Viola Beiroa
Brigada Victor Jara
A discografia do grupo é composta por sete álbuns de originais, dos quais se destacam «Contraluz», editado em vinil em 1984 e reeditado em CD dez anos depois, «Tamborileiro» (1979), «Monte Formoso» (1989) e, mais recentemente, «Danças e Folias» (1995), o qual contou com a participação dos seguintes músicos convidados: André Sousa Machado, António Pinto, José Medeiros, Jorge Reis, Margarida Miranda, Pedro Jóia e Tomás Pimentel.
O grupo participou ainda em colectâneas, tais como o Álbum de homenagem a José Afonso, «Filhos da Madrugada» (l994).
Bilhete de identidade
Ao longo de mais de 20 anos de carreira, muitos foram os músicos que passaram pela Brigada Victor Jara, somando ao todo mais de 40. Actualmente, a Brigada Victor Jara é composta por oito elementos: Arnaldo de Carvalho (percussões e coros), Aurélio Malva (voz solo, viola braguesa, viola, bandolim, gaita de foles), José Tovim (viola baixo e coros), Joaquim Manuel (bateria), Luís Garção (viola, viola beiroa, cavaquinho), Manuel Rocha (violino, bandolim e coros), Ricardo Jesus (piano, sintetizador, flauta e coros) e Rui Curto (acordeão, harmónio e concertina).
sexta-feira, outubro 17, 2003
Viola Beiroa
Brigada Victor Jara (Luís Garção utiliza viola beiroa)
A discografia do grupo é composta por sete álbuns de originais, dos quais se destacam «Contraluz», editado em vinil em 1984 e reeditado em CD dez anos depois, «Tamborileiro» (1979), «Monte Formoso» (1989) e, mais recentemente, «Danças e Folias» (1995), o qual contou com a participação dos seguintes músicos convidados: André Sousa Machado, António Pinto, José Medeiros, Jorge Reis, Margarida Miranda, Pedro jóia e Tomás Pimentel.
O grupo participou ainda em colectâneas, tais como o álbum de homenagem a José Afonso, «Filhos da Madrugada» (l994).
Bilhete de identidade
Ao longo de mais de 20 anos de carreira, muitos foram os músicos que passaram pela Brigada Victor Jara, somando ao todo mais de 40. Actualmente, a Brigada Victor Jara é composta por oito elementos: Arnaldo de Carvalho (percussões e coros), Aurélio Malva (voz solo, viola braguesa, viola, bandolim, gaita de foles), José Tovim (viola baixo e coros), Joaquim Manuel (bateria), Luís Garção (viola, viola beiroa, cavaquinho), Manuel Rocha (violino, bandolim e coros), Ricardo Jesus (piano, sintetizador, flauta e coros) e Rui Curto (acordeão, harmónio e concertina).
Brigada Victor Jara (Luís Garção utiliza viola beiroa)
A discografia do grupo é composta por sete álbuns de originais, dos quais se destacam «Contraluz», editado em vinil em 1984 e reeditado em CD dez anos depois, «Tamborileiro» (1979), «Monte Formoso» (1989) e, mais recentemente, «Danças e Folias» (1995), o qual contou com a participação dos seguintes músicos convidados: André Sousa Machado, António Pinto, José Medeiros, Jorge Reis, Margarida Miranda, Pedro jóia e Tomás Pimentel.
O grupo participou ainda em colectâneas, tais como o álbum de homenagem a José Afonso, «Filhos da Madrugada» (l994).
Bilhete de identidade
Ao longo de mais de 20 anos de carreira, muitos foram os músicos que passaram pela Brigada Victor Jara, somando ao todo mais de 40. Actualmente, a Brigada Victor Jara é composta por oito elementos: Arnaldo de Carvalho (percussões e coros), Aurélio Malva (voz solo, viola braguesa, viola, bandolim, gaita de foles), José Tovim (viola baixo e coros), Joaquim Manuel (bateria), Luís Garção (viola, viola beiroa, cavaquinho), Manuel Rocha (violino, bandolim e coros), Ricardo Jesus (piano, sintetizador, flauta e coros) e Rui Curto (acordeão, harmónio e concertina).
Viola Beiroa
Foto Por
Luís Garção Nunes Descrição / Crónica
Inserida em 07-01-2003 Bandurra ou Viola Beiroa.
Desaparecida há muitos anos era usual ver-se na região de Castelo Branco.
Viola com cinco ordem de cordas duplas. Tem também a particularidade de ter mais duas cordas presas a um cravelhal situado no fundo do braço, no ângulo que este faz com a caixa. Estas duas cordas suplementares chamam-se "Requintas" e são tocadas sempre soltas como uma harpa.
PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA A MÚSICA PORTUGUESA.
