacidades, com sistemas de controlo das temperaturas com recurso a água fria ou quente, consoante as necessidades. As duas centenas de as-pipas de carvalho francês ancês integravam a aa nos acabamentos dos vinhos, para além linha de engarrafamento e rotulagem. Em 2005 deverá ficar concluída a construção do novo complexo adegueiro.
Os vinhos brancos oriundos da casta Chardonao comercializados como Regional Beiras marca Almeida Garrett, sendo um deles reserva e o outro colheita normal.
A mesma marca Almeida Garrett dá rótulos aos vinhos Regional Beiras e DOG Beira Interior. Os tintos DO(', Beira Interior, ou são varietais, de a Roriz ou Touriga Nacional, ou confecciodos com estas duas castas. O Regional Beiras tem igualmente o mesmo dueto de castas compô-lo. A casa mantém ainda a marca «Entre Serras» a tintos DOC Beira Interior e Regional Beiras nome que nos lembra a posição das vis da empresa entre as serras da Estrela e da Gardunha, razão para voltarmos aos rumos literários de Gil Vicente e Eugénio de Andrade.”

“De Pinhel a Idanha-a-Velha –onde os romanos fizeram vinhos
Neste território raiano temos uma série de aldeias históricas como Sortelha, Penamacor, Monsanto e Idanha-a Velha do concelho de Idanha-a-Nova. Idanha-a Velha foi a antiga cidade romana Civitas Igaeditanorumn, onde arqueológos, como Francisco Tavares Proença júnior, José Leite de Vasconcelos, Félix Alves Pereira e Fernando Almeida, desenvolveram largas investigações, este último até 1974, que comprovam que a romanização se deu desde o ano 16 a. C., conforme inscrição datada daquele ano a propósito da oferta de um relógio. A ocupação romana foi determinante para o desenvolvimento da cidade da Egitânea, situada na grande via romana entre Mérida e Braga. As escavações arqueológicas desenvolvidas neste local permitiram encontrar «grainhas de uva [...] num poço de Idanha-a-Velha», circunstância que aponta para a produção de vinho na região'. No mesmo poço, escreve o historiador Carlos Fabião:
«foram recolhidos 46 caroços de rato pertencentes seguramente a "olea". No [tanto, pelas características e dimensões, parecem corresponder mais ao fruto do zambujeiro do que azeitonas, o que não deixou de causar perplexidade entre os investigadores»'. A importância histórica desta povoação é tamas testemunhada pela ponte de origem romana sobre o rio Ponsul e pela colecção epigráfica luso-romana aí existente.
Para a nossa rota dos vinhos importa reter, afinal, que em Idanha-a-Velha se encontraram indícios arqueológicos comprovativos de que desde a presença romana se produziu vinho e azeite nas Beiras, tal como hoje continua a suceder. Em toda a região beirã encontramos outros vestígios da influência da civilização romana, tais como lagares talhados nas rochas graníticas (lagares antropomórficos), que tanto poderão ter servido para a produção de vinho como para a produção de azeite, além de diversas vias romanas e outros monumentos da época.
Os Vinhos Regional Beiras Almeida Garrett
Nos finais de 1974 fundava-se a Sabe, Sociedade Agrícola da Beira, com sede em Tortosendo, muito próximo da Covilhã no sopé da serra da Estrela. As origens históricas desta empresa de familiares descendentes de Almeida Garrett, remontam ao século xix, quando um primo do escritor, Gonçalo de Almeida Garrett, também natural da cidade do Porto, casou com uma albicastrense e se instalou em Castelo Branco. O casal dedicou-se à agricultura na cidade da Beira Baixa, na Covilhã e no Fundão. Os seus vinhos e azeites foram distinguidos na Exposição Internacional de Paris em 1889. Com o advento da República emigraram para a França, de onde regressaram mais tarde com varas da casta Chardonnay. Plantaram-nas nos seus vinhedos da Covilhã e ainda, actualmente, é o único encepamento branco dos 46 hectares de vinha em produção.
Nos anos 60 do século xx, os descendentes investiram na fruticultura, viticultura, flores e pecuária até constituírem a actual Sabe em 1974.
Esta sociedade agrícola dispõe de 46 hectares de vinhedos em plena produção, sendo 14 com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos 16 com quatro anos; e mais 16 hectares com três anos. Quanto aos encepamentos tintos, vinhas mais velhas foram enxertadas com Tinta Roriz, Tinta Barroca e Trincadeira, e as m novas com Touriga Nacional, Touriga Franc Trincadeira, Tinta Roriz, Merlot, Cabernet Sauvignon e Syrah. A Chardonnay tem quatro hectares nos vinhedos mais antigos e dois n osmais recentes. A Touriga Nacional é a casta mais encepada, com 12 hectares, seguida pe la Trincadeira e Tinta Roriz, cada uma delas com sete hectares.
