segunda-feira, janeiro 02, 2006

A Rota dos Castros - Castro de S. Roque - Fundão

Mesmo sem informação do Posto de Turismo decidi visitar o Castro de S. Roque, localizado nas proximidades de Alcongosta. Na estrada encontram-se placas nos orientam em direcção ao destino. Uma placa castanha, na EN 18, outra placa castanha na EN nº 18 e uma seta que nos envia para um caminho vinicinal, à direita no sentido Fundão-Alpedrinha. Depois disso, nem mais uma indicação, dois, três, quatro, n cruzamentos e está na hora do regresso, sem se conseguir alcançar o Castro. É este o excelente trabalho cultural da CMF?. Será azar meu, por não ter obtido as coordenadas de GPS do Castro de S. Roque?.

6 comentários:

Idanhense disse...

Deve dar conta da ocorrência ao responsável pelo pelouro da cultura da CM do Fundão. Algo ocorreu para as placas desaparecerem.

Anónimo disse...

Nem o S. Gens lhe valeu?Para apróxima leve uma bússola.

* disse...

DE COMO O VIAJANTE AQUILES CHEGOU À ANTIGA VILA DO FUNDÃO
Neste início de ano novo o Dr. Aquiles persiste na sua velha e despropositada cruzada contra o actual executivo da Câmara Municipal do Fundão. Ainda que tenha todo o direito de o fazer, num espaço editorial da sua total responsabilidade, achamos que faz mal. Este blog assume por título a palavra Conversando. Mas deve mudar já para Acusando. Completamente cego, talvez por algum complexo de difícil classificação ou por alguma febrite ideológica, ressabiado e de uma maneira desbocada, o Dr. Aquiles não conversa. Nada disso. Acusa e dá logo a sentença.

Aquiles chegou ao Fundão e esbarrou com a porta do Posto de Turismo fechada. Aí encontrava-se exposta a indicação de ‘Volto já’. Esperou. Esperou... e nada. Ninguém apareceu para fornecer coordenadas de GPS dos castros da região a este ilustre visitante fotógrafo. “Que diabos vem um gajo lá de baixo para isto! Um escândalo! Que ataque ao meu nobre sentir e vontade turística. Caramba, afinal, sou uma pessoa que vive na capital e que propositadamente se deslocou, em vésperas de Ano Novo, até esta terra. Estes gajos não devem ter tolerância de ponto. Devem é estar aqui no ultimo dia do ano à espera de personagens como eu que tanto trabalho tenho tido em divulgá-los ao mundo. Que indígenas ingratos! No dia 31, pelas 11 horas, regressou. O posto continuava fechado. Irra isto é demais! Olhando para a porta reparou que o papel do ‘Volto Já’ tinha desaparecido. Pensou: Que grande mistério! Devem ter sabido que cá vinha. Isto deve ser uma marosca preparada por forças ocultas. Lembrou-se que estava numa terra de tradições judaicas. Querem tradições e turismos ? Pois vão ver. Vou já preparar a fogueira para os culpados. Olhou para o chão e pisou os granitos das ruas. Que raio afinal não sou o deus do progresso virtual. Sou um simples humano que apenas pretende caminhar em busca do passado mas que não tem as coordenadas de G.P.S. da história. Desanimado resolveu peregrinar até ao monte de S. Roque. O santo prego-lhe a partida. Aqui não vens viajante Aquiles. Perdeu-se. Jornadeando por aqui e por ali, uma dor lacinante atingiu-lhe o calcanhar. Havia que descansar.Ao longe, entre arvoredos havia casas. Reparou num portão. Entrou. Silêncio. Frio. Ciprestes. Granitos. Pisou flores secas. Estava num cemitério. Pelo menos aqui não há papeis a dizer Volto já. (...).

DE COMO O DR. AQUILES ENCONTROU A GRUTA DO ANO VELHO (Continua)

Anónimo disse...

Estamos conversando, não será verdade?

Anónimo disse...

Não sei sequer se a responsabilidade do granito polido nos lancís é desta, da amterior ou da anterior da anterior vereação.

Anónimo disse...

O último dia do ano foi 30 de Dezembro? Se houve tolerância de ponto, porquê VOLTO JÁ? No horário afixado na porta dizia-se, expressamente, que o Posto de Turismo estaria aberto dias 30 e 31 de Dezembro, o que seria natural e ajustável, num período de intensa procura turística.