Tema Outros
Local
Data 4 Dezembro 2003
Tratamento Digital
Visitada 87 vezes
in: http://www.thousandimages.com/foto.asp?idautor=130&idfoto=013
Foto Por
Luís Garção Nunes Descrição / Crónica
Inserida em 07-01-2003 Bandurra ou Viola Beiroa.
Desaparecida há muitos anos era usual ver-se na região de Castelo Branco.
Viola com cinco ordem de cordas duplas. Tem também a particularidade de ter mais duas cordas presas a um cravelhal situado no fundo do braço, no ângulo que este faz com a caixa. Estas duas cordas suplementares chamam-se "Requintas" e são tocadas sempre soltas como uma harpa.
PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA A MÚSICA PORTUGUESA.
Tema Outros
Local
Data 4 Dezembro 2003
Tratamento Digital
Visitada 87 vezes
in: http://www.thousandimages.com/foto.asp?idautor=130&idfoto=013
Viola beiroa
Viola Beiroa:
À semelhança do que José Alberto Sardinha fez com a viola Campaniça, justifica-se que seja feita uma investigação, na zona Leste de Castelo Branco, que nos permita assegurar da situação da utilização deste instrumento musical. Ernesto Veiga de Oliveira, nos anos sessenta fez uma investigação Etnográfica sobre Instrumentos Tradicionais Portugueses, onde apresentava então Manuel Moreira, de Penha Garcia, como o último instrumentista de Viola Beiroa. Procedeu à recolha de gravações, que a Universidade de Aveiro colocou on-line em formato mp3. Luís Baptis, em Timbre, tema 9 faz uma interpretação utilizando a viola beiroa.
À semelhança do que José Alberto Sardinha fez com a viola Campaniça, justifica-se que seja feita uma investigação, na zona Leste de Castelo Branco, que nos permita assegurar da situação da utilização deste instrumento musical. Ernesto Veiga de Oliveira, nos anos sessenta fez uma investigação Etnográfica sobre Instrumentos Tradicionais Portugueses, onde apresentava então Manuel Moreira, de Penha Garcia, como o último instrumentista de Viola Beiroa. Procedeu à recolha de gravações, que a Universidade de Aveiro colocou on-line em formato mp3. Luís Baptis, em Timbre, tema 9 faz uma interpretação utilizando a viola beiroa.
quinta-feira, outubro 16, 2003
Miguel Carvalhinho (http://www.miguelcarvalhinho.com), no seu disco Espiral incluí uma componente multimedia sobre a Gardunha e Castelo Novo. Excelente ideia, que permite que os utilizadores do seu CD para além de disfrutarem de óptimos momentos musicais, podem apreciar o ambiente em que o autor vive e que lhe serve de inspiração. O acompanhante de Cristina Branco, que dia 22 de Outubro, no S.Luís, em Lisboa, apresentam uma sessão de fados com poemas de Camõeses e de Shauerhoff é também o autor de um dos poemas incluídos no óptimo CD de Cristina Branco. Este e outros poemas de Miguel Carvalhinho podem ser apreciados no seu endereço, anteriormente referido.
quarta-feira, outubro 15, 2003
Conjunto de fotografias sobre Castelo Novo editadas por turista Japonês:www.h3.dion.ne.jp/~porto4/castelonovo.htm
Endereço sobre Castelo Novo: www.360portugal.com/. Seguir o endereço de Castelos e seleccionar Castelo Novo.Interessante panorâmica sobre Castelo Novo recolhida por um visitante estrangeiro.
quinta-feira, setembro 18, 2003
Início do ano lectivo, com inúmeros problemas por solucionar. Em www.educare.pt podem ler uma entrevista com o Ministro da educação e fazer comentários às respostas das perguntas colocadas pelos leitores de educare. de imediato, ressalta que o Ministro e os intervenientes parecem viver em países distintos. Para o Ministro, tudo bem e excelente trabalho do minitério, para os intervenientes denuncias de erros, incompetências, fragilidades, inoperância, por parte do mesmo.
domingo, setembro 07, 2003
Fogo posto
Alexandre O’Neill
I Estou no centro do país, rodeado de incêndios.
Os pinheirais em fogo esbraseiam o ar.
Reguei o telhado e o quintal porque as velhas são muitas.
A vizinha cega, sem qualquer progresso, vai tocando o seu órgão Tornado 4 A irmã apanha velhas, mostra-mas na mão, apagadas ou parecendo ou quase,
e fala do carteiro - motorizada aqui,
saco acolá, sapato mais além -
que, presuntivo pirómano, a si mesmo se teria apagado nas águas do Tejo
II 0 aeroplano da lista vermelha é que semeia o fogo.
Von Richthofen - passe-montanha, óculos "à aviador dentes cerradosé que vem semear o fogo no reino do verde pino.
Abatido em 18, ressurgiu
com o estampido do guarda-chuva que se abre e - pano, arame, madeira - ganha altura para, numa vrille desaparafusada, vir castigar-nos com sua espada de fogo.