Em 2004 funcionava ainda a velha adega tradicional com paredes de granito e depósito em betão revestidos com ipoxi.. As fermentação desenrolavam-se em cubas inox de várias capacidades, com sistemas de controlo das temperaturas com recurso a água fria ou quente, consoante as necessidades. As duas centenas de as-pipas de carvalho francês ancês integravam a aa nos acabamentos dos vinhos, para além linha de engarrafamento e rotulagem. Em 2005 deverá ficar concluída a construção do novo complexo adegueiro.
Os vinhos brancos oriundos da casta Chardonao comercializados como Regional Beiras marca Almeida Garrett, sendo um deles reserva e o outro colheita normal.
A mesma marca Almeida Garrett dá rótulos aos vinhos Regional Beiras e DOG Beira Interior. Os tintos DO(', Beira Interior, ou são varietais, de a Roriz ou Touriga Nacional, ou confecciodos com estas duas castas. O Regional Beiras tem igualmente o mesmo dueto de castas compô-lo. A casa mantém ainda a marca «Entre Serras» a tintos DOC Beira Interior e Regional Beiras nome que nos lembra a posição das vis da empresa entre as serras da Estrela e da Gardunha, razão para voltarmos aos rumos literários de Gil Vicente e Eugénio de Andrade.”
segunda-feira, julho 17, 2006
Lince Ibérico atropelado em Donana
Un conductor atropella a un lince hembra junto a Doñana Añadir a Mi carpeta
EL PAÍS - Huelva
EL PAÍS - Sociedad - 17-07-2006
Un conductor atropelló el sábado a una ejemplar de lince ibérico en una carretera junto al Parque Nacional de Doñana. El responsable de WWF/Adena en la comarca, Juanjo Carmona, afirmó que la ejemplar de lince había parido dos cachorros en abril y que los técnicos de la Junta andaluza los buscan para evitar que mueran de hambre o sed. La Consejería de Medio Ambiente del Gobierno autonómico aseguró que el animal "evoluciona bien" y que no hay constancia de que tenga cachorros.
Carmona, por el contrario, aseguró a las agencias que técnicos de Medio Ambiente intentan localizar a dos cachorros y señaló que este accidente podría haberse evitado "con medidas eficaces". "Esperemos que los encuentren pronto [a los cachorros] y que la Consejería de Medio Ambiente lo comunique inmediatamente", indicó el responsable de WWF/Adena.
Recordó que, entre 1990 y 2000, se produjeron 15 muertes de linces, mientras que, en los últimos seis años, la cifra asciende hasta los 17 ejemplares. Por tanto, consideró que las medidas actuales son "ineficaces"
El atropello tuvo lugar a las 8.00 horas del sábado y fue el conductor del vehículo quien dio aviso a la Guardia Civil, quien a su vez alertó a la Consejería, que envió a sus técnicos.
EL PAÍS - Huelva
EL PAÍS - Sociedad - 17-07-2006
Un conductor atropelló el sábado a una ejemplar de lince ibérico en una carretera junto al Parque Nacional de Doñana. El responsable de WWF/Adena en la comarca, Juanjo Carmona, afirmó que la ejemplar de lince había parido dos cachorros en abril y que los técnicos de la Junta andaluza los buscan para evitar que mueran de hambre o sed. La Consejería de Medio Ambiente del Gobierno autonómico aseguró que el animal "evoluciona bien" y que no hay constancia de que tenga cachorros.
Carmona, por el contrario, aseguró a las agencias que técnicos de Medio Ambiente intentan localizar a dos cachorros y señaló que este accidente podría haberse evitado "con medidas eficaces". "Esperemos que los encuentren pronto [a los cachorros] y que la Consejería de Medio Ambiente lo comunique inmediatamente", indicó el responsable de WWF/Adena.
Recordó que, entre 1990 y 2000, se produjeron 15 muertes de linces, mientras que, en los últimos seis años, la cifra asciende hasta los 17 ejemplares. Por tanto, consideró que las medidas actuales son "ineficaces"
El atropello tuvo lugar a las 8.00 horas del sábado y fue el conductor del vehículo quien dio aviso a la Guardia Civil, quien a su vez alertó a la Consejería, que envió a sus técnicos.
domingo, julho 16, 2006
Arqueologia em página do Rosmaninhal

in: http://rosmaninhal.no.sapo.pt/index_ficheiros/arqueologia.htm
ARQUEOLOGIA
ESTUDO DO PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO
PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO
ÉPOCA PRÉ-HISTÓRICA
ÉPOCA PROTO-HISTÓRICA
ÉPOCA ROMANA
ÉPOCA MEDIEVAL
ÉPOCA MODERNA E CONTEMPORÂNEA
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