O Jornal do Fundão, desta semana, publica um Suplemento com o título "Museus da Beira", com um total de 98 páginas, mais um "Especial Museu da Electricidade", num total de 28 páginas. No Editorial "O tempo novo dos museus e a identificação do país", descreve o papel actual dos museus. O ainda director do IPM, Manuel Oleiro, concedeu uma entrevista em que ressalta o papel das autarquias na área da museologia.
A edição on-line do JF, infelizmente, não incluí o referido suplemento, mas mesmo que incluisse não adiantava muito. A orientação do JF tem sido a de conceder só a assinantes o acesso à versão impressa do Jornal. Neste e noutros casos, justificar-se-ia que este critério fosse alterado, porque o referido Suplemento só é distribuído aos assinantes ou compradores do jornal, o que impede a divulgação mais generalizada de um excelente trabalho cultural, prestigiante para a região.
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sexta-feira, junho 15, 2007
Museus da Beira
sábado, fevereiro 03, 2007
Roteiro de Museus-Colecções Etnográficas, Beiras 3º Volume
Ontem, encontrei na Livraria Ler Devagar, no Bairro Alto, em Lisboa, o livro que indico em título, editado pela OLHAPIM, em 1999, com patrocínio do MC, FCG e Inatel. Relativamente à Beira Interior são referidas a Colecção da Malhada Sorda,Almeida Museu de Escalhão, Figueira de Castelo Rodrigo, Museu da Guarda e Lagar Museu Estevão M. Rocha, Famalicão da Serra, Espaço Museológico da Freguesia de Manigoto, Pinhel, Museu Regional de Vila Maior e Museu de Aldeia da Ponte, Sabugal, Museu Regional de Artes e Ofícios do Mundo Rural, Trancoso, Museu Francisco Tavares Proença Junior, Castelo Branco, Centro Cultural Raiano, Idanha-a-Nova, Museu Municipal de Penamacor e Museu dos Lanifícios, Museu Eduardo Malta, Sala Museu da Adega Cooperativa da Covilhã, casa Museu da Freguesia de Ferro, Covilhã.
Não há qualquer referência ao Museu de História Natural, na Escola Secundária Nuno Álvares Pereira, iniciada com a transferência do acervo museológico do Colégio de S.Fiel, depois da expulsão dos Jesuítas em 1910 e da decisão de Afonso Costa, então ministro de Justiça, de indicar a sua inclusão no Liceu de Castelo Branco. De entre os exemplares desse Museu, recordo-me de um belo Lince Ibérico, com valor redobrado apôs a não localização de qualquer exemplar, em território nacional, desde os anos 80 do século passado. Isto na perspectiva de considerar a recolha desses exemplares como reflexo da actividade cinegética.
Não há qualquer referência ao Museu de História Natural, na Escola Secundária Nuno Álvares Pereira, iniciada com a transferência do acervo museológico do Colégio de S.Fiel, depois da expulsão dos Jesuítas em 1910 e da decisão de Afonso Costa, então ministro de Justiça, de indicar a sua inclusão no Liceu de Castelo Branco. De entre os exemplares desse Museu, recordo-me de um belo Lince Ibérico, com valor redobrado apôs a não localização de qualquer exemplar, em território nacional, desde os anos 80 do século passado. Isto na perspectiva de considerar a recolha desses exemplares como reflexo da actividade cinegética.
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