Disse Deus: - Ó aviador, vai-me a essa gente remota e avia-lhes uns fogos que se vejam!
Polegar para baixo, Von Richthofen
incendiou milhares de hectares em Portugal. Sua lista vermelha (laranja? Limão?)
é vista com frequência na zona centro do país.
Disse Deus: - Basta. Já sinto calor na cara.
Este, que foi um herói ao serviço do Kaiser
-Cruz da Águia Vermelha
-Cruz da Águia Negra
-Cruz de Ferro-,
descer, quando Deus quer, a incendiário de pinhais?
Credo, custa-me a crê-lo!
Morais e Castro e João Ferreira incluiram este poema no CD-O ritmo da poesia, gostei e fez-me reflectir sobre o último mês de Agosto.
Alexandre O’Neill
I Estou no centro do país, rodeado de incêndios.
Os pinheirais em fogo esbraseiam o ar.
Reguei o telhado e o quintal porque as velhas são muitas.
A vizinha cega, sem qualquer progresso, vai tocando o seu órgão Tornado 4 A irmã apanha velhas, mostra-mas na mão, apagadas ou parecendo ou quase,
e fala do carteiro - motorizada aqui,
saco acolá, sapato mais além -
que, presuntivo pirómano, a si mesmo se teria apagado nas águas do Tejo
II 0 aeroplano da lista vermelha é que semeia o fogo.
Von Richthofen - passe-montanha, óculos "à aviador dentes cerradosé que vem semear o fogo no reino do verde pino.
Abatido em 18, ressurgiu
com o estampido do guarda-chuva que se abre e - pano, arame, madeira - ganha altura para, numa vrille desaparafusada, vir castigar-nos com sua espada de fogo.
Disse Deus: - Ó aviador, vai-me a essa gente remota e avia-lhes uns fogos que se vejam!
Polegar para baixo, Von Richthofen
incendiou milhares de hectares em Portugal. Sua lista vermelha (laranja? Limão?)
é vista com frequência na zona centro do país.
Disse Deus: - Basta. Já sinto calor na cara.
Este, que foi um herói ao serviço do Kaiser
-Cruz da Águia Vermelha
-Cruz da Águia Negra
-Cruz de Ferro-,
descer, quando Deus quer, a incendiário de pinhais?
Credo, custa-me a crê-lo!
Morais e Castro e João Ferreira incluiram este poema no CD-O ritmo da poesia, gostei e fez-me reflectir sobre o último mês de Agosto.
quinta-feira, setembro 04, 2003
em destaque:
Hoje:
FESTIVAL DE CASTELO NOVO - ENCONTRO DO VENTO
10h00 - 16h00 - Escola do 1º Ciclo de Castelo Novo: Oficina de Construção de Objectos Eólicos, dirigida às crianças.
...
CONCURSO FOTOGRÁFICO
Agenda Cultural
Hoje:
FESTIVAL DE CASTELO NOVO - ENCONTRO DO VENTO
10h00 - 16h00 - Escola do 1º Ciclo de Castelo Novo: Oficina de Construção de Objectos Eólicos, dirigida às crianças.
...
CONCURSO FOTOGRÁFICO
Agenda Cultural
quarta-feira, setembro 03, 2003
A colocação de professores trouxe a novidade de 30000 professores terem ficado sem trabalho. Que medidas vão ser tomadas para minorar a situação dos docentes, induzidos pelo sistema a concluir determinados cursos, cada vez com menos capacidade de empregabilidade? Como justificar que o Estado continue a financiar cursos e Politécnicos e Universidades cuja função social se destina a formar desempregados? Para quê tantas Escolas de Formação de Professores, em vez de escolas que garantam uma formação científica mais abrangente que permita a aplicação dos seus quadros em múltiplas actividades?
segunda-feira, julho 28, 2003
Enatur e Pousadas do Interior. Com a privatização da Enatur vai assistir-se à concentração e transferência de Investimentos para o Litoral. As Pousadas do Interior vão começar por levar uma machadada, com o encerramento de 6 unidades, três delas nas Beiras, Almeida, Oliveira do Hospital e Monsanto. As Pousadas do Interior contribuiam enormemente para o desenvolvimento turístico, dando a conhecer regiões fora da rota usual de turismo. Quando se pretende que o nosso país ocupe a 10ª posição, em termos de Turismo mundial, descartam-se oportunidades de apoio à oferta turística.
segunda-feira, junho 23, 2003
Em três escolas não se realizaram exames. Isto significa que relativamente a situações anteriores esta greve foi a que produziu melhores resultados. Em anos anteriores, em circuntâncias semelhantes, o número de escolas sem exames foi sempre menor.
Iniciaram-se hoje os exames do 12º Ano, mesmo com a declaração de greve por parte dos funcionários. Numa entrevista dada ontem ao Público pelo ministro da educação este afirma que o problema dos exames está em os alunos se
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